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  • Meninos e Meninas O Meu Corpo, Eu e o Mundo Como Eu Nasci de Roberta Giommi

    Meninos e Meninas O Meu Corpo, Eu e o Mundo Como Eu Nasci

    Roberta Giommi

    6,00 

    Escrever sobre a sexualidade é o modo de ir ao encontro de uma zona importante da vida de todas as pessoas. Na sexualidade unem-se o corpo, o coração e a mente. O encontro sexual é uma maneira de comunicar afecto, calor, simpatia, amor. No corpo da mãe nasce a nova vida que é a criança. O corpo e a sexualidade são portanto valores positivos, e talvez já seja tempo de nos opormos ao hábito de falar do sexo apenas disfarçadamente ou de nem sequer falar porque é inconveniente». Falar com as crianças da descoberta do próprio corpo, ensinar a aumentar o sentimento de bem-estar que advém do hábito de um bom contacto físico com os outros, habituá-las a distinguir as suas próprias antipatias ou simpatias instintivas, dar atenção aos seus medos do escuro e do vazio, é prepará-las para, quando forem grandes, saberem escolher as pessoas certas e para viverem serenamente a sua própria sexualidade.

  • História da Pintura Ocidental de Juliet Heslewood

    História da Pintura Ocidental

    Juliet Heslewood

    7,50 

    História da Pintura Ocidental: Guia para Jovens de Juliet Heslewood.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1994, 64 págs. Dura. Il.

    Com a História da Pintura Ocidental, parte numa viagem das cavernas pré-históricas até às paredes decoradas e aos vasos da Grécia e Roma antigas, Salta no tempo e vê os refulgentes retábulos da Idade Média. Viaja até ao Renascimento e conhece os inventos extraordinários de Leonardo da Vinci. Anda mais um século e observa os artistas de corte da Europa fixarem em pintura as famílias reais do tempo. Dois séculos mais tarde, assiste às mudanças introduzidas pela Revolução Francesa. Sete décadas depois, acompanha a revolução na pintura dos impressionistas, que pintavam com as cores do Sol.

    Quando regressares ao nosso século e vires o génio de Picasso mudar a pintura ocidental, terás completado a tua aventura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Corte Real

    Corte Real

    Carlos Lopes

    6,00 

    Corte Real de Carlos Lopes.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1998, 192 págs. B.

    Sonhos, metáfora, conceitos e vicissitudes. Tudo se mistura nesta narração incompleta de uma complexa vivência social e cultural. A Guiné-Bissau vista através da lupa do sociólogo não pode ter contornos literários. Mas tem de certeza emoções e sofrimentos que devem ser contados com o estilo do lugar. Só assim se poderá ultrapassar a barreira, não do som mas do entendimento. Só assim se poderá oferecer uma pouca disfarçada comoção pela infelicidade que a história reservou a este pequeno triângulo tropical, no mapa controverso de um mundo em transformação. Carlos Lopes nasceu na Guiné-Bissau em 1960. É doutorado em Estudos Africanos pela Universidade de Paris I Pantheon-Sorbonne, mas tem igualmente graus académicos em Sociologia, História e Planificação Estratégica. Desde 1988 trabalha no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. É autor de numerosos livros e artigos em revistas especializadas. «Corte Geral» é a sua primeira obra de ficção.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História dos Jerónimos de Ana Maria Magalhães

    História dos Jerónimos

    Ana Maria Magalhães

    6,00 

    História dos Jerónimos de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1989, 30 págs. E.

    Três pequenos textos ficcionais (sobre a construção, os monges e o monumento) ajudam os jovens leitores a apreciar e entender o Mosteiro dos Jerónimos. Cronologia pormenorizada da história do Mosteiro dos Jerónimos. Álbum cartonado e ilustrado a cores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pele Branca das Acácias

    Pele Branca das Acácias

    Filipe Leandro Martins

    6,00 

    PELE BRANCA DAS ACÁCIAS DE FILIPE LEANDRO MARTINS
    Editorial Caminho. s.d. 320 págs. B.

