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  • Azulejos Portugueses - Um Guia

    Azulejos Portugueses – Um Guia

    Marianne Adelmann

    25,00 

    Azulejos Portugueses – Um Guia de Marianne Adelmann.
    Azulmar. Lisboa, 1986, 166 págs. E.

    Este livro pretende uma breve contribuição descoberta passado presente Portugal, através azulejos.

    Qualquer visitante atento Portugal, novos mundos não deixará notar atracção azulejo, séculos.

    Os portugueses preferiram sempre grandes espaços arquitectónicos, final século decoraram azulejos, tradição continua hoje edifícios públicos como painéis Maria Avenida Infante Santo João Abel Manta Campolide, mesmo acontecendo habitações privadas, hotéis restaurantes. consciência azulejos dos aspectos mais significativos portuguesa estimulou-me publicar livro. Espero que ilustrações textos encoragem leitores atenta que contribuam melhor compreensão sector fascinante herança nacional.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Recordações Fantásticas e Três Histórias Singulares

    Recordações Fantásticas e Três Histórias Singulares

    Maurice Sandoz

    10,00 

    Recordações Fantásticas de Maurice Sandoz.
    Organizações. Lisboa, 1955, 212 págs. B.

    «Meu amigo, recebi a sua nova colecção de pesadelos que teve a amabilidade de enviar. Habitualmente não durmo bem, mas agora não durmo porque não quero.» LEONORA CARRINGTON

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  • Deuses da Ásia

    Deuses da Ásia

    João Calvão

    7,50 

    Deuses da Ásia (e não Os deuses da Ásia, o que seria uma pretensão rídicula) é um título que corre o risco de engendrar grandes equívocos. Somos vítimas da inadequação das palabras de uma língua a outra, e mais particularmente quando se trata da palavra “deus”.

  • Valores Universais de Davide Vieira GonçalvesValores Universais de Davide Vieira Gonçalves

    Valores Universais

    Davide Vieira Gonçalves

    5,00 

    No actual frenesim de “aldeia global” de uma informação sem fronteiras, e tantas vezes, sem barreiras, e de uma “mundialização” de certo tipo de economia e de consumismo, o mundo carece de vozes e de profetas que, apontando ao essencial, ajudem a reencontrar o seu norte, este homem moderno que, como dizia Chesterton, “já perdeu…

  • Revolução em Perigo de Carlos Dugos

    Revolução em Perigo

    Carlos Dugos

    5,00 

    Revolução em Perigo de Carlos Dugos.
    Acrópole. Alfragide, 1975, 126 págs. B.

    O que me levou a iniciar esta ANÁLISE SUMÁRIA E INDEPENDENTE À IIIª REPUBLICA PORTUGUESA foi o ter sentido a necessidade de contribuir com este estudo para melhorar o esclarecimento de uma opinião pública por demais confundida. Confundida pela rapidez contraditória com que tem decorrido a vida portuguesa, nestes catorze meses de revolução – depois do marasmo político e social das últimas décadas. Confundida pela multiplicidade das correntes de opinião, onde até há pouco apenas uma imperava. Confundida ainda pela propaganda partidária, pela demagogia e por outras formas tendentes a levar à aceitação pública menos receptiva, a revolução tal como foi e é entendida por alguns por aqueles que a orientam.

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  • French Commercial Correspondent...The French Commercial Correspondent with English Notes, Explanatory and Idiomatical

    French Commercial Correspondent…

    J. T. Dann & F. Courvoisier

    10,00 

    Ever since the inauguration of a limited Free-trade Policy in France, by the conclusion of the Treaty of October 12, 1860, the Commercial relations of that country both with Great Britain and the United States – as well as with other countries in which the English tongue is spoken – have been steadily on increase….

  • Hora do DiálogoNa Hora do Diálogo de D. Manuel Gonçalves Cerejeira

    Hora do Diálogo

    D. Manuel Gonçalves Cerejeira

    5,00 

    Em vésperas de perfazer trinta e oito anos de Patriarca de Lisboa, é já tempo de olhar para trás, considerando o caminho percorrido. Não quereria falar particularmente do caminho percorrido por mim, parte mínima da marcha da Igreja. O horizonte, porém, é o de toda a vida da Igreja na época em que, sendo o último, fui, pela misteriosa providência de Deus, o primeiro servo dos servos de Deus em Portugal. Se aparecço eu, para confusão minhas, mais vezes à ribalta da história, é apenas porque comigo está de certo modo representado o Episcopado. Creio que este me aprova, ao declarar que, na «resposta a muitas questões», a minha voz é também a dele.

  • Lugares de Convergência

    Lugares de Convergência

    David Sharp

    7,00 

    Lugares de Convergência de David Sharp.
    Formar. Lisboa, 1976, 61 págs. E.

    As civilizações do Egipto, de Micenas e posteriormente da Grécia, produziam as maravilhas arquitectónicas do Mundo Antigo. Os seus monimentos, túmulos e edifícios públicos constituem modelos de proporção, espaço e beleza que desd então, os arquitetos não deixam de admirar. A elegância poderosa das colunas que se desenvolvem ao longo do Partenon, apesar de em ruínas, infundem admiração e encantamento.

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  • Miquelina CasadaMiguelina Casada

    Miquelina Casada

    Augusto da Costa

    7,50 

    Miquelina Casada de Augusto da Costa.
    Livraria Popular de Francisco Franco. Lisboa, 1946, 236 págs. B.

    Augusto Palhinha da Costa Dias nasceu a 12 de fevereiro de 1919, na aldeia de Trouxemil (Arganil, Coimbra) e veio a falecer em 9 de março de 1976

     

    Historiador, sociólogo da cultura e director editorial. Tendo iniciado os estudos secundários em Coimbra, estudos que teve de interromper por motivo de doença, completou em 1954 a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas, na Universidade de Lisboa, acumulando a sua actividade escolar com empregos temporários de corretor de seguros, agente comercial ou angariador de publicidade.

    📝 Assinatura de posse.