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  • Mulheres na Obra de Eça de Queirós de Luís de Oliveira Guimarães

    Mulheres na Obra de Eça de Queirós

    Luís de Oliveira Guimarães

    10,00 

    As Mulheres na Obra de Eça de Queirós de Luís de Oliveira Guimarães
    Livraria Clássica Editora. Lisboa, 1943, 100 págs. B.
    Colecção: Gládio

    Amor, mulheres e modas são três assuntos intermináveis. Por mais que se fale dêles — fica sempre quási tudo por dizer. As páginas que se seguem não podem ter a pretensão de constituir alguma coisa mais do que breves comentários sugeridos na leitura de Eça de Queirós (…)”.— retirado da Introdução.

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  • Mulher Que Voltou de Mercedes Salisachs

    Mulher Que Voltou

    Mercedes Salisachs

    6,00 

    Mulher Que Voltou de Mercedes Salisachs
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 456 págs. B.
    Colecção: Latitude | 41

    Eulália regressa à sua pequena vila natal na Costa Brava grávida e solteira, numa Espanha onde a moral religiosa é lei. Em três dias, vizinhos, familiares e toda a comunidade lhe fecham as portas. Cada recusa revela uma hipocrisia, cada silêncio esconde um segredo. Sem amparo, Eulália refugia-se numa gruta para dar à luz sozinha. O bebé não sobrevive. Um retrato implacável de como uma sociedade pode matar sem levantar a mão.

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  • Morreste me de José Luís Peixoto

    Morreste-me

    José Luís Peixoto

    7,50 

    Morreste-me de José Luís Peixoto
    Quetzal Editores. Lisboa, 2021, 67 págs. E.

    Morreste-me, texto que deu a conhecer o jovem escritor José Luís Peixoto, é uma obra intensa, avassaladora e comovente: é o relato da morte do pai mas, sobretudo, o relato do luto, e ao mesmo tempo uma homenagem, uma memória redentora.
    Toda o livro é um diálogo com o pai e a sua ausência, apelando tanto aos motivos da recordação como da necessidade de sobreviver à perda.

    Foi durante esse doloroso luto, mergulhado em sofrimento mas, também, transportado por uma melancolia salvadora, que José Luís Peixoto escreveu um livro que se tornou referência para leitores em todo o mundo que, partilhando ou não a sua experiência, se reconhecem numa obra intensa, poderosa, cheia de ternura e compaixão. Raramente a literatura portuguesa produziu um livro tão partilhado.

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  • Mishima ou a Visão do Vazio de Marguerite Yourcenar

    Mishima ou a Visão do Vazio

    Marguerite Yourcenar

    7,00 

    Mishima ou a Visão do Vazio de Marguerite Yourcenar
    Relógio d’ Água. Lisboa, s.d., 99 págs. B.
    Colecção: À Volta da Literatura

    A 25 de novembro de 1970, o mais reconhecido romancista japonês do pós-guerra, Yukio Mishima, chocou o mundo ao cometer seppuko, famoso ritual de suicídio japonês, por norma reservado à classe guerreira.
    Neste livro, Marguerite Yourcenar, atenta leitora de Mishima e estudiosa dos papéis culturais da ficção, desvenda a vida e a política do autor: a sua afeição pela cultura ocidental, a sua família e a sua homossexualidade, os seus escritos e a sua morte, que cuidadosamente premeditou.

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  • Minha Prima Rachel de Daphne du Maurier

    Minha Prima Rachel, A

    Daphne du Maurier

    7,50 

    A Minha Prima Rachel de Daphne du Maurier
    Editorial Presença. Lisboa, 2017, 343 págs. B.

    Sem sequer nunca se terem encontrado, Philip odeia Rachel, com quem Ambrose, seu primo, casou durante uma estadia em Itália. e quando este lhe escreve e lhe transmite a suspeita de que a mulher o quer envenenar, Philip não sente quaisquer dúvidas.

    Ambrose morre em circunstâncias pouco claras e Philip jura vingar a sua morte. Semanas depois, Rachel visita-o na sua propriedade da Cornualha, e a animosidade que Philip sentia por ela vai dando lugar a um fascínio incontrolável. Quem é Rachel afinal? Uma mulher realmente apaixonada? Ou movida por interesses pessoais?

    Daphne du Maurier confirma nesta obra o seu enorme talento para escrever histórias com uma grande riqueza narrativa, suspense e intriga permanentes e uma apurada caracterização das personagens. Um romance clássico, cativante, com uma escrita belíssima.

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  • Melhores Contos de Kafka

    Melhores Contos, Os

    Kafka

    7,50 

    Os Melhores Contos de Kafka
    Editora Arcádia. Lisboa, 1966, 207 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio: Armando Ventura Ferreira

    Antologia dos contos essenciais de Kafka: A Metamorfose; A Sentença; O Médico de Aldeia; Chacais e Árabes; O novo advogado; Diante da Lei; A Mensagem Imperial; Símbolos; O vizinho; Fábula Curta; O Abutre; O Piloto; O Caçador Gracus; Primeiro Desgosto; Na Colónia Penal; Comunicação a uma Academia.

