A vida de Larry Darrell muda para sempre quando um amigo e colega de combate morre ao tentar salvá-lo. Para o jovem aviador americano, a morte passa então a ter um rosto. O inexorável mistério da morte leva-o a questionar o significado último da frágil condição humana e a embarcar numa obstinada e redentora odisseia…
Fanny: Estudo por Ernest Feydeau. Parceria António Maria Pereira. Lisboa, 1921, 159 págs. E.
Romance Transladado para português por Camilo Castelo Branco.
Confessionalmente, é contado o destino de uma mulher casada na casa dos trinta, cujo desejo de amor, compreensão e sensualidade foram travados por um casamento de quinze anos e convenções civis e que vira seu suprimento reprimido de amor para um jovem, e encontra nele o parceiro apaixonado que ama com a devoção e ilusão de sua juventude..
L’objet de la peinture est indécis. S’il était net, – comme de produire l’illusion de choses vues, ou d’amuser l’œil et l’esprit par une certaine distribution musicale de couleurs et de figures, le problème serait bien plus simple, et il y aurait sans doute plus de belles œuvres (c’est-à-dire conformes à telles exigences définies) –…
Qui donc a profité des neiges pour égrainer un chapelet de cadavres? Dans ce village du Dauphiné, l’arrivée du printemps rejette ses secrets et ses morts : au bout de trois victimes, on finira par faire appel à un spécialiste, le commandant Langlois, qui découvrira bien vite la vérité. Mais pourra-t-il y survivre ? Étranges…
Pygmalion est, selon Ovide un sculpteur qui tombe amoureux d’une statue d’ébène qu’il a lui-même créée. Vénus, la déesse de l’amour, est indulgente avec sa passion et rend la belle statue vivante. Pour Bernard Shaw, c est le professeur Higgins qui incarne Pygmalion. Higgins n’a pas besoin d’amour. Il se passionne pour les différences de…
Du Lais au Testament, la frénésie délirante du langage, qui détruit la nature humaine et traduit la perversité du monde, enferme davantage Villon dans sa détresse, rejeté de la société, acceptant sa différence, s’enfonçant plus loin dans le cauchemar. Jongleur, le rire qu’il dispense menace à tout moment de s’étouffer dans un sanglot. Du Lais…
«La bêtise n’est pas mon fort.» Le narrateur, qui commence par cette affirmation, est un homme qui a vécu. Il aurait pu être valablement célèbre. Mais, dit-il, «je me suis préféré». Il rêve «que les têtes les plus fortes, les inventeurs les plus sagaces, les connaisseurs le plus exactement de la pensée devaient être des…
«J’étais en proie à de grands tourments ; quelques pensées très actives et très aiguës me gâtaient tout le reste de l’esprit et du monde. Rien ne pouvait me distraire de mon mal que je n’y revinsse plus éperdument. Il s’y ajoutait l’amertume et l’humiliation de me sentir vaincu par des choses mentales, c’est-à-dire, faites…
Cette tragédie réanime d’illsutres personnages de l’Iliade d’Homère et le thème en est connu: Hélène vient de se faire compliasamment enlever par Pâris, le prince troyen; les Grecs attaqueront si elle ne leur est pas rendue. A Troie, ce fait-divers vaudevillesque déclenche les passions entre partisans de la paix (Hector, Andromaque) et bellicistes (le roi…
Un jeune baron s’éprend d’une femme mariée, Clémence Desmarets, qu’il soupçonne d’adultère. Il se lance alors dans une enquête périlleuse et échappe de justesse à la mort. Qui cherche sa perte ? Si Clémence est aussi pure que vertueuse, quel lien peut-elle entretenir avec le sinistre Ferragus, forçat évadé du bagne et membre de dangereuses…
« Elle » est Thérèse Jacques, « lui » est Laurent de Fauvel. Ils sont artistes, s’aiment et partent pour l’Italie… « Elle », c’est bien sûr George Sand, « lui », Alfred de Musset. Vingt-cinq ans après l’aventure de Venise, George Sand revient sur la liaison la plus célèbre et la plus passionnée de…
Près du village de Werst, en Transylvanie, se dresse le château des Carpathes qui, depuis le départ du dernier représentant de ses seigneurs, Rodolphe de Gortz, est complètement abandonné et fui par tous tant les rumeurs alarmantes et de folles légendes circulent à son sujet. Un jour, une fumée est aperçue au faîte du donjon….
Dans sa propriété de Wormsloe, l’oncle Horace se meurt. A Wilfred., le neveu catholique comme lui qu’il réclame à son chevet, il confie « son trésor », une épaisse enveloppe. C’est ce que cherchait fébrilement sa sueur afin de détruire les dernières traces d’un vieux scandale. Lequel, Wilfred n’ose le demander. Chacun ici le croit…
Antologia Poética de Luis Cernuda. Editorial Espasa Calpe. Madrid, 2002, 386 págs. B.
Los mejores poetas dan pie, a veces, a lecturas divergentes de sus obras. En este caso, el poeta Ángel Rupérez se acerca a la poesía de Luis Cernuda (1902-1963) solicitando de ella voces y significados distintos de los que se le atribuyen más comúnmente.
Le saca de su generación para leerlo en su plena individualidad y, también, le rescata de algunas lecturas intencionadamente sectarias que vuelven a secuestrarlo -a él y a su obra y reducirlo a ser eslabón de un programa poético cuyo interés máximo es ser eso, programa y escuela, y no obra y distinción individual. Por el contrario, Ángel Rupérez subraya la individualidad extrema de la poesía de Cernuda, inseparable de la soledad que rodeó su gestación y escritura. Pero esa individualidad no esquiva entronques profundos con tradiciones poéticas hispánicas -Manrique y Unamuno-, germánicas -Hölderlin-o inglesas-Browning, Wordsworth y Eliot. Para Ángel Rupérez, su vuelo meditativo, lírico y reflexivo a la vez, es su máxima distinción y su máximo logro, tal como podrá comprobar el lector leyendo la selección de poemas que tiene entre las manos de uno de los mejores poetas españoles del siglo xx.
O primeiro romance de Melville, escrito aos 25 anos, é uma espécie de “reportagem” inspirada numa viagem do autor de “Moby Dick” em meados do séc. XIX ao arquipélago das ilhas Marquesas no Pacífico Sul. Uma visita ao “paraíso”, onde não há maldade nem dinheiro, quase não é preciso trabalhar e as pessoas são generosas….
Passaporte para a Vida de Yukiko Sugihara. Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 179 págs. B.
Durante o Verão de 1940, D Chiune Sugihara, cônsul do Japão em Kaunas, então capital da Lituânia ocupada pelos soviéticos, emitiu vistos de trânsito a milhares de judeus. Para lhes salvar a vida, Sugihara decidiu desobedecer às ordens de Tóquio, e quando regressou ao seu país foi demitido dos quadros dos Negócios Estrangeiros.
Hoje, no Japão, um Parque dos Direitos do Homem foi fundado em homenagem ao «Oskar Schindler nipónico», reconhecendo-se, finalmente, a grandeza deste homem a quem Israel exprimiu a sua eterna gratidão atribuindo-lhe o Prémio dos Justos.
Escrito por Yukiko Sugihara, sua mulher, este livro relata-nos a história comovente de alguém que regeu a sua vida por um elevado ideal de justiça, ajudando os outros em detrimento de si próprio.
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