Nos anos mais recentes, tem-se vindo a assistir à restruturação do setor elétrico de diversos países visando a adoção de mecanismos de mercado, bem como uma maior liberalização no acesso às redes elétricas. Neste manual são apresentados modelos de organização e mercados de eletricidade, aspetos e metodologias associadas à regulação de algumas atividades do setor , são descritos métodos de tarifação do uso das redes e é analisada a situação existente em diversos países e organizações.
Gestão numa Época de Grande Mudança de Peter F. Drucker. Difusão Cultural. Lisboa, 1996, 318 págs. B
Drucker reflecte sobre a nova revolução no comércio e suas implicações na redução de custos; a necessidade de todas as companhias terem uma «teoria de empresa»; e a necessidade de os executivos receberem regularmente os novos tipos de informação relativa aos mercados e à economia em geral, disponibilizados pelas novas tecnologias.
Analisa ainda a constituição de equipas; as regras para a gestão de empresas familiares; e as «ver- dades absolutas» adquiridas ao longo dos últimos quarenta anos e que começam agora a ser postas em causa.
Neste livro, onde se reúne alguma experiência do autor no domínio profissional e no ensino Universitário, são apresentados casos práticos de Elaboração e Análise de Projectos, construídos com o objectivo de ilustrar métodos e técnicas de abordagem deste tema. Em todos os casos práticos propostos, o autor apresenta a explicação detalhada dos procedimentos adoptados e…
O Meu Programa de Governo de José Gomes Ferreira. Livros d’ Hoje. Lisboa, 2013, 475 págs. B.
A minha vida pessoal e o meu percurso profissional deram-me a possibilidade de analisar a sociedade portuguesa, a economia, a governação e a realidade europeia e mundial com algum grau de pormenor, permitindo-me sistematizar um conjunto interpretações sobre a complexa situação a que chegámos e formular um conjunto de propostas para a alterar, que tenho transmitido frequentemente em intervenções públicas, em televisão, em conferências ou debates.
Não sou candidato a nada, nem sou político, sou jornalista, mas aqui está O Meu Programa de Governo – que é muito mais do que isso, é um conjunto de propostas de renovação da sociedade portuguesa, não certamente uma proposta exaustiva, mas com um grau de pormenor suficiente para convidar a reflectir quem tem os vários poderes de decisão, politico, económico, social, cultural e para promover as mudanças de fundo de que Portugal precisa.
Se são propostas úteis ou não, será vosso o julgamento!
A Dividadura: Portugal na Crise do Euro de Franciso Louçã. Bertrand Editora. Lisboa, 2012, 237 págs. B.
Um livro sobre a crise das dívidas soberanas e do euro .
Para além de abordar a atual crise e o caso português, «A Dividadura» traça uma perspetiva histórica do conceito de dívida e do seu contexto desde a Mesopotâmia, passando pelos textos bíblicos e indo até à bancarrota portuguesa no reinado do rei D.Carlos I, no fim do século XIX, à Grande Depressão ou às renegociações de dívida que tiveram lugar na Argentina ou na Islândia.
Alternativa Económica e Transformação Social de Augusto Duarte.
Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 156 págs. B.
Evidentemente, há que perguntar-se se se quer que Portugal seja um país como os outros, proletarizado, inserido até à dependência nos circuitos internacionais, obrigado a sacra- lizar o consumo para aumentar o emprego, não recuando diante do desperdício nem da bugiganga, intimamente alinha- do com países que possam, na melhor das hipóteses, aceitar partilhar um bocado dos frutos da exploração dos países mais pobres – porque essa é a base da abundância dos países ricos; ou se se prefere um país morigerado nas suas divagações e nas suas ambições, capaz do esforço e do amor do próprio trabalho, mais preocupado com encontrar-se na sua cultura, na melhoria do seu património, na valorização da natureza e no acolhimento hospitaleiro, do que na peregrinaçam que termina com as mãos vazias. É bem de ver que não há resposta imediata, e quando a houver não poderá de for- ma alguma ser categórica e eliminatória; actualmente, estas são perguntas… para se ir fazendo
«Os tempos, neste momento em que escrevo, são cinzentos não só meteorologicamente, mas até acontece que uma crise provoca um fantástico cocktail de menores taxas de juro, muita injecção de liquidez, acções mais baratas e imenso pessimismo. Isto é, oportunidades de investimento.»
