Velhice do Padre Eterno

As crianças têm medo à noite, às horas mortas,
Do papão que as espera, hediondo, atrás das portas,
Para as levar no bolso ou no capuz dum frade.
Não te rias da infância, ó velha humanidade,
Que tu também tens medo ao bárbaro papão,
Que ruge pela boca enorme do trovão,
Que abençoa os punhais sangrentos dos tiranos,
Um papão que não faz a barba há seis mil anos,
E que mora, segundo os bonzos tem escrito,
Lá em cima, detrás da porta do infinito!

Esta obra, que suscitou grande polémica no momento da sua publicação em 1885, é apontada como monumento da crítica anticlerical e como denúncia do farisaísmo. Uma leitura atenta revela a qualidade da combatividade e facilidade de caricaturar de Junqueiro, um estilo que lhe valeu a admiração dos seus contemporâneos.

A Velhice do Padre Eterno é inquestionavelmente um clássico da literatura portuguesa de uma das figuras incontornáveis da nossa literatura. Esta é uma edição especial com as ilustrações originais de Leal da Câmara.

Encadernação com lombada em pele. 1ª Edição com desenhos de Leal da Câmara.

40,00 

informação do livro

Título: A Velhice do Padre Eterno
Autor: Guerra Junqueiro
Edição: Livraria Chardon
Ano: 19[?]
Páginas: 266
Encadernação: Dura

Assinatura de posse.

Esta obra, que suscitou grande polémica no momento da sua publicação em 1885, é apontada como monumento da crítica anticlerical e como denúncia do farisaísmo. Uma leitura atenta revela a qualidade da combatividade e facilidade de caricaturar de Junqueiro, um estilo que lhe valeu a admiração dos seus contemporâneos.

A Velhice do Padre Eterno é inquestionavelmente um clássico da literatura portuguesa de uma das figuras incontornáveis da nossa literatura. Esta é uma edição especial com as ilustrações originais de Leal da Câmara.

Encadernação com lombada em pele. 1ª Edição com desenhos de Leal da Câmara.

Peso 425 g

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Velhice do Padre Eterno

As crianças têm medo à noite, às horas mortas,
Do papão que as espera, hediondo, atrás das portas,
Para as levar no bolso ou no capuz dum frade.
Não te rias da infância, ó velha humanidade,
Que tu também tens medo ao bárbaro papão,
Que ruge pela boca enorme do trovão,
Que abençoa os punhais sangrentos dos tiranos,
Um papão que não faz a barba há seis mil anos,
E que mora, segundo os bonzos tem escrito,
Lá em cima, detrás da porta do infinito!

Esta obra, que suscitou grande polémica no momento da sua publicação em 1885, é apontada como monumento da crítica anticlerical e como denúncia do farisaísmo. Uma leitura atenta revela a qualidade da combatividade e facilidade de caricaturar de Junqueiro, um estilo que lhe valeu a admiração dos seus contemporâneos. A Velhice do Padre Eterno é inquestionavelmente um clássico da literatura portuguesa de uma das figuras incontornáveis da nossa literatura. Esta é uma edição especial com as ilustrações originais de Leal da Câmara. Encadernação com lombada em pele. 1ª Edição com desenhos de Leal da Câmara.

informação do livro

Título: A Velhice do Padre Eterno
Autor: Guerra Junqueiro
Edição: Livraria Chardon
Ano: 19[?]
Páginas: 266
Encadernação: Dura

Assinatura de posse.

Esta obra, que suscitou grande polémica no momento da sua publicação em 1885, é apontada como monumento da crítica anticlerical e como denúncia do farisaísmo. Uma leitura atenta revela a qualidade da combatividade e facilidade de caricaturar de Junqueiro, um estilo que lhe valeu a admiração dos seus contemporâneos.

A Velhice do Padre Eterno é inquestionavelmente um clássico da literatura portuguesa de uma das figuras incontornáveis da nossa literatura. Esta é uma edição especial com as ilustrações originais de Leal da Câmara.

Encadernação com lombada em pele. 1ª Edição com desenhos de Leal da Câmara.

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