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  • Vida do Arcebispo de Frei Luiz de Sousa

    Vida do Arcebispo

    Frei Luiz de Sousa

    7,00 

    Vida do Arcebispo de Frei Luiz de Sousa
    Seara Nova. Lisboa, 1961, 96 págs. B.
    Colecção: Textos Literários

    A Vida de Dom Frei Bartolomeu dos Mártires (frequentemente abreviada como Vida do Arcebispo) é uma das maiores obras-primas da prosa seiscentista portuguesa, escrita por Frei Luís de Sousa (nome religioso de Manuel de Sousa Coutinho). Publicada originalmente em 1619, a biografia relata a vida do arcebispo de Braga, D. Frei Bartolomeu dos Mártires, uma das figuras mais influentes da Igreja Católica e do Concílio de Trento

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  • Veronika Decide Morrer de Paulo Coelho

    Veronika Decide Morrer

    Paulo Coelho

    5,00 

    Veronika Decide Morrer de Paulo Coelho
    Pergaminho. Lisboa, 1999, 242 págs. B.

    «No dia 11 de novembro de 1997, Veronika decidiu que havia – afinal! – chegado o momento de se matar.» É assim que começa o romance de Paulo Coelho. Veronika é uma jovem eslovena que decide suicidar-se, cansada que está da vida que leva. Salva no último instante, dá entrada num hospital psiquiátrico. Aí conhece Zedka, internada por depressão, transformada à custa do tratamento numa «mulher louca» e feliz; Mari, advogada que integra o grupo A Fraternidade, organizador de palestras sobre a meditação sufi, e parte para a Bósnia em missão humanitária em busca de aventura; Eduard, um jovem belo e rico que se faz passar por esquizofrénico; e o Dr. Igor, o psiquiatra do hospital. O autor revelou ter estado internado num hospital psiquiátrico, experiência que lhe valeu para a escrita desta obra sobre a loucura. E também sobre o amor e a sabedoria, as relações com os outros, atravessada pelo esoterismo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Verdade do Amor de Vladimiro Soloviev

    Verdade do Amor

    Vladimiro Soloviev

    7,00 

    Verdade do Amor de Vladimiro Soloviev
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 142 págs. B.
    Colecção: Filosofia e Ensaios

    Qual é o significado da emoção intensa do amor? ideal do amor divino, antecedente do nosso amor, contém em si o segredo da idealização do nosso amor.

    Segundo Solovyov, o amor (…) tem um papel  fundamental a desempenhar na transfiguração mística do mundo. O amor, que permite uma pessoa encontrar conclusão incondicional em outra, torna-se uma estratégia evolutiva para superar a desintegração cósmica, é a justificação e salvação da individualidade através do sacrifício do egoísmo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Vagabundos de Máximo Gorky

    Vagabundos

    Máximo Gorky

    5,00 

    Os Vagabundos de Máximo Gorky
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 308 págs. B.

    Os vagabundos ocupam, na obra de Gorki, uma posição explicativa: Gorki, criou, literariamente, o vagabundo. Não se pode associar aos nomes de Hansum, ou de Dickens, ou de Vítor Hugo. O vagabundo de Gorki é um tipo à parte: o bossiak, um equivalente eslavo do clochard francês. Foi o exotismo do tipo que primeiro chamou a atenção para o jovem autor. Introduzia-se, na literatura, um novo mundo, uma nova visão das coisas.
    O que é, afinal, um bossiak?
    Uma rápida consulta à Rússia medieval, a qual se prolongaria até 1817, denunciaria o quadro social do grande país euroasiático. De um lado, uma nobreza de importação, cópia barata e servil de outras nobrezas, uma corte que parodiava Versalhes, uma administração que via, nos administrados, tão-somente, um cadastro de pagadores de impostos. Do outro, o camponês, o mujique, o povo.

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  • Último Olhar de Miguel Sousa Tavares

    Último Olhar

    Miguel Sousa Tavares

    8,00 

    Último Olhar de Miguel Sousa Tavares
    Porto Editora. Porto, 2021, 307 págs. B.

    Pablo tem 93 anos, viveu a Guerra Civil Espanhola, viveu os campos de refugiados da guerra em França, viveu quatro anos no campo de extermínio nazi de Mauthausen. E depois viveu 75 anos tão feliz quanto possível, entre os campos de Landes, em França, e os da Andaluzia espanhola. Inez tem 37 anos, é médica e vive um casamento e uma carreira de sucesso com Martín, em Madrid, até ao dia em que conhece Paolo, um médico italiano que está mergulhado no olho do furacão do combate a uma doença provocada por um vírus novo e devastador, chegado da China: o SARS-CoV-2. Essa nova doença, transformada numa pandemia sem fim, vai mudar a vida de todos eles, aproximando-os ou afastando-os, e a cada um convocando para enfrentar dilemas éticos a que se julgavam imunes.

