• Lírica de Líquen de Nuno Júdice

    Lírica de Líquen

    Nuno Júdice

    20,00 

    Lírica de Líquen de Nuno Júdice
    Edições Rolim. Lisboa, 1986, 60 págs. B.

    Nuno Júdice (1949-2024) nasceu no Algarve. Professor universitário, assumiu em 2009 a direção da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Publicou o primeiro livro em 1972 e foi um dos mais importantes nomes da poesia contemporânea. Recebeu os mais importantes prémios de literários nacionais e internacionais, entre os quais: Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus (1990), da Associação Portuguesa de Escritores (1995), Bordalo da Casa da Imprensa (1999), Cesário Verde e Ana Hatherly (2003) e Fernando Namora (2004). Em 2013, foi distinguido com o XXII Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (Espanha); em 2014, com o Prémio de Poesia Poetas del Mundo Latino Víctor Sandoval (México); em 2015, com o Prémio Argana de Poesia, da Maison de la Poésie de Marrocos e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro – Tributo de Consagração; e, em 2016, com o El Ojo Crítico Iberoamericano de Radio Nacional de Espanha.

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Import-Export de Ruy Cinatti

    Import-Export

    Ruy Cinatti

    25,00 

    Import-Export de Ruy Cinatti
    Ed. Autor. Lisboa, 1974, 36 págs. B.

    Edição de autor, publicada logo após a Revolução de 25 de Abril.

    Testemunho poético da ebulição do período revolucionário português.

    Ruy Cinatti (Londres, 1915 – Lisboa, 1986), poeta, agrónomo e antropólogo, viveu profundamente os últimos impérios coloniais portugueses — Timor (1946-1948, 1951-1955), onde foi chefe dos Serviços Agronómicos e realizou estudos de antropologia cultural, e as ilhas africanas (São Tomé, Cabo Verde, Angola). Entusiasmou-se com o 25 de Abril, mas a invasão de Timor pela Indonésia em 1975 abalou-o profundamente. Entre 1966 e 1974, numa fase de intensa criatividade poética após crise psicológica, organizou treze livros de poesia, dos quais este é um dos últimos. Obra caracterizada pela liberdade métrica e lexical, integração de temáticas não convencionalmente poéticas, e relação particular com espaços e populações ultramarinas. Prémios Antero de Quental (1958), Nacional de Poesia (1968), Camilo Pessanha (1971). Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique (1992, póstumo).

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fogo no Mar de João Falcato

    Fogo no Mar

    João Falcato

    25,00 

    Fogo no Mar de João Falcato
    Coimbra Editora. Coimbra, 1945, 178 págs. B.
    Colecção: Novos Prosadores

    “Esta é a história verdadeira da viagem do cargueiro ‘Mello’, que uma explosão inexplicável consumiu em fôgo nas águas sombrias do mar sem fim Mais lágrimas silenciosas, avivando a dôr de muitos que ficaram órfãos, de muitas mães que ficaram sem amparo, de muitas mulheres que ficaram viúvas, êste livro vai fazer cair nos seus rostos tocados pela desgraça (…)”.— retirado da Introdução.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fátima de António Botto

    Fátima

    António Botto

    20,00 

    Fátima: poema do mundo de António Botto
    Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1955,

    Primeira edição, numerada e assinada pelo autor [chancela], publicada com a finalidade de solenizar a entrega de uma cópia da imagem de Nossa Senhora do Rosário às autoridades eclesiásticas do Rio de Janeiro por ocasião do Trigésimo Sexto Congresso Eucarístico, e com aprovação e imprimatur Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Gonçalves Cerejeira.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🔢 Edição Numerada: 10171

     

  • Arte Tempo de Vergílio Ferreira

    Arte Tempo

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Arte Tempo de Vergílio Ferreira
    Edições Rolim. Lisboa, s.d., 45 págs. B.
    Colecção: Ensaio

    Retomo aqui uma questão que me pus há quarenta anos, ou seja quando a reflexão me era particularmente um modo de me entender. Que relação há entre o “belo” perguntava-me eu e aquilo de que ele é no tempo uma expressão

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos

    Fernando Pessoa

    30,00 

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa e António Botto
    Editorial Nobel. Coimbra, 1944, 190 págs. B.

