• Itinerários Literários de Elvira Manuel Pardinhas Azevedo

    Itinerários Literários

    Elvira Manuel Pardinhas Azevedo

    7,00 

    Itinerários Literários: Viajando Pela Literatura Portuguesa de Elvira Manuel Pardinhas Azevedo.
    Edições ASA. Porto, 1998, 128 págs. E.

    Organizar e planificar visitas de estudo no âmbito da Literatura Portuguesa, sobretudo no Ensino Secundário, é uma tarefa que intimida alguns professores. Os Itinerários aqui apresentados poderão ser o ponto de partida para motivarmos os alunos para o estudo das obras de leitura integral. Estas propostas poderão ainda ser utilizadas no âmbito da Área-Escola.

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  • Cerco de Cartum

    Cerco de Cartum

    Olivier Rolin

    5,00 

    Cerco de Cartum de Olivier Rolin.
    Edições ASA. Porto, 1999, 189 págs. B.

    Os sonhos de um viajante solitário, perdido nos meandros do tempo, entre os reinos medievais do Sudão e a impossível ressureição da mulher amada. O presente romance é, a um tempo, a melhor das homenagens à literatura, sempre “voltada para aquilo que desapareceu” e também a confirmação de Olivier Rolin como um dos autores realmente inovadores da actual cena literária francesa.

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  • Duas Vidas de Jessica Thompson

    Duas Vidas

    Jessica Thompson

    7,00 

    Duas Vidas de Jessica Thompson.
    Edições ASA. Alfragide, 2012, 415 págs. B.

    Esta é quase uma típica história de amor.

    Quando os olhares de Sienna e Nick se cruzam, poderia ter sido amor à primeira vista… se Sienna não tivesse resistido com todas as suas forças. Se a intensidade dos olhos de Nick não a tivesse intimidado, levando-a a pensar de imediato: Estes olhos. Não. Te. Deixes. Levar. Por. Eles. Nick é igualmente apanhado de surpresa e logo se arrepende de não ter agido a tempo. Mas o ritmo de Londres é implacável. Separados e engolidos pela multidão, sabem que a probabilidade de voltarem a encontrar-se é quase nula. Quase…

    Mas o impensável acontece: Sienna e Nick voltam mesmo a encontrar-se. Muitas vezes. E no ambiente menos romântico que se possa imaginar.

    Como esta não é uma típica história de amor, eles estão sempre perto um do outro. Mas nunca suficientemente perto. E o tempo passa e a vida continua.

    Esta quase podia ser a história de duas pessoas que não estão destinadas a viver o amor das suas vidas. Quase…

    📝 Assinatura de posse.

  • A Lei do Amor de Laura Esquivel

    Lei do Amor, A

    Laura Esquivel

    4,00 

    A Lei do Amor de Laura Esquivel.
    Edições ASA. Porto, 1998, 296 págs. B.

    Recordam-se das receitas culinárias de Como Água Para Chocolate? Em A Lei do Amor, Laura Esquivel mostra-nos outro aspecto da sua criatividade. Na sociedade de 2200 os CD estão submetidos a um rigoroso controlo, dado que os indivíduos podem revisitar as suas vidas anteriores escutando determinadas peças de música. Assim, o livro é acompanhado por um disco compacto que contém fragmentos de óperas de Puccini e canções de recorte popular, cuja audição deve ser feita em determinados momentos da leitura. Há também as ilustrações de Miguelanxo Prado, que de tempos a tempos transformam em imagens o desenrolar da própria história.

    Adornos desnecessários? De modo nenhum. pelo contrário, factores de enriquecimento de uma obra que se apresenta como o primeiro romance “multimedia” da história da literatura.

    A Lei do Amor fala-nos, evidentemente, da paixão amorosa, entendida como uma força arrebatadora que sempre acaba por se impor, contra todos os obstáculos, se formos capazes de cumprir os ditames da sua lei. Uma fábula futurista, sensual e impertinente, onde ressoam Shakespeare e Almodóvar, que nos passeia pelo tempo e pelo espaço, no passado e no presente, entre o ódio e o amor, à descoberta da mais secreta e da mais conhecida de todas as leis universais.

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  • Viagem ao Fim da História

    Viagem ao Fim da História

    António Silva Graça

    3,00 

    Viagem ao Fim da História de António Silva Graça.
    Edições ASA. Porto, 1995, 237 págs. E.

