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  • Pequeno Dicionário  de Literatura Brasileira

    Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira

    José Paulo Dias

    8,00 

    Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira: Biográfico, Crítico e Bibliográfico de José Paulo Dias [Org.].
    Editora Cultrix. São Paulo, 1957, 277 págs. B.

    A poucos livros se poderá aplicar, com tanta propriedade quanto a este PEQUENO DICIONÁRIO DE LITERATURA BRASILEIRA, o velho, mas sempre útil, chavão de que se trata de obra que vem preencher uma grande lacuna no gênero. Efetivamente, não é de hoje que se faz sentir nas bibliotecas públicas e escolares, nas salas de aula de curso médio ou superior de Letras, nas redações de jornais e revistas, nas estantes dos estudiosos ou simples aficionados de literatura brasileira a falta de um dicionário que, Je forma prática, concisa e fidedigna, ofereça ao consulente informações essenciais acêrca dos principais autores, obras, etapas históricas e aspectos gerais da nossa literatura. Tal lacuna é finalmente corrigida com a publicação dêste livro, que a Editora Cultrix ora se orgulha de poder oferecer ao público ledor de língua portuguêsa, certa de estar prestando contribuição das mais significativas à causa da nossa cultura.

    📝 Assinatura de posse.

  • Agustina Bessa-Luís de Aniello Angelo Avella

    Agustina Bessa-Luís

    Aniello Angelo Avella

    10,00 

    Agustina Besa-Luís: Pensadora Entre as Coisas Pensadas de Aniello Angelo Avella.
    Guimarães Editores. Lisboa, 2008, 43 págs. E.

    «Sendo eu escritora, estou pronta a divagar sobre os assuntos que vêm ter comigo. Eles têm mais força do que eu. Ainda que se apresentem como pobres, esperam que eu nos seus andrajos não me engane. E descubra o oiro que trazem às mãos cheias, porque tudo o que é humano é auxiliar da glória. Para apreender a vida real, diz Jung que precisamos de ter em conta o ponto de vista do sentimento, isto é, todos os dados afectivos da alma, e esta, na sua totalidade, nunca poderá ser compreendida nem apreendida apelas pela inteligência. Por isso, não quero como assunto nada de extravagante, mesmo como timbre lírico. Não quero brilhar, nem convencer, coisa que os poetas querem muitas vezes. Quero ser sóbria de palavras, constante de gratidão, verídica de fidelidade para quem confia em mim.»

    in “Laurea Honoris Causa: Pensadora Entre as Coisas Pensadas”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Olhares de Pedra: Estátuas Portuguesas de João Fragoso Mendes

    Olhares de Pedra: Estátuas Portuguesas

    João Fragoso Mendes

    15,00 

    O projecto Olhares de Pedra partiu de um levantamento efectuado em Lisboa sobre toda a estatuária pública figuarativa da cidade – a que está na rua e em locais de entrada livre, com excepção das igrejas e museus – e que representa alguém. […] A ele juntou-se, dentro dos mesmos pressupostos, idêntico levantamento feito na cidade do Porto e, depois, ainda que de forma bastante mais reduzida, nas restantes 16 capitais de distrito.” (excerto da apresentação)

  • Ocasionais I de Eduardo Lourenço

    Ocasionais I

    Eduardo Lourenço

    8,00 

    Ocasionais I de Eduardo Lourenço.
    A Regra do Jogo Edições. Lisboa, 1984, 117 págs. B.

    Em Ocasionais I, agora editado, dão-se à estampa alguns ensaios que confirmam o relevante papel assumido pelo autor no panorama cultural português.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Obras de José Saramago

    Obras

    José Saramago

    70,00 

    Obras de José Saramago.
    Lello & Irmão Editores. Porto, 1991, 2 vols. E.

    Editada pela Lello & Irmão na década de 90, está obra de José Saramago, que reúne os títulos abaixo apresentados, foi impressa em papel bíblia, ostentando uma bela encadernação de capa dura com letras gravadas a ouro, num formato de 13 por 20 cm.

    Volume 1
    Poesia: Os Poemas Possíveis; Provavelmente Alegria; O Ano de 1993
    Teatro: A Noite; Que Farei com Este Livro?; A Segunda Vida de Francisco de Assis, 1987
    Crónicas: Deste Mundo e do Outro; A Bagagem do Viajante; As Opiniões que o DL Teve; Os apontamentos.

