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  • Sócrates, Platão, Aristóteles

    Sócrates, Platão, Aristóteles

    Jean Brun

    7,50 

    Sócrates, Platão, Aristóteles de Jean Brun.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 297 págs. B.
    Nova Enciclopédia | 49

    A conceituada trilogia de Jean Brun sobre os mais importantes filósofos da Antiguidade.

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  • Discurso Filosófico da Modernidade de Jurgen Habermas

    Discurso Filosófico da Modernidade

    Jurgen Habermas

    7,50 

    Discurso Filosófico da Modernidade de Jurgen Habermas.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1990, 350 págs. B.
    Nova Enciclopédia | 1

    Tem-se escrito muito, em anos recentes, a respeito do aparente fim da «modernidade» e da exaustão de um certo número de ideias provenientes do iluminismo europeu. Habermas reconduz as críticas contemporâneas da modernidade às suas origens filosóficas, mostrando como o trabalho de diversos pensadores foi em certa medida uma resposta às ideias de razão e de auto-compreensão reflexiva.

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  • Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada de Pablo Neruda

    Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada

    Pablo Neruda

    7,00 

    Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada de Pablo Neruda.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1977, 111 págs. B.
    Colecção: Poesia Século XX | 1

    «Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza.»

    Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada.

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  • Sempre Estrangeira de Claudia Durastanti

    Sempre Estrangeira

    Claudia Durastanti

    7,50 

    Sempre Estrangeira de Claudia Durastanti.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2020, 269 págs. B.

    Quando tudo cai, permanece, indomável, o amor.

    A primeira pergunta que lhe fazem sempre é como aprendeu a falar e, logo a seguir, em que língua sonha. Filha de pai e mãe surdos que se separaram pouco depois de terem os filhos, a protagonista deste livro viveu uma infância verdadeiramente febril, sempre a andar de um lado para o outro – de Brooklyn, em Nova Iorque, para Basilicata, uma aldeiazinha em Itália – e da mãe para o pai; mas, tal como uma planta obstinada, foi capaz de criar raízes em todo o lado e, já adulta, acabou por replicar este comportamento migratório, fosse por causa dos estudos, da emancipação, do inescapável amor.

    Sempre Estrangeira é a história de uma educação sentimental contemporânea, desorientada pelo passado e pela consciência das diferenças físicas, das distinções sociais, da pertença a um lugar. Parte memória, parte narrativa culta e romanesca, é uma viagem fascinante em busca da auto-afirmação, na qual a geografia, a arte e a linguagem são simultaneamente armas de revolta e de redenção.

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  • Lobo das Estepes de Herman Hesse

    Lobo das Estepes, O

    Herman Hesse

    7,50 

    Lobo das Estepes de Herman Hesse.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2023, 266 págs. B.

    Originalmente publicado em 1929, O Lobo das Estepes continua a marcar a nossa alma como um clássico da literatura moderna.
    Harry Haller é o lobo das estepes: selvagem, estranho, tímido e alienado da sociedade.
    O seu desespero e desejo pela morte atraem-no para um submundo encantado e sombrio. Através de uma série de encontros obscuros – alternadamente românticos, bizarros e selvagens – o misantropo Haller começa gradualmente a redescobrir os sonhos perdidos da sua juventude.
    Este retrato acelerado de um homem que se sente ele próprio meiohumano, meio-lobo tornou-se a bíblia da contracultura da década de 1960, capturando o humor de uma geração descontente e continua, até hoje, a ser uma história de alienação e redenção humana.

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  • Cem Anos de Solidão

    Cem Anos de Solidão

    Gabriel García Marquez

    6,00 

    Cem Anos de Solidão de Gabriel García Marquez.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1988, 328 págs. B.

    «Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras – tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de À Procura do Tempo Perdido – começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Marquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.

