A mostrar 1–16 de 163 resultadosOrdenado por mais recentes

  • As Novelas de Kleist de Maria Manuela Pinho

    Novelas de Kleist, As

    Maria Manuela Pinho

    12,00 

    As Novelas de Kleist de Maria Manuela Pinho de Figueiredo.
    Primavera. Porto, 1963, 206 págs. B.

    Tese de doutoramento da autora, focando-se na análise crítica e filosófica da dimensão trágica na ficção de Heinrich von Kleist (1777–1811), um dos nomes mais complexos e marcantes do romantismo alemão

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Ideologia e Racionalidade nas Ciências da Vida de Georges Canguilhem

    Ideologia e Racionalidade nas Ciências da Vida

    Georges Canguilhem

    8,00 

    Ideologia e Racionalidade nas Ciências da Vida de Georges Canguilhem
    Edições 70. Lisboa, 1977, 126 págs. B.
    Colecção: O Saber Filosofia | 2

    Ganguilhem é um dos principais epistemologos da historiografia científica contemporânea: com subtileza e invenção, rastreia o laço de ideologia e ciência na medicina do séc. XIX, a natureza das teorias médicas e conceitos fulcrais como o de regulação biológica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Filosofia Chinesa de Max Kaltenmark

    Filosofia Chinesa, A

    Max Kaltenmark

    6,00 

    A Filosofia Chinesa de Max Kaltenmark
    Edições 70. Lisboa, 1981, 102 págs. B.
    Colecção: O Saber da Filosofia | 5

    Um pensamento original, atento aos grandes ritmos do cosmos e à ordem humana na sua sintonia recíproca: tal é a filosofia chinesa, uniforme e ao mesmo tempo cheia de contrastes.

    O presente volume constitui uma ampla e minuciosa introdução à reflexão filosófica de uma das grandes culturas da humanidade

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ciência e Filosofia de R. G. Collingwood

    Ciência e Filosofia

    R. G. Collingwood

    7,00 

    Ciência e Filosofia de R. G. Collingwood
    Editorial Presença. Lisboa, 1981, 197 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Textos Universitários | 48

    O objectivo do presente texto de Collingwood consiste numa reflexão sobre a ciência, no quadro de uma concepção historicista. É este o traço marcante da obra, porquanto, ao considerar toda a teoria científica um facto histórico, Collingwood faz uma notável digressão através das grandes concepções do Universo, desde a cosmologia grega até à física e à psicologia do nosso tempo. Assim, para além das premissas contidas no pensamento de Collingwood, tem este texto a recomendá-lo a quantidade de informação que nos proporciona acerca dos temas fundamentais da teoria da ciência.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Apologia e Filosofia de Álvaro Ribeiro

    Apologia e Filosofia

    Álvaro Ribeiro

    6,00 

    Apologia e Filosofia de Álvaro Ribeiro
    Guimarães Editores. Lisboa, 1953, 202 págs. B.

    Índice

    1. Do aristotelismo ao positivismo
    2. O positivismo actual
    3. A filosofia portuguesa
    4. A disciplina escolar
    5. A didáctica fixista
    6. Ciência e senso-comum
    7. Ciência e autoridade
    8. Ciência e necessidade
    9. Ciência e técnica
    10. Ciência e evolução
    11. Analítica
    12. Observação
    13. Experimentação
    14. Cálculo
    15. Hipótese
    16. Lógica
    17. Metafísica
    18. O sobrenatural

    📝 Assinatura de posse.

  • Teeteto de Platão

    Teeteto

    Platão

    8,00 

    Teeteto de Platão
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2005, 322 págs. E.

    Nesta obra de Platão, a estrutura do diálogo parece comparativamente simples. Após uma dupla introdução dramática, a segunda das quais gradualmente vai assumindo uma função metodológica, Sócrates lança a pergunta – “O que é o saber?” -, que comandará todo o diálogo. É a ela que Teeteto apresenta as três respostas que constituem o diálogo, cada uma das quais, pela sua autonomia, serve de baliza à argumentação. […]

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Situação Africana e Consciência Nacional de Eduardo Lourenço

    Situação Africana e Consciência Nacional

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Situação Africana e Consciência Nacional de Eduardo Lourenço
    Livraria Bertrand. Amadora, 1976, 49 págs. B.
    Colecção: Cadernos Critério | 2

    Estas reflexões fazem parte de um ensaio escrito entre 1961 e 1963, e conservado inédito por motivos óbvios, dedicado ao problema do colonialismo português.

