Relógio de Cárcere

Tendo como cenário o mesmo mundo rural que José Riço Direitinho elegeu como palco das suas ficções anteriores, a acção de O Relógio do Cárcere decorre, entre o início de 1832 e os primeiros meses de 1834, no lugar imaginário de Vilarinho dos Loivos e na vila beirã de Midões. O fidalgo da Casa do Seixo, Afonso Aires de Navarra (a quem chamavam «O Velho» havia muito tempo, apesar de não ter completado ainda trinta anos), e António do Soutelinho (que o acaso fez um dia guerrilheiro) são as duas personagens principais desta história onde ecoam os rumores da queda anunciada da Monarquia Absoluta e da sua substituição por um Regime Liberal. Depois de A Casa do Fim e Breviário das Más Inclinações, José Riço Direitinho confirma com este seu novo romance o lugar de destaque que ocupa, por direito próprio, no panorama da nova ficção nacional.

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Relógio de Cárcere de José Riço Direitinho. Edições ASA. Porto, 1997, 154 págs. Dura. Sobrecapa.

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Tendo como cenário o mesmo mundo rural que José Riço Direitinho elegeu como palco das suas ficções anteriores, a acção de O Relógio do Cárcere decorre, entre o início de 1832 e os primeiros meses de 1834, no lugar imaginário de Vilarinho dos Loivos e na vila beirã de Midões. O fidalgo da Casa do Seixo, Afonso Aires de Navarra (a quem chamavam «O Velho» havia muito tempo, apesar de não ter completado ainda trinta anos), e António do Soutelinho (que o acaso fez um dia guerrilheiro) são as duas personagens principais desta história onde ecoam os rumores da queda anunciada da Monarquia Absoluta e da sua substituição por um Regime Liberal. Depois de A Casa do Fim e Breviário das Más Inclinações, José Riço Direitinho confirma com este seu novo romance o lugar de destaque que ocupa, por direito próprio, no panorama da nova ficção nacional.

Peso 280 g

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