• Esteiros de Soeiro Pereira Gomes

    Esteiros

    Soeiro Pereira Gomes

    5,00 

    Esteiros de Soeiro Pereira Gomes
    Edições Avante. Lisboa, 1981, 184 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Álvaro Cunhal
    𓂃🖊 Prefácio Isabel Pires de Lima

    «Esteiros resiste até mesmo a esta vontade de apagar da literatura o empenhamento político-social; é precisamente essa a frescura da escrita, essa autenticidade das personagens nas suas condutas e nas suas frases, essa poeticidade flagrante.»
    Urbano Tavares Rodrigues

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  • A Escultura do Eu: a moral estética de Michel Onfray

    Escultura do Eu: a moral estética, A

    Michel Onfray

    7,50 

    A Escultura do Eu: a moral estética de Michel Onfray
    Quarteto Editora. Coimbra, 2003, 201 págs. B.

    As virtudes da renúncia conheceram já o seu tempo: a estas devemos a melancolia intratável à custa da qual a nossa época subsiste. Aspiro a uma menor complacência para com o reino das trevas e da mortificação. Uma moral estética impele-nos a transfigurar a nossa vida através do esculpir de si próprio: ela supõe a vitalidade capaz de transbordar, a restauração da virtù em vias de renascimento por oposição à virtude cristă, o talento para o heroísmo que permite o aparecimento da individualidade forte, o consentimento com a abundância, a capacidade da magnificência. Numa perspectiva hedonista, tal ética confere todo o seu potencial à delicadeza, à elegância, à palavra dada, à amizade e às afinidades electivas. É este o preço a pagar para que uma moral de júbilo e totalmente contemporânea possa surgir. (Μ.Ο.)

     

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  • O Erotismo de Georges Bataille

    Erotismo, O

    Georges Bataille

    7,00 

    O Erotismo de Georges Bataille
    Moraes Editores. Lisboa, 1968, 248 págs. B.
    Colecção: Temas e Problemas

    «Compreende-se por que razão as páginas de O Erotismo são tão fortes e tão decisivas.
    Elas provêm de um homem cuja experiência íntima não fez concessões. Este livro sucede-se a La Part Maudite, tratado de economia geral, cujo tema principal era, não a produção das riquezas, mas a sua despesa (o seu “consumo”). O erotismo era por ele designado como “a parte problemática”, uma vez que constitui para toda a gente “o problema dos problemas”. O mérito de Bataille foi o de encarar a sexualidade humana no seu quadro sociológico, em relação à história do trabalho e à das religiões. Toda a
    sua interpretação assenta numa dialéctica do interdito e da  transgressão.» [Alexandrian, Os Libertadores do Amor]

    📝 Assinatura de posse.

  • O Equivoco do 25 de Abril de Sanches Osório

    Equivoco do 25 de Abril, O

    Sanches Osório

    10,00 

    O Equivoco do 25 de Abril de Sanches Osório
    Editorial Intervenção. Lisboa, 1975, 156 págs. B.

    “No dia 25 de Abril de 1974 aconteceu em Portugal uma Revolução de Flores. Sem um tiro, um governo podre caiu. A cidade, o País inteiro, encheu-se inesperadamente de flores. Milhões de cravos vermelhos, brancos, cor de rosa.

    “No dia 26 de Abril um grupo de oficiais começou a trair a pureza da Revolução. As flores começaram a ser espezinhadas sem ninguém se aperceber. Apenas o Partido Comunista sabia o que estava acontecendo.

    “É a isto que o Autor chama o equívoco do 25 de Abril.

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  • Ensaio do Homem de Ernst Cassirer

    Ensaio do Homem

    Ernst Cassirer

    7,00 

    Ensaio do Homem de Ernst Cassirer
    Guimarães Editores. Lisboa, 1960, 380 págs. B.

    I PARTE – QUE É O HOMEM?

    1. A Crise do Auto conhecimento do Homem
    2. Uma chave para a Natureza do Homem:
    o Símbolo
    3. Das reações Animais às Respostas Humanas
    4. O Mundo Humano do Espaço e do Tempo
    5. Factos e Ideais

    II PARTE – O HOMEM E A CULTURA

    6. A Definição do homem em Termos de Cul-
    tura Humana
    7. O Mito e a Religião
    8. A Linguagem
    9. A Arte
    10. A História
    11. A Ciência
    12. Resumo e Conclusão

    📝 Assinatura de posse.