Depois do enorme sucesso que teve o Harvard Trends há um ano (segundo livro mais vendido na área da Gestão/Marketing, depois do livro sobre Steve Jobs), que chegou ao top de vendas nacional várias semanas consecutivas no mês mais forte de vendas do ano e que está já na Amazon na sua versão inglesa, chega agora uma nova edição.
O novo Harvard Trends é mais, mas não é do mesmo. É um livro inteiramente novo e com um novo enfoque.
Continuando a manter a lógica de tendências na área da gestão escritas para uma fácil e rápida leitura de forma a ser ser acessível a todos (e não apenas para o nicho de gestores, marketers, empresários e estudantes), o Harvard Trends 2013 abarca novas áreas até agora menos tratadas, como as apps e redes sociais.
Embora o core continue centrado em áreas como a gestão de pessoas, marketing ou inovação, são os textos sobre as tendências no Facebook, Twitter e Linkedin que prometem ter mais sucesso, até porque são actualizadíssimas e resumem com uma profundidade interessante o que de mais importante há para saber nesta matéria, em termos de eficácia e de posicionamento.
Finanças Pessoais: Quatro Princípios para Investir de Juan Palacios. Aletheia Editores. Lisboa, 2011, 237 págs. B.
Como é que devemos investir as nossas poupanças e administrar bem o nosso dinheiro?
A saúde e o dinheiro são dois elementos necessários ao nosso bem-estar material.
São muitas as semelhanças entre medicina e finanças, duas áreas de conhecimento que avançaram espectacularmente nos últimos cinquenta anos. Mas também existem algumas diferenças. A mais notória é que, enquanto a maioria da nossa população aceita a medicina e procura nela remédio para os seus problemas, quase ninguém sabe alguma coisa de finanças e, consequentemente, dificilmente podemos aproveitar esse saber para resolver os nossos assuntos financeiros.
Esta situação é surpreendente, pois as regras financeiras para investir bem são simples e qualquer pessoa pode entendê-las, embora, infelizmente, quase ninguém as aplique.
Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro de Carlos Moreno. Caderno. Lisboa, 2010, 190 págs. B.
Todos os dias entregamos ao Estado uma parte substancial dos nossos rendimentos sob a forma de impostos. E acreditamos que o Estado vai gerir esse dinheiro de forma conscienciosa, em obediência aos critérios da boa gestão financeira. Não é, porém, o que acontece. Mais vezes do que seria aceitável, o capital que tanto nos custou amealhar é usado em negócios ruinosos com o sector privado; ou desbaratado em obras públicas que economicamente não fazem qualquer sentido. Não só pagamos os impostos, como a factura da sua má gestão. Ao gastar alegremente mais do que tem, o Estado acumula uma dívida. E quem tem de a assumir somos nós, os contribuintes, que pagamos o descontrolo das finanças estatais com novos impostos, e ainda mais sacrifícios. É um ciclo vicioso chocante, consequência de um festim de maus gastos públicos sem fim à vista. E uma realidade que Carlos Moreno acompanhou de perto enquanto Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas. Ao longo de 15 anos assinou mais de 100 relatórios de auditoria, passou a pente fino os gastos com a Expo 98, com as famigeradas SCUT, os Estádios do Euro 2004, a Casa da Música, o Túnel do Rossio, o terminal de contentores de Alcântara.
10 Questões da Recuperação de João César das Neves. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2012, 333 págs. Brochado.
