• Moçambique

    Moçambique

    Frederic P. Marjay

    20,00 

    Moçambique de Frederic P. Marjay.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1963, 103 págs. E. Il.

    Este volume de ilustrações, que revelam uma civilização mundial em formação, é prova dos sucessos construtivos duma velha nação europeia e evidência documental daquilo que o povo pode fazer quando realiza a sua tarefa, não primàriamente com o fim de enriquecer, mas porque sente uma pro-funda e perene obrigação para com a civilização e a tradição cristãs.

    Com um estudo especial sobre o Ultramar Português de Otto von Habsburg.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Os Miseráveis de Victor Hugo

    Miseráveis, Os

    Victor Hugo

    7,50 

    Os Miseráveis de Victor Hugo.
    Porto Editora. Porto, 2005, 55 págs. E. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Gérard Dubois.

    Numa noite de Outubro de 1815, um homem exausto e esfomeado entra a pé na cidade de Digne. Expulso das estalagens, e tendo já perdido todas as esperanças de encontrar uma cama para passar a noite, Jean Valjean bate à porta de uma casa. Ao entrar, anuncia: «Anciãos, fiquem a saber que eu sou um condenado! Passei dezanove anos nos trabalhos forçados em Toulon».

    Ao ouvir estas palavras, o seu anfitrião, Monsenhor Myriel, manda acrescentar um talher na mesa e vai buscar dois belos candelabros de prata. De manhã, o condenado foge depois de roubar o seu benfeitor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Metamorphosis

    Metamorphosis

    Cristina Amorim

    10,00 

    Metamorphosis de Cristina Amorim [Coord.]
    Experimentadesign. Camarate, 2013, 141 págs. B. Il.

    Catálogo em inglês da METAMORPHOSIS – uma das exposições nucleares da Bienal de design e arquitectura, EXD’13, apresentada no Claustro do Mosteiro dos Jerónimos, em Belém, em parceria com a DGPC/Mosteiro dos Jerónimos.

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  • Martin Heidegger de António Marques

    Martin Heidegger

    António Marques

    6,00 

    Martin Heidegger de António Marques [Dir.]
    Sociedade Portuguesa de Filosofia. Lisboa, 1989. B.

    Revista Portuguesa de Filosofia, 45 (1989)

    Heidegger e o Oriente ou da extrema in-diferença ocidental

    Carlos Henrique do Carmo Silva
    A essência da técnica segundo Heidegger

    Michel Renaud
    A determinação heideggeriana de fenómeno em Sein und Zeit como superação do «cepticismo metódico»

    Jorge César das Neves
    A «Conversão da Filosofia em Martin Heidegger

    Carlos Estêvão
    Constituição do sentido e justificação da validade.

    Heidegger e o problema da filosofia transcendental
    Karl-Otto Apel

    Bibliografia: Obras de e sobre Martin Heidegger

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  • Odisseia de Homero

    Odisseia

    Homero

    6,00 

    Odisseia de Homero.
    Editores Independentes. Lisboa, 2008, 399 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Independente | 38
    👨🏻‍🎨 Tradução Frederico Lourenço

    A Odisseia não é apenas um dos grandes épicos da literatura grega; é também um dos pilares do cânone ocidental, um poema de rara e extraordinária beleza – e o livro que mais influência exerceu, ao longo dos tempos, no imaginário ocidental.

    Este grande trabalho de tradução confirma Frederico Lourenço como o grande tradutor moderno do poema grego.

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  • Obras de Arte do Museu Nacional de Arte Antiga - 1º Volume de João Couto

    Obras de Arte do Museu Nacional de Arte Antiga – 1º Volume

    João Couto

    25,00 

    Obras de Arte do Museu Nacional de Arte Antiga – 1º Volume de João Couto.
    Bertrand. Lisboa, 1956. E. Il.

    Inicia-se a colectânea pelo Album da Pintura Portuguesa, a que outros se suce derão, da Pintura Estrangeira, da Cerâmica, da Ourivesaria, do Mobiliário e do Tecidos, dados por ordem que permita por sobretudo em relevo a parte que cabe à produção artística portuguesa, visto que o Museu Nacional de Arte Antiga, de Lisboa é o mais importante repositório de tal espólio.