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  • Máximo Rio Amazonas de João Daniel

    Máximo Rio Amazonas

    João Daniel

    6,00 

    Máximo Rio Amazonas de João Daniel
    O Independente. Lisboa, 2001, 189 págs. B.

    Edição parcial. Apresentação de Lucinda Saragoça: “O padre jesuíta João Daniel – o autor do Tesouro Descoberto no Rio Máximo Amazonas, aqui abreviado para O Máximo Rio Amazonas – nasceu a 24 de Julho de 1722 em Travassós – Viseu. (…) Entrou na Companhia de Jesus em Dezembro de 1739. Em 1741, com menos de vinte anos, portanto, embarcou para o estado do Maranhão e Grão-Pará, na qualidade de irmão estudante. No Colégio jesuíta de São Luís cursou Humanidades, Filosofia, Teologia, revelando-se um distinto aluno de Física. Dez anos depois ordenou-se sacerdote. Percorrendo aldeias e fazendas do Pará, foi missionário no Cumarú. Em Setembro de 1757 é desterrado com vários outos missionários jesuítas, por «usar todos os meios para induzir os povos a uma sublevação contra a Real Ley de Sua Magestade, e a Bulla do Sumo Pontifice, respectiva à liberdade dos Índios e contra as pessoas que concorreram para a publicação de ambas» O governador do Grão-Pará e Maranhão, Francisco Xavier de Mendonça Furtado (1751-59), irmão do Marquês de Pombal acusou-o de utilizar os púlpitos para tão «sedicioso» fim. No dia 28 de Novembro de 1757 veio para Portugal. Preso no forte de Almeida em 1758-62, foi depois transferido para o forte de São Julião da Barra, em Lisboa, onde cumpriria mais catorze anos de prisão. A 19 de Janeiro de 1776 veio a morte libertá-lo. Está sepultado na igreja de São Julião.” Ilustrado com uma gravura e um mapa.

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  • Longbourn de Jo Baker

    Longbourn

    Jo Baker

    7,00 

    Longbourn de Jo Baker
    Editorial Presença. Lisboa, 2014, 391 págs. B.

    Para todos os que admiram a obra de Jane Austen, esta é uma oportunidade única de revisitar o seu universo, mais concretamente o de Orgulho e Preconceito, mas numa perspetiva completamente nova. Jo Baker conseguiu a proeza de pegar num clássico e reimaginá-lo, com brilhantismo, a partir do ponto de vista dos criados. Enquanto no andar de cima tudo gira em torno das perspetivas de casamento das meninas Bennet, no andar de baixo os criados vivem os seus próprios dramas pessoais, as suas paixões e angústias. À semelhança da obra que a inspirou, também Longbourn é uma história de amor apaixonante e uma comédia social inteligente, que nos dá a conhecer o quotidiano daqueles que serviam nas mansões rurais inglesas do século XIX. Uma obra admirável, que capta na perfeição a atmosfera da Inglaterra de Jane Austen.

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  • Jean Philippe Rameau

    Jean-Philippe Rameau

    Etienne Dennery

    7,50 

    Jean-Philippe Rameau de Etienne Dennery [Pref.]
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1965, 83 págs. B.

    Exposição integrada no IX Festival Gulbenkian de Música e organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a Bibliothèque Nationale de France (Paris). Assinalou o bicentenário do compositor Jean-Philippe Rameau (1683-1764), juntando-se às comemorações que decorriam em França.

    Exposição Comemorativa do Centenário de Jean-Philippe Rameu no Palácio Foz de 17 de Maio a 4 de Junho de 1965

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  • Jardim dos Animais com Alma de José Rodrigues dos Santos

    Jardim dos Animais com Alma

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    Jardim dos Animais com Alma de José Rodrigues dos Santos
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2021, 501 págs. B.

    O cadáver de um etólogo aparece num tanque do Oceanário. Pistas comprometedoras são descobertas na posse da sua colaboradora Maria Flor. A Judiciária decide prendê-la. Só uma pessoa a pode ajudar: Tomás Noronha.

    Para ilibar a mulher, Tomás terá de encontrar o verdadeiro autor do crime. Isso implica compreender o trabalho secreto da vítima. E decifrar uma misteriosa pintura esotérica de Hieronymus Bosch. No fim do caminho está um dos mais maravilhosos segredos da natureza.

    A inteligência, a emoção e a consciência animal.

    Quem é o verdadeiro assassino? Porque foi morta a vítima? Qual a relação entre o homicídio e a pintura mística de Bosch? E, sobretudo, que ligação existe entre o crime e o genocídio que os seres humanos lançaram contra a vida no nosso planeta?

    Quem são as verdadeiras bestas? Nós ou os animais?

    Com O Jardim dos Animais com Alma, o escritor favorito dos portugueses está de volta com uma aventura que coloca o Homem diante da natureza e nos mostra quão bestas são os humanos e quão humanas são as bestas.