  • Eça de Queirós de João Gaspar Simões

    Eça de Queirós

    João Gaspar Simões

    5,00 

    Eça de Queirós de João Gaspar Simões
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1978, 150 págs. E.
    Colecção: Conhecer

    Eça de Queirós (1845-1900) foi um dos maiores romancistas portugueses e principal representante do Realismo. Nascido na Póvoa de Varzim, destacou-se pela crítica à sociedade, à burguesia e ao clero. Diplomata de carreira, escreveu obras marcantes como O Crime do Padre Amaro, O Primo Basílio e Os Maias, renovando profundamente a literatura portuguesa.

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  • Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites de Salman Rushdie

    Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites

    Salman Rushdie

    8,00 

    Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 313 págs. B.

    No futuro próximo, depois de Nova Iorque ser assolada por uma tempestade, principiam acontecimentos estranhos, como por exemplo, um jardineiro descobrir que os seus pés já não tocam no chão, ou uma bebé identificar a corrupção com a sua mera presença. Sem o saberem, todos eles são descendentes dos seres fantásticos, caprichosos e lúbricos conhecidos como jinn, que vivem num mundo separado do nosso por um véu. Há séculos, Dunia, uma princesa dos jinn, apaixonou-se por um ser mortal, um homem racional. Juntos, tiveram um número espantoso de filhos, que se espalharam ao longo de gerações pelo mundo humano e não têm consciência dos seus poderes fantásticos.
    Quando a linha entre os mundos se quebra a grande escala, os filhos de Dunia e outros desempenharão um papel numa guerra épica entre a luz e as trevas ao longo de mil e uma noites — ou seja, dois anos, oito meses e vinte e oito noites. Uma época de enorme perturbação, na qual as crenças são postas em questão, as palavras funcionam como veneno, o silêncio é uma doença e um ruído pode conter uma maldição oculta.

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  • Dicionário das Grandes Filosofias de Lucien Jerphagnon

    Dicionário das Grandes Filosofias

    Lucien Jerphagnon

    6,00 

    Dicionário das Grandes Filosofias de Lucien Jerphagnon
    Edições 70. Lisboa, 1982, 386 págs. B.

    Excelente instrumento pedagógico e cultural, este livro oferece ao leitor os meios para que possa descobrir, não o passado da filosofia, mas a sua actualidade através da história. Para os estudantes de filosofia será um complemento preciso e prático dos seus manuais e uma preciosa obra de referência para a história da filosofia e das idéias.

    ✒️ Apontamento a tinta no Índice.
    🟡 Livro com sinais de manuseamento

  • Deus e o Homem: na Poesia e na Filosofia de Amorim de Carvalho

    Deus e o Homem: na Poesia e na Filosofia

    Amorim de Carvalho

    10,00 

    Deus e o Homem: na Poesia e na Filosofia de Amorim de Carvalho
    Livraria Figueirinhas. Porto, s.d., 242 págs. B.
    Colecção: Estudos e Críticas

    Este volume da série «Estudos e Críticas» reúne textos publicados e inéditos, concebidos para edição em livro. No prólogo, o autor distingue filosofia e poesia, questionando a ideia de «poeta-filósofo» associada a Antero, Pascoaes e Pessoa. Destaca-se o estudo sobre o platonismo e a simbologia católica no saudosismo de Teixeira de Pascoaes, afirmando-se como contributo crítico para o pensamento literário português.

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  • Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral

    Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral

    Damião Peres

    7,00 

    Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral: antecendentes e intecionalidade de Damião Peres
    Comissão Executiva do V Centenário do Nascimento de Pedro Álvares Cabral. Lisboa, 1968, 138 págs. B. Il.

    Importante subsídio para o estudo de um tema nem sempre consensual: a intencionalidade no achamento/descobrimento do Brasil.

     

    A obra apresenta os seguintes capítulos: Prefácio da 1ª Edição; Palavras prévias; Introdução – Pilares da expansão portuguesa: uma realidade a leste, uma aspiração a oeste; Capítulo I – Pioneiros portugueses em águas ocidentais do Atlântico-Norte; Capítulo II – Pioneiros portugueses no Atlântico Sudocidental; Capítulo III – Descobrimentos do Brasil por Pedro Álvares Cabral.