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  • Norte e Sul de Elizabeth Gaskell

    Norte e Sul

    Elizabeth Gaskell

    10,00 

    Norte e Sul de Elizabeth Gaskell.
    Relógio d’ Àgua Editores. Lisboa, 2016, 450 págs. B.

    A acção de Norte e Sul decorre em meados do séc. XIX, narrando o percurso da protagonista desde o ambiente tranquilo mas decadente de uma Inglaterra sulista, até um norte vigoroso mas turbulento.
    Neste romance, Elizabeth Gaskell mostra como a vida pessoal e pública se entrelaçavam numa sociedade recentemente industrializada.

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  • Marketing (1959-1969)

    Marketing (1959-1969)

    Fernando Namora

    10,00 

    Marketing (1959-1969) de Fernando Namora.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1969, 185 págs. B.

    Marketing é a segunda incursão de Fernando Namora no campo da poesia — a primeira tinha sido feita com As Frias madrugadas — e marca um momento decisivo na trajectória artística do grande escritor. A tal ponto é nova e inovadora a sua dimensão, que bem podemos dizer que estamos perante um novo Fernando Namora, encarando de frente a confusa problemática do mundo moderno, com todo o seu ritual de dramático, ridículo, de alienações e de vedetismo. Marketing é, portanto, um livro sibilino e sarcástico que tem nos seus poemas, de funda intenção satírica, mais uma faceta de Fernando Namora.

    📕 1ª Edição.
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  • Mantegna de Maria Bellonci

    Mantegna

    Maria Bellonci

    7,00 

    Mantegna de Maria Bellonci.
    Rizzoli Editore. Itália, 1967, 128 págs. E. Il.

    I volumi mensili della presente collana sono impegnati ad analizzare – in base a un’informazione compiuta, aggiornata e minuziosa – individualità, complessi e momenti della civiltà artistica, nella determinabile totalità delle opere e sotto il duplice aspetto: estetico e storico-critico. Ciascuno di essi è, pertanto, affidato alla competenza di due autori: un’alta personalità internazionale della cultura, per una presentazione interpretativa, rispecchiante la sensibilità e il gusto di oggi, e uno studioso di chiara fama, specializzato nell’indagine del tema di ogni monografia, per l’inquadramento critico e gli apparati storici e filologici.

    La varietà degli scritti – distribuiti intorno a un denso nucleo di grandi tavole a colori, e accompagnati dalle fotografie d’assieme delle opere e da ogni altra significativa testimonianza iconografica rende la collezione accessibile e attraente per ogni categoria di lettori, garantendo insieme, nei suoi vari aspetti, un bilancio plenario, sicuro e, per oggi, definitivo dei singoli argomenti trattati

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  • Lusíadas e Outras Obras Seleccionadas de Luís Vaz de Camões

    Lusíadas e Outras Obras Seleccionadas

    Luís Vaz de Camões

    6,00 

    Os Lusíadas e Outras Obras Seleccionadas de Luís Vaz de Camões.
    Correio da Manhã. Lisboa, 2007, 491 págs. E. Il.

    A figura de Luís Vaz de Camões alcançou há já muito tempo o estatuto de herói nacional e, como costuma ocorrer nestes casos, a realidade histórica do homem acabou por ser corroída pelo seu próprio mito. O certo é que, apesar do muito que se escreveu sobre a vida de Camões, não há muita informação nem grandes certezas sobre os grandes acontecimentos que a marcaram. Os dados de que dispomos foram na sua maioria reconstruídos pelos seus sucessivos biógrafos a partir, sobretudo, de referências extraídas da própria obra do poeta, especialmente das suas cartas

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro dos Vinhos de José A. Salvador

    Livro dos Vinhos, O

    José A. Salvador

    15,00 

    O Livro dos Vinhos de José A. Salvador.
    Editorial Fragamentos. Lisboa, 1989, 254 págs. E. Il.

    “A cultura da vinha no país é anterior à fundação da nacionalidade. De Norte a Sul de Portugal cresce em ramada, em socalcos, nas encostas suaves, nas areias da orla marítima e na planície alentejana. A diversidade de climas, solos, artes culturais e de vinificação proporcionam-nos uma variedade de vinhos como se encontre em qualquer hora. Alguém se atreverá a ignorar os nossos Moscatéis ? Não é viver sem saborear um Porto Vintage . Quem ousa menosprezar os verdadeiros e nobres tintos do Douro , do Dão , da Bairrada , de Colares ou do Alentejo ? É o momento de saborearmos um Carcavelos antes da partida para uma viagem que lhe proponha através deO Livro dos Vinhos.” — retirado da Apresentação.