    Volume 2:
    Viagens: Viagem a Portugal,
    Contos: Objecto Quase; O Ouvido
    Romances: Manual de Pintura e Caligrafia; Levantado do Chão.

    Volume 3
    Romances: Memorial do Convento; O Ano da Morte de Ricardo Reis; A Jangada de Pedra; História do Cerco de Lisboa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Obra Poética do Dr. José Anastácio da Cunha de Hernâni Cidad

    Obra Poética do Dr. José Anastácio da Cunha

    Hernâni Cidade

    30,00 

    Obra Poética do Dr. José Anastácio da Cunha de Hernâni Cidade.
    Imprensa da Universidade. Coimbra, 1930, 214 págs. E

    No trabalho que ora apresentamos aquele desenho completar-se há. Vão estudar-se, pela primeira vez, com um cuidado que possa suprir à penetração crítica que seria para desejar, as composições publicadas e as composições até agora inéditas do malogrado poeta. E a propósito de quanto a poesia do Norte pôs de novo e intenso nas suas páginas, procurar-se há investigar, dilucidar quanto, através da crosta de indiferença sedimentada por hábitos seculares, dela transfiltrou para a vida espiritual da nossa élite. E assim se completará o capítulo, forçadamente rápido, relativo às traduções – o último do citado Ensaio, além de se contribuir para o estudo, por fazer, de relações intelectuais que mostram não termos sido, por integrados na alma latina, indiferentes a quanto, para além dela, inquietou e sublimou outras almas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Obra de Arte do Futuro de Richard Wagner

    Obra de Arte do Futuro

    Richard Wagner

    7,00 

    Em A Obra de Arte do Futuro, música e poesia são antes de mais – e lado a lado com a dança – expressão do corpo de um corpo total, não especializado e não desarticulado. Com esta concepção do corpo radicalmente determinada pela ideia de performatividade, Wagner procede a uma sensível deslocação da tradicional correlação…

  • NOVO ROMANCE DE ALFREDO MARGARIDO

    Novo Romance

    Alfredo Margarido

    7,00 

    O Novo Romance de Alfredo Margarido e artur portela filho.
    Editorial Presença. Lisboa, 1962, 289 págs. B.
    🗂️ Colecção: Divulgação e Ensaio | 6

    Estudo de Alfredo Margarido e Artur Portela Filho sobre o nouveau roman francês, reunindo uma análise dos fundamentos e principais representantes do movimento, designadamente Samuel Beckett, Michel Butor e Alain Robbe-Grillet, ao lado de depoimentos inéditos de Michel Butor, Claude Simon e Nathalie Sarraute, concedidos especificamente para esta edição portuguesa. Inclui ainda textos teóricos dos próprios autores do movimento, uma recolha da crítica nacional sobre o Novo Romance e uma antologia comentada de excertos dos novos romancistas.

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    ✅ Assinatura de posse de anterior proprietário na folha de guarda, sem outras marcas.
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  • Non Sum Dignus de Antero de Figueiredo

    Non Sum Dignus

    Antero de Figueiredo

    7,50 

    Non Sum Dignus de Antero de Figueiredo.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1948, 375 págs. B.

    Antero de Figueiredo nasceu para a beleza das coisas e sabe traduzir o seu encantamento em requintes de linguagem policrónica, ora num tom solene de majestade, ora num puro visualismo do real. Tudo isto impregnado de espiritualidade, sobretudo em livros como “Fátima”, “Amor Supremo”, “Non Sum Dignus”, “O Último Olhar de Jesus”. De qualquer forma, estão sempre em causa os ideais da Pátria e os da Religião.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mundo Iluminado

    Mundo Iluminado

    Hubert Dreyfus

    7,00 

    Mundo Iluminado: Uma Leitura dos Clássicos à Procura de um Sentido num Mundo Secular de Hubert Dreyfus.
    Lua de Papel. Alfragide, 2011, 287 págs. B.