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  • Depoimento de Marcello Caetano

    Depoimento

    Marcello Caetano

    7,50 

    Depoimento de Marcello Caetano
    Distribuidora Record. Brasil, 1975, 248 págs. B.

    «Logo que, sob prisão, cheguei ao Funchal em 26 de Abril, resolvi aproveitar as horas de ócio forçado para ir redigindo o meu depoimento sobre os sacrificados cinco anos e meio em que tive sobre os ombros o encargo do governo português. E não mais deixei de trabalhar nele até ao dia em que, dois meses decorridos, o terminei, já no Rio de Janeiro. Trata-se de um depoimento e que, por isso, não pode deixar de ser prestado na primeira pessoa. Mas ao qual procurei imprimir a objectividade possível do testemunho de quem apenas tivesse presenciado os factos.»

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  • Cronologia da Monarquia Portuguesa de Artur Teodoro de Matos

    Cronologia da Monarquia Portuguesa

    Artur Teodoro de Matos

    6,00 

    Cronologia da Monarquia Portuguesa de Artur Teodoro de Matos
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 494 págs. E.

    Uma das bases essenciais para a construção e compreensão da História é a cronologia, que dá a conhecer o passado pela sucessão de factos que conferem ao Tempo um imenso dinamismo. Artur Teodoro de Matos, João Paulo Oliveira e Costa e Roberto Carneiro reuniram, num único volume – como se pode ler na introdução à “Cronologia da Monarquia Portuguesa” -, «as grandes linhas da formação e do devir da nação portuguesa, desde as suas origens até à implantação da República.»

    O livro parte das biografias dos monarcas portugueses, mostrando a sua vida familiar e os acontecimentos mais importantes ocorridos em cada um dos períodos de governação, ao mesmo tempo que complementa o cenário português com o que, em paralelo, ia acontecendo lá fora.

    Monarquias à parte, “Cronologia da Monarquia Portuguesa” é um livro que irá tornar mais rica qualquer estante ou biblioteca. Bem estruturado, sucinto e de fácil consulta, será uma mais-valia para estudantes, um aperitivo para curiosos e um repasto para amantes da História escrita por Reis e Rainhas.

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  • Contos Escolhidos de Guy de Maupassant

    Contos Escolhidos

    Guy de Maupassant

    6,00 

    Contos Escolhidos de Guy de Maupassant
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 327 págs. E. Il.

    Na presente edição reúne-se uma selecção de contos daquele que é considerado o grande mestre do conto francês, e um dos seus maiores expoentes na história da literatura: Guy de Maupassant.

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  • Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer.

    Contos da Cantuária

    Geoffrey Chaucer.

    7,50 

    Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    Em Contos de Cantuária, Geoffrey Chaucer acompanha um grupo de peregrinos rumo ao túmulo de São Tomás Becket, que contam histórias ao longo da viagem. Vindos de diferentes classes sociais, revelam virtudes, vícios e contradições da Inglaterra medieval. Entre humor, sátira e reflexão, a obra traça um retrato vivo e intemporal da condição humana, cruzando o erudito com o popular.

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  • Contos Breves de Alexandre Puchkine

    Contos Breves

    Alexandre Puchkine

    6,00 

    Contos Breves de Alexandre Puchkine
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 291 págs. E. Il.

    Em Contos Breves, Alexandre Puchkine revela toda a sua mestria narrativa através de histórias que cruzam o quotidiano com o extraordinário. Das intrigas sociais às paixões inesperadas, dos jogos de sorte e azar aos dilemas de honra, cada narrativa transporta o leitor para a Rússia profunda, onde o humor, a ironia e a crítica subtil convivem com elementos quase lendários.

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  • Confúcio de Daniel Lesle

    Confúcio

    Daniel Lesle

    6,00 

    Confúcio de Daniel Lesle
    Estúdios Cor. Lisboa, 1973, 268 págs. B. Il.
    Colecção: Filósofos de Todos os Tempos | 9

    Confúcio (551-479 a.C.) foi um filósofo chinês nascido em Küfu, cuja influência marcou profundamente a cultura do Oriente. Professor e pensador político, defendeu a harmonia social baseada na moral, na ordem e no respeito pelas tradições e pela família. As suas ideias deram origem ao confucionismo e moldaram durante séculos o pensamento ético e político na Ásia.

    📝 Assinatura de posse.