• Crise do Liberalismo, A

    Crise do Liberalismo, A

    Victor de Sá

    7,50 

    A Crise do Liberalismo e as primeiras manifestações das ideias socialistas em Portugal (1820-1852) de Victor de Sá.
    Seara Nova. Lisboa,  1974, 351 págs. B.

    Se a princípio tive a intenção de estudar simplesmente a influência de o proudhonismo em Portugal, compreendi em dado momento que devia estudar de preferência as condições históricas e as primeiras manifestações do pensamento socialista em Portugal, para chegar finalmente ao assunto mais preciso da minha tese, a crise do liberalismo e as primeiras manifestações da ideias socialistas em Portugal (1820-1852).

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  • Impasse de Francisco Sá Carneiro

    Impasse

    Francisco Sá Carneiro

    6,00 

    Impasse de Francisco Sá Carneiro.
    Macroplan. Lisboa, 1978, 102 págs. B.

    Entendi oportuno esclarecer as razões do meu afastamento da Direcção do Partido Social Democrata. Para o fazer pareceu-me suficiente a divulgação conjunta dos cinco textos destinados ao Povo Livre e do discurso proferido no Congresso do Porto, que não foi publicado na íntegra. Pela primeira vez tomo a iniciativa de divulgar o artigo que não chegou a ser publicado no jornal do Partido e as declarações de voto transcritas na minha intervenção do Congresso. Como resulta dos textos publicados, foram essencialmente políticas as razões da minha atitude, as quais radicam em factos exteriores ao Partido e noutros que nele tiveram origem (…).

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  • Doutrina Peronista

    Doutrina Peronista

    Mário M. Goizueta

    10,00 

    Doutrina Peronista de Mário M. Goizueta [et al.]
    Buenos Aires, 1952, 483 págs. B.

    O peronismo é um movimento político argentino fundado por Juan Domingo Perón nos anos 40. Baseia-se na justiça social, na independência económica e na soberania política, combinando elementos do nacionalismo, sindicalismo e populismo

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  • Solução para Portugal de Diogo Freitas do Amaral

    Solução para Portugal, Uma

    Diogo Freitas do Amaral

    5,00 

    Solução para Portugal de Diogo Freitas do Amaral.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1985, 195 págs. B.

    «Nos séculos XIX e XX, Portugal tem oscilado entre períodos de governo fraco em democracia períodos de governo forte em ditadura. A solução para Portugal é um governo forte em democracia.» Nesta síntese, Diogo Freitas do Amaral descreve o que considera ser o problema português e propõe uma solução para Portugal. Apontando os bloqueios fundamentais, Diogo Freitas do Amaral anuncia as reformas necessárias. Para mudar um sistema político instável. Para simplificar uma Administração burocrática. Para libertar uma economia estatizada. Para investir na educação, atacando a fundo o atraso português. Em suma, para indicar um caminho de mudança. Neste livro, Diogo Freitas do Amaral convida Portugal inteiro a pensar antes de decidir. Porque ele próprio reflectiu, antes de agir.

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  • Ideias Políticas e Sociais de Jesus Cristo de Diogo Freitas do Amaral

    Ideias Políticas e Sociais de Jesus Cristo

    Diogo Freitas do Amaral

    6,00 

    Ideias Políticas e Sociais de Jesus Cristo de Diogo Freitas do Amaral.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2019, 89 págs. E.

    Neste breve mas claríssimo ensaio, o autor, católico praticante de uma vida, Professor de Direito e autor de manuais sobre pensamento político do Ocidente, analisa as mensagens políticas e sociais de Jesus Cristo apresentadas nos quatro evangelhos que formam o Novo Testamento, no seu contexto histórico, e reflete sobre a sua continuada pertinência nos nossos dias.

