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  • Diário VII de Miguel Torga

    Diário VII

    Miguel Torga

    5,00 

    Diário VII de Miguel Torga
    Coimbra Editora. Coimbra, 1961, 205 págs. B.

    Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.

    📝 Assinatura de posse.

  • Diário VI de Miguel Torga

    Diário VI

    Miguel Torga

    5,00 

    Diário VI de Miguel Torga
    Coimbra Editora. Coimbra, 1978, 205 págs. B.

    Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.

    📝 Assinatura de posse

  • Diário V de Miguel Torga

    Diário V

    Miguel Torga

    5,00 

    Diário V de Miguel Torga
    Coimbra Editora. Coimbra, 1974, 205 págs. B.

    Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.

    📝 Assinatura de posse.

  • Desperta e Canta de Clifford Odets

    Desperta e Canta

    Clifford Odets

    6,00 

    Desperta e Canta de Clifford Odets
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1965, 139 págs. B.

    No Bronx, em Nova Iorque, a família Berger vive unida sob o mesmo tecto, enfrentando dificuldades económicas e constantes tensões familiares. Enquanto os pais tentam influenciar e manipular a vida amorosa dos filhos para concretizarem os seus próprios interesses, os mais jovens lutam por seguir os seus sonhos e conquistar a independência. Entre conflitos, ambições e desilusões, desenrola-se um retrato intenso das relações familiares e da procura de um futuro melhor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Defesa da Poesia de Shelley

    Defesa da Poesia

    Percy Bysse Shelley

    7,00 

    Defesa da Poesia de Percy Bysse Shelley
    Guimarães Editores. Lisboa, 1957, 124 págs. B.
    Colecção: Textos Universitários | 2

    Em Defesa da Poesia, Percy Bysshe Shelley, uma das figuras mais destacadas do romantismo europeu e um dos maiores poetas líricos britânicos, apresenta uma reflexão profunda sobre a natureza da criação artística e sobre o papel da poesia na cultura. Neste ensaio em prosa, o autor procura responder às críticas que desvalorizavam a poesia, afirmando a sua importância fundamental na formação da sensibilidade, da imaginação e do pensamento humano.

    Ao longo do texto, Shelley discute muitos dos problemas estéticos ligados ao fenómeno do romantismo, defendendo que a poesia não deve ser entendida apenas como uma forma literária, mas como uma expressão essencial da capacidade criadora do espírito. Para o autor, o poeta ocupa um lugar singular na sociedade, pois através da linguagem e da imaginação contribui para renovar as ideias, ampliar a consciência moral e inspirar transformações culturais.

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  • Décimo Terceiro Conto de Diane Setterfield

    Décimo Terceiro Conto, O

    Diane Setterfield

    7,50 

    O Décimo Terceiro Conto de Diane Setterfield
    Editorial Presença. Lisboa, 2007, 364 págs. B.
    Colecção: Grandes Narrativas | 351

    O Décimo Terceiro Conto narra o encontro de duas mulheres: Margaret, jovem, filha de um alfarrabista, biógrafa amadora, e Vida Winter, escritora famosa, que, sentindo aproximar-se o final dos seus dias, convida a primeira para escrever a sua biografia. Na sua casa de campo, a escritora decide contar a verdadeira história da sua vida, revelando um passado misterioso e cheio de segredos. As duas vão partilhar vivências profundas, resgatando velhas memórias e confrontando-se com fantasmas há muito adormecidos. Sem que pudessem inicialmente prever, acabam por entrelaçar as suas vidas de forma tão intensa, que o resultado não poderia ser outro que não uma inesquecível história de amor, amizade e solidão.

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  • Decameron de Giovanni Boccaccio

    Decameron

    Giovanni Boccaccio

    12,00 

    Decameron de Giovanni Boccaccio
    Editora Amigos do Livro. Lisboa, s.d, 3 vols. E. Il.

    O livro narra a história de dez jovens — sete mulheres e três homens — que, para escapar à peste negra que assola Florença em 1348, retiram-se para uma villa no campo. Durante dez dias, cada um conta uma história por dia, totalizando cem contos que exploram temas como amor, astúcia, virtude, sorte e engano. Boccaccio revela com sagacidade as fraquezas e virtudes humanas, alternando comédia e drama, crítica social e narrativas moralizantes, e pintando um retrato vívido da vida italiana do século XIV. Entre amores impossíveis, traições, encontros improváveis e soluções engenhosas, o Decameron permanece um marco da narrativa universal, inspirando gerações de escritores e consolidando o conto como forma literária.

