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  • Historiadores Quinhentistas de Rodrigues Lapa

    Historiadores Quinhentistas

    Rodrigues Lapa

    5,00 

    Historiadores Quinhentistas de Rodrigues Lapa
    Seara Nova. Lisboa, 1960, 115 págs. B.

    Antologia dos cronistas do século XVI organizada pelo filólogo Rodrigues Lapa.

    📝 Assinatura de posse

  • Duarte e os Prosadores da Casa de Aviz

    Duarte e os Prosadores da Casa de Aviz

    Rodrigues Lapa

    5,00 

    Duarte e os Prosadores da Casa de Aviz de Rodrigues Lapa.
    Seara Nova. Lisboa, 1972, 79 págs. B.

    Desde 1350, e antes mesmo, o lirismo galego-português entrou em decadència e quase acabou por emudecer. Por 1250, o prestigio dessa lingua poética fora tão grande, que em todas as partes da Peninsula. axcepção da Catalunha, se serviam do português para as suas canções. Mas esse florescimento poético tinha sido uma espécie de moda, alimentada por cortes de principes, amigos da arte. Cansou, por fim, e os espíritos, atordoados por música e fantasia, viraram-se para as realidades da vida. Entrou-se numa época de prosa. Contudo, como último bruxulear de lâmpada, os temas e a linguagem desse antigo lirismo ainda continuaram a sua débil existência, em terras de Castela, de 1350 a 1450.

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  • Quadros da História Trágico-Marítima

    Quadros da História Trágico-Marítima

    Rodrigues Lapa

    3,00 

    Uma coleção que explora os eventos trágicos da história marítima, com seleção, prefácio e notas do autor Rodrigues Lapa, trazendo à luz narrativas que marcam a cultura e a identidade marítima portuguesa.

  • Poesias de Sá de Miranda

    Poesias de Sá de Miranda

    Rodrigues Lapa

    5,00 

    Poesias de Sá de Miranda de Rodrigues Lapa.
    Textos Literários. Lisboa, 1942, 88 págs. B.

    Desde o século XIX, na expressão de Almeida Garrett, que é assegurada a Francisco Sá de Miranda a honra de “pai da poesia portuguesa”. Responsável pela introdução de novas formas e novo metro na poesia portuguesa, o poeta quinhentista escreveu vilancetes, cantigas, esparsas, glosas e formas novas como o soneto e a sextina. A presente antologia pretende resgatar das malhas do tempo o autor renascentista ímpar e o seu trabalho poético comprometido com um tempo passado, mas que permanece vivo no presente, capaz de deleitar e instruir.

    📝 Assinatura de posse.

  • Florilégio do Cancioneiro de Resende

    Florilégio do Cancioneiro de Resende

    Rodrigues Lapa

    5,00 

    Florilégio do Cancioneiro de Resende de Rodrigues Lapa [Sel.]
    Textos Literários. Lisboa, 1960, 99 págs. B.

    Uma coletânea significativa da poesia renascentista em língua portuguesa, reunindo diversas composições que ilustram a cultura e a sensibilidade da época. O livro oferece uma janela para o universo lírico do Cancioneiro, destacando a riqueza dos temas e a musicalidade das obras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Historiadores Quinhentistas

    Historiadores Quinhentistas

    Rodrigues Lapa

    3,00 

    RAZÕES DA PRESENTE EDIÇÃO. Os trechos foram tirados das primeiras edições, e os de Gaspar Correia foram confrontados com o códice autógrafo guardado na Torre do Tombo. Temos pena de não poder inserir mais páginas, dada a pequenez do espaço, que nos é imposto pela natureza da colecção. Ainda assim, julgamos que os trechos escolhidos darão uma ideia suficientemente clara das tendências e processos da historiografia quinhentista. Com esse objectivo, insistimos nos prefácios, sobretudo nos de Barros, não podendo inserir a Apologia deste último, que precede a Década IV, por suas grandes dimensões. Aí, o grande escritor desabafa os seus queixumes, pela crítica de que era alvo. De Diogo do Couto só damos um trecho, aliás bem interessante e representativo, porque lhe reservamos um espaçoso lugar no volume da História trágico-marítima, com a relação do naufrágio de D. Paulo de Lima, uma das mais emocionantes da famosa colectânea.

  • Crestomatia Arcaica

    Crestomatia Arcaica

    Rodrigues Lapa

    6,00 

    Crestomatia Arcaica de Rodrigues Lapa.
    Textos Literárias. Lisboa, 1940, 81 págs. B.

    A língua portuguesa, contràriamente ao que muitos supõem, não nasceu em berço doirado. Procede, como é sabido, do latim, mas não daquele latim polido e escrito de Cícero ou de Vergilio, antes do idioma popular, falado por comerciantes, operários e soldados no território da antiga Roma. Foi esse latim vulgar que os colonos roma nos introduziram na Península, após a conquista. Não era um idioma absolutamente diferente do latim culto, literário; mas adoptava um vocabulário e uma sintaxe em parte diversos da língua escrita, o que sucede ainda hoje nas línguas modernas, em que o falar de todos os dias diverge consideravelmente do idioma escrito.

    📝 Assinatura de posse.