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  • Hóspede de Job, O

    Hóspede de Job, O

    José Cardoso Pires

    6,00 

    Hóspede de Job de José Cardoso Pires.
    Moraes Editores. Lisboa, 1970, 251 págs. E.

    Fábula que evoca o Alentejo feudal dos anos 50, que cortava com o neorrealismo dominante na literatura portuguesa da época. Foi escrita entre 1953 e 1954, “um romance destinado unicamente a ilustrar uma legenda, uma moral ou um clima humano, para lá de qualquer imediatismo de tempo e de lugar histórico”.

    José Cardoso Pires dedicou a obra a seu irmão, que morreu num acidente de aviação em cumprimento do serviço militar, como protesto contra a guerra fria e a colonização militar.

    📝 Assinatura de posse.

  • Anfitrião Outra Vez

    Anfitrião Outra Vez

    Augusto Abelaira

    10,00 

    Anfitrião Outra Vez de Augusto Abelaira.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 81 págs. Mole

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o concurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocínio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilitando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série -a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    📕 1ª Edição.

  • Gold Gotha de José-Luís de Vilallonga

    Gold Gotha

    José-Luís de Vilallonga

    6,00 

    Gold Gotha de José-Luís de Vilallonga.
    Moraes Editores. Lisboa, 1974, 341 págs. B.

    As recordações que prefiro são as dos outros – quando sou eu a contá-las. Nesta perspectiva, José-Luis Vilallonga, com todo o seu sentido de humor, e o conhecimento que possui da chamada “café society”, faz-nos penetrar, uma a uma, em personalidades como as de Onassis, Patiño, Ira de Furstenberg, Humberto de Itália, Charlot, Karajan e Brigitte Bardot, além de muitas outras igualmente célebres. Desencanto, observação crítica, malícia e, por vezes, ternura alternam nesta obra, best-seller em muitos países durante o ano de 1972.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estética Teatral - Antologia de Textos de José Oliveira Barata

    Estética Teatral – Antologia de Textos

    José Oliveira Barata

    7,50 

    Estética Teatral – Antologia de Textos de José Oliveira Barata.
    Moraes Editores. Lisboa, 1981, 214 págs. B.

    «… Procurando não entrar numa problemática que toca de perto a filosofia do espectáculo, mas tendo presente as pertinentes advertências que se levantam, procurámos seleccionar os textos desta antologia com um objectivo didáctico, pensando, como já anteriormente referimos, num destinatário com um perfil bem definido. A presente antologia não será o dicionário de todas as dúvidas; pretende apenas constituir um roteiro a necessitar por parte de quem o acompanhar de permanente actualização.»

    Textos antologiados por José Oliveira Barata, de dezenas de autores, entre os quais Zola, Goldoni, Nietzsche, Barrault, Pirandello, Brecht, Piscator, Grotowski, entre outros.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Amor e o Ocidente de Denis de Rougemont

    Amor e o Ocidente

    Denis de Rougemont

    7,00 

    Amor e o Ocidente de Denis de Rougemont.
    Moraes Editores. Lisboa, 1968, 311 págs. B.

    O Ocidente é, antes de mais nada, uma concepção do Amor. Denis de Rougemont aborda um tema da maior actualidade, ao tratar deste assunto eterno dum modo inteiramente novo. Acentuando com excepcional autoridade os valores de fidelidade, mostra que o homem, ao negá-los, se condena à perdição. Eis, por suas próprias palavras, o esquema desta sua obra, hoje considerada clássica:

    “O grande número dos factos e textos citados, o emaranhado dos temas entrelaçados, poderiam confundir alguns leitores, se aqui lhes não desse a chave da minha composição. O primeiro livro expõe o conteúdo encerrado na lenda ou mito de Tristão. É uma descida aos sucessivos círculos da paixão. O último indica uma atitude humana diametralmente oposta e, assim, completa a descrição da paixão, porque só se conhecem verdadeiramente as coisas que já passaram ou, pelo menos, aquelas cujos limites pudemos descobrir, mesmo sem os ultrapassar. Quanto aos livros intermédios, o segundo tenta estudar as origens religiosas do mito, enquanto os seguintes descrevem os seus efeitos nos mais diversos campos: mística, literatura, arte da guerra, moral do casamento”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Toda a Terra de Ruy Belo

