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  • Viagem de Mozart a Praga

    Viagem de Mozart a Praga

    Eduard Morike

    4,00 

    Viagem de Mozart a Praga de Eduard Morike.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1943, 83 págs. B.

    Em A Viagem de Mozart a Praga, Mörike evoca a figura deste génio da música abrindo à personagem possibilidades lúdicas que ela raramente teve na vida real.

    No seu conjunto a obra é alegre, tendo o tema sido inventado, embora a figura humana seja verdadeira.

    Apenas um dia na vida de Mozart nos é descrito, mas com olhares retrospectivos para factos passados e futuros. Tudo isto é-nos narrado à volta daquele pequeno incidente que nos conta como o músico forasteiro se perde no jardim de um palácio e de como, sem pedir licença, colhe uma laranja de uma árvore. Mas, assim como o músico não é um vagabundo qualquer, também a laranjeira é uma árvore especial, destinada a uma festa de noivado.

    Desta forma este festejo é transformado, por Mozart, na festa das festas e um fragmento da obra de D. Giovanni é tocado, perante um público, pela primeira vez.

    Mörike, nesta obra, consegue captar a índole e o destino de Mozart numa mesma imagem, no esboço de um único dia, e apresentá-los juntamente com o jogo, a arte, a distracção e a vida na sociedade, a alegria e pressentimento de morte, as barreiras sociais e o vencer dessas mesmas barreiras através da arte, e tudo isto de uma forma genial.

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  • Utopias Desmascaradas de Almeida Garrett

    Utopias Desmascaradas de Almeida Garrett

    Kathryn Bishop-Sanchez

    8,00 

    Utopias Desmascaradas: O Mito do Bom Selvagem e a Procura do Homem Natural na Obra de Almeida Garrett de Kathryn Bishop-Sanchez.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2008, 302 págs. B.

    «Utopias Desmascaradas analisa a imagem do bom selvagem na obra de Almeida Garrett, mostrando como a importância deste mito evidencia uma urgente reavaliação do «moderno» e do «primitivo», num momento em que o Portugal oitocentista encara grandes transformações sócio-políticas a nível nacional. Colocando frente a frente a nostalgia de uma época menos civilizada e a incipiente modernidade, é na obra de Garrett que melhor se observa esta tentativa circunstancial de reconciliar, à sombra de Rousseau, as características do homem primitivo e a emergência do novo cidadão vintista. Levando em conta a formação estético-literária do mito do bom selvagem no imaginário português através de épocas sucessivas, esta investigação centra-se na obra de Almeida Garrett por ser um dos autores mais criativos e representativos do Romantismo português. Pondo em questão essa metáfora do homem selvagem no limiar da exploração industrial e urbana que abalou a Europa no século XIX, a obra de Almeida Garrett parece simultaneamente como uma assimilação do fervor e apelo do Liberalismo e a reacção ao rápido insucesso das esperanças do Vintismo. Kathryn Bishop-Sanchez, PhD da Universidade da Califórnia-Santa Barbara, é professora de Literatura Portuguesa na Universidade de Wisconsin-Madison, USA, desde 2000, onde lecciona cadeiras sobre o romance português (séculos XIX e XX), escritoras portuguesas e brasileiras, o romantismo português e estudos de mulheres.». In Editorial.

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  • Tempo de Guerra de Vasco Pratolini

    Tempo de Guerra

    Vasco Pratolini

    5,00 

    TEMPO DE GUERRA que 0 seu autor considera um «protesto, um diário sentimental ou, assim o querendo, um documento, a crónica de uma condição humana» é um romance que descreve a dolorosa experiência de um jovem, a sua tristeza e as suas poucas alegrias, num cenário onde se movem homens e mulheres, velhos alguns, outros…

  • Sá de Miranda: Poemas Escolhidos de José V. de Pina Martins

    Sá de Miranda: Poemas Escolhidos

    José V. de Pina Martins

    3,50 

    Destinando-se este volume a estudantes e a professores de literatura portuguesa, procurámos escolher textos representativos da poesia mirandina e dispô-los segundo um critério didáctico de ordenação. Havia limites a respeitar e dai o termos prescindido de textos igualmente valiosos, embora, porventura, menos importantes do que estes

  • Romeu Julieta e as Trevas de Jan Otchenachek

    Romeu Julieta e as Trevas

    Jan Otchenachek

    5,00 

    Romeu Julieta e as Trevas de Jan Otchenachek.
    Editora Arcádia. Lisboa, 1967, 227 págs. E.