    Em Novembro de 1975, uma Frente Revolucionária de esquerda, liderada por um forte e organizado partido político, toma o poder em Portugal… Partindo desta simulação da História, Silva Graça escreve uma estranha fábula, onde o mundo africano da infância e da juventude se entrecruza com a situação emergente da nova situação histórica. O personagem central – um dissidente acusado, entre outras coisas, de ter assassinado um camarada – encontra-se preso e sujeito a interrogatórios. Fernando Pessoa está proibido. Os seus livros são confiscados pela polícia. O escritor mais famoso do país é também detido por escrever uma biografia romanceada de Bernardo Soares.

    O dissidente pede autorização para escrever. Autorizado a fazê-lo, na condição de não escrever poemas, inicia-se na prosa romanesca: memórias, contos e, por fim, o esboço de uma novela, na qual narra o suicídio de uma mulber. Novela que, todavia, não consegue terminar.

    “Deixar uma história assim, inacabada… Não que isso me perturbe demasiado. Não é obrigatório que uma novela tenha um fim. Quem sabe se as novelas não são como as revoluções… As mais formosas são as inacabadas.”

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  • Lourenço Marques de Francisco José Viegas

    Lourenço Marques

    Francisco José Viegas

    7,50 

    Esta é a história de um homem que sonhava com Lourenço Marques. Não com a Lourenço Marques colonial e militar – apenas com «a cidade das acácias, a pérola do Índico», a cidade onde amou pela primeira vez. Vinte e sete anos depois de ter saído de Moçambique, ele regressa para procurar uma mulher, Maria de Lurdes (aliásSara): de Maputo a Pemba e a Nampula, da Ilha de Moçambique ao Lago Niassa, essa busca transforma- se num discurso iniciático sobre a nostalgia de África, o encontro com Deus, a felicidade, a aceitação, o arrependimento, o amor que se perde e a vida que não se viveu. Ao longo dessa viagem encontra Domingos Assor, um polícia que investiga o assassinato de Gustavo Madane, um ex-combatente nacionalista caído em desgraça – e que tem visões, durante as quais pensa ser um «rabino negro e perguntador», que confunde o monte sagrado dos macuas, o Namuli, com o Sinai do deserto egípcio. Ouve as palavras do xehe da mesquita da Ilha de Moçambique, que lhe recita, de trás para a frente, os versículos do Corão. É tratado pelo último médico branco de Lichinga, no Niassa, que ali aguarda a chegada da morte depois de ter sido abandonado pela mulher e de saber que tem cancro. E recorda a Lourenço Marques dos anos setenta como a metáfora dessa vida interrompida pela guerra e pela felicidade dos outros.

    Uma história inquietante e perturbadora sobre a memória portuguesa de África, longe da guerra e dos complexos de culpa coloniais.

  • Regras da Sedução de Madelaine Hunter

    Regras da Sedução

    Madelaine Hunter

    6,00 

    Regras da Sedução de Madelaine Hunter.
    Edições ASA. Porto, 2010, 318 págs. B.

    As regras dele vão iniciá-la no mundo do prazer e da sensualidade. As regras dela vão subjugá-lo. Hayden chega sem aviso e sem ser convidado – um estranho com motivações secretas e um forte carisma. Em poucas horas, Alexia Welbourne vê a sua vida mudar irremediavelmente. A relação entre ambos é tensa, agitada e incómoda. Para Alexia, Hayden é o culpado da sua desventura: sem dote, ela perdeu qualquer esperança de algum dia se casar. Mas tudo muda quando Hayden lhe rouba a inocência num acto impulsivo de paixão. As regras da sociedade obrigam-na a casar com o homem que arruinou a sua família. O que ela desconhece é que o seu autoritário e sensual marido é movido por uma intenção oculta e carrega consigo uma pesada dívida de honra. Para a poder pagar, ele arriscará tudo… excepto a mulher, que começa a jogar segundo as suas próprias regras…

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  • Encontro com a Morte de Agatha Christie

    Encontro com a Morte

    Agatha Christie

    4,00 

    Encontro com a Morte de Agatha Christie.
    Edições ASA. Porto, 2007, 205 págs. B.

    Por entre as ruínas antigas de Petra, na Jordânia, jaz morto o corpo de Mrs. Boynton. Uma pequena marca no pulso é o único vestígio da injecção que a matou. Com apenas vinte e quatro horas para descobrir o assassino, Hercule Poirot relembra um comentário que ouvira por acaso, ainda em Jerusalém: “Compreendes que ela tem de ser morta, não compreendes?”. Profundamente odiada, principalmente pela sua própria família, Mrs. Boynton era uma mulher cruel e a sua morte é um alívio para todos os que viviam subjugados pelo seu poder.