    Toda a Terra

    Ruy Belo

    30,00 

    Toda a Terra (1976) pode ser lido como uma síntese magistral do percurso de Ruy Belo na poesia portuguesa: aqui, estão manifestos os seus motivos recorrentes – o sentimento de exílio, o mar, a experiência religiosa – impressos em poemas longos, de grande fôlego, que percorrem uma biografia entre as geografias que organizam tematicamente o…

  • Tragédia da Rua das Flores

    Tragédia da Rua das Flores

    Eça de Queiroz

    7,50 

    Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiroz.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 468 págs. E.

    «Era no Teatro da Trindade, representava-se o Barba Azul.»

     

    Este é o cenário em que se inicia a acção de A Tragédia da Rua das Flores, romance de Eça de Queiroz que ele mesmo qualificou como «livro cruel» e que permaneceu inédito durante mais de um século. Escrita entre 1877 e 1878 e apenas publicada em 1980, esta é a história da paixão fatal de Vítor e Genoveva, que Eça acabaria por deixar por corrigir e editar, mas que serviu de ponto de partida para que em 1888 os leitores recebessem aquela que é a sua obra-prima, Os Maias.

    A presente edição de A Tragédia da Rua das Flores recupera e corrige o texto da primeira edição, com fixação e notas de João Medina e A. Campos Matos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Definir os Objectivos da Educação de Viviana de Landsheere

    Definir os Objectivos da Educação

    Viviana de Landsheere

    6,00 

    DEFINIR OS OBJECTIVOS DA EDUCAÇÃO implica definir a educação, implica conceitos de valor do individuo, da sociedade, de uma cultura, de uma ideologia… A educação é um objectivo e um meio. E o objectivo da educação é em si próprio um meio. Um meio que deve visar, segundo os autores «desabrochamento total, afectivo-cognitivo-psicomotor do Homem»….

  • Futuros Possíveis, Os

    Futuros Possíveis, Os

    Lucien Gérardin

    6,00 

    Os Futuros Possíveis de Lucien Gérardin.
    Moraes Editores. Lisboa, 1973, 221 págs. B.

    O futuro não pode ser objecto de previsão: não há factos futuros tal como existem factos passados. Nada se encontra escrito de antemão no livro do destino, pois, na verdade, existe um conjunto quase infinito de possibilidades. Compete ao homem escolher aquilo que quer ver realizado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ideias Actuais em Pedagogia de Roger Gilbert

    Ideias Actuais em Pedagogia

    Roger Gilbert

    5,00 

    Ideias Actuais em Pedagogia de Roger Gilbert.
    Moraes Editora. Lisboa, 1976, 272 págs. B.

    A primeira parte desta obra relata a evolução da “educação tradicional”:

    na segunda, o autor passa em revista as, correntes a favor de uma educação fundamentalmente renovada: a obra de Freinet, as proposições e ensaios duma pedagogia não directiva atingindo a pedagogia institucional as ideias de Ivan’lllich que ve a êxito da educação na supressão das escolas.

    Não há dúvida de que os acontecimentos de Maio de 1968 criaram uma situação irreversivel: educação e pedagogia vào ser repensadas em função de imperativos que já não é possivel ignorar.

    Trata-se de um livro que incita à reflexão e que não seria de mais recomendar aos professores e aos estudantes.

    Há que levá-los a compreender melhor a natureza dos problemas com que deparam e depararão no dia a dia.

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Coleccionador de Absurdos de José Gomes Ferreira

    Coleccionador de Absurdos

    José Gomes Ferreira

    10,00 

    A gaveta cheira a mofo. E ao fundo, no canto direito herança da meninice, jaz o espelho com o aro ardido de ferrugem. Como diabo veio aqui parar este espelhinho ra- chado e levemente convexo? Que deforma as feições talvez de propósito para divertir as crianças, com fantasmas a fazerem caretas.

  • Generosos Delírios da Burguesia

    Generosos Delírios da Burguesia

    Vasco Branco

    7,00 

    Generosos Delírios da Burguesia de Vasco Branco.
    Moraes Editora. Lisboa, 1980, 171 págs. B.