    O escritor Jan Otchenachek nasceu em Praga, em 1924, e possui o curso comercial. Após várias vicissitudes de índole política que o forçaram mesmo a ingressar como operário numa fábrica, Otchenachek, uma vez finda a guerra, passou a trabalhar na indústria química e, em 1956, foi eleito primeiro secretário da «União dos Escritores Checoslovacos», posição que manteve até 1959. Hoje em dia vive exclusivamente da Literatura. O romance «Romeu, Julieta e as Trevas», até ao momento a sua obra mais representativa, granjeia para o tema eterno do amor uma dimensão nova. Já não se trata, agora, do mero problema de enquadrar um idílio num cenário que lhe seja poética e perfeitamente harmonioso mas, antes, de equiparar a «uma belíssima borboleta trágica o amor de dois jovens no martírio e no pavor de Praga», como escreve Aragon no prefácio desta história autêntica de um amor do nosso tempo.

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  • Poetas Pré-Românticos de Jacinto do Prado Coelho

    Poetas Pré-Românticos

    Jacinto do Prado Coelho

    6,00 

    Poetas Pré-Românticos de Jacinto do Prado Coelho [Sel.].
    Atlântida, 1961, 90 págs. B.

    A poesia portuguesa quadram as palavras de Díaz-Plaja sobre a poesia lírica espanhola: «O neoclassicismo, que surge, em alguns manuais simplistas, como um bloco de rígida orientação literária, aparece-nos literalmente minado, nos seus começos, pela tradição barroca que perdura, não obstante o gosto oficial, e, na segunda fase, por toda uma série de temas e concepções que recebem o nome de pré-romantismo. Isto em grau tão acentuado que diríamos que, sob o neoclassicismo, se dão as mãos as últimas derivações barrocas e os primeiros pressentimentos românticos». Xavier de Matos é um bom exemplo desta confluência.

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  • Poemas Lusitanos de António Ferreira

    Poemas Lusitanos

    António Ferreira

    6,00 

    Poemas Lusitanos de António Ferreira.
    Atlântida Editora. Coimbra, 1973, 133 págs. B.

    Defensor da língua pátria e da sua ilustração, talvez no entanto (exceptuada a Castro) o seu maior serviço literário tenha sido o de, na busca patriótica duma epopeia, haver levantado uma voz que Luís de Camões ouviu. Mas nem por isso iremos minimizar o seu consciencioso e diligente labor de doutrinação clássica, nem, apesar de não respeitarem directamente à arte literária, o valor e o alcance das suas ideias e sentimentos. Foi, aliás, a respeito destes que Garret, um dos que mais cedo atentaram crítica e esteticamente nas composições de António Ferreira, escreveu: Quanto à pureza da moral, ao nobre patriotismo, àquele generoso sentimento da honrada liberdade dos nossos avós, àquele entusiasmo da virtude – esse respira, mostra-se e resplandece em todas as suas obras.

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  • Peças Escolhidas 2 de Carlo Goldoni

    Peças Escolhidas 2

    Carlo Goldoni

    10,00 

    “Não é fácil saber que o mundo está a mudar. E Goldoni sabe-o, vai vendo o velho ruir, o novo a afirmar-se, anota, anota sem fim, vê, tudo vai trazendo para o palco, gente, coisas, contratos, cadeiras, é uma sanguessuga da vida, o palco tem um íman a que ele se oferece. E o seu…

  • Mercenário: O Fogo Sagrado de Vicent Segrelles

    Mercenário: O Fogo Sagrado

    Vicent Segrelles

    7,50 

    Mercenário: O Fogo Sagrado de Vicent Segrelles.
    Meribérica / LIber. Lisboa, 1988, 47 págs. B.

    Um antigo mistério circula nas montanhas dos Himalaias.

    Há lendas que fascinam, outras que provocam temor e arrepiam, e outras ainda que despertam a fantasia. Não existe nada escrito, todas foram transmitidas de boca em boca. O Iéti, o Vale da Eterna Juventude ou o Mosteiro da Cultura Universal são apenas algumas dessas lendas que chegaram até nós.

    Mas existe também um mito, provavelmente o menos conhecido, que evoca um mundo que desapareceu sem deixar rasto, um vale escondido coberto de nuvens no qual viverá as suas aventuras um Don Quixote sem nome, um soldado da fortuna simplesmente conhecido como O Mercenário.

    Uma perigosa missão de resgate torna-se uma outra aventura quando o Mercenário é obrigado a fugir da própria refém que salvou. Perdido, fora do mundo que conhece, é contratado para uma nova missão. Uma misteriosa estrutura flutua nos céus, habitada unicamente por lindas mulheres. Mas nada é o que parece.

    Obra-prima da banda desenhada de fantasia, O Mercenário é uma série essencial que ressurge agora numa edição definitiva, revista e aumentada.

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  • Menos por Menos de Pedro Mexia

    Menos por Menos

    Pedro Mexia

    7,50 

    Menos por Menos de Pedro Mexia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2011, 120 págs. B.