    Último Olhar marca o aguardado regresso de Miguel Sousa Tavares ao romance. Uma história sem tréguas nem contemplações, onde o passado cruza o presente e o presente interroga o futuro que queremos ter. Da primeira à última página, até decifrarmos o que se esconde atrás do título.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Trigo e o Joio de Fernando Namora

    Trigo e o Joio

    Fernando Namora

    6,00 

    O Trigo e o Joio de Fernando Namora
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1972, 332 págs. B.
    𓂃🖊Prefácio Jorge Amado

    “O Trigo e o Joio” é, por definição, um romance de “ambiência rural”, com toda uma problemática prementemente social, relacionada com o homem do campo, as suas dificuldades e problemas de sobrevivência, onde cria ou reinventa figuras humanas eminentemente populares, como Barbaças, Loas, Joana e Vieirinha, que se afirmam como um retrato angustiante e dramático de uma profunda dimensão humanística.

    “O Trigo e o Joio” é, ao mesmo tempo, um romance das gentes do Alentejo, das suas vilas, dos seus campos e das suas vidas, duras e difíceis. O romance da terra portuguesa.

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  • Teresa Raquin de Emílio Zola

    Teresa Raquin

    Emílio Zola

    5,00 

    Teresa Raquin de Emílio Zola
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 305 págs. E. Il.

    Num apartamento sombrio na viela do Pont-Neuf, em Paris, Thérèse Raquin está presa a Camille, seu primo, num casamento sem amor. A monotonia conjugal é interrompida quando inicia um caso amoroso com Laurent, amigo do seu marido. Mas a paixão leva-os a cometer um crime que os perseguirá para sempre.
    Thérèse Raquin causou escândalo quando foi publicado, em 1867, e trouxe ao seu autor, com apenas vinte e sete anos, uma notoriedade que o acompanhou toda a vida. O romance de Zola é não só um retrato de adultério, loucura e vingança, mas também uma exploração dos aspetos mais sombrios da existência humana.

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  • Teatro de Oscar Wilde

    Teatro

    Oscar Wilde

    10,00 

    Teatro de Oscar Wilde
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 584 págs. E.
    Colecção: Antologias Universais
    𓂃🖊 Prefácio: João Gaspar Simões

    Antologia clássica publicada pela Portugália Editora (na coleção Antologias Universais). A obra conta com tradução de Januário Leite e prefácio de João Gaspar Simões, reunindo quatro das mais famosas peças do autor:

    O Leque de Lady Windermere
    Uma Mulher sem Importância
    Um Marido Ideal
    A Importância de ser Severo

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  • Sílvia Cardoso o Anjo das Três Loucuras de Moreira das Neves

    Sílvia Cardoso: o Anjo das Três Loucuras

    Moreira das Neves

    7,00 

    Sílvia Cardoso: o Anjo das Três Loucuras de Moreira das Neves
    Editorial A. O. Braga, 1987, 195 págs. B. Il.

    Monsenhor Moreira das Neves imortalizou Sílvia Cardoso (1882–1950) como “O Anjo das Três Loucuras” em 1953. O título reflete a entrega radical da Venerável portuguesa a três causas: a Deus, aos pobres e às almas. Nascida em Paços de Ferreira numa família rica, abdicou da fortuna para fundar asilos, creches e apoiar marginalizados. O livro retrata uma vida de misticismo e caridade heróica que inspira fiéis até hoje.

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  • Sidi de Arturo Pérez Reverte

    Sidi: El Cid, o nascimento de uma lenda

    Arturo Pérez-Reverte

    8,00 

    Sidi: El Cid, o nascimento de uma lenda de Arturo Pérez-Reverte
    Edições ASA. Porto, 2021, 347 págs. B.

    Ele não tinha pátria nem rei, apenas um punhado de homens fiéis. Não tinham fome de glória, apenas fome. Assim nasceu um mito. Assim se conta uma lenda.

    Rodrigo Díaz de Vivar, o mítico herói espanhol também conhecido como El Cid – ou Sidi – é o protagonista deste romance. Um cavaleiro transformado em mercenário pelos acasos da vida, intrépido, fiel aos seus valores, venerado pelas suas hostes, temido pelos inimigos.

    Sidi é uma homenagem de Arturo Pérez-Reverte a um dos mitos fundadores do seu país. E é também um livro de aventuras no seu estado mais puro.

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  • Senhora de Catherine Clément

    Senhora

    Catherine Clément

    6,00 

    A Senhora de Catherine Clément
    Edições ASA. Porto, 1996, 365 págs. B.

    “O nosso verdadeiro nome comum era Nasi, o que significa príncipe. Infelizmente, desde aquela época, já não éramos príncipes, mas sim proscritos.”