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  • Não Percas a Rosa de Natália CorreiaNão Percas a Rosa de Natália Correia

    Não Percas a Rosa

    Natália Correia

    30,00 

    Não Percas a Rosa: Diário e algo mais (25 de Abril de 1974 – 20 de Dezembro de 1975) de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1978, 383 págs. B.
    Colecção Participar | 11

    Escrito sob a forma de diário, o presente livro historia-nos cronológica mas apaixonadamente os acontecimentos que vão da explosão seguida do consequente incêndio que se verificou em Portugal no dia 25 de Abril de 1974 até ao rescaldo da sua extinção, situado em 20 de Dezembro de 1975, passando pelos dois rebentamentos, que mais avivaram as chamas, do 28 de Setembro e do 11 de Março, e culminando no combate decisivo ao fogo de 25 de Novembro de 1975.
    Esses pouco mais de ano e meio de revolução portuguesa, dos seus solavancos, indecisões, procuras, mistificações e confusões, foram tão intensamente vividos pelos Portugueses de qualquer quadrante ideológico que ainda hoje parecerá mentira a muitos tudo se ter passado num tão curto espaço temporal.
    Obra de uma das raras vozes lúcidas e independentes, no seu sentir como na sua participação activa, que se fizeram ouvir num período tão perturbado da vida portuguesa, ela será, sem dúvida, indispensável no futuro para a interpretação histórica do que foi e está sendo ainda a «Revolução dos Cravos».

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Epístola aos Lamitas de Natália CorreiaEpístola aos Lamitas de Natália Correia

    Epístola aos Lamitas

    Natália Correia

    30,00 

    Epístola aos Lamitas de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1976, 63 págs. B.
    Colecção Poesia Século XX | 11

    “Apenas se apagaram as estrelas da visão que cintilou numa manhã de Abril, novamente em minha voz se abriram os objectos de luz com que o poeta cumpre o trabalho de espantar os morcegos. E na onda mais alta do meu canto vi ressurgida a Pátria. Terra extrema do extremoso Anjo do Ocidente. E disse-me o Anjo: Portugal e velo porque vela. E nisto meditando redigi uma Espístola aos Lamitas que são os que na nuvem tempestuosa sabem ler a mensagem” Natália Correia

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Dilúvio e a Pomba, O

    Dilúvio e a Pomba, O

    Natália Correia

    20,00 

    Dilúvio e a Pomba de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1979, 72 págs. B.  

    Fiel do Amor, pelos olhos infinitos
    de Beatriz doada em Dona Brites,
    Nela deixou a escrita Sempre-Noiva.

    Na cripta reverde. E nós esconsos.
    De Portugal legítimos Afonsos
    não morrem como nós. O céu os louva.

    📕 1ª Edição.
    📌 Carimbo da Biblioteca de Rafael Gomes Filipe.

  • Armistício de Natália Correia

    Armistício, O

    Natália Correia

    20,00 

    Armistício de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 73 págs. B.

    Colectânea de poesia de temática divina e pagã.
    Natália Correia desenvolveu na sua poesia a doutrina do culto do Espírito Santo, alicerçada na visão do sagrado feminino, cruzando-o com o paganismo grego-romano.

    «O Armistício é um livro de versos e ao mesmo tempo um ensaio, exórdio, em prosa, introduzindo, glosando o que os poemas enunciam: o regresso dos deuses.» José Augusto Mourão

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Correcções de Jonathan Franzen

    Correcções

    Jonathan Franzen

    8,00 

    Correcções de Jonathan Franzen.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 512 págs. B.

    Esta é a história dos Lambert, uma família normal: Alfred, um engenheiro reformado à beira do caos mental e físico devido à doença de Parkinson; Enid, a sua mulher, obcecada em reunir em casa os três filhos numa última ceia de Natal; Chip, um ex-professor, despedido por dormir com uma aluna, que tem negócios sujos na Lituânia; Denise, fria e racional chef de um restaurante da moda, ligada sentimentalmente ao seu patrão, e Gary, um banqueiro snobe e paranóico, preso a um casamento de pesadelo.

    O prodígio deste romance é a secreta ligação entre o universo dos Lambert e o resto do mundo, os Estados Unidos da América no fim dos anos 90, um país irascível a caminho de um novo milénio.