    📌 Carimbo da Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha

  • Sete Cartas a um Jovem Filosófo de Agostinho da Silva

    Sete Cartas a um Jovem Filosófo

    Agostinho da Silva

    7,50 

    Sete Cartas a um Jovem Filosófo de Agostinho da Silva
    Ulmeiro. Lisboa, 1990, 119 págs. B.

    Meu caro Amigo:

    Do que você precisa, acima de tudo, é de se não lembrar do que eu lhe disse; nunca pense por mim, pense sempre por você; fique certo de que mais valem todos os erros se forem cometidos segundo o que pensou e decidiu do que todos os acertos, se eles foram meus, não seus. Se o criador o tivesse querido juntar muito a mim não teríamos talvez dois corpos distintos ou duas cabeças também distintas. Os meus conselhos devem servir para que você se lhes oponha. É possível que depois da oposição venha a pensar o mesmo que eu; mas nessa altura já o pensamento lhe pertence. São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Racionalidade Argumentativa de Rui Alexandre Grácio

    Racionalidade Argumentativa

    Rui Alexandre Grácio

    7,50 

    Racionalidade Argumentativa de Rui Alexandre Grácio
    Edições ASA. Porto, 1993, 158 págs. E.
    Colecção: Argumentos e Pensamento Contemporâneo

    Ao tornar-se um modelo para o exercício da razão, a ciência levou a menosprezar o papel da argumentação na vida dos homens.
    Rui Alexandre Grácio mostra, ao traçar as suas grandes linhas e ao definir os seus principais problemas, como a “nova retórica” se insurgiu contra esta situação, propondo uma concepção mais ampla e plural da racionalidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Palavra de Georges Gusdorf

    Palavra, A

    Georges Gusdorf

    7,00 

    A Palavra de Georges Gusdorf
    Edições 70. Lisboa, 1995, 111 págs. B.
    Colecção: Arte & Comunicação | 59

    A Palavra, na sua múltipla função – fala, comunicação, expressão – e como limiar da humanidade, é aqui abordada como mensageira de valores pessoais carregada de intenções particulares com uma ética própria e uma dignidade profética, cuja eficácia intrínseca assegura a criação do universo humano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Linguagem e Solidão de Ernest Gellner

    Linguagem e Solidão

    Ernest Gellner

    8,00 

    Linguagem e Solidão: uma interpretação do pensamento de Wittgenstein e Malinowski de Ernest Gellner
    Edições 70. Lisboa, 2001, 215 págs. B.

    Ernest Gellner tem sido descrito como um dos últimos grandes intelectuais da Europa Central. Este livro lança uma nova luz sobre dois dos mais referenciados pensadores da sua época, Wittgenstein e Malinowski. Wittgenstein, provavelmente um dos filósofos mais citados e mais influentes do século XX, ficou famoso por ter exposto duas posições filosóficas radicalmente diferentes. Malinowski foi o fundador da moderna antropologia social britânica e geralmente é-lhe atribuído o título de inventor do trabalho de campo etnográfico, um método de investigação fundamental para todas as ciências sociais. Este livro demonstra, de uma forma bastante original, o modo como o pensamento de ambos, e as duas filosofias de Wittgenstein, se desenvolveram a partir de um conjunto de pressupostos comuns – amplamente partilhados no Império dos Habsburgo da sua juventude – sobre a natureza humana, sobre a sociedade e sobre a linguagem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Imaginação Simbólica

    Imaginação Simbólica

    Gilbert Durand

    6,00 

    Imaginação Simbólica de Gilbert Durand
    Arcádia. Lisboa, 1979, 137 págs. B.
    Colecção: Paralelo | 2

    A Imaginação Simbólica, de 1964, é uma apologia do símbolo, figura poética e onírica que nos conduz infinitamente além do sensível, por oposição à clara demarcação de sentido dos restantes signos.

    Trata-se de recuperar uma forma perdida de nos relacionarmos com as imagens e as palavras, uma que nos liberta da experiência do mundo empobrecida pelo positivismo e do pensamento domesticado pela lógica e o criticismo, cingido ao conceito e ao preceito, de laços cortados com o indizível.

    Como mediação entre a sensibilidade e a transcendência, a tarefa da arte é superar a desvalorização operada pela profusão massificada de signos, o ornamentismo e o entretenimento.

    📝 Assinatura de posse.

  • Hannah Arendt: Luz e Sombra de Maria Luísa Ribeiro

    Hannah Arendt: Luz e Sombra

    Maria Luísa Ribeiro

    15,00 

    Hannah Arendt: Luz e Sombra de Maria Luísa Ribeiro Ferreira
    Centro da Filosofia da Universidade de Lisboa. Lisboa, 2007, 281 págs. B.

