• Ler Gramsci de Dominique Grisoni

    Ler Gramsci

    Dominique Grisoni

    6,00 

    Ler Gramsci de Dominique Grisoni.
    Iniciativas Editoriais. Lisboa, 1974, 359 págs. B.

    Gramsci, um dos fundadores do Partido Comunista Italiano. O homem a respeito do qual disse o Procurador do tribunal fascista: preciso impedir este cérebro de funcionar durante 20 anos. Porém, o cárcere não impediu Gramsci de prosseguir a sua reflexão política: as obras mais importantes de Gramsci foram escritas na prisão. Onde não esteve os vinte anos que lhe desejou o Procurador, mas apenas dez. A sua débil saúde não resistiu mais à prisão. Gramsci, o primeiro a fornecer um conteúdo mais concreto à estratégia da tomada do poder nos países de capitalismo avançado consideraram Dominique Grisoni e Robert Maggiori os autores do presente trabalho, um livro distinguido pela totalidade, ou quase totalidade, da esquerda francesa.

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  • Solidariedade Sustentada de António Correia de Campos

    Solidariedade Sustentada

    António Correia de Campos

    6,00 

    Solidariedade Sustentada: Reformar a Segurança Social de António Correia de Campos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2000, 230 págs. B.
    Colecção: Trajectos Portugueses | 48

    A obra romântica Ciencia y Caridad, de Pablo Picasso (Museyu Picasso, Barcelona), que capeia este livro, executada aos 16 anos do artista, simbolicamente, documenta como, no final do século XIX, a sociedade pouco mais tinha que ciência e caridade para oferecer aos carenciados. No final do século XX, a caridade tinha evoluído para a solidariedade e a ciência organizou a prestação de serviços de forma universal, eficaz, justa e sustentada por todos. No dealbar do século XXI, o modelo universal dá sinais de fissuras na justiça distributiva e de a prazo vir a ter dificuldades de sustentação financeira. São essas fissuras que este livro analisa.

    O autor procura soluções que garantam sustentabilidade institucional e financeira ao modelo de protecção social universal, a que os países da Europa atribuem uma das mais altas prioridades da sua vida colectiva.

    Ao presidir quase dois anos à comissão que produziu o Livro Branco da Segurança Social, um trabalho a que comentadores de todos os sectores ideológicos atribuem elevada qualidade científica, técnica e política, o autor foi observador participante de um processo completo de decisão política até à aprovação da nova Lei de Bases da Segurança Social em Julho de 2000. Este livro documenta os pontos fortes e fracos de uma das reformas do Estado moderno, explicando as razões dos desajustamentos actuais, confrontando ambições com resultados, comparando reformas entre países próximos e relatando, a par e passo, as perdas e ganhos do processo político e legislativo.

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  • Psicologia de Massas do Fascismo de Wilhelm Reich

    Psicologia de Massas do Fascismo

    Wilhelm Reich

    10,00 

    Psicologia de Massas do Fascismo de Wilhelm Reich.
    Martins Fontes. Brasil, 2001, 374 págs. B.

    Este estudo clássico é uma contribuição única à compreensão de um dos fenômenos cruciais do nosso tempo – o fascismo. Para Reich, o fascismo é a expressão da estrutura irracional do caráter do homem médio, cujas necessidades biológicas e primárias e cujos impulsos são reprimidos há milênios.

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  • 7 de Dezembro de 2004

    7 de Dezembro de 2004

    Mário Soares

    30,00 

    Discurso de agradecimento proferido no jantar que lhe ofereceram os seus Amigos por ocasião dos 80 anos em 7 de Dezembro de 2004 de Mário Soares.
    Comissão Organizadora do Jantar dos 80 Anos. Lisboa, 2004, 86 págs. B. Il.

    A ideia deste jantar nasceu, como sabem, à minha revelia, duma “conspiração” entre três amigos queridos: Vasco Vieira de Almeida, António Dias da Cunha e Victor Ramalho, com uma aliada de peso: a minha filha, Isabel.

