• Poesia 1903-1917 de Florbela Espanca

    Poesia 1903-1917

    Florbela Espanca

    6,00 

    Poesia 1903-1917 de Florbela Espanca
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 280 págs. B.

    Recolha, leitura e Notas por RUI GUEDES. Prefácio de JOSÉ CARLOS SEABRA PEREIRA. Nota filológica de LUIZ FAGUNDES DUARTE. Texto actualizado por MARIA TERESA MOYA PRAÇA.

     

    A edição das Obras Completas de uma escritora com a estatura de Florbela Espanca, sobretudo quando se sabe que a maior parte da obra que produziu se mantinha inédita, ou então publicada mas dispersa por jornais e outras publicações de pequena e efémera circulação, à hora da morte da autora, e quando se constata que mesmo a obra publicada em livro foi alvo de intervenções de estranhos que lhe alteraram substancialmente quer a forma quer o conteúdo, é sempre um acontecimento importante e que acarreta enormes responsabilidades para quem se propõe fazê-la.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Picasso de Jean-Paul Crespelle

    Picasso

    Jean-Paul Crespelle

    5,00 

    Picasso de Jean-Paul Crespelle
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1977, 189 págs. E.
    Colecção: Conhecer

    Pablo Picasso (1881-1973) foi um dos mais influentes artistas do século XX. Nascido em Málaga, revelou desde cedo grande talento artístico, alcançando reconhecimento ainda jovem. Ao longo da sua carreira, explorou diversos estilos e técnicas, sendo cofundador do cubismo. A sua obra revolucionou a arte moderna, destacando-se pela inovação e pela enorme diversidade de criação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Pescador de Girassóis de António Santos

    Pescador de Girassóis, O

    António Santos

    5,00 

    O Pescador de Girassóis de António Santos
    Editorial Presença. Lisboa, 2007, 232 págs.
    Colecção: Grandes Narrativas | 352

    O velho pescador que pinta girassóis na proa do seu barco e sonha partir um dia, de velas enfunadas, para se perder na linha do horizonte. O jovem casal de amantes que sonha viver a sua paixão ao sabor da maresia e do vento morno de cada fim de tarde. O pároco local que se embrenha em escavações clandestinas, que sonha com uma beleza perdida e por mão de quem haverá de chegar um dia, e sem aviso prévio, a tragédia que irá abalar a pacata vila de Santo António da Ria. Há o destino, a bruma, o mistério. E o livro, quase tão azul como as próprias ondas, também ele infinito, revelador e inesquecível.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pensamento e Obra do Cardeal Cerejeira de António Montes Moreira

    Pensamento e Obra do Cardeal Cerejeira

    António Montes Moreira

    6,00 

    Pensamento e Obra do Cardeal Cerejeira: no centenário do seu nascimento de António Montes Moreira [Dir.]
    Universidade Católica Portuguesa. Lisboa, 1990, 358 págs. B.
    Revista do Centro de Estudos de História Religiosa, 2ª Série, Tomo II

    JORGE BORGES DE MACEDO
    O Tempo do Cardeal Cerejeira. Quadro de uma acção apostólica e cultural

    ANIBAL PINTO DE CASTRO
    O Cardeal Cerejeira universitário e homem de letras

    JOSÉ VITORINO DE PINA MARTINS
    Manuel Gonçalves Cerejeira e os estudos humanísticos em Portugal …

    MANUEL CAVALEIRO FERREIRA
    O pensamento político-social do Cardeal Cerejeira

    MANUEL FRANCO FALCÃO
    O Cardeal Cerejeira, pastor da Igreja Lisbonense

    JOÃO ANTÓNIO DE SOUSA
    O Cardeal Cerejeira, pai e amigo do seu clero

    ANTONIO LUCIANO DE SOUSA FRANCO
    O Cardeal Cerejeira e os leigos

    ΑΝΤΟΝΙΟ ΜONTES MOREIRA
    O Cardeal Cerejeira, fundador da Universidade Católica Portuguesa

    🟡 Capa com ligeiras manchas.
    📖 Exemplar por abrir

  • Pascal, Filósofo Cristão

    Pascal, Filósofo Cristão

    Eduardo Abranches de Soveral

    8,00 

    Pascal, Filósofo Cristão de Eduardo Abranches de Soveral
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1968, 290 págs. B.
    Colecção: Meridiano Universitário | 4

    Em «Pascal Filósofo Cristão» é feita uma exposição crítica da filosofia pascaliana, considerando quer a sua gnosiologia, quer os elementos mais importantes que ele oferece para uma antropologia e uma ontologia culturais.

    Para o efeito o Autor seguiu o método mais adequado à natureza do tema: utilizou o conhecimento objetivo e seguro, que era possível ter sobre a vida e a personalidade de Pascal, como um meio auxiliar, mas de muito interesse, para a interpretação da sua obra.

    Ao mesmo tempo procedeu à inventariação e crítica de todos os textos com carácter filosófico nela contidos.

