Domingo, 13 de Dezembro: uma carta é entregue na Casa Branca. Começa então a mais fantástica chantagem de todos os tempos,
que irá envolver Carter, Begin, Giscard, Brejnev, Kadhafi; os ases do FBI, a Polícia de Nova Iorque, os carteiristas de Manhattan, os agentes do DESCE e da CIA; os colonos «sel vagens» da Samaria, os cientistas nucleares de Los Alamos, três terroristas palestinianos, a nata dos psiquiatras america nos, o satélite «Oscar»…
Um prodigioso «suspense» de trinta e seis horas onde se joga o destino da maior cidade do mundo.
Hamlet de William Shakespeare. Livraria Lello & Irmão. Porto, s.d., 316 págs. B.
A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca (The Tragedie of Hamlet, Prince of Denmarke na primeira edição em inglês), geralmente abreviada apenas como Hamlet, é uma tragédia de William Shakespeare, escrita entre 1599 e 1601. A peça, situada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai, Hamlet, o rei, executado por Cláudio, seu irmão, que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a rainha. A peça traça um mapa do curso de vida na loucura real e na loucura fingida — do sofrimento opressivo à raiva fervorosa — e explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.
A Oresteia é um cume da arte literária do Ocidente. Lirismo e drama raramente realizaram uma simbiose tão perfeita no afrontamento das grandes questões morais e religiosas que se põem à consciência do homem na sua caminhada ao longo da História: os grandes temas da culpa e da expiação, do significado do sofrimento humano, da…
Codine de Panait Istrati. Editorial Inova Limitada. Porto, 1972, 98 págs. B.
Panait Istrati conviveu com Codine cerca de cinco anos, desde 1891 a 1896, ou seja, desde os seus sete aos doze anos de idade. E a passagem a literatura desta apaixonada admiração põe-nos perante um estranho, incómodo e radical conceito de amizade. Nas histórias de Adrien Zograffi, a amizade tem um papel importante; é o mais profundo dos sentimentos, aquele que ultrapassa todos os outros, incluindo o do amor sensual. Deste amor sensual há a mais explícita das confissões quando escreve em Narrantsoula: Amo no homem o que ele transporta consigo desde que nasce, o amor-amizade. Amo a mulher quando o seu sangue está abrasado pela paixão carnal. Entrego-me a eles sem condições, com frenesi. Isto custa caro, mas as decepções que sofri nunca me decepcionaram, nunca diminuem a soma dos meus desejos.
O luxuoso Comboio Azul dirige-se a uma das estâncias balneares mais exclusivas do mundo: Nice. A lista de passageiros é diversificada e inclui milionários, excêntricos, algumas pessoas comuns e outras um tanto misteriosas. Mas quando o comboio chega ao seu destino, uma delas está morta. Trata-se da americana Ruth Kettering, cujo marido é o principal suspeito. Apenas Poirot não está convencido, e decide recriar a viagem, sabendo que o assassino ainda está a bordo.
Hercule Poirot é o personagem mais famoso de Agatha Christie. Este agente reformado da polícia belga é um detetive brilhante, pomposo e de aparência extravagante. Os seus métodos de investigação são únicos e infalíveis. Não há mistério que resista às famosas “celulazinhas cinzentas” de Poirot.
A Máquina do Tempo (1895) é uma das primeiras fantasias científicas de H. G. Wells e um clássico do género, a par de A Ilha do Dr. Moreau (1896), O Homem Invisível (1897) e A Guerra dos Mundos (1898). Neste relato, um viajante no tempo, depois de mergulhar mais de oitocentos mil anos no futuro, vislumbra uma trágica sociedade dividida em duas facções: os ociosos e pacíficos Eloi, à imagem das classes altas da época vitoriana, e os bárbaros e predadores Morlocks, confinados aos subterrâneos do planeta. Paralelamente, A Máquina do Tempo encerra uma filosofia da evolução humana e uma crítica à sociedade do tempo de H. G. Wells, com inevitáveis ecos no presente, alertando para as consequências do fosso crescente entre classes e para a exploração e miséria humana. Escrito na viragem do século, numa era vitoriana de progresso científico e industrial, este livro viria a conhecer um enorme êxito e perduraria como uma das principais fantasias da literatura e do cinema.
Morte dum Caixeiro-Viajante de Arthur Miller. Publicações Europa-América. Mem Martins, 1972, 188 págs. B.
Morte Dum Caixeiro-Viajante é o drama de um homem em cujas veias corre o sangue de todos nós: William Loman, um caixeiro-viajante que quer dar o mundo aos seus filhos, oferecer-lhes mais do que o que sabe conseguir e transmitir-lhes as esperanças que já lhe falham, mas lhes falseia a vida com uma filosofia de boas intenções e sonhos de grandeza, que se perderá de encontro às realidades de um mundo cínico.
Aclamada e premiada pela crítica, objecto do notável filme de Kramer, esta peça de Miller, de que se desprende uma poesia quente e humana, é a moderna tragédia do cidadão comum, que busca desesperadamente na família e o refúgio natural e imediato contra a histeria individualista de uma sociedade em que os caminhos e a estrutura do êxito se tornaram vagos e infinitamente complexos e o fracasso é uma espécie de doença insidiosa como o cancro.
O mais simples dos leitores sentirá o problema como seu.
Melodia Interrompida de Boris Pasternak. Publicações Europa-América. Mem Martins, 1972, 147 págs. B. Colecção: Livros de Bolso Europa-América | 47
Boris Pasternak nasceu em Moscovo em 1890 e morreu em 1960. Prémio Nobel da literatura, com Dr. Jivago, em 1958, foi autor proibido na antiga União Soviética até 1987, quando é reabilitado pelo regime de Gorbachov.