    O presente volume integra os textos apresentados no Colóquio Hannah Arendt Luz e Sombra, realizado nos dias 11 e 12 de Janeiro de 2007, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O evento foi da responsabilidade conjunta do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e da Sociedade de Ética Ambiental, tendo como objectivo homenagear esta filósofa por ocasião do centenário do seu nascimento. Na sequência de outras comemorações ocorridas ao longo de 2006 e 2007, convidaram-se especialistas, estudiosos e investigadores que se debruçaram sobre o pensamento arendtiano, procurando contemplar as vertentes fundamentais do mesmo. Assim, foram consideradas primeiramente quatro grandes áreas: a Política, o Ambiente, o Direito e a Moral. O interesse demonstrado em trabalhar outras temáticas levou à abertura de mais um domínio, no qual se integraram os textos relativos ao diálogo e confronto das teses de Arendt com outros pensadores e pensadoras seus contemporâneos. Para a presente publicação, estas áreas foram agrupadas em três: Ética, Politica, Direito, Ambiente e Condição Terrestre, Diálogos Cruzados.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ensaio sobre o Entendimento Humano de John Locke.

    Ensaio sobre o Entendimento Humano

    John Locke

    25,00 

    Ensaio sobre o Entendimento Humano de John Locke
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2005, 2 vols. E.

    John Locke nasceu em 1632 e faleceu em 1704. Não seguiu a carreira universitária, nem foi professor de Filosofia, o que geralmente também aconteceu com os grandes pensadores seus contemporâneos. Viveu durante um dos períodos mais turbulentos da história da Inglaterra, tendo participado activamente na vida pública, a partir de 1667.

    As preocupações críticas de Locke quanto ao conhecimento não incidiam, como foi comum na época, sobre questões fisicas e matemáticas, mas sobre problemas que se levantavam no âmbito da teologia, da política, da pedagogia e até da economia e das finanças. O projecto da elaboração do Ensaio … nasceu, como relata, numa tertúlia em que discutia, com alguns amigos, temas de natureza teológica, e no momento em que todos se deram conta de que era necessário ver a forma como o homem pensa, antes de iniciar um conhecimento seguro sobre qualquer assunto.

    A única obra propriamente filosófica que deu a lume foi o Ensaio …, que terminou em 1666 mas só publicou em 1690. Em vida do filósofo apareceram mais três edições, em que foi corrigindo, aperfeiçoando ou esclarecendo alguns pontos: em 1694, 1695 e, a última e definitiva, em 1700, que agora aqui se traduz. Em 1677 veio a público An Essay Concerning Toleration, seguido, em 1689, da Epístola De Tolerantia. Em 1690 foram publicados […] Two Treatises on Government. E em 1693 saíram os Some Thoughts Concerning Education.

    Da conjugação entre o mito da bondade natural do homem e a visão individualista nasceu a utopia de uma ideal sociedade anárquica em que a máxima valorização dos direitos naturais de cada um seria automaticamente atingida por se ter alcançado, no exercício da cidadania, a perfeição a que uma longa habituação democrática e a suspensão das sujeições económicas haveriam de levar. Até lá, e enquanto os homens permanecessem presos às violências do seu egoísmo, manter-se-ia o império do «Estado de Direito» que seria, progressivamente, mais consensual e interiorizado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Problema de Sócrates de Vasco Magalhães-Vilhena

    Problema de Sócrates, O

    Vasco Magalhães-Vilhena

    10,00 

    O Problema de Sócrates: O Sócrates Histórico e o Sócrates de Platão de Vasco Magalhães-Vilhena
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1984, 596 págs. B.

    Para nós, o essencial era examinar as possibilidades de saber que existência histórica convém reconhecer a Sócrates. Na verdade, tratava-se, em suma, de determinar exactamente as questões que pontuam a história do problema socrático e de empreender o exame dos processos susceptíveis de conduzir a uma solução. Tudo isso tinha por fim recolher e agrupar, segundo determinadas rubricas, os materiais indispensáveis para a análise das duas questões seguintes: qual é a autenticidade dos testemunhos que foram transmitidos sobre Sócrates? É possível o conhecimento do Sócrates histórico, do Sócrates “tal como foi”?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica de Karl Popper

    Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica

    Karl Popper

    30,00 

    Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica de Karl Popper
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 3 vols. B.

    Obra dividida em três volumes : O Relismo e o Objectivo da Ciência; O Universo Aberto; A Teoria dos Quanta e o Cisma na Física.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.