    «Não tenho credenciais para escrever sobre problemas teológicos, exegéticos ou hermenêuticos. Mas, tendo redigido, ao longo de vários anos de estudo e reflexão, uma História do Pensamento Político Ocidental, gostaria de aplicar os métodos que utilizei nesse trabalho ao estudo e comentário das ideias políticas, económicas e sociais de Jesus Cristo. (…) Penso que este breve opúsculo poderá ter uma dupla utilidade: para os cristãos, chamar de novo a sua atenção para o facto de que, como Jesus avisou, “nem todo aquele que diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no reino do céu. Só aí entrará quem ouve [as] minhas palavras e as põe em prática” (Mateus 7, 21 e 24); para os não cristãos, para os que seguem outras religiões e para os não crentes, sublinhar que Jesus Cristo não tinha a intenção de pregar aos convertidos, mas sim aos que se sentiam perdidos ou incompletos na sua vida (…). Mesmo que não acreditem na divindade de Jesus, sei que há muitos agnósticos e ateus que reconhecem como excecionalmente boas as suas ideias políticas e, sobretudo, as sociais e que em larga medida as seguem.» (da Introdução)

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  • Política e Histórica de Rodrigues Cavalheiro

    Política e Histórica

    Rodrigues Cavalheiro

    7,50 

    Política e Histórica de Rodrigues Cavalheiro.
    Livraria Sam Carlos. Lisboa, 1960, 242 págs. B.

    Em Política e História, Rodrigues Cavalheiro oferece uma análise profunda sobre como os acontecimentos históricos influenciam a política contemporânea e como o exercício do poder, ao longo dos tempos, tem sido um reflexo das dinâmicas sociais e culturais. Através de uma abordagem crítica, o autor explora as grandes questões da História, desafiando o leitor a refletir sobre os ciclos de ascensão e queda das civilizações, das ideologias e dos regimes. Uma obra fundamental para compreender os caminhos tortuosos da política ao longo dos tempos.

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  • Direitos do Homem

    Direitos do Homem

    António Maria Pereira

    7,50 

    Direitos do Homem de António Maria Pereira.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1979, 278 págs. B.

    A obra está dividida em três partes: a primeira expõe a temática universal dos direitos do homem e a medida da sua protecção em Portugal. Aqui se abordam problemas como o dos saneamentos revolucionários, do não paga-mento das indemnizações, do julgamento dos ex-pides, e da lei sobre as organizações fas-cistas; a segunda parte é um resumido manual da Convenção Europeia e do processo perante as instâncias de Estrasburgo, onde se analisa o alcance das reservas formuladas por Portugal; a terceira transcreve as convenções internacionais sobre direitos do homem que Portugal subscreveu.

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  • Despertar da Revolução Brasileira

    Despertar da Revolução Brasileira

    Márcio Moreira Alves

    7,50 

    Despertar da Revolução Brasileira de Márcio Moreira Alves.
    Seara Nova. Lisboa, 1974, 283 págs. B.

    «Moreira Alves foi um dos primeiros cassados pelo AI-5, o ato que suspendeu os direitos civis durante o regime militar e concedeu poder irrestrito aos militares, como o direito à censura a meios de comunicação e ao fechamento do Congresso Nacional. Antes disso, o deputado Moreira Alves era uma das estrelas da oposição durante etapa inicial do regime militar, mais branda. Eleito em 1966 pelo MDB do Rio de Janeiro, quando era jornalista do jornal Correio da Manhã, destacou-se pela eloquência e combatividade na Câmara. Em 2 de setembro de 1968 proferiu o famoso discurso em que denunciou a repressão aos estudantes e sugeriu que as moças não namorassem militares.»

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  • Crise do Capitalismo Global

    Crise do Capitalismo Global

    George Soros

    6,00 

    Crise do Capitalismo Global: A Sociedade Aberta Ameaçada de George Soros.
    Temas e Debates. Lisboa, 1999, 274 págs. B.

    George Soros é uma lenda viva no mundo da finança e o seu nome tornou-se referência obrigatória de Wall Street a Wuhan, de Manchester a Moscovo, de Bruxelas a Banguecoque.
    O Quantum Fund, de que foi o principal impulsionador, revelou-se o fundo de investimentos mais eficaz de sempre e as suas fundações ajudaram a remodelar o mundo pós-Guerra Fria. Agora George Soros recorre à sua inteligência, à sua perícia e aos seus conhecimentos para explicar a crise da economia global. O resultado é uma obra surpreendente e rigorosa, que constitui simultaneamente urna crítica implacável aos erros cometidos e uma visão inspiradora de como podem ser superados.
    Em A Crise do Capitalismo Global, Soros disseca a teoria económica em geral e a actual crise em particular, mostrando como a aliança entre alguns pressupostos teóricos e o comportamento humano conduziu à desordem presente; a fé incondicional nas forças do mercado cegou-nos relativamente a instabilidades cruciais, que reagiram em cadeia e causaram uma crise que tem potencial para se tornar cada vez mais grave.
    Há, porém, uma saída, que implica a adopção do conceito de sociedade aberta e, segundo George Soros, ela será a salvação não só do sistema financeiro, mas da própria civilização contemporânea.

