• Quichotte de Salman Rushdie

    Quichotte

    Salman Rushdie

    10,00 

    Quichotte de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2020, 493 págs. B.

    Inspirado pelo clássico de Cervantes, Sam DuChamp, um medíocre autor de livros de espionagem, cria Quichotte, um cortês e apatetado vendedor ambulante obcecado pela televisão que é vítima de uma paixão impossível por uma estrela de TV. Acompanhado pelo seu filho (imaginário) Sancho, Quichotte empreende uma picaresca busca pela América a fim de se mostrar digno da sua mão, arrostando valorosamente com os tragicómicos perigos de uma era em que Tudo-Pode-Acontecer. Entretanto, o seu criador, que vive uma crise de meia-idade, enfrenta igualmente os seus imperiosos desafios.

    Tal como Cervantes escreveu Dom Quixote para satirizar a cultura do seu tempo, Rushdie transporta o leitor numa desvairada corrida através de um país à beira do colapso moral e espiritual. E, com aquela magia narrativa que é a imagem de marca da obra de Rushdie, as vidas amplamente realizadas de DuChamp e Quichotte interpenetram-se numa busca profundamente humana do amor e num retrato perversamente divertido de uma época em que os factos são tantas vezes indistinguíveis da ficção.

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  • Pisar o Risco de Salman Rushdie

    Pisar o Risco

    Salman Rushdie

    8,00 

    Pisar o Risco: Colectânea de Textos (1992-2002) de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2004, 393 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 344

    Neste seu novo livro de ensaios Salman Rushdie abarca os mais diversos temas que marcaram a última década do século XX e princípios do século XXI. Na sua habitual escrita incisiva, empenhada e muitas vezes divertida, o autor escreve sobre O Feiticeiro de Oz, os U2, a Índia e a literatura indiana, a morte da princesa Diana, o futebol, os confrontos étnicos, políticos e religiosos, o terrorismo e a permeabilidade das fronteiras. Uma visão única sobre a literatura, cultura e política, por um dos maiores livres-pensadores do nosso tempo.

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  • Oriente Ocidente de Salman Rushdie

    Oriente Ocidente

    Salman Rushdie

    7,00 

    Oriente Ocidente de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1996, 195 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 168

    Salman Rushdie nasceu em Bombaim em 1947 e viveu grande parte da sua vida em Londres. Oriente, Ocidente é uma colectânea de contos onde o autor observa os seus dois mundos, ao mesmo tempo íntimos e distantes, a história partilhada de ambos, e os equívocos – cómicos e trágicos – que os separam e unem. O que Oriente, Ocidente demonstra, é que Salman Rushdie, o mais informado e actualizado dos nossos escritores, tem um excepcional talento para todas as «antigas artes»: o domínio excepcional da língua, de contar histórias e da imaginação.

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  • Luka e o Fogo da Vida de Salman Rushdie

    Luka e o Fogo da Vida

    Salman Rushdie

    8,00 

    Luka e o Fogo da Vida de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 228 págs. B.

    Numa bela noite estrelada, na cidade de Kahani, em terras de Alifbay, aconteceu uma coisa terrível: o pai de um rapaz de doze anos chamado Luka, o contador de histórias Rashid, mergulhou súbita e inexplicavelmente num sono tão profundo que não havia quem conseguisse acordá-lo. Para o salvar de se sumir por completo, Luka tem de empreender uma jornada pelo Mundo Mágico, deparando pelo caminho com um sem-número de fantasmagóricos obstáculos, a fim de roubar o Fogo da Vida, uma tarefa aparentemente impossível e extremamente perigosa.
    Com Harun e o Mar de Histórias, Salman Rushdie creditou-se como um dos melhores contadores de fábulas contemporâneas, e o livro revelou-se uma das suas obras mais populares junto de leitores de todas as idades. Se Harun foi escrito como presente para o seu primeiro filho, Luka e o Fogo da Vida, a história do irmão mais novo de Harun, é uma prenda para o segundo filho, por ocasião do seu décimo segundo aniversário.

