Duarte e os Prosadores da Casa de Aviz
Rodrigues Lapa
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Duarte e os Prosadores da Casa de Aviz de Rodrigues Lapa.
Seara Nova. Lisboa, 1972, 79 págs. B.
Desde 1350, e antes mesmo, o lirismo galego-português entrou em decadència e quase acabou por emudecer. Por 1250, o prestigio dessa lingua poética fora tão grande, que em todas as partes da Peninsula. axcepção da Catalunha, se serviam do português para as suas canções. Mas esse florescimento poético tinha sido uma espécie de moda, alimentada por cortes de principes, amigos da arte. Cansou, por fim, e os espíritos, atordoados por música e fantasia, viraram-se para as realidades da vida. Entrou-se numa época de prosa. Contudo, como último bruxulear de lâmpada, os temas e a linguagem desse antigo lirismo ainda continuaram a sua débil existência, em terras de Castela, de 1350 a 1450.
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Descrição
Duarte e os Prosadores da Casa de Aviz de Rodrigues Lapa.
Seara Nova. Lisboa, 1972, 79 págs. B.
Informação adicional
| Peso | 130 g |
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