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  • A Causa das Coisas de Miguel Esteves Cardoso

    Causa das Coisas, A

    Miguel Esteves Cardoso

    7,00 

    A Causa das Coisas de Miguel Esteves Cardoso
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1987, 412 págs. E.

    «Há uma instituição portuguesa que é única no mundo inteiro. É o já agora. Noutras culturas, tratar-se-ia de um pleonasmo. Na nossa, faz parte do pasmo.

    O já agora, e a variante popular “Já que estás com a mão na massa…”, significam a forma particularmente portuguesa do desejo. Os portugueses não gostam de dizer que querem as coisas. Entre nós, querer é considerado uma violência. Por isso, quando se chega a um café, diz-se que se queria uma bica e nunca que se quer uma bica. Se alguém oferece, também, uma aguardente, diz-se: “Já agora…”. Tudo se passa no pretérito, no condicional, na coincidência.»

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  • Canções do Rio Profundo de Y. K. Centeno

    Canções do Rio Profundo

    Y. K. Centeno

    9,00 

    Canções do Rio Profundo de Y. K. Centeno
    Edições ASA. Porto, 2002, 52 págs. B.
    Colecção: Pequeno Formato
    👨🏻‍🎨 Com uma pintura de Jacinta Andrade

    Yvette K. Centeno nasceu em Lisboa, em 1940, numa família de origem germano-polaca. É casada, tem quatro filhos, e em sua casa a música e a literatura estiveram sempre presentes. Licenciou-se em Filologia Germânica com uma dissertação sobre O homem sem qualidades, de Musil, e doutorou-se com uma tese sobre A alquimia no Fausto de Goethe. É desde 1983 Professora Catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde fundou o Gabinete de Estudos de Simbologia, actualmente integrado no Centro de Estudos do Imaginário Literário. Ainda em estudante interessou-se por teatro, escreveu peças e rábulas, fundou o CITAC em Coimbra. Tem publicado literatura infantil, ensaio de investigação, poesia, teatro e ficção, com romances como Três histórias de amor (1994), Os jardins de Eva (1998) e Amores secretos (2006), tendo parte da sua obra traduzida em França, Espanha e Alemanha. Entre os autores que traduziu contam-se Shakespeare, Goethe, Stendhal, Brecht, Celan e Fassbinder.

    📕 1ª Edição
    📖 Exemplar por abrir
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  • Baile de Máscaras de Lourenço Pereira Coutinho

    Baile de Máscaras

    Lourenço Pereira Coutinho

    9,00 

    Baile de Máscaras de Lourenço Pereira Coutinho
    Oficina do Livro. Lisboa, 2008, 326 págs. B.

    1805. revelações intensas da vida e dos ambientes da corte de D. João, Príncipe regente, sob ameaça das invasões napoleónicas.

    Portugal, 1805. O general Junot chega à corte portuguesa com instruções claras de Napoleão: vedar o porto de Lisboa aos ingleses, sob pena de ser declarada guerra ao reino de Portugal. Num país que permanece sob constante ameaça, o tenente Vicente Gonzaga envolve-se em missões secretas na corte de Madrid, frequenta bailes em Queluz, luta contra as tropas francesas e apaixona-se por uma misteriosa mulher.

    Baile de Máscaras reúne personagens ficcionadas e figuras históricas, como o infeliz príncipe regente D. João, o talentoso pintor Domingos Sequeira, o inconstante General Junot ou o astuto ministro Araújo de Azevedo. Um quadro da época que recria a atmosfera de um período fascinante, onde convivem emoções intensas e contraditórias, próprias dos grandes romances, da vida… e do amor.

    📕 1ª Edição.
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor

  • O Amor é Fodido de Miguel Esteves Cardoso.

    Amor é Fodido, O

    Miguel Esteves Cardoso.

    7,00 

    O Amor é Fodido de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2009, 187 págs. B.
    Colecção: A Phala | 6

    «O sobressalto começa no título. Mesmo o leitor menos experiente suspeita que, embora escritores de todos os tempos e lugares se tenham dedicado a tentar definir o amor, talvez seja improvável que alguém alguma vez tenha optado por terminar uma frase começada pela expressão «o amor é» com a palavra «fodido». O amor costuma ter, apesar de tudo, boa imprensa – o que, pensando bem, é incompreensível. Dizer que o amor é fodido é, finalmente, tratá-lo como ele merece. É resumir, para quem não quer perder tempo com eufemismos eruditos, a etimologia da palavra paixão.