    Os familiares sentem-se finalmente livres e pedem a Poirot para não iniciar a investigação. O detective terá de lutar contra o tempo e a vontade de todos, para resolver o mistério da morte de uma das pessoas mais detestáveis de que alguma vez ouvira falar.

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  • Cartas na Mesa de Agatha Christie

    Cartas na Mesa

    Agatha Christie

    4,00 

    Cartas na Mesa de Agatha Christie.
    Edições ASA. Porto, 2007, 205 págs. B.

    Mr. Shaitana é famoso pela extravagância das festas que promove, bem como pelo subtil e incómodo temor que inspira a todos os que o rodeiam. Razões suficientes para instilar as maiores reservas ao recatado Hercule Poirot. Mas quando Shaitana revela ao detective considerar o assassínio como uma forma de arte e seguidamente o convida para jantar, Poirot não resiste e aceita o convite, curioso que está acerca da misteriosa “colecção” do seu anfitrião. Fazendo jus à fama que o rodeia, Shaitana consegue que a festa supere todas as expectativas. De facto, o que começa por ser uma absorvente noite de bridge vem a transformar-se num jogo de vida ou morte

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  • Quando a Sombra se Separa da Terra de Daniele del Giudice

    Quando a Sombra se Separa da Terra

    Daniele del Giudice

    3,00 

    Quando a Sombra se Separa da Terra de Daniele del Giudice.
    Edições ASA. Porto, 1998, 143 págs. B.

    O epicentro do presente romance é o primeiro voo a solo do narrador. Mas outras histórias, todas relacionadas com a aviação, desfilam perante nós: por exemplo, a amizade entre o narrador e Bruno, o professor de pilotagem, a queda de um avião de passageiros em Palermo; o heroísmo aéreo no Mediterrâneo durante a Segunda Guerra Mundail; o último voo de Saint-Exupéry…

    Quando a sombra de separa da terra é um livro magistral que nos transporta para um mundo governado por leis diferentes; um mundo onde é perene a caducidade de tudo, onde a aprendizagem nunca acaba, onde o que conta é o percurso, o erro, o peso de cada segundo, o jogo entre a técnica e o instinto, entre a vertigem e o medo. Um mundo onde cada descolagem é uma metamorfose que transforma as manobras de voo em manobras da vida.

    E onde, quando aterramos, sorrimos, reunidos de novo à nossa sombra.

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  • Ric Hochet de Duchateau

    Ric Hochet

    Duchateau

    7,50 

    Ric Hochet de Duchateau e Tibet.
    Edições ASA. Porto, 2009, 96 págs. B.

    A editora portuguesa Público, em parceria com a ASA, iniciou uma nova coleção, dedicada a antigos heróis da “banda desenhada” – como as histórias em quadrinhos são conhecidas por lá. Os personagens ficaram famosos ao ser publicados na extinta Revista Tintin (edição portuguesa), e são agora resgatados para uma colecção apropriadamente intitulada “Clássicos da Revista Tintin”

    Obra com os albuns: Uma Armadilha para Ric Hochet | Ric Hochet contra “O Serpente”

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    Obra com os albuns: Uma Armadilha para Ric Hochet | Ric Hochet contra “O Serpente”

  • Nox de Thomas Hettche

    Nox

    Thomas Hettche

    3,00 

    Nox de Thomas Hettche.
    Edições ASA. Porto, 1998, 107 págs. B.
    Colecção Pequenos Prazeres

    Berlim, Novembro de 1989, noite da queda do Muro: o narrador descreve-nos a sua própria morte às mãos de uma mulher que conheceu casualmente no dia anterior. A partir daí, o leitor vai seguir o percurso dessa mulher através das ruas da cidade, nessa noite histórica e torrencial, em que o sexo e o desejo estão por todo o lado, obsessivos, como se a queda do Muro fosse um terrível exorcismo necessário à catarse da libertação.

    Incapaz de recordar o próprio nome, dominada por um profundo impulso autoflagelador, perseguida por um cão-polícia, esta mulher perder-se-á na multidão eufórica, numa fuga sem objectivo em direcção ao Leste, em que cada encontro fortuito serve de ocasião para uma descida aos infernos da dor e da humilhação sexual.

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  • Deus Cripou Eva de Bercovici

    Deus Criou Eva, E

    Bercovici

    7,50 

    E Deus Criou Eva de Bercovici e Gerrit de Jage.
    Edições ASA. Porto, 2002. B.

