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  • Primeira Vez

    Primeira Vez: Trinta e Nove Testemunhos

    Magda Bandera

    6,00 

    A 1ª Vez: trinta e nove testemunhos de Magda Bandera.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2002, 219 págs. B.

    Obra que reúne trinta e nove relatos na primeira pessoa sobre a iniciação à vida amorosa e sexual de indivíduos reais sob a condição de anonimato. O conteúdo aborda as diferentes perspetivas, experiências e reações emocionais ou técnicas associadas a este acontecimento, estruturando os depoimentos com foco nas vertentes da sinceridade e do humor. Trata-se de um livro de pendor biográfico e de desenvolvimento pessoal.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 270g
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  • Mestres Cantores de Nuremberga de Richard Wagner

    Mestres Cantores de Nuremberga

    Richard Wagner

    5,00 

    Mestres Cantores de Nuremberga de Richard Wagner.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 241 págs. B.

    Foi por volta de 1845 que Richard Wagner pensou em escrever uma ópera cómica que fosse uma espécie de réplica a “Tanhäuser” – mas esse seu projecto só iria tomar forma passados mais de 20 anos, sendo apresentado pela primeira vez em público em Munique no dia 21 de Junho de 1868. Estamos a falar de “Os Mestres Cantores de Nuremberga”.

    Foram diversos os textos em que Wagner se baseou para escrever esta sua obra, entre eles a “História da Literatura Alemã” de Georg Gottfried Gervinius, um capítulo duma crónica nuremberguiana onde se fala da “arte mui graciosa dos Mestres Cantores”, um poema de Goethe “sobre a missão poética de Hans Sachs”, uma comédia de Deinhardstein e um conto de Hoffmann intitulado “Mestre Martin, o Latoeiro, e os seus Companheiros”.

    Wagner terminou o texto de “Os Mestres Cantores” em Janeiro de 1862. Em Março iniciou a escrita da música, que terminaria em Outubro. A ideia inicial duma réplica cómica a “Tanhäuser” acabou por esbater-se com o passar dos anos – se bem que ainda possam ser encontradas algumas semelhanças, como um cantor de génio confrontado com tradições bafientas, a jovem dada como prémio no concurso de canto, a figura paternal dum mecenas, ou ainda o velho artista amado e venerado, simbolizado, nos “Mestres Cantores”, por Hans Sachs.

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  • Elixir do Amor, O

    Elixir do Amor, O

    Gaetano Donizetti

    5,00 

    O Elixir do Amor de Gaetano Donizetti.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 107 págs. B.

    O Elixir do Amor é uma ópera bufa encantadora e a ópera mais popular de Gaetano Donizetti. Passa-se num ambiente singelo de aldeia e retrata a eterna diferença entre classes e a eterna capacidade da charlatonice humana!

    Um menino pobre como o Nemorino casar com uma menina de ricas famílias ainda hoje teria a vida dificultada! O ideal mesmo é um pobre ficar rico para casar com uma senhora da sua condição e foi essa a sorte dos nossos protagonistas. A ária Una furtiva lagrima, faz parte do nosso universo colectivo e tem integrado múltiplas bandas sonoras de filmes. O tão famoso elixir, afinal não era mais nada menos do que uma garrafa de vinho!” Catarina Molder

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  • Baile de Máscaras de Giuseppe Verdi

    Baile de Máscaras

    Giuseppe Verdi

    5,00 

    Baile de Máscaras de Giuseppe Verdi.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1983, 155 págs. B.

    Inspirada no assassinato do rei liberal da Suécia, Ricardo III, às mãos de conspiradores políticos durante um baile de máscaras que Verdi teve em numerosas censuras de dissimular e transformar num inofensivo conde, transportando a acção para uma longínqua Boston colonialista, esta ópera fala-nos de um triângulo amoroso que desemboca no assassinato do conde Riccardo de Warewick às mãos do seu melhor amigo, durante um baile de máscaras.

    Um dos grandes êxitos do popular compositor italiano Giuseppe Verdi, replecto de melodias inesquecíveis, que aborda temas recorrentes das sua óperas: a fatalidade do destino, o adultério, os amores proibídos, a conspiração,  o racismo, a traição e a vingança obcessiva. Evocando o artifício da máscara que oculta a identidade, na sua dupla face de divertimento e instrumento de conspiração e crime.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Passaporte para a Vida de Yukiko Sugihara02

    Passaporte para a Vida

    Yukiko Sugihara

    6,00 

    Passaporte para a Vida de Yukiko Sugihara.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 179 págs. B.

    Durante o Verão de 1940, D Chiune Sugihara, cônsul do Japão em Kaunas, então capital da Lituânia ocupada pelos soviéticos, emitiu vistos de trânsito a milhares de judeus. Para lhes salvar a vida, Sugihara decidiu desobedecer às ordens de Tóquio, e quando regressou ao seu país foi demitido dos quadros dos Negócios Estrangeiros.

