• Arma da Teoria: Unidade e Luta de Amilcar Cabral

    Arma da Teoria: Unidade e Luta

    Amilcar Cabral

    15,00 

    Obra fundamental da luta anticolonial, Unidade e Luta reúne textos políticos de Amílcar Cabral, fruto da sua prática revolucionária na independência da Guiné e Cabo Verde. Aborda política, ideologia, estratégia militar e desenvolvimento social, refletindo sobre a libertação como transformação global. A linha ideológica de Cabral articula-se em torno da dominação imperialista e da luta armada como ato cultural e político.

  • Resistência à Libertação de Sérgio Guimarães

    Resistência à Libertação

    Sérgio Guimarães

    40,00 

    Obra profusamente ilustrada com centenas de fotografias a preto e branco dos acontecimentos e personalidades mais importantes, politicamente, desde a implantação da 1ª República (5 de Outubro de 1910) até pouco depois da implantação da 2ª República (25 de Abril de 1974), passando, obviamente, pelos quarenta e oito anos de obscurantismo fascista.
    Fotografias da autoria dos mais consagrados fotógrafos da época como Abel Fonseca, Alberto Gouveia, Alfredo Cunha, Cidac, Eduardo Gageiro, Fernando Baião, Francisco Ferreira, Hernando Domingues, João Paiva, José Tavares, etc.

  • Nação Abandonada de Adriano Moreira

    Nação Abandonada

    Adriano Moreira

    7,50 

    Nação Abandonada de Adriano Moreira.
    Intervenção. Lisboa, 1977, 125 págs. B.

    O livro, que também inclui a seção “Nação Peregrina em Terra Alheia”, é uma reflexão sobre a situação das culturas portuguesas espalhadas pelo mundo, com uma mistura de amargura e esperança. A obra aborda o estado em que essas culturas se encontram e, simultaneamente, expressa uma mensagem de esperança.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Suicídio das Democracias de Claude Julien

    Suicídio das Democracias, O

    Claude Julien

    8,00 

    Após o sucesso obtido com o livro “Império Americano”, pelo qual lhe foi atribuido Prix Aujourd’hui, Claude Julien analisa, neste seu lúcido relato dos factores que corrompem as democracias ocidentais, as determinantes e os sintomas do colapso que as ameaça. Atraiçoando o ideal que historicamente as diferenciava dos regimes totalitários liberdade, igualdade, fraternidade, desprotegendo os direitos fundamentais dos cidadãos, mantendo entre estes, sob um novo aspecto, as desigualdades e sacrificando o indivíduo às exigências da produção, as estruturas democráticas do Ocidente deixam o campo livre às aventuras totalitárias, condenando-se ao suicídio.

  • Sindicalismo em Portugal, O

    Sindicalismo em Portugal, O

    Manuel Joaquim de Sousa

    10,00 

    Edição integrada na colecção «Movimento Operário Português», acrescentada de uma ‘Nota Biográfica do autor’ e de uma ‘Introdução’ por Emídio Santana. Manuel Joaquim de Sousa, natural da cidade do Porto e operário manufactor de calçado, desde muito novo começou a militar no movimento operário, tendo-se revelado figura de grande notoriedade dentro do movimento anarco-sidicalista e desempenhado importantes funções como dirigente sindical durante a Primeira República.

  • Ao Serviço de Portugal de António Spínola

    Serviço de Portugal, Ao

    António Spínola

    10,00 

    Importantes intervenções públicas de António de Spínola após o movimento revolucionário de 25 de Abril, para cuja história são elementos fundamentais.

  • Relações Entre Áustria e Portugal

    Relações Entre Áustria e Portugal

    Ludwig Scheidl

    15,00 

    As relações entre a Áustria e Portugal cresceram ao longo da história e revestem-se de uma considerável tradição. São relações entre dois países europeus que, em função da respectiva situação geo-política -a Áustria na Europa Central, como baluarte e mais tarde centro do Sacro Império Romano-Germanico, Portugal no Atlântico, como potência marítima e ponte para a África, Ásia e América – desempenharam ambos, através dos séculos, uma importante missão europeia e forneceram um grande contributo para a história e cultura da Europa.

  • Memórias de um Operário de José Silva

    Memórias de um Operário

    José Silva

    20,00 

    Memórias de um Operário de José Silva.
    S.E.N. Cooperativa Cultura. Porto, 1971, 2 vols. B.

    “Causa e efeito do mesmo mal, um dos sintomas da nossa carência de formação social consiste no desconhecimento em que nos encontramos do nosso mais próximo passado. Os acontecimentos políticos e económico-sociais da primeira metade do nosso século são desconhecidos da esmagadora maioria dos contemporâneos. E à juventude não chegam os ecos das lutas travadas e dos anseios alimentados, tantas vezes por seus próprios pais, tios ou avós. Desse desconhecimento resultam dois prejuízos imediatos: os mais novos tomam-se de pretensiosa atitude adâmica, supondo que só a partir deles se iniciou o assalto ao fruto proibido, não incorporando por isso no ímpeto da sua arrancada a força de experiência contida nas lutas de seus antepassados; e os mais velhos, por sua vez, tomados por uma timidez injustificada, calam os gestos rebeldes da idade viril e fecham-se num mutismo com travo de frustração, gerador de cepticismos (…)”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Diário de Paris (2001-2003)

    Diário de Paris (2001-2003)

    Marcello Duarthe Mathias

    7,50 

    Diário de Paris (2001-2003) de Marcello Duarthe Mathias.
    Oceanos. Porto, 2007, 417 págs. B.

