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  • Conquista da Alegria

    Conquista da Alegria

    Cláudia Teixeira

    7,50 

    Conquista da Alegria: Estratégia Apologética no Romance Apuleio de Cláudia Teixeira.
    Edições 70. Lisboa, 2000, 157 págs. B.

    O Asinus aureus narra as aventuras de um jovem, Lucius, que, devido à sua obsessão pela «ars magica» é metamorfoseado num burro, mantendo da sua condição humana a faculdade da razão. Após uma longa odisseia de aventuras e sofrimento, durante a qual conhece uma variedade de caracteres e situações, Lucius é redimido da sua condição animal por uma deusa egípcia: Ísis. O mosaico de episódios resultantes desta viagem tem uma vastidão temática que atravessa o sobrenatural, histórias de ladrões, adultério, homicídio, erotismo e sátira social, bem como histórias caracterizadas por outras influências, tais como a lenda de Cupido e de Psique e a história de Caritas e Tlepolemus. Através da análise desta novela, a autora tentará demonstrar que na aparente dispersão temática da mesma existe uma linha unificadora que pode estar directamente ligada à apologia da religião isíaca, e defender que, subjacente à elaboração da obra, presidiu verdadeiramente um objectivo de apologia proselítica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Casa de Meu Pai

    Casa de Meu Pai

    Ana de Castra Osório

    6,00 

    Casa de Meu Pai de Ana de Castra Osório.
    Instituto Piaget. Lisboa, 1998, 93 págs. B.

    Plasmado no ambiente rural, o conto «Casa de Meu Pai» orienta-se por alguns princípios e práticas da pedagogia popular portuguesa, a qual, através de histórias, ao mesmo tempo de proveito e exemplo, foi ensinando a língua e transmitindo alguns valores da nossa identidade nacional. Talvez por isso, haja interesse em as novas gerações vivenciarem uns e questionarem outros, também à luz da modernidade e mesmo da pós-modernidade.

    A sua apresentação, agora em diversas línguas, apoia-se em pressupostos de modernas correntes pedagógicas do ensino-aprendizagem da leitura e da escrita através de histórias.
    Fernando Vale

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cardos do Baragan de Panait

    Cardos do Baragan

    Panait

    3,00 

    Cardos do Baragan de Panait.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 166 págs. E.

    Sobre este livro, disse Panaït Istrati: «dedico este livro: ao povo da Roménia; aos seus onze mil assassinados pelo governo romeno em três aldeias: Stanilesti, Bailesti, Hodiuoaia, arrasadas a tiros de canhão. Crimes perpretados em Março de 1907 e que ficaram impunes.»

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  • Aparições

    Aparições

    Turguenef

    5,00 

    Aparições de Turguenef.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1941, 66 págs. B.

    Ivan Turgueniev nasceu em Orel, no Império Russo, a 9 de novembro de 1818. A sua obra-prima, Pais e Filhos, é considerada uma das grandes marcas do século XIX. Aos 25 anos, com a publicação de Parasha obteve, pela primeira vez, a atenção da crítica. Com os romances Rudin, Gnedo, Dvorianskoe e Nakanune, deixa a sua marca literária com o mérito de ter sido o primeiro escritor russo com reconhecimento considerável na Europa Ocidental. É também conhecido como o inventor do termo nihilista, que aplicou ao protagonista do romance Ottsy I Deti e que acabou por chegar aos nossos dias com o significado de ausência de sentido, finalidade ou resposta, aplicado a áreas tão diversas como a arte, as ciências humanas, a literatura, a ética ou a moral. Em 1862, na sequência da publicação de Ottsy I Deti e da controvérsia à sua volta gerada, abandona a Rússia e, após passagens pela Alemanha e Inglaterra, estabelece-se em Bougival, arredores de Paris, onde acabaria por morrer a 3 de setembro de 1883.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vocabulário de Filosofia

    Vocabulário de Filosofia

    Armand Cuvillier

    7,00 

    Vocabulário de Filosofia de Armand Cuvillier.
    Livros Horizonte. Lisboa, s.d., 213 págs. B.

    É notório que em todos os domínios do pensamento e da atividade humanas, a linguagem é sempre um grave problema a equacionar e a resolver. Cada ciência, como aliás cada ramo das artes ou dos desportos, tem a sua terminologia própria; e o sentido dos termos-chave não coincide normalmente com o seu uso quotidiano. Por mais que isso nos desagrade, a filosofia não escapa a esse fenómeno. Acresce que o pensamento filosófico percorreu já alguns milénios, atravessou culturas díspares, meditou sobre temas bastante diversos e em contextos linguísticos totalmente diferentes. Essa longa caminhada deixou marcas no uso dos termos. Sem falar do preciosismo de certos pensadores, deleitados em rodear de hermetismo o seu difícil cogitar… Este Vocabulário de Filosofia propõe-se aplanar as dificuldades em que tropeçam os principiantes: oferece definições acessíveis, tanto dos termos filosóficos como de algumas palavras da linguagem corrente que podem ser tomadas em sentido filosófico. Por vezes o preciso emprego do vocábulo é esclarecido por meio de breves exemplos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Viúvas de Vivos

    Viúvas de Vivos

    Joaquim Lagoeiro

    15,00 

    Viúvas de Vivos de Joaquim Lagoeiro.
    Guimarães & Cª Editores. Lisboa,  1947, 276 págs. B.

    Joaquim Henriques Pereira, de seu verdadeiro nome, nasceu e cresceu em terras de emigrantes e foi educado num seminário, factos que lhe influenciaram, naturalmente, a obra literária.