    Philippe Bercovici tinha apenas quatorze anos de idade, quando as suas primeiras páginas foram publicadas na secção Carte Blanche da revista Spirou. Dois anos depois, a partir de argumentos de Raoul Cauvin, desenha Les Grands Amours Contrariées, histórias humorísticas de amor famosas. As histórias foram recolhidas em álbum pela Dupuis, em 1982. Em 1981, Bercovici e Cauvin iniciam a sua série de sucesso, As Batas Brancas. Enquanto continua a trabalhar na sua série de sucesso com Cauvin, Bercovici inicia uma longa colaboração com o argumentista François Corteggiani. Juntos, concebem as séries Robinson et Zoé (em Gomme, 1982), Le Magnifique Kostar (em Circus, 1984), Barnabé, Envoye Especial, Big Bang Orchestra (em Je Bouquine, de 1986), Yann et Julie (em P’tit Loup, 1989) e Le Grand Panic Circus (em Pif Gadget). Além disso, produzem álbuns como Testar le Robot (Fleurus, 1987) e Téléfaune (Dargaud, 1993). A partir de 1989, Bercovici está presente no magazine belga L com Leonid et Spoutnika, uma série de gags escritos por Yann. Em 1994, inicia Cactus Club com François Gilson na revista Spirou. Usando Thelonius como pseudónimo, cria O Boss, uma série sobre o editor-chefe do Spirou, escrito por Zidrou. Além disso, Bercovici faz ilustrações para várias campanhas publicitárias. Com o artista holandês Gerrit de Jager, cria Adam en Eva. A série é publicada em L’Echo des Savanes, uma revista em que Bercovici também desenha  L’Ensexyclopedie com Jean-Michel Thiriet. Em Le Journal de Mickey, inicia a série humorística Maison avec Jardin com textos de Zépo e com Noblet cria AdoStars, em 2007.

    📕 1ª Edição.
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  • Contos de Embalar de Eric Kincaid

    Contos de Embalar

    Eric Kincaid

    6,00 

    Contos de embalar para ler à hora de deitar, numa selecção extremamente diversificada de contos, em prosa e em verso, desenhados por excelentes ilustradores ingleses.

  • Relógio de Cárcere de José Riço Direitinho

    Relógio de Cárcere

    José Riço Direitinho

    6,00 

    Relógio de Cárcere de José Riço Direitinho.
    Edições ASA. Porto, 1997, 154 págs. E.

    Tendo como cenário o mesmo mundo rural que José Riço Direitinho elegeu como palco das suas ficções anteriores, a acção de O Relógio do Cárcere decorre, entre o início de 1832 e os primeiros meses de 1834, no lugar imaginário de Vilarinho dos Loivos e na vila beirã de Midões. O fidalgo da Casa do Seixo, Afonso Aires de Navarra (a quem chamavam «O Velho» havia muito tempo, apesar de não ter completado ainda trinta anos), e António do Soutelinho (que o acaso fez um dia guerrilheiro) são as duas personagens principais desta história onde ecoam os rumores da queda anunciada da Monarquia Absoluta e da sua substituição por um Regime Liberal. Depois de A Casa do Fim e Breviário das Más Inclinações, José Riço Direitinho confirma com este seu novo romance o lugar de destaque que ocupa, por direito próprio, no panorama da nova ficção

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  • Nevermore de Marie Redonnet

    Nevermore

    Marie Redonnet

    3,00 

    Nevermore de Marie Redonnet.
    Edições ASA. Porto, 1998, 127 págs. B.

    Quando Willy Bost chega à misteriosa cidade fronteiriça de San Rosa, está longe de imaginar o “inferno” com que terá de confrontar-se… Parece o início de um romance policial, ou, mais correctamente, de um romance negro. Mas não foi Jorge Luis Borges quem afirmou, citando “O Processo” de Kafka e o “Santuário” de Faulkner, que todos os grandes romances do século XX eram “policiais” na sua essência? Nevermore é na verdade a história de uma investigação: uma investigação sobre a realidade inquietante e ameaçadora de San Rosa e do seu governador, o presidente Hardley, bem como sobre a memória perdida de Santa Flor, do outro lado da fronteira. É a história de um amor entre Willy Bost e Cassy Mac Key. E é também a história daqueles que, como Lizzie Malik, lutam para inventar um presente liberto das maldições do passado e reconstruir, de outra forma, as suas próprias vidas. Parábola feroz sobre o mundo contemporâneo, Nevermore vem revelar ao leitor português uma das vozes mais poderosas e originais da nova literatura francesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.