    Correcções é um grandioso romance tragicómico sobre o início de um novo século, uma obra-prima sobre uma família que se desmembra numa época em que tudo tem arranjo, tudo se pode corrigir. Um romance divertido, corrosivo e profundamente humano, que confirma Jonathan Franzen como um dos mais brilhantes intérpretes da sociedade contemporânea.

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  • Alfaiate do Panamá, O

    Alfaiate do Panamá, O

    John Le Carré

    7,00 

    O Alfaiate do Panamá de John Le Carré.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1987, 400 págs. B.
    Ficção Universal | 181

    Harry Pendell é o carismático proprietário e anjo-da-guarda da Pendel & Braithwaite Limitada. Alfaiates Reais, anteriormente em Londres, por cujas portas passam todos os que são alguém na América Central. Andrew Osnard, gorducho e misterioso, antigo aluno de Eton, é um espião. A sua missão secreta é um pau de dois bicos: manter um olho observador sobre as manobras políticas que levaram à tomada americana do canal do Panamá e garantir para si próprio a imensa fortuna pessoal que até agora o tem rudemente iludido.(…)

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  • Razões de Coração de Álvaro Guerra

    Razões de Coração

    Álvaro Guerra

    10,00 

    Razões de Coração de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1991, 312 págs. B.

    Na vila de Mafra ocupada pelo exército de Junot, durante o ano de 1808, desvendam-se as faces escondidas da paixão e da utopia.
    Romance de amores e ódios, de esperanças e desesperos, Razões de Coração culmina nos grandes sobressaltos das guerrilhas do Norte, das batalhas da Roliça e do Vimeiro e das perseguições aos jacobinos.
    Álvaro Guerra leva-nos em visita apaixonante a esse tempo conturbado, quando o país crepitava na fogueira de conflitos em que se jogavam a sua soberania e o seu futuro.
    A saga familiar iniciada neste romance prolonga-se no tempo com o livro A Guerra Civil.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera

    Insustentável Leveza do Ser, A

    Milan Kundera

    7,00 

    A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2008, 364 págs. B.

    A Insustentável Leveza do Ser é seguramente um dos romances míticos do século XX, uma daquelas obras raras que alteram o modo como toda uma geração encara o mundo que a rodeia.
    Adaptado ao cinema por Philip Kaufmann, este é um livro onde se olha, com um olhar umas vezes melancólico e conformado, outras amargo e revoltado, para o destino de um país, para o destino de um continente, para o destino de uma civilização.

    E poucas vezes se terá tão magistralmente representado a ligação existente entre a aventura individual e a colectiva… Justapondo lugares distantes geograficamente, reflexões brilhantes e uma variedade de estilos, este magnífico romance representa o auge daquele que é, verdadeiramente, um dos maiores escritores de sempre.

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  • Futuro da Saudade, OFuturo da Saudade

    Futuro da Saudade, O

    Manuel Halpern

    7,00 

    O Futuro da Saudade: O Novo Fado e os Novos Fadistas de Manuel Halpern.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2004, 287 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio de Rui Vieira Nery

    É uma grande reportagem ao renascimento da música mais nacional, o fado.
    Manuel Halpern ensaia uma viagem ao mundo do fado em que se cruza a renovação do género com uma nova atenção da indústria cultural sobre este fenómeno. O jornalista do JL privilegia os dados factuais e o discurso dos principais intérpretes. Descreve, numa escrita solta e rigorosa, as principais forças e correntes que atravessam esta canção, desde a galáxia Amália, passando pelos estrangeiros que cantam o fado. Uma obra de referência.

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  • Cão e os Caluandas de Pepetela

    Cão e os Caluandas

    Pepetela

    6,00 

    Cão e os Caluandas de Pepetela.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1993, 191 págs. B.

    O Cão e os Caluandas lança um olhar inteligente sobre a realidade do pós-independência de Angola, e retomam algumas obsessões mais frequentes da literatura angolana: a busca das raízes de uma identidade nacional, a dualidade tradição/modernidade e o lugar da violência na sociedade contemporânea.

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