    Mas talvez O Amor É Fodido seja menos uma história do que uma tese. Uma sugestão acerca de um modo de falar. Uma hipótese sobre o modo de lidar, literariamente e não só, com o amor. Uma proposta que questiona se será apropriado descrever uma doença aterradora com metro e rima e que propõe, por isso, uma espécie de antilirismo. Ou, talvez mais exatamente, um lirismo antilírico. De acordo com esta tese, dizer que o amor é fogo que arde sem se ver é que é obsceno. Notar que é fodido é mera candura.»
    Do prefácio de Ricardo Araújo Pereira

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  • As Três Vidas de Joâo Tordo

    Três Vidas, As

    Joâo Tordo

    7,50 

    As Três Vidas de Joâo Tordo
    Quidnovi. Matosinhos, 2009, 303 págs. B.

    História de amor, saga familiar, mistério policial, retrato de um mundo que ameaça resvalar da corda bamba, Três Vidas é um dos mais importantes romances de João Tordo, tendo-lhe valido o Prémio Literário José Saramago.
    António Augusto Milhouse Pascal vive longe do mundo, num velho casarão alentejano, com os três netos pouco dados a regras e um jardineiro taciturno. O isolamento é quebrado pelas visitas de clientes abastados que procuram ajuda do velho patriarca, em tempos um importante espião e contra-espião, testemunha activa das grandes guerras do século XX. O nosso narrador – um lisboeta de origens modestas – entra na história quando Milhouse Pascal o contrata como arquivista dos segredos que envolvem os seus clientes. Não poderia adivinhar o rapaz, ao aceitar o trabalho, que este acabaria por consumir a sua própria vida. A partir do momento em que se apaixona por Camila, neta do patrão com sonhos de ser funambulista, que desaparece após uma viagem a Nova Iorque, o destino do narrador enreda-se irreversivelmente nos mistérios da família, partindo a sua existência em três.

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  • O Segredo de Compostela de Alberto S. Santos

    Segredo de Compostela, O

    Alberto S. Santos

    6,00 

    O Segredo de Compostela de Alberto S. Santos
    Porto Editora. Porto, 2013, 476 págs. B.

    O dia 28 de janeiro de 1879 tinha tudo para ficar marcado na história da cristandade. Depois de dias suados de escavações na catedral de Compostela, foi encontrado o túmulo onde se acreditava que repousavam os ossos do santo apóstolo.

    Mas… e se no destino final a que nos conduzem os místicos caminhos de Santiago se esconder um dos segredos mais bem guardados do Ocidente?

    Prisciliano, líder carismático do século IV e pioneiro defensor da igualdade das mulheres e dos valores do Cristianismo primitivo, é a figura preponderante neste enigma secular. Comprometido com a força da sua espiritualidade, viveu no coração os sobressaltos de um amor proibido, envolto em ciúmes e intrigas.

    Ainda que aclamado bispo pelo povo, Prisciliano tornou-se no primeiro mártir da sua Igreja, a quem a História ainda não prestou o devido reconhecimento.

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  • Que Aprendi com a Minha Mãe, O

    Que Aprendi com a Minha Mãe, O

    Helena Sacadura Cabral

    6,00 

    O Que Aprendi com a Minha Mãe de Helena Sacadura Cabral
    Objectiva Editora. Carnaxide, 2014, 204 págs. E.

    Nestas páginas, Helena Sacadura Cabral partilha memórias ternas e reflexões inspiradoras sobre os vínculos que unem as mães aos seus filhos. Porque, afinal, todos somos marcados pelo que aprendemos com aquela que nos deu a vida. Diz a autora: «As figuras femininas que mais influenciaram a minha vida foram a minha mãe e a minha avó materna. A elas devo uma boa parte daquilo que sou.»