    “Paris, cenário de adolescência, cidade amada entre as cidades, é o local onde Marcello Duarte Mathias irá travar o combate mais difícil: contra a doença, contra a morte. Sem amargura nem rancor, vai-nos falando dele naquele tom de conversa amena, aguda e lúcida que é um dos principais encantos do seu estilo. Com a mesma coragem analítica, onde não há ponta de frieza, mas ainda uma boa dose de irrequietude juvenil, muitas das páginas deste Diário, nunca monótono, retomam persistentemente uma interrogação ágil e sempre em aberto sobre as razões, mistérios, forças e fraquezas da sua existência como homem e escritor. A par destes dois temas essenciais, o leitor encontrará no livro numerosos pontos de interesse: registos de ordem pessoal por entre apontamentos de leitura e de viagem, notas soltas ao correr dos dias, filmes, gentes e paisagens, quadros e pintores (a pintura é referência constante e apaixonada), aqui e ali breves perfis notáveis de concisão psicológica”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Conversas com Adelino da Palma Carlos

    Conversas com Adelino da Palma Carlos

    Helena Sanches Osório

    10,00 

    Conversas com Adelino da Palma Carlos de Helena Sanches Osório.
    Edições Referendo. Amadora, 1988, 255 págs. B.

    Foi há catorze anos. Em Julho de 1974, menos de três meses após a Revolução do “25 de Abril”, o Primeiro-Ministro do I Governo Provisório demitiu-se. Foi o choque que ficou conhecido como “a crise Palma Carlos”.

    Os jornalistas “assaltaram” o Palácio de Belém para saber o “porquê”. Sabiam o quem, o onde, o quando, o como … mas não sabiam o porquê. O Prof. Palma Carlos respondeu-lhes: “Vão à bruxa”.

    Catorze anos depois, a Jornalista Helena Sanches Osório conseguiu o que ninguém pensava ser possível saber-se em vida dos protagonistas da História. Da nossa História recente: o Prof. Doutor Adelino da Palma Carlos, Primeiro-Ministro do primeiro Governo saído da Revolução, demitiu-se por “não querer morrer como traidor à Pátria”.

    A descolonização tal qual foi feita significou, para Palma Carlos, uma traição. Com ele solidarizaram-se Sá Carneiro, Firmino Miguel, Vieira de Almeida e Magalhães Mota. Os outros não.

    📝 Assinatura de posse.

    A descolonização tal qual foi feita significou, para Palma Carlos, uma traição. Com ele solidarizaram-se Sá Carneiro, Firmino Miguel, Vieira de Almeida e Magalhães Mota. Os outros não.

  • Cidadão Lusitano D. Julio de Innocencio Antonio de Miranda

    Cidadão Lusitano

    Julio de Innocencio Antonio de Miranda

    40,00 

    Apezar das criticas, o Cidadão Lusitano continuou a ter grande voga, esgotando- se em brevissimos dias a primeira edição, e acontecendo quasi outro tanto à segunda, mais numerosa que se fez em seguida. (…) Sobrevindo a queda da Constituição, o cardeal patriarcha D. Carlos da Cunha, apenas recolheu a Lisboa em Junho de 1823, publicou logo uma pastoral em que, de mistura com algumas outras obras, prohibiu sob pena de excommunhão a leitura do Cidadão Lusitano.

  • Tradição da Liberdade de João Carlos Espada

    Tradição da Liberdade, A

    João Carlos Espada

    8,00 

    Obra marcada pela atenção aos novos problemas com que a filosofia e a sociologia política actualmente se defrontam, A Tradição da Liberdade opõe o radicalismo libertário e a «deriva niilista» ao pensamento liberal clássico, humanista e social, proporcionando, no dizer do seu prefaciador, uma «docência aberta à sociedade civil portuguesa.

  • Esclarecer o Eleitor Inquérito aos Partidos Políticos de F. Pereira de Moura

    Esclarecer o Eleitor Inquérito aos Partidos Políticos

    F. Pereira de Moura

    10,00 

    Esclarecer o Eleitor Inquérito aos Partidos Políticos de F. Pereira de Moura.
    Edições Afrodite. Lisboa, s.d., 343 págs. B.

    Contributos de F. Pereira de Moura, A. Proença Varão, A. Borges Coelho, Avelino Rodrigues, Daniel Sampaio e Carlos Caldeira, entre outros.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Revolução Culural Chinesa de Alberto Moravia

    Revolução Culural Chinesa

    Alberto Moravia

    7,50 

    A Revolução cultural chinesa é o mais importante acontecimento político que ocorreu no mundo comunista depois da destalinização. Foi assunto do dia-a-dia, tratado em todos os jornais; fez correr tinta nas revistas; deu origem a uma avalancha de confusos noticiários…

  • Espanha: Caminhos para a Democracia de Fraga Iribarne

    Espanha: Caminhos para a Democracia

    Fraga Iribarne

    7,50 

    Espanha: Caminhos para a Democracia de Fraga Iribarne.
    Braga Editora. Braga, 1977, 252 págs. B.

    A envergadura verdadeiramente europeia de Manuel Fraga Iribarne, leader da «Aliança Popular, candidato às eleições espanholas, temido pelos comunistas e pela extrema esquerda, creditam esta edição portuguesa da obra de um grande político, de um grande estadista e, sobretudo, de um grande espanhol.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Com Ironia e Sumo de Limão de António de Almeida Santos

    Ironia e Sumo de Limão, Com

    António de Almeida Santos

    7,00 

    Com Ironia e Sumo de Limão de António de Almeida Santos.
    Perspectivas & Realidades. Lisboa, s.d., 250 págs. B.

    Textos de Intervenção Política nos primeiros anos da década de 80.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.