    Esta selecta, ou Antologia, de poemas portugueses modernos deve ser entendida como a escôlha daqueles que nos parecem não só os melhores, senão também os mais representativos, entre os que foram escritos em certo período — em o período literário português a que conviemos connosco chamar moderno (…)”. Poemas de: Camilo Pessanha, Gomes Leal, Mário de Sá Carneiro, Eugénio de Castro, Antero de Quental, Augusto Gil, Guerra Junqueiro, Ângelo de Lima, Alberto Osório de Castro, Júlio Dantas, Cesário Verde, António Sardinha, João de Deus, António Feijó, João Lúcio, António Nobre, João de Barros, António Patrício, Mário Beirão, Miguel Torga, José de Almada Negreiros, Guilherme Braga, José Régio, Gonçalves Crespo, Afonso Duarte, Luís Montalvor, Teixeira de Pascoais, Carlos Queiroz, Vitorino Nemésio, Alfredo Guisado, Florbela Espanca, etc. Além destes e de alguns mais, é de notar a subtil inclusão também dos vários heterónimos de Fernando Pessoa […] No essencial, desconto dado a um ou outro nome hoje caído no natural esquecimento, a modernidade de um tal florilégio permanece incontestável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Ensaios VI de António Sérgio (35)

    Ensaios VI

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios VI de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1976, 215 págs. B.

    Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.

    Do presente volume fazem parte os ensaios Antero de Quental contra Oliveira Martins; O problema psicológico-moral em Eça de Queirós; Sobre a revolução de 1383-85; A aspiração comum dos luso-descendentes e Sobre cristianismo e cristãos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira

    Rosa Minha Irmã Rosa

    Alice Vieira

    25,00 

    Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira
    Editorial Caminho. Lisboa, 1979, 108 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Isabel Sabino.

    Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afeto da família – incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios.

    Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • O Povo na Literatura Portuguesa de João de Barros

    Povo na Literatura Portuguesa, O

    João de Barros

    10,00 

    O Povo na Literatura Portuguesa de João de Barros
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 307 págs. B.

    O Povo na Literatura Portuguesa, de João de Barros, reúne textos de autores dos séculos XV a XIX sobre a representação do povo na literatura portuguesa. A obra destaca a evolução social e cultural do país através de crónicas, poesia, teatro e romance. A obra inclui um longo e importante prefácio de João de Barros.

    📝 Assinatura de posse.
    🟡 Lombada com falha.

  • Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas de Manuel Maria Barbosa du Bocage

    Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas

    Manuel Maria Barbosa du Bocage

    100,00 

    Poesias Eróticas, Burlescas e Satyricas de Manuel Maria Barbosa du Bocage.
    S. E., Bruxellas, 1860, 223 págs. E.

    Esta antologia clandestina reúne alguns dos poemas mais irreverentes de Bocage, onde o humor mordaz, a sátira social, o erotismo e o tom burlesco revelam o lado mais provocador do poeta. Entre sonetos, odes, epístolas e elegias, surgem textos ousados e libertinos que desafiaram os costumes da época e contribuíram para a aura polémica da sua obra. Publicado sem editor identificado e com um falso local de impressão para escapar à censura e à apreensão pelas autoridades, este volume testemunha não só a liberdade criativa de Bocage, mas também os riscos associados à circulação de literatura considerada escandalosa no seu tempo.

    🖊️ Dedicatória de oferta
    📝 Assinatura de posse.

  • Mar Morto de Jorge Amado

    Mar Morto

    Jorge Amado

    35,00 

    Mar Morto de Jorge Amado
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1966, 279 págs. E.