    Hoje, no Japão, um Parque dos Direitos do Homem foi fundado em homenagem ao «Oskar Schindler nipónico», reconhecendo-se, finalmente, a grandeza deste homem a quem Israel exprimiu a sua eterna gratidão atribuindo-lhe o Prémio dos Justos.

    Escrito por Yukiko Sugihara, sua mulher, este livro relata-nos a história comovente de alguém que regeu a sua vida por um elevado ideal de justiça, ajudando os outros em detrimento de si próprio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Carmen de Georges Bizet

    Carmen

    Georges Bizet

    5,00 

    Carmen de Georges Bizet.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 200 págs. B.

    Esta colecção põe ao alcance dos apreciadores não só os textos das óperas na versão original e com a respectiva tradução portuguesa, como também um guia analítico dos aspectos de maior interesse da partitura, em que se faz menção dos temas musicais mais importantes, um estudo prévio que situa o compositor e a sua obra no contexto cultural da época e a análise dos aspectos vocais, orquestrais e interpretativas mais salientes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Evolução Biológica Humana

    Evolução Biológica Humana

    Jean Chaline

    6,00 

    Evolução Biológica Humana de Jean Chaline.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1992, 135 págs. B.

    Que o homem é o resultado de um longo processo evolutivo, é hoje um dado adquirido e irrefutável da ciência. No entanto, outras questões essenciais, com esta ligadas, acabam por emergir, constituindo outras tantas interrogações a que é necessário dar resposta: será que o homem ainda pode evoluir? Qual será a consequência da introdução do pensamento reflexivo na evolução biológica? Quais os contornos que, por este facto, se podem adivinhar para o futuro do homem? O presente estudo, fruto da pesquisa de um mestre eminente no domínio da Paleontologia Humana, pretende justamente responder a estas questões. Depois de, em síntese, reconstituir a história evolutiva do homem, o autor faz incidir a sua reflexão sobre as últimas descobertas científicas – paleontológicas, bioquímicas e cromossómicas, ecológicas e sociológicas para, em seguida, apresentar várias interpretações possíveis dessas descobertas que contribuirão, sem dúvida, para a desmistificação de temas de tão profunda actualidade.

    📝 Assinatura de posse.

  • Visões do Futuro: Os Limites do Possível

    Visões do Futuro: Os Limites do Possível

    Arthur C. Clarke

    7,00 

    Visões do Futuro: Os Limites do Possível de Arthur C. Clarke.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2001, 325 págs. B.

    Num estilo único, onde se combina a especulação científica e uma profunda ironia existencial, Artur C. Clarke traça o mapa das possibilidades do futuro – um futuro que já começou a manifestar-se em muitos sinais do nosso quotidiano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Outro Lado do Espelho

    Outro Lado do Espelho

    Paulo Castilho

    7,00 

    O OUTRO LADO DO ESPELHO DE PAULO CASTILHO
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984. 164 págs. B. 

    Primeiro romance de Paulo Castilho, diplomata de carreira, distinguido com o Prémio Literário Diário de Notícias em 1984. Em Lisboa, no fim de uma tarde de chuva de 1973, Pedro reencontra Joana, dando início a uma narrativa que cruza duas viagens, entre Londres e Paris no presente e entre as memórias obsessivas de um passado por completar, um romance sobre a impossibilidade de recomeçar e a persistência do que não se consegue esquecer.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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  • Notas Várias de João Charulla de Azevedo

    Notas Várias

    João Charulla de Azevedo

    20,00 

    Notas Várias de João Charulla de Azevedo.
    Editorial Notícia. Luanda, s.d., 221 págs. B.

    Após o falecimento repentino de Charulla de Azevedo, a sua empresa quis prestar esta homenagem, editado as suas crónicas publicadas naquele semanário.

     

    Jornalista dinâmico e acutilante, deixou uma quantidade enorme de crónicas sobre as mais variadas temáticas que afligiram Angola e as suas populações. Com extraordinária vivacidade e sentido de oportunidade.

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  • Ética e Religião na Sociedade Tecnológica de Helena JerónimoÉtica e Religião na Sociedade Tecnologia

    Ética e Religião na Sociedade Tecnológica

    Helena Jerónimo

    10,00 

    Ao longo do século XX, os jesuítas portugueses acompanharam a divulgação e o debate científico por intermédio dos artigos publicados na Brotéria. Nas últimas décadas, a revista tem vindo a revelar uma crescente preocupação e tematização das relações entre técnica/ética e ciência/religião, constituindo um dos núcleos fundamentais sobre este tipo de reflexão e posicionamento. Interpretar…

  • Harmonia Perfeita

    Harmonia Perfeita

    Barbara Wood

    6,00 

    Harmonia Perfeita de Barbara Wood.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 471 págs. B.