    Romance de Filipe Leandro Martins ambientado nos anos 60 em Portugal, em que jovens e adolescentes ensaiam a sua relação com um mundo ainda imerso numa bruma densa, pouco conhecida e pouco comunicada. Uma narrativa de aprendizagem e descoberta em que os protagonistas vão conquistando, lentamente, as múiltiplas faces da realidade.

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    Características do Exemplar
    📝 Exemplar com assinatura de posse de anterior proprietário. Sem outras marcas.
    Peso: 290
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  • Arte da Fuga de Daniel Sampaio

    Arte da Fuga

    Daniel Sampaio

    6,00 

    Arte da Fuga de Daniel Sampaio.
    Caminho. Lisboa, 1999. 166 págs. B.

    A Arte da Fuga é um livro sobre a intimidade, experiência emocional só possível com proximidade face a outro, partilha de sentimentos entre duas pessoas e maturidade construída ao longo de uma viagem. Nesta obra fala-se de afectos positivos e negativos, de comunicação clara e paradoxal, de espaços privados e de serviços psiquiátricos públicos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Prendisajens com Xão | Assobiador de Ondajki

    Há Prendisajens com Xão

    Ondajki

    2,50 

    A infinitude do alcance daquele assobio resultava, certamente, de um também enorme conhecimento metafísico da arte de assobiar, que mexesse não só com o ouvido das pessoas, mas alcançasse, de modo incisivo, a profundidade das suas almas, o recôndito canto onde cada um escondia as suas coisas – essa assustadora gruta a que muitos chamam âmago do ser.
    As pessoas boquiabertavam-se, incapazes dos mínimos movimentos, comentários, vivências conscientes. Num tom menos exaltado mas com a mesma capacidade hipnotizante, cada um naquela praça sentiu uma mão invisível e assobiada entrar-lhe pela boca adentro, arranhando a garganta da alma, revolvendo as mais delicadas vísceras do passado. Em verdade, era um momento quase bruto, delicadamente bruto.

  • Homem Duplicado, OHomem Dupliado

    Homem Duplicado, O

    José Saramago

    20,00 

    O Homem Duplicado de José Saramago.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2002, 318 págs. B.

    Tertuliano Máximo Afonso, professor de História no ensino secundário, «vive só e aborrece-se», «esteve casado e não se lembra do que o levou ao matrimónio, divorciou-se e agora não quer nem lembrar-se dos motivos por que se separou», à cadeira de História «vê-a ele desde há muito tempo como uma fadiga sem sentido e um começo sem fim». Uma noite, em casa, ao rever um filme na televisão, «levantou-se da cadeira, ajoelhou-se diante do televisor, a cara tão perto do ecrã quanto lhe permitia a visão, Sou eu, disse, e outra vez sentiu que se lhe eriçavam os pelos do corpo».

    Depois desta inesperada descoberta, de um homem exatamente igual a si, Tertuliano Máximo Afonso, o que vive só e se aborrece, parte à descoberta desse outro homem.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homem Que Não Tira o Palito da Boca de João MeloHomem Que Não Tira o Palito da Boca

    Homem Que Não Tira o Palito da Boca

    João Melo

    6,00 

    Homem Que Não Tira o Palito da Boca de João Melo.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2009, 175 págs. B.

    O autor usa uma linguagem magnificamente técnica, semiótica, de lógica formal e jurídica – obsessivamente perfeccionista, requintada, paranoicamente explicativa – para tratar de questiúnculas ou, pelo contrário, explicar formalmente, com uma lógica administrativa, a podridão familiar, política, económica, o quotidiano de miséria, prostituição, indecência, malfeitoria e sacanice (no Sambila e outros bairros) de pobres diabos e cidadãos abandonados pelos coevos.

    Histórias de casais e traições (infidelidades) são uma das obsessões divertidas de Melo. E, depois, há o tema das raças, cores de pele, classes, mas também o do assassinato piedoso, entre tantos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jovens e a Leitura

    Jovens e a Leitura

    Ana Maria Magalhães

    5,00 

    Jovens e a Leitura de Ana Maria Magalhães.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1994, 219 págs. B.