     

    Com Viúvas de Vivos, Madre Antiga e Milagre em São Bartolomeu, construiu o chamado «tríptico de Terra» sobre a emigração; com Os Fraldas, Corda Bamba, Almas Danadas e Santos Pecadores, contou a vida dos que a sociedade considera sub-homens; com Mosca na Vidraça, Manto Diáfano e As Castigadas, retrata a estada numa grande capital.

     

    Para Urbano Tavares Rodrigues, «em Madre Antiga mostra-nos o seu domínio da linguagem rural, a sua familiaridade com provérbios e sentenças, a sua capacidade para colorir a frase e confeccionar um diálogo vivo, lesto, com rompantes de violência, assomos picarescos e estos de sensibilidade.»

    📕 1ª Edição.

  • Visões do Futuro: Os Limites do Possível

    Visões do Futuro: Os Limites do Possível

    Arthur C. Clarke

    7,00 

    Visões do Futuro: Os Limites do Possível de Arthur C. Clarke.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2001, 325 págs. B.

    Num estilo único, onde se combina a especulação científica e uma profunda ironia existencial, Artur C. Clarke traça o mapa das possibilidades do futuro – um futuro que já começou a manifestar-se em muitos sinais do nosso quotidiano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Virtudes Militares na Tradição Histórica de Portugal de Ferreira Martins

    Virtudes Militares na Tradição Histórica de Portugal

    Ferreira Martins

    20,00 

    Honra e glória ao Soldado e ao Marinheiro português, cujos feitos de armas tanto brilham, hoje como em remotas eras, mostrando ao mundo que se mantêm em Portugal, através dos séculos, as mais lídimas VIRTUDES MILITARES, que esmaltam com intenso fulgor a tradição histórica da nossa Pátria!

  • Vida em Lisboa de Júlio César Machado

    Vida em Lisboa

    Júlio César Machado

    8,00 

    A Vida em Lisboa, de Júlio César Machado, é um daqueles poucos «romances contemporâneos» oitocentistas apostados em provar que não éramos um país sem costumes, e afazê-lo, como ao tempo ajuizava a Nação, com os recursos e liberdades de um extenso folhetim. A subordinação da acção e do enredo aos caracteres e aos usos não…

  • Versos do Ocaso

    Versos do Ocaso

    Maria Antónia Chicharro Rodrigues

    7,00 

    Este livro que vos deixo Escrito já quase no fim Se ao partir deixo saudades Fica um bocado de mim.

  • Versos de Adolfo Casais MonteiroVersos

    Versos

    Adolfo Casais Monteiro

    30,00 

    Versos de Adolfo Casais Monteiro.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1944, 257 págs. E..

    Edição de grande cuidado gráfico, com retrato do autor por Cícero Dias, impresso em separado.

    Figura central da modernidade literária portuguesa, Adolfo Casais Monteiro ocupa um lugar singular na poesia do século XX. Entre o lirismo inquieto e a rutura formal, a sua escrita dilui fronteiras entre prosa e poesia, antecipando caminhos decisivos do verso moderno. Como sublinharam Óscar Lopes, Gastão Cruz e Eugénio Lisboa, trata-se de uma obra marcada pela tensão entre pensamento e emoção, liberdade rítmica e rigor intelectual.

    📝 Assinatura de posse.

     

  • Últimos Versos de Eugénio de Castro

    Últimos Versos

    Eugénio de Castro

    20,00 

    Últimos Versos de Eugénio de Castro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1938, 87 págs. E.

    Primeira edição deste livro consagrado à memória de dois entes queridos, como o autor nos elucida na abertura: “No dia 29 de Junho de 1930, morreu minha adorada neta Zèzinha, e onze dias depois, a 10 de Julho do mesmo ano, morria a mãi dela, que era a minha também adorada filha Violante, Viscondessa das Mercês, pelo seu casamento. à puríssima memória de ambas consagro estes versos, que escrevi regando-os com as mais amargas lágrimas da minha vida”.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiroz

    Tragédia da Rua das Flores

    Eça de Queiroz

    15,00 

    Primeira edição deste até então desconhecido romance de Eça, de Queiroz. “Pronunciando-se sobre este romance que ficaria quase que eternamente esquecido na arca familiar, Eça dizia que era ‘o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje’ “, segundo palavras de João Medina no seu extenso e importante prefácio.

  • Toda a Terra de Ruy Belo

    Toda a Terra

    Ruy Belo

    30,00 

    Toda a Terra (1976) pode ser lido como uma síntese magistral do percurso de Ruy Belo na poesia portuguesa: aqui, estão manifestos os seus motivos recorrentes – o sentimento de exílio, o mar, a experiência religiosa – impressos em poemas longos, de grande fôlego, que percorrem uma biografia entre as geografias que organizam tematicamente o…

  • Tempo e Poesia de Eduardo Lourenço

    Tempo e Poesia

    Eduardo Lourenço

    15,00 

    «O que nem Filosofia nem Ciência nos concedem, um só verso, um daqueles que Mallarmé dizia “interminavelmete belo” no-lo oferece, porque nele regressamos e nele somos o Tempo que em tudo o mais esquecemos mas que jamais nos esquece. Este é o mistério, o lúcido e inexpugnável mistério da Poesia: o Tempo — nós como…

  • Teatro Completo de Carlos Selvagem

    Teatro Completo

    Carlos Selvagem

    25,00 

    A publicação, pela primeira vez em volume exaustivo, do Teatro Completo de Carlos Selvagem, incluindo obras e variantes inéditas, permite uma visão de conjunto sobre esta dramaturgia, que atravessa o século e constitui uma das espinhas dorsais do teatro português. Em primeiro lugar, pela qualidade e capacidade de inovação da linguagem cénica e literária. A…