    Perseguida pela Inquisição, Beatriz de Luna, ou Gracia Nasi, nascida em Lisboa em 1510, é a mulher judia, jovem viúva de um banqueiro português (Francisco Mendes), que, herdeira de uma poderosa fortuna, vai pôr em marcha um dos mais impressionantes episódios da Europa seiscentista.
    Enfrentando o ódio dos Habsburgos e dos Papas, que a perseguem até à Palestina, ela é a força que irá proteger os cristãos-novos espoliados da Península Ibérica, à cabeça de um império comercial que, tal como o dos Fugger ou o dos Médicis, vergava a cabeça a reis, embaixadores e aristocratas.
    Expulsa sucessivamente de Lisboa, Antuérpia, Veneza e Ferrara (onde manda imprimir a primeira Bíblia traduzida para ladino — a célebre Bíblia de Ferrara), A Senhora personifica o êxodo singular dos Marranos, no contexto dos conflitos políticos, comerciais e religiosos da era humanista, num teatro onde se encontram as três grandes religiões do Livro, bem como o Oriente e o Ocidente.
    Uma das obras mais vendidas em França durante 1992, A Senhora é um notável romance histórico onde, tal como escreveu o Magazine Littéraire, “o mundo mediterrânico ressuscita com a luz, os seus perfumes, o esplendor e a desgraça dos marranos“.

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  • Semiologia de Pierre Guiraud

    Semiologia

    Pierre Guiraud

    5,00 

    A Semiologia de Pierre Guiraud
    Editorial Presença. Lisboa, 1973, 147 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Ciências Humanas | 24

    Num mundo onde a comunicação se tornou aspecto dominante e tende a ganhar cada vez maior importância, é vital conhecer os modos de funcionamento dos códigos que nos permitem comunicar. Este livro destina-se a pôr ao alcance do leitor uma síntese dos saberes que convergiram para a constituição deste domínio do conhecimento. Os capítulos principais abordam aspectos fundamentais como: as funções do signo e os diferentes meios de comunicação; a forma e a substância do signo; os códigos lógicos; os códigos estéticos; os códigos sociais. Em conclusão é apresentada uma interessante reflexão sobre as mitologias do nosso tempo, além de uma breve bibliografia de grande utilidade para quem quiser ir mais longe. Nomes inevitáveis e bem conhecidos como Saussure, McLuhan, Jakobson, Barthes, Peirce, Greimas e tantos outros são aqui uma referência constante.

    📝 Assinatura de posse.

  • Saga do Rei Menino de António Cândido Franco

    Saga do Rei Menino

    António Cândido Franco

    8,00 

    A Saga do Rei Menino de António Cândido Franco
    Ésquilo. Lisboa, 2007, 369 págs. B.

    A vida de D. Sebastião continua a alimentar as paixões quer dos historiadores quer dos leitores. Este livro é um romance histórico que retrata a vida do nosso Rei Menino de uma forma envolvente, que cruza a história, os factos e a lenda, para dar origem a um texto único que transporta o leitor para outro tempo. O tempo fatídico de Alcácer Quibir.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Romanceiro de Garrett de A. do Prado Coelho

    Romanceiro de Garrett

    A. do Prado Coelho

    5,00 

    Romanceiro de Garrett de A. do Prado Coelho [Intro.]
    Livraria Clássica Editora. Lisboa, 1943, 116 págs. B.

    Selecção do Romanceiro de Almeida Garrett, a recolha fundadora da tradição oral portuguesa, com introdução de Prado Coelho.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rival de Roger Vailland

    Rival

    Roger Vailland

    7,00 

    O Rival de Roger Vailland
    Editorial Inova. Porto, 1975, 339 págs. B.
    Colecção: Metamorfoses | 13

    Beau Masque, italiano, belo homem de trinta anos, refugia-se em França; a polícia da Itália procura-o como resistente activo.

    Ele agrada às mulheres e liga-se com Pierrette Amable que resistira até ao seu aparecimento. Pierrette é operária numa fábrica têxtil e militante comunista, entusiasta e devotada ao Partido e ao Sindicato. O director da fábrica, Philippe Letourneau, pertencente a uma família da alta finança, é um rapaz inteligente, mas o seu carácter não é muito forte. Poeta nas horas vagas, resolve tomar o partido dos operários contra o dos patrões. A firmeza e a capacidade de Pierrette seduzem-no e ele apaixona-se louca-mente. Fornece-lhe argumentos, contra a sua própria família, durante uma campanha de imprensa, mas não obtém dela mais do que uma compaixão sorridente. Philippe torna-se amigo de Beau Masque e trabalha para o persuadir de que a sua companheira o engana. O ciúme vai provocar a tragédia de que os dois homens serão vítimas. O romance de Roger Vailland é um grande fresco, muito rico, cheio de intrigas secundárias e de personagens de segundo plano, saborosas e verídicas; pessoal da fábrica, directores, grevistas, etc.

    Com esta obra, Roger Vailland inscreve-se na grande tradição clássica do romance francês; é o relato da educação, da formação, da «qualidade» do herói

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Renascença e do Humanismo na Italia e na Allemanha

    Renascença e do Humanismo na Italia e na Allemanha

    L. Geiger

    15,00 

    Renascença e do Humanismo na Italia e na Allemanha de L. Geiger
    Livrarias Aillaud e Bertrand. Lisboa, s.d., 1097 págs. E. Il.
    Colecção: História Universal | 12

    Volume da História Universal de Oncken dedicado ao Renascimento e ao Humanismo, com mais de mil páginas encadernadas e ilustradas, em edição Aillaud e Bertrand do início do século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.