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  • Contestatários nos Estados Unidos, Os

    Contestatários nos Estados Unidos, Os

    Manuel Semidei

    7,00 

    Contestatários nos Estados Unidos de Manuel Semidei.
    Ulisseia Editora. Lisboa, 1975, 190 págs. B.

    No presente livro, Manuela Semidei faz o balanço da contestação nos Estados Unidos. Situando este fenómeno dentro do seu contexto histórico, económico e social, interroga-se acerca da convergência entre os contestatários das esquerdas e das direitas. Mostra também que, apesar do actual refluxo da Nova Esquerda, os contestatários estão na origem de movimentos de reforma que hoje em dia se processam nos Estados Uni-dos nos mais diversos campos, inclusive o da política.

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  • Pressupostos do Socialismo e as Tarefas da Social-Democracia de Eduard Bernstein

    Pressupostos do Socialismo e as Tarefas da Social-Democracia, Os

    Eduard Bernstein

    7,00 

    Pressupostos do Socialismo e as Tarefas da Social-Democracia de Eduard Bernstein.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1976, 345 págs. B.

    Discípulo preferido e executor testamentário de Engels, Eduard Bernstein (1850-1932) começa, logo a seguir à morte do seu mestre, a pôr em causa um certo número de teorias de Marx. No plano filosófico, dirige os seus ataques contra o método dialéctico e torna-se o principal defensor de um regresso a Kant, regresso este que encontrará a sua expressão no «neokantismo» de todo um sector da «inteligentzia» social-democrata. A luz dos mais recentes desenvolvimentos do capitalismo na sua época, Bernstein contesta as teorias do valor, da mais-valia e da pauperização. Finalmente, no plano político, apoiando-se na prática real do partido alemão, o reformismo, convida os sociais-democratas a «emanciparem-se duma fraseologia ultrapassada pelos factos e a apresentarem-se como aquilo que na realidade são: um partido de reformas socialistas e democráticas».
    Condenado por revisionismo pela social-democracia internacional, Bernstein tinha todavia interpretado pertinentemente uma corrente muito profunda existente no movimento socialista. Proclamando-se oficialmente marxista, esta corrente vai dominar os partidos da II Internacional combinando um certo marxismo teórico com uma prática política essencialmente parlamentar em que os objectivos revolucionários estão muito longinquos ou mesmo ausentes.
    Os Pressupostos do Socialismo e as Tarefas da Social-Democracia reúne precisamente os artigos de Bernstein que estão na origem da crise aberta pelo revisionismo na social-democracia.
    As repercussões e o significado histórico da obra tornam desnecessário salientar a importância desta sua primeira edição portuguesa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Dez Dias Que Abalaram o Mundo

    Dez Dias Que Abalaram o Mundo

    John Reed

    6,00 

    Dez Dias Que Abalaram o Mundo de John Reed.
    Edições Avante. Lisboa, 1977, 389 págs. B.

    Em 2017 assinalam-se os 100 anos da Revolução Russa. Esta edição comemorativa, prefaciada por Francisco Louçã, constitui-se como um documento fundamental para a compreender em tudo aquilo que ela teve de transformador e contraditório.

    Os Dez Dias que Abalaram o Mundo é uma reportagem sobre os frenéticos dias que se viveram na Rússia em 1917, desde o fim do czarismo, passando pelo governo provisório de Kerenski, até ao triunfo da revolução social bolchevique. Disponibiliza vários documentos – decretos, proclamações, panfletos, etc. -, apresenta vários testemunhos dos soldados na frente de guerra, dá voz ao povo anónimo – soldados, operários e camponeses – e aos mais proeminentes líderes das várias fações e partidos políticos – dos bolcheviques aos conservadores -, assim como relata algumas das mais interessantes e difíceis discussões por que passou o processo revolucionário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dicionário de Política

    Dicionário de Política

    Florence Elliott

    5,00 

    Dicionário de Política de Florence Elliott
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1972, 510 págs. Mole.