    🔢 Edição Numerada: 309
    ❗Acompanha a publicação um cartão de Mário Soares a oferecer o livro.

  • Globalization of World Politics de John Baylis

    Globalization of World Politics, The

    John Baylis

    10,00 

    The Globalization of World Politics: An Introduction to International Relations de John Baylis e Steve Smith.
    Oxford University Press. Oxford, 2005, 811 págs. B.

    Written specially for those coming to the subject for the first time, this text has been carefully edited by John Baylis and Steve Smith to ensure a coherent, accessible and lively account of the globalization of world politics. As with the previous edition, there is a companion website that offers up-to-date case studies of the conflicts in Kosovo and the 1990-91 Gulf War and a new case study on Iraq. The Globalization of World Politics, Third Edition, is ideal for undergraduate and graduate courses in International Relations.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Depoimento de Marcello Caetano

    Depoimento

    Marcello Caetano

    7,50 

    Depoimento de Marcello Caetano.
    Record. Brasil, 1974, 248 págs. B.

    Logo que, sob prisão, cheguei ao Funchal em 26 de Abril, resolvi aproveitar as horas de ócio forçado para ir redigindo o meu depoimento sobre os sacrificados cinco anos e meio em que tive sobre os ombros o encargo do governo português. […] Trata-se de um depoimento e que, por isso, não pode deixar de ser prestado na primeira pessoa. Mas ao qual procurei imprimir a objectividade possível do testemunho de quem apenas tivesse presenciado os factos. Com ele não pretendo criar dissensões, agravar pessoas, açular ódios, mas unicamente esclarecer propósitos, justificar orientações, retificar versões de fatos, em legítima defesa própria e dos meus colaboradores, e nada mais.

    📕 1ª Edição.
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  • Comentários à Constituição Portuguesa de 1976 de Soares Martinez

    Comentários à Constituição Portuguesa de 1976

    Soares Martinez

    7,50 

    Comentários à Constituição Portuguesa de 1976 de Soares Martinez
    Editorial Verbo. Lisboa, 1978, 309 págs. B.

    O poder constituído é preferível à anarquia, «le pire des états», na expressão de Bossuet. O dever de acatamento do poder constituído não significa concordância. E a discordância traduz-se, entre outros, no direito à livre expressão de opiniões. O que o Autor se propõe neste livro é menos criticar, quanto ao fundo e à forma, a Constituição de 1976 do que esclarecer a origem das suas normas e o seu alcance.
    E estabelecer um paralelo com as Constituições de outros países, sejam as que consagram uma democracia de tipo ocidental, sejam as que impõem modelos socialistas.

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  • Regra da Instabilidade, A

    Regra da Instabilidade, A

    Mário Mesquita

    7,50 

    A Regra da Instabilidade de Mário Mesquita.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 336 págs. B.

    Este livro reflecte o panorama da vida política portuguesa nos últimos anos (1974-1986). O autor dividiu-o em três partes – e acerca desta triologia se poderá dizer o que se diz da trindade divina, que é uma só verdadeira -, sob a desgignação de «País», «Regime» e «Jornais».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Radiografia Militar

    Radiografia Militar

    Manuel Barão da Cunha

    6,00 

    Radiografia Militar de Manuel Barão da Cunha.
    Editorial O Século. Lisboa, 1975, 574 págs. B.