    📝 Assinatura de posse.

  • Literatura Grega de Monique Trede-Boulmer

    Literatura Grega

    Monique Trede-Boulmer

    5,00 

    Literatura Grega de Monique Trede-Boulmer.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1992, 112 págs. B.
    Colecção Saber | 223

    Ao longo dos tempos, a civilização ocidental tem sabido encontrar nas obras dos clássicos gregos uma fonte inesgotável de inspiração para a renovação dos seus valores culturais.

    O presente livro é uma introdução a esse capítulo fundamental da literatura universal que vai de Homero a Aristóteles. Cobrindo um período que se estende por mais de cinco séculos de história, são apresentadas aqui as primeiras obras conhecidas no domínio da poesia, do teatro, da retórica, da história e da filosofia.

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  • Lísis

    Lísis

    Platão

    7,00 

    Lísis de Platão.
    Instituto Nacional de Investigação Científica. Coimbra, 1990, 116 págs. B.

    Em “Lísis” de Platão, a profunda questão “O que é a Amizade?” permanece sem resposta, refletindo a natureza evasiva da temperança explorada em “Carmides”. Este diálogo captura a vivacidade da vida grega ao retratar a juventude e a beleza, ao mesmo tempo em que investiga a intrincada relação entre conhecimento, virtude e o bem—ecoando temas encontrados em “Laques”. Apresentando Sócrates como o sábio ancião que guia os jovens Lísis e Menexeno, “Lísis” convida os leitores a contemplar as complexidades da amizade e a busca por compreensão em um rico contexto histórico.

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  • Ler Gramsci de Dominique Grisoni

    Ler Gramsci

    Dominique Grisoni

    6,00 

    Ler Gramsci de Dominique Grisoni.
    Iniciativas Editoriais. Lisboa, 1974, 359 págs. B.

    Gramsci, um dos fundadores do Partido Comunista Italiano. O homem a respeito do qual disse o Procurador do tribunal fascista: preciso impedir este cérebro de funcionar durante 20 anos. Porém, o cárcere não impediu Gramsci de prosseguir a sua reflexão política: as obras mais importantes de Gramsci foram escritas na prisão. Onde não esteve os vinte anos que lhe desejou o Procurador, mas apenas dez. A sua débil saúde não resistiu mais à prisão. Gramsci, o primeiro a fornecer um conteúdo mais concreto à estratégia da tomada do poder nos países de capitalismo avançado consideraram Dominique Grisoni e Robert Maggiori os autores do presente trabalho, um livro distinguido pela totalidade, ou quase totalidade, da esquerda francesa.

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  • Kafka de Walter Benjamim

    Kafka

    Walter Benjamim

    7,50 

    Kafka de Walter Benjamim.
    Hiena Editora. Lisboa, 1994, 67 págs. B.

    Poucos autores haverá onde, como em Walter Benjamin, o primado do fragmentário sobre o sistemático seja tão constante: a sua obra é um mosaico aparentemente desordenado cujo sentido tem de ser reconstruído pelo leitor. Interessava-lhe o marginal, o fora de moda, o levemente anacrónico, citações, evocações que permitissem «pré-historiar» a modernidade, detectar sintomas remotos da praxis colectiva actual, libertar «o passado oprimido». A sua perspectiva de Baudelaire é a do poeta «nos esplendores do capitalismo», o seu estudo sobre Kafka procura traçar o contorno evanescente de «uma fantasmagoria em busca de objectividade».

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  • Jerusalém de Gonçalo M. Tavares

    Jerusalém

    Gonçalo M. Tavares

    7,00 

    Jerusalém de Gonçalo M. Tavares
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2021, 247 págs. B.

    Uma mulher, um assassino, um médico, um menino, uma prostituta e um louco.

    E uma noite.
    «O livro Jerusalém, de Gonçalo M. Tavares, é uma óptima obra para abrir um século. E se nada mais aparecer durante o século XXI, ele já preenche os cem anos. É sublime.» [Hélia Correia]

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