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  • Aldeia Nova de Manuel da Fonseca

    Aldeia Nova

    Manuel da Fonseca

    6,00 

    Aldeia Nova de Manuel da Fonseca
    Editorial Caminho. Lisboa, 2001, 180 págs. B.

    Publicado em 1942, é com Aldeia Nova, obra que Manuel da Fonseca revela o seu grande talento para o conto. Os contos foram escritos a partir do fim dos anos vinte e até ao fim da década de trinta.

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  • Jerusalém de Gonçalo M. Tavares

    Jerusalém

    Gonçalo M. Tavares

    7,00 

    Jerusalém de Gonçalo M. Tavares
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2021, 247 págs. B.

    Uma mulher, um assassino, um médico, um menino, uma prostituta e um louco.

    E uma noite.
    «O livro Jerusalém, de Gonçalo M. Tavares, é uma óptima obra para abrir um século. E se nada mais aparecer durante o século XXI, ele já preenche os cem anos. É sublime.» [Hélia Correia]

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  • Incisões Oblíquas de António Ramos Rosa

    Incisões Oblíquas

    António Ramos Rosa

    10,00 

    Incisões Oblíquas: Estudos sobre a Poesia Portuguesa Contemporânea de António Ramos Rosa.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1987, 181 págs. B.
    Colecção: Universidade | 23

    Estudos sobre poesia portuguesa contemporânea
    Ensaios sobre: José Gomes Ferreira, Sophia de Mello Breyner Andresen, Eugénio de Andrade Mário Cesariny de Vasconcelos, Alexandre O’Neill, Alberto de Lacerda Egito Gonçalves, João Rui de Sousa, Ruy Belo, Herberto Helder, Pedro Tamen, Fernando Guimarães, José Augusto Seabra, Fernando Echevarria, Albano Martins, Maria Teresa Horta, Luiza Neto Jorge, Casimiro de Brito Fiama Hasse Pais Brandão, Gastão Cruz, Angela Varela, António Franco Alexandre, José Agostinho Baptista, Laureano Silveira, Rui Magalhães, António Magalhães.

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  • NINGUÉM MORRE SOZINHO O ADOLESCENTE E O SUICÍDIO DE DANIEL SAMPAIO

    Ninguém Morre Sozinho

    Daniel Sampaio

    6,00 

    Ninguém Morre Sozinho: o Adolescente e o Suicídio de Daniel Sampaio.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1994, 247 págs. B.
    🗂️ Colecção: Universitária

    Obra de referência de Daniel Sampaio, professor catedrático de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Lisboa, sobre o suicídio na adolescência. Combinando rigor científico com uma escrita acessível, o autor analisa os factores de risco e as formas de prevenção, dirigindo-se tanto a profissionais como a pais e educadores. A edição inclui um elogio de António Lobo Antunes na contracapa.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 365 g
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  • Os da Minha Rua

    Os da Minha Rua

    Ondjaki

    6,00 

    Os da Minha Rua de Ondjaki.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2007, 124 págs. B.

    Há espaços que são sempre nossos. E quem os habita, habita também em nós. Falamos da nossa rua, desse lugar que nos acompanha pela vida. A rua como espaço de descoberta, alegria, tristeza e amizade. Os da Minha Rua tem nas suas páginas tudo isso.

    Como num filme, sempre me acontecia isso: eu olhava as coisas e imaginava uma música triste; depois quase conseguia ver os espaços vazios encherem-se de pessoas que fizeram parte da minha infância. De repente um jogo de futebol podia iniciar ali, a bola e tudo em câmara lenta, um dia eu vou a um médico porque eu devo ter esse problema de sempre imaginar as coisas em câmara lenta e ter vergonha de me dar uma vontade de lágrimas ali ao pé dos meus amigos.
    A escola enchia-se de crianças e até de professores, pessoas que tinham sido da minha segunda classe, da terceira…
    Quando alguém me tocava no ombro, as imagens todas desapareciam, o mundo ganhava cores reais, sons fortes e a poeira também.

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  • MalangatanaMalangatana

    Malangatana

    Júlio Navarro

    30,00 

    Malangatana de Júlio Navarro.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1998, 223 págs. E. Il.

    Cuidada edição. profusamente ilustrada a negro e a cores com a reprodução de centenas de obras do artista plástico e poeta moçambicano. Textos de Amâncio d’Alpoim Guedes, Frederico Pereira, José Craveirinha, Ulli Beier, Dennis Williams, Julien Beinart, Betty Schneider, Francisco Bronze, Rui Mário Gomçalves, Eurico Gonçalves, Alvis Wottoun, Cusa, Júlio Navarro, Mia Couto, Margot Dias, Gin Angri, Meira Visser, Jorge Costa, Margarida Santos e Pablo Oyarzún Robles.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    ❗Acompanhado de recortes de imprensa sobre o autor.

  • Memorial do ConventoMemorial do Convento

    Memorial do Convento

    José Saramago

    7,00 

    Memorial do Convento de José Saramago.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1984, 357 págs. B.

    «Um romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dias Felizes, Os

    Dias Felizes, Os

    Luís T. Rodrigues

    5,00 

    Os Dias Felizes de Luís T. Rodrigues.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1989, 142 págs. B.

    «Os Dias Felizes» é, assim, simultaneamente o seu segundo e o seu primeiro livro. Se estão paten tes algumas das qualidades que tornam tão atraente o romance premiado, o fundamental é que se ouve com clareza uma voz muito pessoal e se sente um clima bem próprio. É verdadeiramente um novo escritor que se revela, com uma presença forte que talvez pudéssemos apelidar de neo-romântica se não fosse limitadora, e porventura paradoxal à primeira leitura, uma designação tão taxativa.