    Manuel Barão da Cunha nasceu em Lisboa, em 1938. Licenciou-se em Ciências Militares (Cavalaria, 1.º classificado) e em Ciências Sociais e Políticas (distinção), tirou o curso geral do Estado-Maior do Exército e chegou a 1.º dan de Judo Kodokan. Comandou um pelotão de reconhecimento do Grupo de Dragões de Angola, como guarda avançada da 3.ª coluna na operação Viriato, em 1961; foi instrutor do 1.º curso de Rangers, no Centro de Instrução de Operações Especiais; e comandou uma companhia de Cavalaria na Guiné, que recebeu 11 cruzes de guerra e cinco prémios Governador da Guiné. Tendo sido considerado deficiente das Forças Armadas com 46% de incapacidade, passou a trabalhar na Função Pública e em autarquias, tendo recebido duas medalhas de ouro de mérito, por parte da Câmara Municipal de Oeiras (CMO), por onde se reformou, como assessor principal. Coordena, em regime de voluntariado, desde 2009, o programa Fim do Império, que envolve a CMO, a Liga dos Combatentes e a Comissão Portuguesa de História Militar (CPHM) e integra três tertúlias mensais (Oeiras, Lisboa e Porto), tendo já realizado 123 encontros, e uma coleção literária, com 21 títulos e alguns no prelo. Tem vários livros publicados sobre essa e outras temáticas, como autor e organizador.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Que é a Energia Nuclear? de Domingos Moura

    O Que é a Energia Nuclear?

    Domingos Moura

    7,00 

    O Que é a Energia Nuclear? Oportunidade em Portugal? de Domingos Moura [et al.]. Moraes Editores. Lisboa, 277 págs. B.

    Índice

    Cap. 1 – O Panorama Mundial da Energia de Domingos Moura

    Cap. 2 – O Que é a Energia Nuclear de Frederico de Carvalho

    Cap. 3 – O Combustível Nuclear de Rui Namorado Rosa

    Cap. 4 – As Radiações Ionizantes e a Segurança das Centrais Nucleares de A. Fernandes Forte

    Cap. 5 – Como a Energia Nuclear foi Introduzida e Fomentada em Portugal de João M. G. Caraça

    Cap. 6 – O Panorama Energético Nacional. Alternativa Nuclear ou Alternativa Convenciona de António Mota Redol

    Cap. 7 – A Alternativa Carvão de António Mota Redol

    Cap. 8 – A Alternativa Fuelóleo de João Barreto

    Cap. 9 – Comparação Económica das Alternativas Nuclear e Fuelóleo de João F. Martins e M. Rodrigues

    Cap. 10 – Relações sobre a Situação Mundial de Energia Nuclear

    📝 Assinatura de posse.

  • O Que Quer o Bloco? de Francisco Louçã

    O Que Quer o Bloco?

    Francisco Louçã

    6,00 

    O Que Quer o Bloco?: 51 Ideias para Mudar Portugal de Francisco Louçã [Pref.].
    Bertrand Editora. Lisboa, 2009, 221 págs. B.

    «O Bloco de Esquerda assume as grandes tradições da luta popular no país e aprende com outras experiências e desafios; renova a herança do socialismo e inclui as contribuições convergentes de cidadãos, forças e movimentos que ao longo dos anos se comprometeram com a busca de alternativas ao capitalismo.

    É daqui que queremos partir para a construção de uma esquerda plural, combativa e influente, capaz de reconstruir a esperança.» in Badana

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Porque Falham as Nações de Daron Acemoglu

    Porque Falham as Nações

    Daron Acemoglu

    10,00 

    Porque Falham as Nações: As Origens do Poder, da Prosperidade e da Pobreza de Daron Acemoglu de James A. Robinson.
    Temas e Debates. Lisboa, 2013, 619 págs. B.

    Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência?
    Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente:

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Isto é um Assalto de Francisco Louçã

    Isto é um Assalto

    Francisco Louçã

    5,00 

    Isto é um Assalto: A História da Dívida em Banda Desenhada de Francisco Louçã de Maria Mortágua.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2013, 169 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Nuno Saraiva

    Com ilustrações e BD de Nuno Saraiva e design de Rita Gorgulho, este livro descreve o assalto que Portugal está a sofrer. Eles estão a cobrar impostos acima das nossas possibilidades, a retirar subsídios de férias e de Natal que eram as nossas possibilidades, a destruir o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública e a Segurança Social que deveriam ser a devolução dos nossos tributos. Eles querem tudo. Eles, a finança, cobram uma renda sobre o nosso futuro e ainda querem convencer-nos de que somos culpados. Por isso, em Isto é um Assalto, faz-se a conta e cobra-se a fatura: verá como os bancos foram financiados pelos nossos impostos, como a austeridade e a chantagem da dívida estão a criar o maior desemprego da história do nosso país, como a troika destrói a vida das pessoas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Europa Possível de Luís Beirôco