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  • Joseph Anton – uma memória de Salman Rushdie

    Joseph Anton – uma memória

    Salman Rushdie

    10,00 

    Joseph Anton – uma memória de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2012, 730 págs. B.

    No dia 14 de Fevereiro de 1989, Dia dos Namorados, Salman recebeu um telefonema de uma jornalista da BBC a dizer-lhe que fora «condenado à morte» pelo aiatola Khomeini. Era a primeira vez que ouvia a palavra fatwa. O seu crime? Ter escrito um romance intitulado Os Versículos Satânicos, que era acusado de ser «contra o Islão, o Profeta e o Alcorão».

    Assim começa a extraordinária história de um escritor obrigado a passar à clandestinidade, mudando de casa para casa, com a presença constante de uma equipa de proteção policial armada. Pediram-lhe que escolhesse um pseudónimo pelo qual a polícia pudesse tratá-lo. Ele pensou nos escritores de que mais gostava e em combinações dos seus nomes; ocorreram-lhe então Conrad e Tchékhov – Joseph Anton.

    Como vivem um escritor e a sua família com a ameaça de assassínio durante mais de nove anos? Como continua ele a trabalhar? Como se apaixona e desapaixona? Como é que o desespero molda os seus pensamentos e acções, como e porquê tropeça, como aprende a ripostar? Nestas notáveis memórias, Rushdie narra pela primeira vez essa história: a história de uma das batalhas cruciais do nosso tempo pela liberdade de expressão. Fala das realidades, umas vezes sinistras, outras cómicas, da coabitação com polícias armados e dos estreitos laços que se forjaram com os seus protetores; da sua luta para obter o apoio e a compreensão de governos, chefes de serviços de informações, editores, jornalistas e colegas escritores; e de como recuperou a liberdade.

    Este é um livro de excecional franqueza e honestidade, empolgante, provocatório, comovente e de vital importância. Porque aquilo que aconteceu a Salman Rushdie foi o primeiro ato de um drama que continua a desenrolar-se todos os dias algures no mundo.

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  • Grimus de Salman Rushdie

    Grimus

    Salman Rushdie

    8,00 

    Grimus de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2009, 356 págs. B.

    Depois de beber um elixir que lhe confere a imortalidade, o jovem índio Águia Esvoaçante passa setecentos anos a navegar pelos mares com a bênção, e em última análise a maldição, da vida eterna. Por fim, a sensação de monotonia começa a crescer dentro dele, e acaba por rumar à montanhosa ilha de Calf. Aqui, Águia Esvoaçante conhece outros imortais obcecados com a sua própria estagnação e decide subir ao pico da ilha, de onde emana o misterioso e corrosivo Efeito Grimus. Após uma série de encontros e desafios, Águia Esvoaçante descobre-se na presença do criador da ilha e desvenda os mistérios da sua própria humanidade.

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  • Fúria de Salman Rushdie.

    Fúria

    Salman Rushdie.

    7,50 

    Fúria de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 280 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 283

    “O futuro era um casino e toda a gente jogava, e toda a gente esperava ganhar.”, diz-se a determinada altura em “Fúria”, o novo romance de Salman Rushdie. Mas num casino perde-se mais do que se ganha. E é o que aqui acontece, neste romance que prenuncia o declínio e queda de uma civilização que, as passos largos, caminha para o abismo. Uma civilização desumanizada, onde as pessoas parecem brinquedos ou autómatos. Onde os brinquedos propriamente ditos ganham autonomia através da publicidade e da fama, como acontece com as bonecas de Malik Solanka, personagem principal do romance, um indiano que troca Londres por Nova Iorque e se torna famoso, ele e as suas bonecas, pela televisão. Bonecas sobre as quais ele próprio perderá o controle. A criatura escapa ao criador.

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  • Foi Assim de Zita Seabra

    Foi Assim

    Zita Seabra

    7,50 

    Foi Assim de Zita Seabra
    Aletheia Editores. Lisboa, 2007, 443 págs. B. Il.