    É difícil em poucas palavras sugerir todo o vasto conteúdo deste livro, que analisa e esclarece as mais recentes situações do panorama político mundial. «Curriculum exaustivo de acontecimentos, história das mais destacadas personalidades, análise e descrição de instituições políticas, monografia de praticamente todos os Estados independentes do mundo bem como das principais possessões ultramarinas, este dicionário trata ainda de modo especial os locais que foram ou são centro de disputas e de tensões, enumera e estuda os principais partidos politicos analisando os seus objetivos, debruça-se sobre as diversas organizações internacionais, descreve as ideologias, refere as datas, declarações importantes, etc.

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  • 45 Anos de Luta Pela Democracia Sindical

    45 Anos de Luta Pela Democracia Sindical

    Edmundo Pedro

    6,00 

    45 Anos de Luta Pela Democracia Sindical: Reflexões de um militante de Edmundo Pedro.
    Fundação José Fontana. Lisboa, 1979, 156 págs. B.

    O homem que fala neste livro não é apenas um grande lutador antifascista cujo passado compendia uma linha de resistência tenaz e indomável ao fascismo; não é apenas o expreso do Tarrafal que teve o privilégio de ser o mais jovem detido do campo da morte; não é apenas o cidadão que, consciente das suas responsabilidades, nunca virou a cara à luta. É também o homem que sempre soube antepor aos seus interesses pessoais as exigências da causa que serve; é também o homem que sempre, tanto antes como depois do 25 de Abril se recusou a sacrificar ao demónio da ambição ou a vogar nas águas do oportunismo por que tantos se deixaram tentar.

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  • Willy Brandt e a Alemanha de Hoje de Henri Ménudier

    Willy Brandt e a Alemanha de Hoje

    Henri Ménudier

    5,00 

    Willy Brandt e a Alemanha de Hoje de Henri Ménudier.
    Edições Rolim. Lisboa, 1978, 302 págs. Mole.

    Presidente do Partido Social-Democrata (SPD) – o maior partido da Alemanha Federale, desde Novembro de 1967, Presidente da Internacional Socialista, Willy Brandt continua a ser uma personalidade de relevo na política alemã e europeia, mesmo depois de ter abandonado a direcção do governo federal. Resistente anti-fascista, Prémio Nobel da Paz em 1971, fez mais do que qualquer outro pelo fomento das reformas internas, no seu país, e para o reconciliar com os Estados da Europa de Leste.

    Num estilo muito directo e sem fugir às perguntas embaraçosas, Henri Ménudier trocou impressões com os dirigentes das grandes formações políticas: Willy Brandt (S.P.D.); Hans Dietrich Genscher (liberais do F.D.P.); Helmut Kohl (cristãos democratas do C.D.U.). Os problemas internos dos partidos, a situação da Alemanha e os projectos de reforma constituem o cerne destas conversas.

     

    Na parte relativa aos inquéritos, Henri Ménudier estuda igualmente o balanço político, económico e social da acção governamental. Uma ideia fundamental destaca-se dentro desse quadro preciso e vivo: mais poderosa, a Alemanha Federal tornou-se um símbolo de estabilidade. “Um livro que chega no momento oportuno” diz o professor Alfred Grosser no prefácio.

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  • Poesias Selectas de Henrique Carlos Midosi

    Poesias Selectas

    Henrique Carlos Midosi

    20,00 

    Poesias Selectas nos Diversos Generos de Composições Poeticas para a Leitura, Recitação e Analise Grammatical e de Estylo dos Poetas Portuguezes no 1º, 2º, 3º e 5º Anno do Curso Geral dos Lyceus de Henrique Carlos Midosi.
    Imprensa Nacional. Lisboa, 1866, 322 págs. E.

    Na primeira edição da minha obra prometti corrigil-a e accrescental-a com explicações e notas, se ella fosse bem acceita. A falta de outro melhor fez talvez que o Conselho Geral de Instrucção Publica adoptasse este livro para servir de texto nas aulas de instrucção secundaria. Aproveitando bons conselhos de pessoas intendidas conservei a ordem que tinha seguido na 2.ª e 3.ª edições, dispuz os generos de poesia começando pelo mais simples e facil e terminando pelo mais elevado e difficil, graduando-os por esta fórma: Fabula, genero didactico, descriptivo, pastoril, epigrammatico, elegiaco, lyrico, epico e dramatico.

    📕 4ª Edição.