Como Está a Economia Portuguesa de Manuel Mira Godinho [Org.]. CISEP. Lisboa, 2001, 1007 págs. B.
Nos últimos anos tem-se tornado evidente a escassez de produção cientifica em torno dos problemas e desafios com que a economia portuguesa se defronta. Esta situação deve-se à progressiva concentração da investigação em temas de indole predominantemente teórica. Por outro lado, os estudos de natureza aplicada realizados concentraram-se num restrito número de áreas, designadamente as relacionadas coma integração e a convergência monetária no âmbito da UE. A necessidade urgente de renovar o conhecimento sobre a economia portuguesa constitui, assim, uma primeira razão que levou o CISEP a promover esta IV Conferência Sobre a Economía Portuguesa – Como Está a Economia Portuguesa?.
SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DO PROBLEMA DO CRÉDITO EM ANGOLA DE CUNHA LEAL Ed. Autor. Lisboa, 1930. 86 págs. B.
Invulgar e polémico ensaio técnico de pendor financeiro e político da autoria do Engenheiro Francisco Cunha Leal (1888-1970), antigo Presidente do Ministério da Primeira República, que analisa com acuidade a crise monetária e a reestruturação bancária da colónia de Angola na transição para a década de 1930. Publicada numa época de forte centralização e debate sobre a soberania económica do Ultramar, a obra apresenta sugestões metodológicas e soluções para o desenvolvimento do crédito agrícola e comercial, tecendo sérias críticas à gestão administrativa territorial. Um documento histórico de grande raridade e manifesto interesse para o estudo das finanças ultramarinas e do pensamento económico colonial português.
🔖 Temática: Economia, Ultramar, Estado Novo
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Características do Exemplar
✍️ Exemplar autografado pelo autor.
Peso: 150g
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Livre Câmbio e Desenvolvimento Económico: Portugal na Segunda Metade do Século XIX de Miriam Halpern Pereira. Edições Cosmos. Lisboa, 1941, 441 págs. E.
Durante o primeiro quartel do século dezanove, as guerras, a ocupação estrangeira, a revolução liberal de 1820, a perda do Brasil e a dura concorrência da indústria mecanizada britânica provocaram múltiplas dificuldades económicas ¹. Nos anos seguintes, de 1835 a 1850, assiste-se a um retomar do ritmo regular da actividade económica, a qual se desenrola dentro de uma nova estrutura socio-económica, liberta de alguns dos principais entraves senhoriais 2. E como factor do desenvolvimento económico iniciado então, e também como sua resultante, que o crescimento demográfico nos interessará aqui.
Introdução à Economia Política de Pierre Salama. Livros Horizonte. Lisboa, 1978, 228 págs. B.
Os autores consideram que a origem principal deste livro se encontra no facto de ao tempo terem sentido a necessidade de tornar operacionais os cursos que ambos faziam respectivamente em Nanterre (Jacques Valier) e em Villetaneuse (Pierre Salama). Para superar as dificuldades criadas pela falta de um texto suficientemente acessível (sem ir à vulgarização) mas também com um conteúdo cientificamente incontestável, decidiram juntar os esforços decorrentes por um lado, do trabalho de pesquisa pedagógica nas Faculdades onde ensinavam, e, por outro lado, do trabalho de militantes políticos -sendo ambos membros diri gentes da Liga Comunista Revolucionária e dirigindo os cursos de formação daquele partido.
Iniciação à Teoria Económica Marxista de Ernest Mandel. Afrontamento. Lisboa, 1975, 72 págs. B.
O texto a seguir publicado é uma reedição fac-simile de uma publicação feita em 1967. Na época, e dadas as condições então existentes, o livro foi publicado com o título Iniciação à Teoria Económica. Repõe-se agora o título completo Iniciação à Teoria Económica Marxista. Reproduz-se também a nota explicativa que acompanhava a primeira edição.
A iniciativa de fazer este livro nasceu da ideia de ajudar a promover os fundos de investimento e os organismos de investimento colectivo em valores (OICV), em geral, e da constatação de uma lacuna evidente de informação acessível e completa sobre o tema, junto do público interessado.
Antologia dos Economistas Portugueses (século XVII) de António Sérgio.
Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1974, 266 págs. B.
Diálogos do Sítio de Lisboa por Luís Mendes de Vasconcelos;
Dos Remédios para a Falta de Gente por Manuel Severim de Faria;
Sobre a Introdução das Artes por Duarte Ribeiro de Macedo.
📕 1ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
O Axioma de Linder de Staffan Burenstam Linder. Editorial Futura. Lisboa, 1973, 265 págs. B.
Sempre esperámos que um dos resultados benéficos da afluência económica fosse um processo de vida tranquilo e harmonioso, uma vida em Arcádia.
Dantes, pensava-se que à medida que a prosperidade geral aumentasse, as pessoas progressivamente se desinteressariam de mais aumentos salariais.
Sempre esperámos que a eliminação das dificuldades materiais abrisse caminho a um vasto avanço cultural. Na prática, nem mesmo os indivíduos dotados com a necessária capacidade intelectual e emocional têm mostrado qualquer propensão para se dedicarem ao cultivo da mente e do espírito. Assim também todos os nossos esforços e atitudes conduzem a uma taxa de crescimento económico cada vez mais alta e, por isso, a salários mais elevados também. Na realidade, a sonhada vida em Arcadia está a transformar-se, ao contrário, numa vida desenfreada, numa corrida louca…
Never before has risk management been so important.Now in its third edition, this seminal work by Joël Bessis has been comprehensively revised and updated to take into account the changing face of risk management.Fully restructured, featuring new material and discussions on new financial products, derivatives, Basel II, credit models based on time intensity models, implementing…
Aplicação de Capitais nas Províncias Ultramarinas de Jorge E. da Costa Oliveira.
Junta de Investigações do Ultramar. Lisboa, 1961, 374 págs. B.
O problema levantado pelo Governo-Geral de Moçambique, específico pelas suas implicações políticas – que não nos cabe a nós apreciar -, insere-se no problema mais vasto da política governamental portuguesa em matéria de atracção de capitais estrangeiros. Importa, pois, descrever, nas suas linhas erais, o quadro legal informador dessa mesma política, apontando as dificuldades que se opõem à referida e desejada atracção, assim como o conjunto de medidas que se julga necessário adoptar no sentido de as evitar.
Ever since the inauguration of a limited Free-trade Policy in France, by the conclusion of the Treaty of October 12, 1860, the Commercial relations of that country both with Great Britain and the United States – as well as with other countries in which the English tongue is spoken – have been steadily on increase….
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