    A história de vida de Zita Seabra, da infância à juventude e clandestinidade e à vida adulta, no PCP até à rutura com os ideais comunistas. Sem se justificar, sempre cândida e às vezes comovedora, Zita Seabra fala naturalmente de um mundo fantástico e brutal, que nunca foi descrito com tanta intimidade e tanta exactidão.

    Foi Assim é «o livro que faltava para perceber a grande tragédia do comunismo português» – tal como observa tão bem Pulido Valente.

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  • Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie

    Filhos da Meia-Noite, Os

    Salman Rushdie

    8,00 

    Os Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2013, 628 págs. B.

    Nascido precisamente ao bater da meia-noite, no exato momento em que a Índia se tornava independente, Saleem Sinai é uma criança especial. No entanto, esta simultaneidade de nascimento tem consequências para as quais ele não está preparado: poderes telepáticos ligam-no a outros 1000 «filhos da meia-noite», todos eles dotados de dons extraordinários. Indissociavelmente ligada à sua nação, a história de Saleem é um turbilhão de desastres e triunfos que espelha o percurso da Índia moderna na sua forma mais impossível e gloriosa. Publicado em 1981, Os Filhos da Meia-Noite, segundo romance de Rushdie, não só deu notoriedade ao seu autor como se tornou num fenómeno de êxito literário.
    A sua adaptação ao cinema é o resultado da colaboração da realizadora Deepa Mehta com o próprio Salman Rushdie, que não só escreveu o argumento como dá também voz ao narrador.

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  • Feiticeiros do Céu de Christian Bernadac

    Feiticeiros do Céu, Os

    Christian Bernadac

    7,50 

    Os Feiticeiros do Céu de Christian Bernadac
    Editorial Inova. Porto, s.d., 478 págs. B.
    Colecção: Ofício de Viver | 9

    Dos sete mil padres e religiosos católicos encarcerados nos campos de concentração nazis, apenas dois mil sobreviveram. Assassinados nos fornos crematórios ou simplesmente mortos pelas condições de vida infra–humanas a que foram submetidos. Mas nem por isso a sua vontade de resistência cedeu. Antes pelo contrário. Tratados pelos nazis por -Feiticeiros do Céu, Cães do Céu, -Palhaços do Céu, souberam conquistar um lugar relevante entre os heróis da resistência. Com um esforço heroico asseguraram a assistência religiosa aos moribundos, organizaram redes clandestinas de distribuição de alimentos, planearam evasões. Em suma, lutaram contra a morte organizando a vida nas condições de uma clandestinidade mais que nenhuma outra difícil. A força da sua vontade está bem patente na ordenação clandestina do seminarista Karl Leisner no campo de Dachau. Os Feiticeiros do Céu é uma obra que responde à necessidade de tornar conhecida a luta travada pelos padres e religiosos católicos e simultaneamente uma homenagem àqueles que, lado a lado com os comunistas, os resistentes, os médicos, abalaram o sistema concentracionário nazi. O seu autor, Christian Bernadac, autor de Os Médicos Malditos-e de Os Médicos do Impossível- obras já publicadas nesta colecção escreve assim um capítulo ainda desconhecido da história do III Reich.

    📝 Assinatura de posse.

  • Feiticeira de Florença de Salman Rushdie

    Feiticeira de Florença, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Feiticeira de Florença de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2008, 343 págs. B.

    A Feiticeira de Florença é a história de uma mulher que procura ser senhora do seu próprio destino num mundo de homens. Irmana duas cidades que quase não se conhecem: a hedonista capital mogol, onde o inteligente imperador se debate diariamente com questões de crenças, desejos e a traição dos filhos, e o mundo florentino, igualmente sensual, de poderosos cortesãos, filosofia humanista e desumana tortura.
    Estes dois mundos, tão distantes, acabam por se revelar estranhamente semelhantes, e ambos são dominados pelos encantamentos das mulheres.

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  • Fado da Severa de Maria João Lopo de Carvalho

    Fado da Severa, O

    Maria João Lopo de Carvalho

    7,50 

    O Fado da Severa de Maria João Lopo de Carvalho
    Oficina do Livro. Lisboa, 2018, 390 págs. B.

    Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.

    Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.

    São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.

    Uma história onde brilham sempre a luz e as sombras dessa Lisboa e o indomável espírito de Severa: a cigana que inventou o fado, a mulher que vendeu o corpo – mas que nunca vendeu a alma.

    📕 1ª Edição.
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  • Faca de Salman Rushdie

    Faca

    Salman Rushdie

    8,00 

    Faca de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2024, 269 págs. B.

    A 12 de agosto de 2022, trinta e três anos depois da fatwa contra ele decretada pelo aiatola Khomeini, assim que subiu ao palco do anfiteatro de Chautauqua, Nova Iorque, para falar sobre a importância de manter os escritores fora de perigo, Salman Rushdie foi atacado, e quase morto, por um jovem com uma faca.

    Falando pela primeira vez, e com memorável pormenor, dos traumáticos acontecimentos desse dia, Salman Rushdie responde à violência com a arte e relembra-nos o poder que as palavras possuem de racionalizar o que é impensável.

    Ao fazê-lo, oferece-nos não só o relato pungente e profundamente pessoal da experiência – e superação – desse atentado, mas também uma revigorante meditação sobre a vida, a perda, o amor e a arte – e sobre a descoberta da força que permite a alguém voltar a erguer-se.

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  • A Evidência da Possibilidade de Husserl de Nuno Nabais

    Evidência da Possibilidade, A

    Nuno Nabais

    8,00 

    A Evidência da Possibilidade: a questão modal na fenomologia de Husserl de Nuno Nabais
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 1998, 336 págs. B.

    A teoria fenomenológica da evidência depende da explicação recíproca da possibilidade do fenómeno e do fenómeno da possibilidade. Segundo Husserl, descrever aquilo que aparece à consciência como um fenómeno evidente, isto é, um aparecer completo não apenas daquilo que aparece mas do critério de verdade do aparecer, implica também descrever a condição de possibilidade do aparecer. Só há evidência, só há uma verdade sem resto, se na actualidade do fenómeno se manifestar a própria possibilidade da sua manifestação. Esta tese é profundamente paradoxal. Ela faz da possibilidade do fenómeno algo que também é fenómeno, algo que aparece enquanto possibilidade do aparecer. Mas, apesar de paradoxal, esse é o mais importante corolário da condição descritiva da fenomenologia. A verdade só se deixa pensar no esclarecimento do vínculo entre os conceitos de evidência e de possibilidade.

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  • Evangelizar os Pobres de Mário de Oliveira

    Evangelizar os Pobres

    Mário de Oliveira

    7,50 

    Evangelizar os Pobres de Mário de Oliveira
    Livraria Figueirinhas. Porto, s.d., 240 págs. B.

    Este livro representa o esforço feito, com honestidade e durante 14 meses, para dar o Evangelho a um Povo, tendo em conta a sua situação concreta. Não estará perfeito, até porque foi trabalho de um só. E por isso, mais do que criticá-lo, prece que deveremos, antes, interrogarmo-nos  sobre o que, como Igreja, temos, eficazmente, feito pela libertação e salvação dos oprimidos e pela evangelização doa Pobres. (Padre Mário de Oliveira)

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  • A Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo de Max Weber

    Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo, A

    Max Weber

    7,00 

    A Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo de Max Weber
    Editora Universidade de Brasília. Brasil, 1981, 233 págs. B.  

    A obra mais conhecida de Max Weber, A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, cuja publicação original remonta a 1904 causando grande polémica, é ainda hoje uma leitura poderosa, fascinante e indispensável que estabelece os parâmetros para o debate sobre as origens do capitalismo moderno. O estilo acessível de Max Weber é justamente uma das muitas razões para a notoriedade deste livro, um clássico incontornável que examina a profunda influência da ética protestante no surgimento de uma nova mentalidade económica-uma nova forma de economia que tornou possível e encorajou o desenvolvimento do capitalismo no Ocidente. É apontada por uma vasta maioria como a obra mais eloquente até agora escrita sobre os efeitos sociais do capitalismo e um dos livros mais importantes do século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.