Partindo de algumas análises do cenário macro e microeconómico europeu e português são apontadas algumas respostas às perguntas que enchem os meios de comunicação no dia-a-dia: Quem tem culpa disto? Devemos sair do euro? Podemos repudiar a dívida? O que o Estado precisa de fazer? Quem resolve a crise? A receita está a resultar? O país aguenta? O que está a acontecer na Europa? O que está a acontecer no mundo? Quanto tempo dura a crise?
Escrito numa linguagem compreensível, é acompanhado de gráficos, imagens e tabelas acessíveis, o que torna esta obra um livro único e indispensável para compreender o país em que vivemos.
A Sociedade Funcional está dividida em sete partes. As partes um e dois foram escritas sobretudo durante o início da Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. A parte 3 trata dos limites da competência governativa na esferas social e económica, e da diferença entre governo grande e governo eficaz. A parte seguinte analisa os…
Análise Económica de Alfredo de Sousa. Universidade Nova de Lisboa. Lisboa, 1987, 573 págs. B.
Uma sintese da Economia moderna apre sentada de forma simples… se vencer a timidez inicial. A propria Matemática não constitui obstáculo, se tiver um pouco de. paciència. Aprendendo Economia, entende- -se melhor a Sociedade em que vivemos e o que os políticos nos prometem.
Os desafios de final de século impõem uma renovação das práticas da função «Pessoal» e uma gestão dos Recursos Humanos que integre as dimensões estratégica e internacional. A gestão dos empregos e das competências, o controlo da massa salarial e a abordagem das remunerações, o investimento em formação, segurança, qualidade e na melhoria das condições…
A Formação da Ciência Económica de Henri Denis. Livros Horizonte. Lisboa, s.d., 444 págs. B.
Henri Denis, professor da Faculdade de Direito de Paris, é um investigador já conhecido do público português especializado, pelos seus importantes estudos de teoria económica de que destacamos História do Pensamento Económico. Foi justamente em complemento deste indispensável manual que o autor compendiou A For- mação da Ciência Económica, colectânea dos textos fundamentais para o estudo da história das doutrinas económicas. Na elaboração deste trabalho teve o seu autor como principal preocupação o desejo de oferecer uma panorâmica tão precisa quanto possível das sucessivas aquisições dessa «ciência do mundo moderno» que é a economia política, bem como das principais controversias que se desenvolveram à sua volta. É em obediência a este princípio que foram organizados os quatro primeiros capítulos, ver- sando sucessivamente os seguintes problemas: o valor, a repartição dos rendimentos, os desequilíbrios económicos e o crescimento económico.A fim de enquadrar os textos seleccionados nos respectivos contextos filosóficos e políticos em que a teoria económica se encontra imersa, Henri Denis acrescentou ainda um quinto capítulo com o objectivo de apresentar alguns aspectos do que contemporaneamente se designa por conflito entre o liberalismo económico e as dou- trinas socialistas.
Estudos de Economia Caboverdiana de António Carreira. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1982, 342 págs. B.
Ainda que fragmentário, é de certo modo impor tante o conjunto de estudos publicados sobre as ilhas de Cabo Verde, visando o conhecimento de aspectos da vida social, económica e cul tural. Mesmo assim. muito há ainda a fazer no sentido de melhorar, corrigir e esclarecer. Para isso os estudiosos têm à sua disposição abun dante (e importante) material preparado por um brilhante pleiade de pesquisadores, a partir. sobretudo, dos meados do século XIX.
De modo geral, esse material abrange o periodo decorrido de 1400 aos meados do século XVII. Basta portanto desmontar esses textos e apro veitá-los no essencial para a elaboração de trabalhos monográficos, ou de síntese, por temas ou assuntos preferidos, consoante as preferên cias individuais. Recorde-se que grande parte dos originais existentes nos Arquivos é redigida em latim e/ou português arcaico; e a sua leitura tornava-se difícil para muitos dos individuos não ou pouco afeitos a tais tipos de escrita, sua pontuação, abreviaturas e outros detalhes que não importa referir. Por isso mesmo o material publicado facilita em extremo a tarefa
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