    Romance de grande força lírica, Mar Morto conta histórias de velhos marinheiros, de mestres saveiros, de pretos tatuados e de malandros que contam e cantam essas histórias da beira do cais da Bahia.
    «O povo de lemanjá tem muito que contar», dizia Jorge Amado.
    Um dos mais populares romances de Jorge Amado, não só no Brasil como em muitos outros países.
    Mar Morto inspirou a conhecida telenovela Porto dos Milagres.

     

    ✍🏻 Edição assinada pelo autor.

  • Doze Histórias sem Sentido de Manuela Porto

    Doze Histórias sem Sentido

    Manuela Porto

    20,00 

    Doze Histórias sem Sentido de Manuela Porto
    Centro Bibliográfico. Lisboa, 1952, 174 págs. B.

    Colectânea póstuma de contos deixada pronta pela autora, centrada em emoções íntimas e sofrimentos pessoais num mundo marcado pela miséria e pela desilusão. Apesar de considerar estas histórias “frívolas” perante dores maiores, a autora publica-as como testemunho humano de sofrimento e impotência. Com uma estética realista e um tom de estranhamento, os contos abordam sobretudo relações amorosas falhadas, traição, abandono e a condição precária da mulher.

    📝 Assinatura de posse.

  • Desaparecido e outros Poemas de Carlos Queiroz

    Desaparecido e outros Poemas

    Carlos Queiroz

    20,00 

    Desaparecido e outros Poemas de Carlos Queiroz
    Edições Ática. Lisboa, 1957, 143 págs. E.

    Não se pode dizer deste livro o que é vulgar dizer-se, elogiosamente, de um primeiro livro, sobretudo de um jovem: — que é uma bela promessa. O livro de Carlos Queiroz não é uma promessa, porque é uma realização. Cumpriu, sem ter prometido, sem ter tido que prometer.

    Assim se deveria fazer sempre, ou quase sempre. Pertence ao mais íntimo da probidade literária e artística o não se apresentar ao público sem ter plena consciência de que na obra apresentada está tudo quanto em nós haja de forte. Não escrevia Milton um soneto sem que o fizesse como se desse soneto dependesse toda a sua fama futura.

    E que prazer o de se poder escrever isto sem que a amizade que tenho pelo poeta, que é muita, uma só palavra me dite; sem o que o gosto de incitar quem é jovem, e tenho esse gosto, me faça sublinhar uma só frase; de poder escrever isto sem mais entendimentos que com a justiça, sem mais combinações que com a verdade.” — em Textos de Crítica e de Intervenção, Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1980.  – 223.

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Em Demanda do Graal de Afonso Lopes Vieira

    Demanda do Graal, Em

    Afonso Lopes Vieira

    30,00 

    Em Demanda do Graal de Afonso Lopes Vieira
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, 1922, 386 págs. B.

    É — segundo Júlio Brandão — um livro em que o autor reuniu conferências e prosas diversas, do sabor mais original e mais poético, e em que lateja um vivo amor de Portugal, no que êle tem de bem português.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🟡 Capa com rasgão

  • II Congresso Nacional de Gastronomia de José Miguel Correia Noras

    IIº Congresso Nacional de Gastronomia

    José Miguel Correia Noras

    10,00 

    II Congresso Nacional de Gastronomia de José Miguel Correia Noras
    Festival Nacional de Gastronomia. Santarém, 1996, 229 págs. B.

    Actas do Colóquio que decorreu de 23 a 25 de Outubro de 1995.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mão Cheia de Memórias e Poesia de António Manuel Couto Viana

    Mão Cheia de Memórias e Poesia

    António Manuel Couto Viana

    20,00 

    Mão Cheia de Memórias e Poesia de António Manuel Couto Viana
    Casa Museu Vasco de Lima Couto. Constância, 1995, 78 págs. B.

    Conferência proferida pelo autor, com a colaboração do declamador Victor de Sousa, que leu os poemas aqui transcritos, na noite de 1 de Julho de 1985, no Salão Nobre do Palácio das Galveias, durante a homenagem prestada a Vasco de Lima Couto, por iniciativa da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima de Lisboa.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.