    Em Menos por Menos – Poemas Escolhidos, uma antologia pessoal, Pedro Mexia oferece-nos uma selecção de poemas retirados dos seus seis livros de poesia escritos entre 1999 e 2007. 100 poemas que traduzem o que demelhor existe na obra de um dos mais conceituados autores da nova geração da poesia portuguesa contemporânea.

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  • Labrador Retriever de Uschi Birr

    Labrador Retriever

    Uschi Birr

    6,00 

    Labrador Retriever de Uschi Birr.
    Editorial Presença. Lisboa, 1999, 82 págs. B.

    Registado como raça autónoma a partir de 1916, o Labrador Retriever desempenhou um papel importantíssimo durante a I Guerra Mundial como transportador de informações e medicamentos e como detector de soldados soterrados. Actualmente, é o seu carácter paciente e amigável que seduz os seus possíveis donos. São também estas qualidades que fazem dele um excelente acompanhante para cegos e um afavável cão de família. Mas se pretende manter o seu Labrabor Retriever saudável não se pode esquecer de alguns pormenores. O Labrador Retriever de Uschi Birr é por isso uma companhia indispensável para qualquer dono de um exemplar desta raça. E não se esqueça – o seu cão merece!

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  • Investigação nas Ciências Sociais de João Ferreira de Almeida

    Investigação nas Ciências Sociais

    João Ferreira de Almeida

    6,00 

    Investigação nas Ciências Sociais de João Ferreira de Almeida.
    Editorial Presença. Lisboa, 1990, 163 págs. B.

    Após uma caracterização global da chamada pratica teórica e das actividades de inter- venção epistemologica e metodológica, os autores procuram centrar a especificidade das ciências sociais ao nivel da linguagem, pensando-as na sua articulação com os sistemas das ideologias. A explicitação de alguns dos conceitos básicos da linguistica permite a pas- sagem à análise do conceito de conotação, por forma a torná-lo apto à intervenção operatória na detecção-denúncia dos sistemas semiológicos implicados nos discursos das ciencias sociais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Introdução à Lírica de Camões

    Introdução à Lírica de Camões

    Leodegário de Azevedo Filho.

    5,00 

    Introdução à Lírica de Camões de Leodegário de Azevedo Filho.
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1990, 183 págs. B.

    Professor titular das Universidades Federal e do Estado do Rio de Janeiro, o Prof. Leodegário de Azevedo Filho é um especialista bem conhecido dos estudos camonianos.

    Neste livro, apresenta-nos as questões centrais que se levantam a propósito da lírica de Camões e fixa a constituição do seu canone, explicitando a metodologia e os critérios seguidos.

    O trabalho é seguido de uma Pequena Antologia comentada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História Breve da Literatura Italiana

    História Breve da Literatura Italiana

    Edmund G. Gardner

    5,00 

    História Breve da Literatura Italiana de Edmund G. Gardner. Editorial Inquérito. Lisboa, 1941, 74 págs. B.

    Capítulo I – Da Idade Média ao Renascimento;
    Capítulo II – O Renascimento;
    Capítulo III – A Transição;
    Capítulo IV – Da Revolução Francesa ao Século XX.

    📝 Assinatura de posse

  • História Breve da Literatura Brasileira

    História Breve da Literatura Brasileira

    José Osório de Oliveira

    6,00 

    História Breve da Literatura Brasileira de José Osório de Oliveira.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1939, 120 págs. B.

    Baptismop Literário
    Simples Espectadores
    Factores de uma Literatura
    O Factor Principal
    Perídos da Literatura Brasileira
    O primeiro Poeta?
    Outros Primeiros Poetas
    Plêiade Mineira
    Modinha
    Introdutores do Romantismo
    Gonçalves Dias
    Outros Poetas Românticos
    José de Alencar
    Outros Romancistas Românticos
    Parêntesis Sobre a Diferenciação Linguística
    Outros Romancistas Românticos (continuação)
    Castro Alves
    Machado de Assis
    Espíritos Europeus
    Romance Naturalista
    Descobridor do Sertão
    Parnasianismo
    Simbolistas
    Inspiração Folclórica
    Libertação do Modernismo
    Conquista Definitiva do Carácter Nacional

    📝 Assinatura de posse.

  • Um Gato à Chuva de Ernest Hemingway

    Gato à Chuva, Um

    Ernest Hemingway

    3,00 

    Ernest Hemingway nasceu em Oak Park, no Illinois, a 21 de julho de 1899, e suicidou-se em Ketchum, no Idaho, em julho de 1961. Em 1953 ganhou o Prémio Pulitzer, com O Velho e o Mar, e em 1954 o Prémio Nobel de Literatura. Romances como O Adeus às Armas ou Por Quem os Sinos Dobram, além do já citado O Velho e o Mar, consagraram-no como um dos grandes nomes da literatura do século XX.