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  • O Príncipe com Orelhas de Burro de José Régio

    Príncipe com Orelhas de Burro, O

    José Régio

    5,00 

    O Príncipe com Orelhas de Burro de José Régio
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 215 págs. E.

    O PRÍNCIPE COM ORELHAS DE BURRO não pode ser considerado em paralelo com qualquer outra obra do nosso tempo, em Portugal […], é uma obra destinada a ficar como uma grande data da nossa literatura. José Régio encheu o seu livro de quadros e retratos em que se revela toda a sua lucidez de moralista, e também toda a força da sua criação poética; quadros e retratos em que os mais diversos tipos de humanidade perpassam, mas que são sobretudos magníficos como sátira e como crítica de costumes. Régio pretendeu dar-nos um microcosmos em que cada paixão, cada tipo humano, tivesse a sua representação.

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  • Poesias Inéditas (1919-1930) de Fernando Pessoa

    Poesias Inéditas (1919-1930)

    Fernando Pessoa

    7,50 

    Poesias Inéditas (1919-1930) de Fernando Pessoa
    Edições Ática. Lisboa, 1963, 202 págs. B.

    «Repousaram mais alguns meses, após a saída do primeiro volume de «Poesias Inéditas» de Fernando Pessoa, os poemas vindos agora a lume. Sentimo-nos como que tocados pelo mistério de desvendar o mais secreto da intimidade de tão grande poeta. Temos ainda a convicção de alguma coisa havermos feito para o melhor conhecimento, pelo menos em extensão, da maior parte possível dos documentos poéticos do autor.» Jorge Nemésio

    📝 Assinatura de posse

  • Pessoas como Nós de Margarida Rebelo Pinto

    Pessoas como Nós

    Margarida Rebelo Pinto

    5,00 

    Pessoas como Nós de Margarida Rebelo Pinto.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2005, 233 págs. B.

    Nem todos os homens têm coração, mas há mulheres que também não. O que pode separar dias irmãs? E como se perde uma grande amizade?
    Três mulheres entregues à solidão contam a sua história e acabam por revelar os segredos mais surpreendentes. Maria do Carmo não é o que parece, Verónica descobre o impensável e Julieta carrega a culpa de um violento e sórdido trauma.
    Afinal, todas as pessoas são normais até as conhecermos melhor.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Peregrinação de Fernão Mendes Pinto

    Peregrinação

    Fernão Mendes Pinto

    15,00 

    Peregrinação de Fernão Mendes Pinto
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    Peregrinação é, seguramente, um dos grandes clássicos da literatura de viagens. Uma obra de tal modo importante que cristalizou no panteão dos vultos estelares do cânone universal o nome de Fernão Mendes Pinto, uma das figuras mais extraordinárias de toda a nossa literatura. Editada em 1614, tornou-se logo num sucesso editorial notável, sendo ainda hoje um dos livros portugueses mais traduzidos no mundo. E o caso não é para menos: trata-se de um relato excecional não apenas pelo seu inegável merecimento literário, mas também por constituir um documento histórico de incalculável valor para se conhecer a vida e os costumes dos povos orientais no século XVI, bem como os meandros da presença portuguesa na Ásia, descrita sem condescendências por Fernão Mendes Pinto.

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  • A Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho

    Padeira de Aljubarrota, A

    Maria João Lopo de Carvalho

    6,00 

    A Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho
    Oficina do Livro. Alfragide, 2013, 566 págs. B.

    Muitas histórias correram sobre a humilde mulher que, em 1385, numa aldeia perto de Alcobaça, pôs a sua extrema força e valentia ao serviço da causa nacional, ajudando assim a assegurar a independência do reino, então seriamente ameaçada por Castela. É nos seus lendários feitos e peripécias, contados e acrescentados ao longo dos tempos, que se baseia este romance, onde as intrigas da corte e os tímidos passos da rainha-infanta D. Beatriz de Portugal se cruzam com os caminhos da prodigiosa padeira de Aljubarrota, Brites de Almeida, símbolo máximo da resiliência e bravura de todo um povo.

    🟡 Lombada partida.

  • O Mestre: Templário na Fundação de Portugal de Joaquim Nunes

    Mestre: Templário na Fundação de Portugal, O

    Joaquim Nunes

    10,00 

    O Mestre: Templário na Fundação de Portugal de Joaquim Nunes
    Ésquilo. Lisboa, 2011, 238 págs. B.