    Uma leitura dos clássicos à procura de um sentido num mundo secular

    Vivemos num mundo desprovido de heróis ou referências. O panteão dos deuses gregos é hoje uma curiosidade histórica, e o Deus omnipresente da Idade Média já não nos comanda as acções. Onde encontrar, então, um sentido para as nossas escolhas? Para a nossa existência? Hubert Dreyfus e Sean Dorrance Kelly procuraram respostas nos grandes clássicos da literatura ocidental. De Homero a David Foster Wallace, os autores propõe-nos uma releitura das obrasprimas onde se enraíza a nossa cultura. Em pinceladas breves e incisivas, revisitam Melville e a maníaca perseguição a Moby Dick descem ao inferno de Dante, revêm Descartes ou Kant. E redescobrem um antídoto para o niilismo contemporâneo, para o nosso inflexível individualismo. Um Mundo Iluminado é uma obra desconcertante, de dois académicos que ousam descer da cátedra para reflectir sobre o modo como vivemos. E que nos devolvem o sentido da procura (e a procura de sentido), que são os desígnios da filosofia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • José Régio - Itinerário Fotobiográfico de Isabel Cadete Novais

    José Régio – Itinerário Fotobiográfico

    Isabel Cadete Novais

    25,00 

    Uma extensa fotobiografia daquele que Manuel Antunes considerou o escritor mais completo do século XX português. Poeta, romancista, dramaturgo, ensaísta, Régio foi também um grande coleccionador (não propriamente pelo espírito de colecção mas porque tinha um profundo amor pelas coisas, como o referiu num artigo o seu amigo Manoel de Oliveira), colaborador constante de jornais e revistas e fundador da Presença.
    Este livro, organizado pela investigadora regiana, Isabel Cadete Novais, divide-se em seis parte (“Os antecedentes familiares”, “Vila do Conde – nascimento, infância e adolescência”, “Coimbra – vida académica e o princípio da obra”, Portalegre – a consagração do escritor; o coleccionador de Antiguidades”, “O retorno à terra natal” e “O escritor não morre”. Com numerosos documentos, muitos inéditos, fotografias, cartas, fac-símiles dos originais, desenhos de Régio, etc.. E ainda textos do autor de “Poemas de Deus e do Diabo”, correspondência e testemunhos vários. Com um prefácio de Eugénio Lisboa.

  • Jornada de África

    Jornada de África

    Manuel Alegre

    10,00 

    Jornada de África de Manuel Alegre.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1989, 242 págs. B.

    Em Jornada de África, seu primeiro romance e inovadora abordagem da guerra colonial, Manuel Alegre retoma o mito de Sebastião, tão presente ao longo da sua poesia. O tratamento do destino individual dos personagens permite agora ao autor uma perspectiva nova, complexa e dramática, desse tema central da sua obra.

    Não são simples aqueles personagens: eles amam, sofrem, desejam e, sobretudo, interrogam-se, ao mesmo tempo que, inexoravelmente, desempenham os seus papéis. Não escapam a esta lei dos contrários o director da PIDE Lázaro Asdrúbal, o Escritor Jerónimo de Sousa, o General e o Coronel, o Furriel e o Poeta, nem Domingos da Luta, o nacionalista angolano, e muito menos o Alferes, Sebastião. Esse, combatente do antimito, tem o fado mais trágico: desaparecer, à imagem de Sebastião-rei, e alimentar ele próprio outro «Encoberto», desta vez uma geração. E tem Sebastião um amor, tão contraditório como o seu combate: Bárbara, a «cativa», filha de África, que ao perder o seu Alferes em Alcácer-Nambuangongo, começa também ela a ganhar uma pátria. No último aerograma Sebastião escrevera-lhe: «Não há aqui epopeia para dizer. Somos lusíadas do avesso, ninguém nos cantará.»

    Epopeia da anti-epopeia, Jornada de África confirma Manuel Alegre no lugar ímpar da nossa literatura contemporânea que obras como Praça da Canção ou O Canto e as Armas de há muito lhe haviam granjeado.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jangada de Pedra

    Jangada de Pedra

    José Saramago

    30,00 

    Jangada de Pedra de José Saramago.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1986, 330 págs. B.