    Isto permitiu chegar a algumas conclusões novas, designadamente no que se refere à dialética pascaliana; ao seu bi-substancialismo mecanicista; ao valor cognitivo e apologético do argumento da ´Aposta` ; e ao plano e significado dos ´Pensamentos` .

    No respeitante à biografia de Blaise Pascal, tiveram-se em conta os resultados das mais recentes investigações que lançaram uma nova luz sobre o teor das relações do filósofo com ´Port-Royal` e sobre os últimos tempos da sua vida breve mas intensa.

    Também neste campo se propõe algo de novo: uma diversa interpretação do ´Memorial` e do testemunho do Padre Beurrier.

    Deverá anotar-se ainda a forma como as ´Cartas Provinciais` são interpretadas e criticadas, designadamente quanto às críticas que nelas se fazem à ´Companhia de Jesus`.

    📖 Exemplar por abrir

  • O Paraíso Segundo Lars D. de João Tordo

    Paraíso Segundo Lars D., O

    João Tordo

    7,50 

    O Paraíso Segundo Lars D. de João Tordo
    Campanhia das Letras. Lisboa, 2015, 207 págs. B.

    Numa manhã de Inverno, Lars sai de casa e encontra uma jovem a dormir no seu carro. Ele é um escritor sexagenário e, poucas horas mais tarde, parte em viagem com a jovem deixando para trás um casamento de uma vida inteira e um romance inédito: O luto de Elias Gro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Paraíso de Kevin Rushby

    Paraíso

    Kevin Rushby

    8,00 

    Paraíso de Kevin Rushby
    Quidnovi. Matosinhos, 2006, 301 págs. E. Il

    O mito do paraíso tem sido um dos maiores motivadores da história humana. Dos Assassinos da Pérsia do século XII aos Pais Peregrinos da América; de Pitágoras aos gestores empresariais dos nossos dias, sempre houve quem procurasse a perfeição na Terra. Esta esperança de um paraíso terreno empurra a humanidade para a frente, exigindo mudança e oferecendo salvação. No entanto, também traz apensas crenças religiosas como o Armagedão, o pecado original e o martírio – tudo noções que influenciam a vida moderna mesmo quando escondidas sob uma capa da laicismo. Kevin Rusbhy faz a história da crença no paraíso desde as suas origens mais remotas até à actualidade, pondo e cena uma enorme diversidade de personagens, tiradas sobretudo das culturas cristã e islâmica. O enredo leva-nos não só através das delícias dos jardins botânicos e da utopias da Europa do século XVII, mas também de eventos terríveis como o Holocausto e as atrocidades do fanatismo religioso. Paraíso conta a história de uma ideia e, ao fazê-lo, revela alguns dos acontecimentos-chave e das personagens que enformaram a nossa visão de uma felicidade perfeita.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Parábola do Cágado Velho de Pepetela

    Parábola do Cágado Velho

    Pepetela

    5,00 

    Parábola do Cágado Velho de Pepetela
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 184 págs. B.

    “Falo de um amor e de uma transgressão.” “Quem sabe, talvez a transgressão nunca fosse possível. Mas a granada existiu, essa granada que traçou no ar espantado do planalto a figura da mulher amada. Mas uma granada, mesmo com tal magia, pode materializar um Mundo?”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Para ti, uma vida nova de Tiago Rebelo

    Para ti, uma vida nova

    Tiago Rebelo

    6,00 

    Para ti, uma vida nova de Tiago Rebelo.
    Editorial Presença. Lisboa, 2005, 129 págs. B.
    Colecção: Grandes Narrativas | 131

    Sempre que ia fazer surf para o Guincho, Cristina esquecia-se do mundo. Para ela havia, nesses momentos, apenas o seu corpo na prancha e a imensidão azul – mar e céu. No embalo das ondas não pensava na sua agenda totalmente preenchida, nas inúmeras solicitações que tinha enquanto mulher de um bem-sucedido empresário da Comunicação Social e directora da mais recente aquisição do marido, o diário O Popular. Esquecimento e desafio, era isso que procurava em cada ida ao Guincho. Mas a beleza pura e agreste daquela praia viria a evocar-lhe, um dia, bem mais do que isso, e ao contemplá-la seria invadida por uma outra beleza que se misturava com aquela, mas que tinha tonalidades incrivelmente profundas e ricas. Conheceria Miguel ali e seria também ali que iria sentir a força e o espírito de um amor intenso, corajoso e rebelde, um amor que viria a mudar para sempre a trajectória da sua vida. Mas, por enquanto, Cristina concentrava-se apenas nos tubos azuis e brancos das ondas e não sonhava ainda que viria a apaixonar-se por um dos jornalistas mais creditados d’O Popular.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Para Lá de Bagdad

    Para Lá de Bagdad

    Alberto S. Santos

    6,00 

    Para Lá de Bagdad de Alberto S. Santos
    Porto Editora. Porto, 2016, 398 págs. B.

    A 21 de junho de 921, Ahmad ibn Fadlan, emissário do califa, parte de Bagdad para uma arriscada missão na Bulgária do Volga, na Rússia atual. Para trás, deixa os mestres e companheiros da Casa da Sabedoria, que ergueram a época dourada do Islão.

