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  • Em Portugal Não se Come Mal de Miguel Esteves Cardoso

    Portugal Não se Come Mal, Em

    Miguel Esteves Cardoso

    7,50 

    Em Portugal Não se Come Mal de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2009, 441 págs. B.
    Colecção: Peninsulares | 84

    «É sabido que a prosa de Miguel Esteves Cardoso há muito que devia constar dos manuais escolares e que não deve haver candidato a cronista que não alimente o sonho de um dia escrever como um epígono do mestre. Poder ler assim, de seguida, mais de setenta crónicas do autor sem a angústia de esperar pela semana seguinte é, por isso, um privilégio, muito para lá da importância documental. É egoísmo puro: não importa tanto se a edição em livro permite prolongar a existência dos textos, transformá-los no objecto devocional que os livros podem ser ou dar a conhecer o autor a mais leitores, eventualmente distraídos de jornais e revistas; o que importa realmente é que assim temos todas as crónicas na mão, sem esperas, sempre que quisermos.»
    Sara Figueiredo Costa, Time Out Lisboa

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  • Para Onde Vão os Guarda-Chuvas de Afonso Cruz

    Para Onde Vão os Guarda-Chuvas

    Afonso Cruz

    14,00 

    Para Onde Vão os Guarda-Chuvas de Afonso Cruz
    Alfaguara. Carnaxide, 2013, 620 págs. B.

    O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca.
    Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • As Palavras dos Outros de Baptista-Bastos

    Palavras dos Outros, As

    Baptista-Bastos

    7,00 

    As Palavras do Outros de Baptista-Bastos
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1986, 322 págs. B.

    O livro reúne crónicas, reportagens e apontamentos quotidianos onde Baptista-Bastos capta a realidade social, política e cultural de Portugal (particularmente de Lisboa) sob o sufoco do Estado Novo e na transição para a democracia

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  • Nove Mulheres e Meia de Odette de Saint Maurice

    Nove Mulheres e Meia

    Odette de Saint Maurice

    6,00 

    Nove Mulheres e Meia: Ana Maria de Odette de Saint Maurice
    Agência Portuguesa de Revistas. Lisboa, 1981, 261 págs. B.

    Este livro encerra a famosa saga infanto-juvenil da Família Macedo. A narrativa foca-se em Ana Maria, explorando os dilemas, os sonhos e os conflitos geracionais de uma jovem no Portugal da época. Através de confidências e vivências partilhadas, a autora retrata o amadurecimento feminino e os valores familiares, marcando uma geração de leitoras com o seu estilo sensível e realista, característico desta icónica coleção focada no universo feminino e na transição para a idade adulta

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  • As Minhas Aventuras na República Portuguesa de Miguel Esteves Cardoso

    Minhas Aventuras na República Portuguesa, As

    Miguel Esteves Cardoso

    7,00 

    As Minhas Aventuras na República Portuguesa de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1991, 272 págs. B.

    Miguel Esteves Cardoso reúne um conjunto de aventuras observadas por si, adicionando, peneirando, mexendo e acrescentando, como lhe é característico, pitadas de sal e pimenta. O resultado é delicioso, ou antes, “uma série de começos contrariados”, como o próprio afirma no prefácio.Neste livro encontramos duas personalidades distintas: o autor enquanto escritor e o autor enquanto observador, com experiências distintas, mas complementares, originando crónicas em que a irreverência e a ironia, mas também a profundidade e o sentimento, são constantes.O livro descreve o simples, mas complexo quotidiano: “É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de se fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas” sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades “é o que distingue os seres humanos”.

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  • A Minha Andorinha de Miguel Esteves Cardoso

    Minha Andorinha, A

    Miguel Esteves Cardoso

    7,50 

    A Minha Andorinha de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2006, 351 págs. B.
    Colecção: Peninsulares | 74

    Novo livro de crónicas de Miguel Esteves Cardoso. Após alguns anos de ausência o autor regressa com a ironia, mordacidade e sentido de oportunidade a que nos habituou.

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  • Os Meus Problemas de Miguel Esteves Cardoso

    Meus Problemas, Os

    Miguel Esteves Cardoso

    6,00 

    Os Meus Problemas de Miguel Esteves Cardoso.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1989, 225 págs. B.

    «Não se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas.
    Os amigos, como acontece com os amantes, têm de ser escolhidos. Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade. O que é bom sai caro.»