    «O romance que então escrevi [A Jangada de Pedra] separou do continente europeu toda a Península Ibérica para a transformar numa grande ilha flutuante, movendo-se sem remos, nem velas, nem hélices em direção ao Sul do mundo, “massa de pedra e terra, coberta de cidades, aldeias, rios, bosques, fábricas, matos bravios, campos cultivados, com a sua gente e os seus animais”, a caminho de uma utopia nova: o encontro cultural dos povos peninsulares com os povos do outro lado do Atlântico, desafiando assim, a tanto a minha estratégia se atreveu, o domínio sufocante que os Estados Unidos da América do Norte vêm exercendo naquelas paragens… Uma visão duas vezes utópica entenderia esta ficção política como uma metáfora muito mais generosa e humana: que a Europa, toda ela, deverá deslocar-se para o Sul, a fim de, em desconto dos seus abusos colonialistas antigos e modernos, ajudar a equilibrar o mundo. Isto é, Europa finalmente como ética. As personagens da Jangada de Pedra – duas mulheres, três homens e um cão – viajam incansavelmente através da península enquanto ela vai sulcando o oceano. O mundo está a mudar e eles sabem que devem procurar em si mesmos as pessoas novas em que irão tornar-se (sem esquecer o cão, que não é um cão como os outros…). Isso lhes basta.»
    José Saramago

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Início da Jornada

    Início da Jornada

    Manuel António Vassalo e Silva

    20,00 

    Início da Jornada de Manuel António Vassalo e Silva. Imprensa Nacional. Goa, 1959, 210 págs. E.

    [Resenha sumária do 1º ano da Governação do Excelentíssimo Brig. Manuel António Vassalo e Silva Governador-Geral do Estado da Índia]

    AO PASSAR O PRIMEIRO ANO de governo de S. Ex. o Governador

    Geral do Estado da India, Brigadeiro Manuel António Vassalo e Silva, a Imprensa Nacional, desejando prestar uma singela homenagem a Sua Excelência pelas suas altas virtudes e muita dedicação pelo povo de Goa, Damão e Dio, tomou a iniciativa de publicar a presente resenha dos principais factos ocorridos desde a sua posse no Ministério do Ultramar, em Lisboa, até ao presente, como elemento de estudo da sua já notável acção governativa.

    Na falta de textos de muitos dos discursos proferidos, quase todos de improviso, e na carência de registos do dia a dia, coligiram-se através dos relatos da imprensa local os elementos que foi possível aproveitar.

    Do leitor se espera benévolo acolhimento, pedindo-se-lhe que considere esta desva- liosa contribuição adentro da modéstia do seu propósito.

    📝 Assinatura de posse.

  • Homem de Palavras

    Homem de Palavras

    Ruy Belo

    20,00 

    Homem de Palavras de Ruy Belo.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1970, 139 págs. B.

    «[…] O que procuro evitar a todo o custo é repetir um livro, se possível um simples poema ou processos por mim já levados porventura até à exaustão. Cada livro meu, quer-me a mim parecer, é um livro diferente do anterior. Em Homem de Palavra[s], parece-me ter escrito poemas, introduzido processos, buscado formas que nunca escrevera, introduzira ou buscara até então. […]»

    «[…] A influência do cinema é notória neste livro, mais que em qualquer outro meu. […]»

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • História do Cerco de Lisboa

    História do Cerco de Lisboa

    José Saramago

    25,00 

    História do Cerco de Lisboa de José Saramago.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1989, 348 págs. B.

    «Há muito que Raimundo Silva não entrava no castelo. Decidiu-se a ir lá. O autor conta a história de um narrador que conta uma história, entre o real e o imaginário, o passado e o presente, o sim e o não. Num velho prédio do bairro do Castelo, a luta entre o campeão angélico e o campeão demoníaco. Raimundo Silva quer ver a cidade. Os telhados. O Arco Triunfal da Rua Augusta, as ruínas do Carmo. Sobe à muralha do lado de São Vicente. Olha o Campo de Santa Clara. Ali assentou arraiais D. Afonso Henriques e os seus soldados. Raimundo Silva “sabe por que se recusaram os cruzados a auxiliar os portugueses a cercar e a tomar a cidade, e vai voltar para casa para escrever a História do Cerco de Lisboa. Uma obra em que um revisor lisboeta introduz a palavra “não” num texto do século XII sobre a conquista de Lisboa aos mouros pelos cruzados.» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.