    É frequente ouvir anunciar o fim da palavra escrita como meio predominante de comunicação e de transmissão de saber. Já ninguém lê ou cada vez se lê menos. As crianças e os jovens ignoram ou aborrecem os livros. Mas será mesmo assim? Para ficar a saber, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada efectuaram um estudo nacional sobre o assunto.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Missão Secreta

    Missão Secreta

    Alexandre Lukine

    5,00 

    Missão Secreta de Alexandre Lukine.
    Editorial Caminho.Lisboa, 1978, 230 págs. B.

    De colaboração com o velho revolucionário Alexandr Lukine e baseado em factos reais do esmagamento de uma importante e vasta conspiração anti-soviética em Odessa, em 1920, o escritor Dmitri Polianovski escreveu um romance de aventuras atribuladas e dramáticas de que muitos personagens são autênticos e de que alguns, apresentados sob outro nome, ainda estão vivos. Muito rico em peripécias, próprias do período conturbado e exaltante dos anos seguintes à Revolução de Outubro, o livro conta a história de um jovem revolucionário infiltrado nos meios que, na sombra, sabotavam os esforços de construção de um país novo. Acompanhando os passos deste jovem, numa acção densa e surpreendente, o livro vai revelando a complexidade e os sacrifícios do momento histórico da consolidação do poder soviético.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Português Corrente

    Português Corrente

    Maria Raquel Delgado-Martins

    7,50 

    Português Corrente de Maria Raquel Delgado-Martins
    Editorial Caminho. Lisboa, 2006, 515 págs. B.

    Este livro cristaliza a longa experiência de ensino do português da Professora Doutora Maria Raquel Delgado-Martins, documentada em grande número de publicações de que é autora ou colaboradora. Essa experiência abrangeu todos os níveis de ensino, do primário ao pós-universitário, passando pelo ensino especial, e fornece o esqueleto conceptual e pedagógico do livro.

    Associa a perspectiva de um biofísico, Professor Doutor Hugo Gil Ferreira, e do seu conhecimento do rigor da escrita das «ciências» e da sua capacidade e prazer na leitura de «todos os livros».

    Os Autores apresentam sugestões para a criação de um grande número de situações em que, ajudados pelos professores, os alunos são levados a participar activamento no uso da língua portuguesa, quer se trate da leitura, da escrita ou da expressão oral. A estratégia básica consiste em admitir que com mais ou menos vicissitudes os alunos já aprenderam o essencial da língua portuguesa e que a partir daqui a aprendizagem consiste no aperfeiçoamento do que já sabem, na correcção de erros, na aquisição de práticas de auto-correcção, e no contacto com aspectos da língua que transcendem a gramática convencional e o português literário.

    Esta orientação é parcialmente motivada pelos resultados dos inquéritos à literacia que vieram mostrar que entre nós (como em grau maior ou menor noutros países) há dificuldades no uso da língua materna em contextos muito concretos: participação em grupos de discussão, compreensão e elaboração de materiais diversos – técnicos, jornalísticos, didácticos, etc., – para além de contextos ligados à aprendizagem do português literário.

    O sucesso do programa que se propõe depende do envolvimento de professores e alunos na criação de actividades que por um lado reflictam a vida e os problemas da sociedade circundante e por outro toquem o íntimo dos participantes e os seus anseios profissionais.

    Sugere-se, através dessas actividades, que o estudo da língua transcende os simples aspectos da gramática e da literatura. Revela facetas importantes da sociedade: migrações populacionais; exclusão ou estratificação social; existência de verdadeiros «territórios culturais» com o seu vocabulário e linguagem próprios (comunidades científicas, artísticas, profissionais e políticas); emergência de progressos científicos e tecnológicos, de modas, de movimentos sociais e políticos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Noite na Guerra de Carlos Coutinho

    Noite na Guerra, Uma

    Carlos Coutinho

    7,00 

    Uma Noite na Guerra de Carlos Coutinho.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1978, 134 págs. B.

    Uma “Noite na Guerra pertence, segundo creio, a uma categoria de obras que descortinam o caminho a outras obras: (que) constituem ou assumem o destino (sempre ingrato) de iniciadores de uma estrada – semideiro que se rasga, de desbrava toscamente se perde na voragem de outras necessidades e de novas urgências”. Baptista-Bastos

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.