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  • Malhadinhas de Aquilino Ribeiro

    Malhadinhas

    Aquilino Ribeiro

    5,00 

    Malhadinhas de Aquilino Ribeiro
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1984, 239 págs. E.
    Colecção: Novelas e Contos Completos de Aquilino Ribeiro | 8

    Inicialmente incluído em Estrada de Santiago (1922), O Malhadinhas acabaria por se tornar numa das mais conhecidas obras de Aquilino Ribeiro quando foi publicado em volume autónomo em 1958 (o autor acrescentar-lhe-ia a novela Mina de Diamantes). Em forma de monólogo, a obra conta-nos a história de um almocreve, o Malhadinhas, um serrano rústico, grosseiro e matreiro, que não tem quaisquer problemas em usar a «faquinha» que traz à cintura para corrigir o que entende por injusto. Defendendo-se à navalhada e golpes de pau (e por vezes a tiro) dos inimigos com que se vai deparando ao longo dos caminhos e da vida, Malhadinhas presenteia-nos com uma série de episódios picarescos, num tom coloquial repleto de expressões idiomáticas, trazendo-nos o retrato de um Portugal esquecido.

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  • A Ilusão Que Amei de Inês Teixeira Pinheiro

    Ilusão Que Amei, A

    Inês Teixeira Pinheiro

    7,50 

    A Ilusão Que Amei de Inês Teixeira Pinheiro
    Porto Editora. Porto, 2025, 223 págs. B.

    Os sinais estavam lá desde o primeiro dia, mas saberemos reconhecê-los quando os vivemos?

    A ilusão que amei
     acompanha a violência no namoro de Leonor, onde mora um amor que a isola, que a apaga, que a transforma numa sombra de si mesma. À medida que a relação avança, desde os primeiros sinais subtis de que algo estava errado até aos momentos de desespero absoluto, o abuso vai-se tornando mais evidente, convertendo o que parecia ser amor numa prisão.
    Através do relato da profunda e tumultuosa experiência de viver um relacionamento abusivo, Inês Teixeira Pinheiro traz-nos um importante testemunho de resiliência e coragem, que pretende dar voz a mulheres que enfrentam ou testemunham situações semelhantes, ao revelar não só o impacto da violência emocional, mas também a caminhada dolorosa, porém necessária, até à libertação.
    Prepara-te para uma leitura comovente e inspiradora, onde a linha ténue entre o amor e o medo é explorada com honestidade brutal, mas sempre com uma centelha de esperança.

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  • O Deslumbre de Cecilia Fluss de João Tordo

    Deslumbre de Cecilia Fluss, O

    João Tordo

    7,50 

    O Deslumbre de Cecilia Fluss de João Tordo
    Companhia das Letras. Lisboa, 2017, 333 págs. B.

    Aos catorze anos, Matias Fluss é um adolescente preocupado com três coisas: o sexo, um tio enlouquecido e as fábulas budistas. Vive com a mãe e a irmã mais velha, Cecilia, numa espécie de ninho onde lambe as feridas da juventude: a primeira paixão, as dúvidas existenciais, os conflitos de afirmação. Sempre que sente o copo a transbordar, refugia-se na cabana isolada do tio Elias.

    Cedo, contudo, a inocência lhe será arrancada. Ao virar da esquina, encontra-se o golpe mais duro da sua vida: o desaparecimento súbito de Cecilia que, afundada numa paixão por um homem desconhecido, é vista pela última vez a saltar de uma ponte.

    Muito mais tarde, Matias será obrigado a revisitar a dor, quando a sua pacata vida de professor universitário é interrompida por uma carta vinda das sombras do passado, lançando a suspeita sobre o que aconteceu realmente à sua irmã — sem saber ainda que regressar ao passado poderá significar, também, resgatar-se a si mesmo.

    No final desta «trilogia dos lugares sem nome», iniciada com O luto de Elias Gro, João Tordo explora, através de personagens únicas e universais, numa geografia singular, os temas da memória e do afecto, do amor e da desolação, da vida terrena e espiritual, procurando aquilo que com mais força nos liga aos outros e a nós próprios.

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  • Fanny Owen de Agustina Bessa-Luís

    Fanny Owen

    Agustina Bessa-Luís

    6,00 

    Fanny Owen de Agustina Bessa-Luís
    Público Comunicação Social. Porto, 2002, 222 págs. E.