    A vida do mestre templário Gualdim Pais, braço direito de D. Afonso Henriques. Pouco divulgado pela historiografia dominante, Gualdim Pais foi um dos principais protagonistas da fundação do reino português, íntimo de D. Afonso Henriques desde cedo, foi por este armado cavaleiro em Ourique, depois seguiu para o Oriente, onde foi iniciado nos altos mistérios templários. Regressado ao território nacional, tornou-se o mestre português dos Templários, fundou Tomar em 1160, e liderou os Cavaleiros do Templo lusitano até 1195, ano da sua morte. É essa epopeia da sua vida que é narrada nesta biografia em formato de romance histórico, resultado de décadas de estudo e paixão do autor por esta insigne personagem.

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  • Livro da Serpente de Victor Mendanha

    Livro da Serpente

    Victor Mendanha

    7,50 

    Livro da Serpente de Victor Mendanha
    Pergaminho. Lisboa, 1997, 213 págs. B.

    Livro mítico do esoterismo português, o “Livro da Serpente“ é até hoje um mistério, que o autor, Vitor Mendanha, antigo jornalista do Correio da Manhã nunca quis revelar. Realidade ou ficção, cabe ao leitor decidir.

    Nesta empolgante história o autor após a recepção de documentação secreta que uma fraternidade iniciática desconhecida entendeu divulgar-lhe é solicitado para encontros insólitos na Serra de Sintra com um Ser de Mercúrio. que lhe comunicou dezenas de segredos referentes ao passado, presente e futuro da humanidade, pedindo-lhe para os divulgar em Portugal, através da publicação deste livro.

    Em sete encontros, todos eles passados em locais com profundas tradições místicas e ocultistas na serra de Sintra, a chamada Serra da Lua o autor é o intérprete, iluminado pelo percurso feito através de zonas ainda pouco conhecidas da mente humana.

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  • Lillias Fraser de Hélia Correia

    Lillias Fraser

    Hélia Correia

    6,00 

    Lillias Fraser de Hélia Correia
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 219 págs. E.

    A obra mais aclamada de Hélia Correia, até à data, e que recebeu o Prémio de Ficção do Pen Club para romances editados em 2001. É um romance histórico, que decorre entre 1746 e 1762, na Escócia e em Portugal. Lillias é uma menina escocesa, oriunda de um dos clãs destroçados na batalha de Culloden, que os ingleses venceram. Fugindo destes, acabará por ir para Lisboa, onde vive clandestinamente durante alguns anos, de princípio num convento e mais tarde com uma família. Quando se dá o terramoto de Lisboa, Lillias foge para Mafra. Mais tarde irá encontrar-se com o comandante das tropas inglesas em Culloden. O romance está cheio de episódios romanescos e pícaros; as descrições das ruas, das casas, das tropas, dos costumes, dos ambientes, são magníficas.

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  • Lado a Lado de Elisabete Bárbara

    Lado a Lado

    Elisabete Bárbara

    6,00 

    Lado a Lado de Elisabete Bárbara
    Marcador. Barcarena, 2018, 187 págs. B.

    Porque quem escreve gosta de ser lido. Porque quem lê gosta de se ler. Porque estou deste lado para estar ao teu lado. Porque a escrita e a vida caminham lado.a.lado. Vai correr tudo bem. Mesmo que, aqui e ali, possam surgir contratempos – e vão surgir, porque são as dificuldades que preparam a vitória – vai correr tudo bem. Mesmo que nem tudo dependa de ti, não dependas de ninguém.

    Tens a tua própria força: usa-a. Tens a tua determinação: testa-a. Tens os teus defeitos: anula-os. Tens as tuas qualidades: sublima-as. Tens o teu valor: estima-o. Tens capacidade para chegar lá: põe-te a caminho. Vai correr tudo bem. Só tens de fazer por ti o que só tu podes fazer.

    Sobre os sonhos, sobre as escolhas, sobre tudo o que faz de nós as pessoas que somos, sobre o estarmos juntos, sobre o caminharmos lado a lado. Aqui, juntos.

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