    “Epígono de Camus num dado momento da sua carreira (Os Vagabundos Ilustrados, Iva e o Mar), é em Os Generosos Delírios da Burguesia que a influência do «pictórico» mais ostensivamente se intromete no discurso literário, que assim surge repleto de cintilações cromáticas, por oposição ao monocromismo conotado com realidades sociais pouco atraentes.” in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses

    📕 1ª Edição.

  • Rapaz de Bronze de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Rapaz de Bronze

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    5,00 

    Rapaz de Bronze de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Moraes Editores. Lisboa, s.d., 54 págs. B.

    Num jardim maravilhoso, existe uma estátua que, à noite, se enche de vida e reina sobre todas as plantas, com justiça e sensatez.

    Florinda vai conhecer o Rapaz de Bronze e viver uma dessas noites mágicas em que a verdadeira natureza dos seres se revela.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Que é a Energia Nuclear? Oportunidade em Portugal? de Domingos Moura

    Que é a Energia Nuclear? Oportunidade em Portugal?, O

    Domingos Moura

    7,00 

    O Que é a Energia Nuclear? Oportunidade em Portugal? de Domingos Moura [et al.]. Moraes Editores. Lisboa, 277 págs. B.

    Índice
    Cap. 1 – O Panorama Mundial da Energia de Domingos Moura
    Cap. 2 – O Que é a Energia Nuclear de Frederico de Carvalho
    Cap. 3 – O Combustível Nuclear de Rui Namorado Rosa
    Cap. 4 – As Radiações Ionizantes e a Segurança das Centrais Nucleares de A. Fernandes Forte
    Cap. 5 – Como a Energia Nuclear foi Introduzida e Fomentada em Portugal de João M. G. Caraça
    Cap. 6 – O Panorama Energético Nacional. Alternativa Nuclear ou Alternativa Convenciona de António Mota Redol
    Cap. 7 – A Alternativa Carvão de António Mota Redol
    Cap. 8 – A Alternativa Fuelóleo de João Barreto
    Cap. 9 – Comparação Económica das Alternativas Nuclear e Fuelóleo de João F. Martins e M. Rodrigues
    Cap. 10 – Relações sobre a Situação Mundial de Energia Nuclear

    📝 Assinatura de posse.

  • Os Romances de Alves Redol de Alexandre Pinheiro Torres

    Romances de Alves Redol, Os

    Alexandre Pinheiro Torres

    7,00 

    Os Romances de Alves Redol de Alexandre Pinheiro Torres. Moraes Editores. Lisboa, 1979, 371 págs. B.

    Participando nas comemorações do 40 aniversário da Publicação de «Gaibéus» e nas homenagens nacionais por ocasião do 10.º aniversário do falecimento do seu Autor, a Moraes Editores publica esta obra da autoria de Alexandre Pinheiro Torres sobre tão notável figura das nossas letras.

    Uma análise quanto possível exaustiva dos romances de Alves Redol, completada com uma boa bibliografia, tornam este livro imprescindível para quem deseje uma visão global da obra daquele escritor e do seu lugar na nossa literatura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Marcuse: Contestação, Filosofia e Utopia

    Marcuse: Contestação, Filosofia e Utopia

    J. M. Domenach

    5,00 

    Marcuse foi chamado «o pai da revolta dos estudantes»; fez-se dele o Karl Marx dos esquerdistas. Mas as coisas são mais complexas; é muito raro que um pensamento se traduza imediatamente em acção e, muitas vezes, uma teoria revolucionária exprime uma mentalidade em vez de a criar. Entre a teoria e a consciência criam-se laços múltiplos e sucede que um grupo social se deixe embeber por uma filosofia, à margem de qualquer leitura, por uma espécie de osmose. Os sans-culotte que tomaram a Bastilha não tinham lido a Enciclopédia. Quanto aos animadores da revolta dos estudantes parisienses, Cohn-Bendit, Geismar e Sauvageot, todos eles declararam nunca ter lido Marcuse antes de Maio de 1968. De resto, a mais política das obras de Marcuse, O Homem Unidimensional, apareceu em tradução francesa precisamente em Maio de 1968.