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  • Mulher na Igreja

    Mulher na Igreja, A

    Anne Carr

    6,00 

    A Mulher na Igreja de Anne Carr.
    Temas e Debates. Lisboa, 1997, 332 págs. B.

    A teologia feminista é hoje o fruto de um grupo cada vez mais numeroso e qualificado de mulheres, que desenvolvem a reinterpretação da tradição da fé cristã (Bíblia, concílios, padres da Igreja, teólogos e história cristã das mulheres) segundo um novo paradigma. (…) Deus não é masculino nem feminino: está para além das diferenças sexuais.”  In Introdução à edição portuguesa de Frei Bento Domingues

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  • Mulheres de Pearl S. Buck

    Mulheres

    Pearl S. Buck

    5,00 

    Mulheres de Pearl S. Buck.
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 346 págs. B.

    Madame Wu segue o costume chinês e casa-se com um homem escolhido pelos pais. Com o casamento, ela passa a ocupar o honroso lugar de dona da grande casa de seu marido, tornando-se uma esposa perfeita em todos os aspectos. Mas ao completar 40 anos, Madame Wu decide se libertar e viver apenas para satisfazer seu espírito. A primeira providência é comprar uma concubina para saciar os desejos carnais de seu marido.

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  • Monte dos Vendavis de Emily Bronte

    Monte dos Vendavais

    Emily Bronte

    5,00 

    Monte dos Vendavais de Emily Bronte.
    Romano Torres. Lisboa, 1964, 336 págs. B.
    Colecção: Obras Escolhidas de Autores Escolhidos | 25

    O Monte dos Vendavais é uma das grandes obras-primas da literatura inglesa. Único romance escrito por Emily Brontë, é a narrativa poderosa e tragicamente bela da paixão de Heathcliff e Catherine Earnshaw, de um amor tempestuoso e quase demoníaco que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição. Adoptado em criança pelo patriarca da família Earnshaw, o senhor do Monte dos Vendavais, Heathcliff é ostracizado por Hindley, o filho legítimo, e levado a acreditar que Catherine, a irmã dele, não corresponde à intensidade dos seus sentimentos. Abandona assim o Monte dos Vendavais para regressar anos mais tarde disposto a levar a cabo a mais tenebrosa vingança. Magistral na construção da trama narrativa, na singularidade e força das personagens, na grandeza poética da sua visão, nodoso e agreste como a raiz da urze que cobre as charnecas de Yorkshire, O Monte dos Vendavais reveste-se da intemporalidade inerente à grande literatura.

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  • Crisfal de Cristóvão Falcão

    Crisfal

    Cristóvão Falcão

    5,00 

    Crisfal de Cristóvão Falcão
    Seara Nova. Lisboa, 1943, 73 págs. B.

    A célebre écloga quinhentista atribuída a Cristóvão Falcão, um dos textos fundadores do bucolismo português

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  • Criada de Freida McFadden

    Criada, A

    Freida McFadden

    8,00 

    A Criada de Freida McFadden
    Alma dos Livros. S. L., 2023, 333 págs. B.

    Por trás de cada porta, ela consegue ver tudo.

    «Bem-vinda à família», diz Nina Winchester enquanto me cumprimenta com a sua mão elegante e bem cuidada. Sorrio educadamente e olho para o longo corredor de mármore.

    Este emprego caiu-me do céu. Talvez seja a minha última oportunidade para mudar de vida. E o melhor de tudo é que aqui ninguém sabe nada acerca do meu passado. Posso esconder-me e fingir ser aquilo que eu quiser. Infelizmente, não tardo a descobrir que os segredos dos Winchester são muito mais perigosos do que os meus…

    Todos os dias limpo a bela casa dos Winchester de cima a baixo, vou buscar a filha deles à escola e cozinho uma deliciosa refeição para toda a família antes de subir e comer sozinha no meu quarto minúsculo no sótão.