    Os perigos que encontra ao longo do caminho levam Ahmad a alterar o rumo da viagem e a dirigir-se para as terras nórdicas do sol da meia-noite. Ao longo da jornada, vive um amor proibido com Zobaida, a bela escrava do tio, que o faz repensar toda a sua existência.

    Por entre climas adversos, costumes bárbaros de povos não civilizados e inesperados jogos de poder, o emissário do califa descobre um desconcertante mundo novo. Ao mesmo tempo, em Bagdad, assiste-se ao início de uma nova era: os sábios são perseguidos e os livros queimados na praça.

    Um romance envolvente sobre um dos momentos mais intrigantes da História da Idade Média, que dá a conhecer os alicerces de uma civilização ainda hoje tão deslumbrante quanto desconhecida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Papisa Joana, A

    Papisa Joana, A

    Donna Woolfolk Cross

    7,50 

    A Papisa Joana de Donna Woolfolk Cross
    Editorial Presença. Barcarena, 2005, 458 págs. B.
    Colecção Narrativas | 112

    Personagem histórica envolta em lenda, a papisa Joana protagoniza a notável ascensão de uma mulher que não aceita as limitações que a sua época lhe impõe. Dotada de uma inteligência esclarecida e de uma imensa força de carácter, atinge o mais elevado grau da hierarquia religiosa católica. Apoiado numa investigação rigorosa, este é um romance magnífico, cativante, que prende o leitor nas complexidades da luta pelo poder, das conspirações e segredos políticos e dos fanatismos sangrentos. O livro que inspirou um grande filme épico realizado em 2010.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Papa Goriot de Honoré Balzac

    Papa Goriot

    Honoré Balzac

    6,00 

    Papa Goriot de Honoré Balzac
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 310 págs. E. Il.

    Em Papá Goriot, Honoré de Balzac somos transportados para a Paris do início do século XIX, onde a pensão de Madame Vauquer acolhe uma galeria de personagens distintas: o viúvo fabricante de massas Papá Goriot, que enriqueceu durante a Revolução e sacrificou tudo pelas filhas ingratas, Anastasie e Delphine; o ambicioso estudante de Direito Eugène de Rastignac; o enigmático Vautrin, fugitivo da colónia penal de Toulon; o íntegro estudante de Medicina Horace Bianchon; a viúva Madame Couture com a pupila Victorine Taillefer; e outros como Poiret, apaixonado por Mademoiselle Michonneau.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ópera de Edward J. Dent

    Ópera

    Edward J. Dent

    5,00 

    Ópera de Edward J. Dent
    Editora Ulisseia. Lisboa, s.d., 225 págs. B.

    Um estudo da natureza e do desenvolvimento de uma arte que foi considerada pelo Dr. Johnson «um entretenimento exótico e irracional

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Onde Ariane de José Maria Ventura

    Onde Ariane

    José Maria Ventura

    6,00 

    Onde Ariane de José Maria Ventura
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1983, 223 págs. E.

    Exilado em Paris um jovem português interroga-se sobre o seu destino, sobre o sentido da sua existência, sobre o seu passado. A solidão que o rodeia é apenas quebrada, de quando em quando, por conversas com amigos de ocasião e por encontros tumultuosos com mulheres que não poderão nunca substituir a desejada Ariane.

    Ao mergulhar na escrita, revivendo, com louca avidez, acontecimentos de outrora, num permanente ajuste de contas com a memória, o jovem entrevê em cada palavra o apelo do abismo. Mas, inesperadamente, ou talvez não, ao deambular pelos cais do rio Sena, numa caminhada infinita, ele atravessa a última fronteira do seu sonho de sempre: Ariane esperava-o…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Obras Completas I: Da Filosofia de Delfim Santos

    Obras Completas I: Da Filosofia

    Delfim Santos

    15,00 

    Obras Completas I: Da Filosofia de Delfim Santos
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1982, 507 págs. E.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Música e Variações de António Victorino d’ Almeida

    Música e Variações

    António Victorino d’ Almeida

    7,50 

    Música e Variações de António Victorino d’ Almeida
    Editorial Caminho. Lisboa, 1987, 353 págs. B.
    Colecção: História da Música Ocidental | 1

    Apenas aceitaria o título, sempre ambicioso, de História da Música para este livro cujo primeiro volume ora se apresenta pudesse esclarecer, em defesa da verdade e do rigor: história da música… que eu conheço!

     

    É em plena consciência que não abordo nestas páginas temáticas e repertórios que me são estranhos, havendo que atribuir essa estranheza ou ignorância a uma ausência de tempo e de oportunidades para me ocupar de tais matérias, e jamais a uma menor curiosidade perante os fenómenos musicais de alta valia que marcam as culturas africanas, a China, a India, o Bali e múltiplos outros pontos do globo para já não referir todo o património legado, e só parcialmente decifrado, pelas civilizações da Antiguidade.

     

    O leitor encontrará nos dois volumes previstos deste trabalho uma súmula das minhas reflexões sobre a grande aventura da música que me foi dado contactar em termos vivenciais…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.