    Europa Possível, A

    Luís Beirôco

    5,00 

    A Europa Possível de Luís Beirôco.
    Livros dos Brasil. Lisboa, 2004, 137 págs. B.
    Vida e Cultura | 172

    «A história da construção europeia ensina-nos que sempre que do plano económico se pretende avançar para o plano político multiplicam-se as dificuldades e surgem as divisões. Os chamados eurocépticos sustentam que os pressupostos da construção europeia se alteraram com a implosão da União Soviética e a reunificação alemã. Para eles, que valorizam o retorno das nações, enquanto reflexo identitário provocado pela globalização, o método comunitário, tal como definido pelos pais fundadores, está ultrapassado. Os europeístas, por seu lado, pensam que é precisamente o fim do mundo bipolar que impõe que se acelere o passo a caminho da união política. Por duas ordens de razões. Em primeiro lugar, porque acolher os países da “outra Europa” obriga a um reforço da solidariedade e da coesão. Em segundo lugar, porque a Europa deve assumir um papel autónomo na nova ordem internacional que se pretende construir.»
    Luís Beirôco

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    📌 Carimbo: Oferta do Editor.

  • Cabeça de Xi, Na

    Cabeça de Xi, Na

    François Bougnon

    8,00 

    Na Cabeça de Xi de François Bougnon.
    Livros Zigurate. Lisboa, 2022, 189 págs. B.

    Xi Jinping está prestes a ser re-entronizado, já sem limitação de mandatos, à frente do país mais populoso do mundo. Concentra hoje mais poder do que qualquer um dos seus antecessores recentes. Num país oficialmente marxista – onde, paradoxalmente, impera um capitalismo desenfreado – o exemplo do descalabro do império soviético está bem presente. Xi Jinping, a quem chegaram a chamar o ‘Gorbachov chinês’, é afinal o ‘anti-Gorbachov’. Conjugando maoísmo, nacionalismo e confucionismo, é agora – com mão de ferro – o novo imperador de uma dinastia milenar

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  • A Ala Liberal de Marcelo Caetano de Vasco Pinto Leite

    Ala Liberal de Marcelo Caetano, A

    Vasco Pinto Leite

    15,00 

    A Ala Liberal de Marcelo Caetano: o Sonho Desfeito de José Pedro Pinto Leite de Vasco Pinto Leite.
    Tribuna da História. Lisboa, 2003, 384 págs. B. Il.

    Nesta ala reformista, tiveram algum papel de destaque os então deputados Pinto Balsemão, Sá Carneiro, Miller Guerra e Magalhães Mota, ainda que alguns outros se pronunciassem, ocasionalmente, contra o rumo que o país estava a levar.

    De certo modo e em certo sentido, o desaparecimento de Pinto Leite levou a um enfraquecimento dessa ala, que, perante o bloqueamento dos seus pares, maioritariamente, apoiantes declarados do regime pró-fascista do Estado Novo, optaram cerca de dois anos

    depois pela demissão. E nem o apoio tiveram de Marcelo Caetano, que convidara Pinto Leite para exercer o cargo de deputado.

    Era o fim do sonho liberal de reformular o regime fascista por dentro.

    Anos atrás, o irmão Vasco de José Pedro Pinto Leite publicou um livro com o título “A Ala Liberal de Marcelo Caetano”, colocando muitas reticências à tese de acidente que o regime impôs para a queda do helicóptero. Todavia, não existem, até agora, factos concretos que expliquem cabalmente o sucedido, referindo algumas das testemunhas que seguiam nos helicópteros que a turbulência atmosférica poderia ter sido a razão principal para o despenhamento.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.