    «Não significa tal que este livro não arda. O que acontece dentro é um desses fenómenos cuja potência afunda um continente ou levanta das cinzas uma ilha. Pois nele se realiza aquele encontro, proibido pelas leis do devir físico, entre Camilo Castelo Branco e Agustina. Este, sim, é um encontro de alto risco. Se a sua grandeza não fosse de maneira a obrigar-nos a guardar a distância, mandaria a prudência que a guardássemos.
    «(…) Está claro que teriam de nascer em dois tempos diferentes, pois a coexistência arrastaria um desastre, no sentido sideral desta palavra. Ainda assim, a relação entre eles é turbulenta, visceral, excitante. Vê-se o quanto Agustina admira o homem, como o entende, como o desmascara, como se irrita quase que domesticamente com as suas fraquezas de carácter. Se existe um par na literatura é este, não a Sand e o Musset, a quem o próprio espectáculo do amor prejudicou.»

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  • Explicações de Português de Miguel Esteves Cardoso

    Explicações de Português

    Miguel Esteves Cardoso

    7,50 

    Explicações de Português de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2001, 398 págs. B.

    «Sair dos dias. Não dormir. Não falar com ninguém. Ficar de fora do lá de fora. Ocupar o coração. À força. Ser como ele. É muito bom e faz muito bem.
    Sair de nós. Cair nos outros. Não escrever. Ler. Não pensar. Lembrar. Os amigos quietos. O murmúrio do riso que riram. A família parada. O colo onde cabe a cabeça. O amor adormecido. Estas coisas acordam. E sossega saber que nós não somos nada sem eles.
    É muito bom e faz muito bem.»

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  • Escrítica Pop de Miguel Esteves Cardoso

    Escrítica Pop

    Miguel Esteves Cardoso

    15,00 

    Escrítica Pop: um quarto da quarta década do Rock (1980-1982) de Miguel Esteves Cardoso.
    Assírio & Alvim. Lisboa, s.d., 2003, 378 págs. B.

    «Aconselho os leitores a lerem um dos textos do livro: “Como Ser Um Crítico de Rock – Um Guia Prático”, publicado em 1981 na revista Música & Som.  É delicioso, ainda agora, lê-lo e imaginar a cara de muitos dos que na época escreviam sobre música e pensar, até, como o que lá está escrito se mantém ainda hoje tão verdadeiro, não apenas na música, mas também em muitas outras coisas. Outro texto incontornável, antes de sermos arrastados nas páginas seguintes para a voragem dos anos 80, é “O Livro Negro da Música Pop: Os Piores de ‘70”.

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  • A Desumanização de Valter Hugo Mãe

    Desumanização, A

    Valter Hugo Mãe

    8,00 

    A Desumanização de Valter Hugo Mãe
    Porto Editora. Porto, 2014, 238 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Cristina Valadas

    Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.

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  • Crónica de D. Manuel I de Damião de Góis

    Crónica de D. Manuel I

    Damião de Góis

    12,00 

    Crónica de D. Manuel I de Damião de Góis
    Amigos do Livros. Lisboa, 1977, 2 vols. E. Il

    Damião de Góis (1502-1574) foi uma das maiores figuras do Humanismo português. Entrou cedo na corte e, como diplomata e secretário em Antuérpia, viajou pela Europa, convivendo com humanistas como Lutero, Erasmo, Melanchthon e Dürer. Regressou a Portugal em 1545, tornando-se guarda-mor da Torre do Tombo e cronista régio. As suas críticas à expulsão dos judeus e a outros temas polémicos levaram-no a ser perseguido pela Inquisição. Destacou-se ainda como historiador, escritor, músico e tradutor.

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  • O Cemitério das Raparigas de Miguel Esteves Cardoso

    Cemitério das Raparigas, O

    Miguel Esteves Cardoso

    10,00 

    O Cemitério das Raparigas de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1996, 317 págs. B.
    Colecção: A Phala | 11

    Durante o mês de Dezembro de 1996, grandes cartazes anunciaram, desde Braga a Portimão, o novo livro de Miguel Esteves Cardoso. Foi uma ideia pioneira, na área editorial, da Assírio & Alvim. E dizemos-lhe com convicção, “O Cemitério de Raparigas” é o melhor romance de Miguel Esteves Cardoso. É triste e divertido, afectuoso e cruel, amargo e solitário, como o é o quotidiano dos dias que submergem um homem só, a quem a mulher matou todas as namoradas. Se ainda há quem não perceba como MEC vende tantas dezenas de milhares de livros, deve ler este para aplacar os seus injustificáveis cepticismos.

    📕 1ª Edição.
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