    O que não há dúvida é que «Os Dias Felizes»> é uma obra que sintoniza perfeitamente, e recria, uma sensibilidade dilacerada dos nossos dias, e o seu autor, Luís T. Rodrigues, um escritor que merece ser acompanhado de perto.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Che de Manuel Alegre

    Che

    Manuel Alegre

    7,50 

    Che de Manuel Alegre.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1997, 42 págs. B. Il.

    Poema de Che. Talvez um dia ele volte o general dos pobres / talvez um dia ele volte a Ñancahuazú / pouco importa se bem ou mal escolhido mas um lugar do espírito / outro lado da alma e a busca de um sentido / rumor de escrita / à luz de uma fogueira onde cintilam armas / […]

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Ascensão dos Generais

    Ascensão dos Generais

    Rodolfo Konder

    4,00 

    Ascensão dos Generais de Rodolfo Konder.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1977, 106 págs. B.

    A actividade política de Rodolfo Konder levou-o à prisão, onde foi submetido a torturas e violências; circunstâncias políticas impuseram-lhe também dois exílios. Nada mais natural, portanto, que os contos reunidos em A Ascensão dos Generais transpirem política por todos os poros. Ou melhor, sangrem política por todos os poros, porque neles a monstruosa realidade política da América Latina aparece transfigurada em imagens de pesadelo que nos agridem e doem na nossa carne de leitores.

  • Crónicas Algarvias de Manuel da Fonseca

    Crónicas Algarvias

    Manuel da Fonseca

    10,00 

    Crónicas Algarvias de Manuel da Fonseca.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1985, 262 págs. B.

    Crónicas algarvias é uma colectânea de crónicas da autoria do escritor português Manuel da Fonseca, publicadas em 1986.

    Estas crónicas foram originalmente escritas para o jornal vespertino A Capital e tiveram como título original «O Desafio do Algarve».

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Praça Vermelha de Pierre Courade

    Praça Vermelha, A

    Pierre Courade

    6,00 

    Praça Vermelha de Pierre Courade.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1990, 293 págs. B.
    Uma Terra Sem Amos | 41

    A Praça Vermelha é um dos romances franceses que, nascido de questões candentes de uma época perturbada e perplexa, maior e mais prolongado êxito teve. A Praça Vermelha, pela sinceridade, pelo empenho e pelo talento (e também pelo fôlego e pelo drama), mantém intactas as qualidades que tanto eco despertaram e que fazem dele um romance particularmente vivo e profundo, digno da atenção apaixonada do leitor deste século que finda.

    Pierre Courtade, seu autor, teve uma vida breve (nasceu em 1915 e faleceu em 1963) com uma activa participação na resistência à ocupação nazi da França. Posteriormente, foi um jornalista respeitado que percorreu nessa qualidade tanto os Estados Unidos como a União Soviética. Publicou dois livros de contos (Les Circonstances e Les Animaux supérieurs) que o impuseram como escritor, e quatro romances, o último dos quais, este A Praça Vermelha, é como que a súmula da sua obra e da sua vida.

    Pode-se dizer que é um romance histórico da actualidade, que condensa e decanta da melhor maneira experiências complexas e contraditórias, sempre animado pela paixão de compreender e de ser exacto e fiel.

    📝 Assinatura de posse.

  • Todos os Nomes de José Saramago

    Todos os Nomes

    José Saramago

    15,00 

    O protagonista é um homem de meia-idade, funcionário inferior do Arquivo do Registo Civil. Este funcionário cultiva a pequena mania de colecionar notícias de jornais e revistas sobre gente célebre. Um dia reconhece a falta, nas suas coleções, de informações exatas sobre o nascimento (data, naturalidade, nome dos pais, etc.) dessas pessoas. Dedica-se portanto a copiar os respetivos dados das fichas que se encontram no arquivo. Casualmente, a ficha de uma pessoa comum (uma mulher) mistura-se com outras que está copiando. O súbito contraste entre o que é conhecido e o que é desconhecido faz surgir nele a necessidade de conhecer a vida dessa mulher. Começa assim uma busca, a procura do outro.

  • Vivemos Livres numa Prisão de Daniel Sampaio

    Vivemos Livres numa Prisão

    Daniel Sampaio

    6,00 

    «Vivemos Livres Numa Prisão» é uma obra que nos fala de duas problemáticas particularmente pertinentes. A primeira parte aprofunda o problema da adolescência no espaço escolar e as estratégias para se lidar com situações problemáticas. A segunda parte debruça-se sobre a Anorexia Nervosa, nomeadamente o diagnóstico, as causas, a avaliação e o tratamento, o internamento e a prevenção desta doença. Uma obra útil e oportuna para adolescentes, pais, professores e especialistas desta área da saúde.

  • Mulheres de Cinza de Mia Couto.Scanner

    Mulheres de Cinza

    Mia Couto

    7,50 

    As Areias do Imperador: Mulheres de Cinza.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2015, 404 págs. B.

    Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.

    Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.
    Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.

    Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Musa de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Musa

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    7,00 

    Musa de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1994, 48 págs. B.

    “Musa” é o décimo terceiro livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado pela primeira vez em 1994. A obra foi republicada em 1995, 1997 e 2001. “Musa” explora o tema da musa, a figura da inspiração na poesia e na arte, e está relacionada com a mitologia greco-romana, como o poema “O Búzio de Cós e Outros Poemas”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.