Delicada sucessão de impressões, evocações e notas biográficas em que palpita a vida de Sérgio, um jovem sonhador que, após o seu curso universitário, trabalha como preceptor no seio de uma rica família burguesa.
A acção do romance esfuma-se para um plano de fundo e são os ambientes, as paisagens, as situações, os estados de alma, as notações poéticas e musicais que se impõem e dominam.
Miquerinos sucede a seu pai Quéfren no trono do egipto. Este novo reinado marca uma mudança de estilo: Miquerinos pratica uma política moderada, mandando erigir apenas uma modesta pirâmide e devolvendo o culto e os bens ao Deus Ptah. A aventura ocorre noutras paragens: Nekaurê, filho de Persenti e de Djedefhor, manda construir dois navios para iniciar um longo périplo pelo mar vermelho…
Mas, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Casado com a sua irmâ Khamernebti, que lhe dará um herdeiro, Miquerinos separa-se dela, pois prefere os rapazes. Vive uma grande amizade com Kabaptah, o seu ex-companheiro de estudos, que se tornou sacerdote de Ptah… Pelo menos até à chegada de Bunefer, cortesã de grande beleza, que não recua perante nada.
Decadência ou ambiente de fim de reinado? Com o filho de Miquerinos acaba a dinastia de Quéops…
Miguel Street de V. S. Naipul. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 207 págs. B.
Um íman para poetas, filósofos, professores, trovadores e inadaptados que povoam a colorida e agitada cidade de Port of Spain, Miguel Street é um lugar onde histórias de glória e devassidão rivalizam com solenes declarações de amor e ódios ferozes, onde os dramas vizinhos são discutidos com paixão e prolixamente partilhados por todos, às vezes numa linguagem fluente, outras num acalorado “patois”, mas sempre com o sol brilhante e abrasador como pano de fundo
Henry James revela magistralmente nesta obra a subtil tragédia da inocência perdida e dos sonhos desfeitos. O autor constrói sua história como um jogo em que cada coisa se converte no seu oposto: liberdade em destino, afeto em traição, pureza em astúcia e vice versa.
Isabel Archer é uma jovem independente que renuncia ao casamento para experimentar tudo o que a vida tem para lhe oferecer. No entanto, acaba por se casar com com um homem cujas manipulações quase lhe destroem a vida e o espírito de Isabel. A sua esperança é escapar se antes que seja tarde demais.
Em Presságio de Fogo, Marion Zimmer Bradley, autora de As Brumas de Avalon, reimaginou a história da Guerra de Tróia e reconta-a do ponto de vista de Cassandra, a bela e atormentada princesa real de Tróia.
Articulando o facto arqueológico com a lenda, os mitos dos deuses com os feitos dos heróis, o facto e a ficção, Marion Zimmer Bradley insufla uma vida nova, num conto antigo, reinventando para nós Aquiles, Eneias, Heitor, Pátroclo, Helena de Tróia, Ulisses, Agamemnon, Menelau como «pessoas» vivas, empenhadas numa luta desesperada que condena tanto os vencedores como os vencidos, sendo o seu destino visto através dos olhos de Cassandra, sacerdotisa, princesa e mulher apaixonada, com um espírito guerreiro!
O mundo de Amy Dorrit era a Prisão dos Devedores de Marshalsea, em Londres, onde ela nasceu e cresceu. Filha de William Dorrit, um cavalheiro culto que estava preso por dívidas havia anos, a humilde e dedicada jovem vê sua história mudar quando começa a trabalhar como costureira para uma excêntrica dama de Londres, Mrs….
ONDINA DE FRIEDRICH DE LA MOTTE-FOUQUÉ Colares Editora. Sintra, 1998. 144 págs. B.
Conto fantástico do Romantismo alemão de Friedrich de la Motte-Fouqué, publicado originalmente em 1811, com ilustrações que inspiraram Arthur Rackham e gerações de ilustradores europeus. Ondina é uma criatura das águas sem alma que se apaixona por um cavaleiro e, ao casar com ele, adquire alma humana. A história explora o preço dessa humanidade recém-conquistada, o sofrimento e a traição, numa narrativa que esteve na origem da Sireneta de Hans Christian Andersen e influenciou a ópera e o ballet romântico.
────────────────── Características do Exemplar
✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
──────────────────
“Nos versos de juventude escritos antes dos 25 anos de idade, em particular Songs and Sonnets (Poemas Eróticos, Assírio & Alvim, 1995) […] explora todas as facetas transcendentais da relação amorosa. […] Nas Elegias […] vai debruçar-se principalmente sobre a vertente mais terrena e profana do processo amoroso, mesmo quando retoma alguns dos temas anteriores,…
Para proporcionarmos a melhor experiência possível, utilizamos tecnologias como cookies para armazenar e aceder a informações do dispositivo. O consentimento permite-nos processar dados como o comportamento de navegação ou identificadores únicos neste sítio. Não consentir, ou retirar o consentimento, pode afectar negativamente certas funcionalidades.
Funcional
Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o fim legítimo de permitir a utilização de um serviço expressamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para o fim exclusivo de efectuar a transmissão de uma comunicação numa rede de comunicações electrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenamento de preferências não solicitadas pelo assinante ou utilizador.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico utilizado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, sem a colaboração voluntária do seu fornecedor de serviços de Internet, ou sem registos adicionais de terceiros, a informação armazenada ou recuperada apenas para este fim não permite, em geral, identificá-lo.O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte do seu Fornecedor de Serviços de Internet ou registos adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico necessário para criar perfis de utilizador, enviar publicidade ou rastrear o utilizador num ou em vários sítios para fins de marketing.