    Tento ignorar a forma como Nina gera o caos só para me ver limpar. Como conta histórias inverosímeis sobre a filha. E como o seu marido, Andrew, parece cada dia mais destroçado. Quando o vejo, e àqueles belos olhos castanhos tão tristes, é difícil não me imaginar no lugar de Nina. Com o marido perfeito, a roupa chique, o carro de luxo. Um dia, experimentei um dos seus vestidos só para ver como me ficava. Mas ela percebeu… e foi aí que descobri porque é que a porta do meu quarto só trancava pelo lado de fora…

    Se sair desta casa, será algemada.
    Devia ter fugido enquanto podia. Agora, a minha oportunidade desapareceu. Agora que os polícias estão na casa e descobriram o que está no andar de cima, não há volta atrás.
    Estão a cerca de cinco segundos de me ler os direitos. Não sei muito bem porque não o fizeram ainda. Talvez esperem induzir-me a dizer-lhes algo que não devia.
    Boa sorte com isso.

    O polícia com o cabelo preto raiado de grisalho está sentado ao meu lado no sofá. Muda a posição do seu corpo entroncado sobre o cabedal italiano cor de caramelo queimado. Pergunto-me que tipo de sofá terá em casa. Não um, certamente, com um preço de cinco dígitos como este. Provavelmente de uma cor foleira como laranja, coberto de pelo de animais de estimação e com mais do que um rasgão nas costuras. Pergunto-me se estará a pensar no seu sofá em casa e a desejar ter um como este.Ou, mais provavelmente, está a pensar no cadáver lá em cima no sótão.

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  • Corte na Aldeia de Francisco Rodrigues Lobo

    Corte na Aldeia

    Francisco Rodrigues Lobo

    5,00 

    Corte na Aldeia de Francisco Rodrigues Lobo
    Seara Nova. Lisboa, 1951, 65 págs. B.
    Colecção: Textos Literários

    O desaparecimento de D. Sebastião em Alcácer Quibir e o advento dos Filipes deixou o reino mergulhado numa crise moral e económica. Corte na Aldeia é um retrato muito fiel e realista duma época sombria da história de Portugal, de luto pela perda da independência, de sebastianismo e isolamento voluntário a que a sociedade lusa se votou, ferida no seu orgulho nacional. Triunfa a ruralidade, regressa-se à pureza dos costumes, resiste-se contra a absorção castelhana, começa a crescer a esperança de poder cumprir Portugal.

    «A Corte na Aldeia, uma das mais tardias e a mais amadurecida das obras de Rodrigues Lobo, é o melhor ponto de referência para o estudo da formação do estilo barroco na literatura portuguesa.»

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  • Contra Revolução Espírito Público e Opinião no Sul da Europa

    Contra-Revolução Espírito Público e Opinião no Sul da Europa (Séculox XVIII e XIX)

    Fátima Sá e Melo Ferreira

    7,50 

    Contra-Revolução Espírito Público e Opinião no Sul da Europa (Séculox XVIII e XIX) de Fátima Sá e Melo Ferreira [Coord.]
    Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa. Lisboa, 2009, 136 págs. B.

    Neste volume publicam-se as comunicações apresentadas ao Colóquio internacional organizado pelo Centro de Estudos de História Contemporă-nea do ISCTE-IUL, em que historiadores portugueses, franceses, italianos e espanhóis reflectiram em conjunto sobre a História da Contra-Revolução no Sul da Europa dos finais do século XVIII ao século XIX.

    Partindo cronologicamente de interrogações relativas ao

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  • Contos de Aton Tchekhov

    Contos

    Anton Tchekhov

    6,00 

    Contos de Anton Tchekhov
    Edição Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 314 págs. E. Il.

    Anton Tchékov (1860-1904), nascido em Taganrog, Rússia, estudou Medicina em Moscovo e começou a escrever para sustentar a família. Publicou sua primeira narrativa em 1880 e estreou no teatro no final da década de 1880. Morou em Mélikhovo e visitou Tolstoi, que o influenciou. Por doença, mudou-se para Ialta, onde escreveu suas peças mais famosas: “A Gaivota”, “As Três Irmãs” e “O Cerejal”. Morreu em Badenweiler, sendo hoje um dos maiores escritores russos.

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  • Confissões de Santo Agostinho

    Confissões

    Santo Agostinho

    7,50 

    Confissões de Santo Agostinho
    Livraria Apostolado da Imprensa. Porto, 1942, 515 págs. B.

    «Talvez que a mais profunda actualidade de Agostinho resida, justamente, no seu fantástico e sublime anacronismo. Queremos dizer, na sua incompatibilidade profunda – ao menos na aparência – com a pulsão cultural que domina hoje não apenas o Ocidente mas o mundo inteiro.» – Eduardo Lourenço

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.