    Uma grande companhia multinacional que trabalha com ervas medicinais chinesas, enfrenta uma crise dramática os seus produtos são considerados responsáveis pela morte súbita de três pessoas. Entretanto, na Internet começa um processo de chantagem contra Charlotte Lee, a dona da companhia. Através de uma tela de grande tensão e «suspense», Barbara Wood propõe-nos mais uma história empolgante ende se reflectem os medos e perplexidades do final do milénio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dogbert: Como Vencer na Vida Roubando Material de Escritório

    Dogbert: Como Vencer na Vida Roubando Material de Escritório

    Scott Adams

    5,00 

    Dogbert: Como Vencer na Vida Roubando Material de Escritório de Scott Adams.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1998, 117 págs. B.

    Scott Adams nasceu em 1957 em Nova Iorque. Estudou Economia e durante 8 anos trabalhou no Crocker National Bank. Na Universidade de Berkeley, obtém um MBA e trabalha 9 anos como engenheiro na companhia “Pacific Bell”, mas as suas relações com as hierarquias não são as melhores. É no ano de 1988 que Scott Adams apresenta a diversas empresas tiras com desenhos de Dilbert e Dogbert. Os seus personagens foram inspirados em colegas de trabalho, o que resulta numa crítica mordaz à maneira de trabalhar nas grandes empresas. De início, o seu trabalho foi recusado por quase todas as editoras. Porém, a United Media ofereceu-lhe um contrato que aceitou de imediato. E aos 45 anos de idade torna-se milionário, graças ao “bonequinho sem boca” que a revista People incluiu na sua lista das 25 personalidades mais interessantes do país, ao lado da popstar Madonna. O seu trabalho já lhe valeu vários prémios, entre eles, o Newspaper Comic Strip Award, em 1997.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lobo Guerrilheiro

    Lobo Guerrilheiro

    Bento da Cruz

    7,50 

    Lobo Guerrilheiro de Bento da Cruz.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1992, 338 págs. B.

    Entre amores desenfreados, intrigas familiares, contrabandistas e guerrilheiros, paisagens quase virgens e um minucioso enquadramento político-social, decorre a vida de André Lobo, nascido no Barroso e filho de lavradores.

    Se o acaso, de uma primeira paixão, o levou a ingressar na Guarda Fiscal, também o acaso, de uma segunda paixão, o deixou espantado com o inesperado fim. É ainda o acaso que o leva a apaixonar-se perdidamente por Consuelo, uma belíssima guerrilheira antifranquista, que alterou o rumo de sua vida.

    Ao mesmo tempo que somos confrontados com a realidade barrosã, com os problemas da Guerra Civil de Espanha e seus reflexos, somos levados a mergulhar numa intensa paixão, que dá ao amor a característica de um estado de leveza.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hard

    Hard

    Raffaela Anderson

    6,00 

    Hard de Raffaela Anderson.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2001, 348 págs. B.

    Em 1994, uma jovem de 18 anos, nascida num dos bairros suburbanos de Paris, responde a um anúncio para um casting. Não passa de uma fachada é ainda virgem que irá rodar o seu primeiro filme pornográfico. Durante quatro anos será prisioneira voluntária do inferno do hard, o cinema X. Raffaela Anderson não nega o prazer que, por vezes, experimentou. O seu testemunho debruça-se sobre os basti- dores. Dá conta do que viu: acrobacias sexuais, sem dúvida, mas também trabalhos forçados, até mesmo em horas nocturnas suplementares; dinheiro fácil. sem dúvida, mas um medo omnipresente da sida e da escravatura sexual; cinema de sedução, sem dúvida, mas de um género em que o corpo é desprezado, negado, esquartejado. Aceitar tudo? Para Raffaela, acabou. Ela quebra, aqui, a lei do silencio e conta, sem complacências, a odisseia de uma escrava do prazer, enfim livre.

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  • História de Amor como Outra Qualquer de Lucía Etxebarría

    História de Amor como Outra Qualquer

    Lucía Etxebarría

    6,00 

    História de Amor como Outra Qualquer de Lucía Etxebarría.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2004, 299 págs. B.

    Histórias banais ou inverosímeis, mas que se poderiam passar com a vizinha do lado, revelando a solidão e a alienação nas grandes cidades. São as heroínas do quotidiano, de vidas aparentemente pouco brilhantes por oposição às que, à primeira vista, têm uma vida cor-de-rosa, de êxito social, mas que, na realidade, é catastrófica e medíocre. É o desfilar de histórias sobre mulheres sem as reduzir aos estereótipos literários, mediáticos e sociais, numa colecção de 20 ficções em que propõe uma série de variações que escapam a qualquer visão convencional da condição feminina.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.