    Baseando-se na pesquisa científica mais avançada, José Rodrigues dos Santos revela-nos as grandes descobertas recentes sobre os animais e confronta-nos com a sua verdadeira natureza.

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  • Introdução à Música de Luiz Cosme

    Introdução à Música

    Luiz Cosme

    7,00 

    Introdução à Música de Luiz Cosme
    Editora Globo. Brasil, 1959, 145 págs. B.

    Iniciação à linguagem musical pelo compositor brasileiro Luiz Cosme: elementos, formas e história em registo acessível.

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  • Igreja e Sociedade Económica de Jean Yves Calvez

    Igreja e Sociedade Económica: O Ensino Social dos Papas de Leão XIII a Pio XII (1878-1958)

    Jean-Yves Calvez

    15,00 

    Igreja e Sociedade Económica: O Ensino Social dos Papas de Leão XIII a Pio XII (1878-1958) de Jean-Yves Calvez
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1960, 688 págs. B.

    “Tem o leitor, nesta obra de J.-Y. Calvez e J. Perrin, um valioso instrumento de trabalho, de rectificação ideológica e de informação doutrinal, sobre o que há de mais essencial e de mais actual no ensino social da Igreja. É um trabalho de conjunto, que ainda ninguém tinha feito, e era urgente que se fizesse.
    É frequente, e muito natural, a propósito de problemas sociais, o apelo para os documentos pontificios, principalmente desde Leão XIII para cá. Estou, porém, que, talvez por ignorância do assunto, nem sempre, em tais apelos, a perspectiva terá sido tão exacta e tão escorreita, como seria para desejar. Os textos em questão são muitos, andam dispersos, e dificilmente se encontram ao alcance imediato de quem, por dever ou devoção precise de os consultar e comparar.
    […]
    Igreja e Sociedade Económica é um trabalho de colaboração altamente especializada, não só na redacção definitiva, que é assinada pelos nomes prestigiosos de J.-Y. Calvez e J. Perrin, S.J., mas também nos estudos prévios em que, durante mais de dois anos se empenhou uma notável equipa de 14 investigadores, como adiante se verá.” in Nota do Tradutor

    Sumário:
    A Igreja E As Relações Sociais
    Revelação E Direito Natural
    A Intervenção Da Igreja E Os Seus Limites
    Os Principais Documentos Pontificios
    Pessoa E Sociedade
    A Justiça
    Caridade E Justiça
    A Necessidade
    A Propriedade
    O Trabalho
    O Capital
    Troca, Preço, Mercado
    A Empresa
    Economia Nacional-Economia Internacional
    A Economia E O Estado
    Os Antagonismos Sociais
    A Igreja E A Luta De Classes
    Sindicalismo
    O Projecto Social Da Igreja: Comunidade E Responsabilidade
    Um Método De Análise
    A Expressão Justiça Social Antes Da «Quadragesimo Anno»
    Justiça Social, Justiça Legal E Justiça Distributiva
    Controversias Posteriores A «Quadragesimo Anno».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias Inesquecíveis para Crianças de Ilse Losa

    Histórias Inesquecíveis para Crianças

    Ilse Losa

    7,50 

    Histórias Inesquecíveis para Crianças de Ilse Losa [Sel.]
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 226 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Manuela Bacelar

    Selecção de Ilse Losa, ilustrações de Manuela Bacelar.
    Inclui os contos: As três fiandeiras (irmãos Grimm); A História do Pequeno Muck (Wilhelm Hauff); A Nuvem cor-de-rosa (George Sand); O rouxinol (Hans Christian Andersen); O rei do rio de ouro (John Ruskin); A História de Ivan, o Pateta (Leão tolstoi); Uma fábula (Mark Twain); Um morteiro fora do comum (Oscar Wilde); Casco de Prata (Pawel Bashow) e A Marcha Nupcial (Selma Lagerlöf).

    📝 Assinatura de posse.

  • Historiadores Quinhentistas de Rodrigues Lapa

    Historiadores Quinhentistas

    Rodrigues Lapa

    5,00 

    Historiadores Quinhentistas de Rodrigues Lapa
    Seara Nova. Lisboa, 1960, 115 págs. B.

    Antologia dos cronistas do século XVI organizada pelo filólogo Rodrigues Lapa.

    📝 Assinatura de posse

  • História Interminável de Michael Ende

    História Interminável, A

    Michael Ende

    10,00 

    A História Interminável de Michael Ende
    Editorial Presença. Lisboa,
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Roswitha Quadflieg

    A História Interminável é uma fantasia épica com todos os ingredientes do género: criaturas fantásticas, paisagens exóticas, florestas sombrias, encantamentos, rituais de cavalaria, espadas e amuletos, uma imperatriz Criança e tudo aquilo que possamos imaginar, porque… não há limites para Fantasia, que é o próprio mundo da Imaginação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História de Portugal XIV de Joaquim Veríssimo Serrão

    1ª Legislatura à Visita Presidencial aos Açores (1935-1941), Da

    Joaquim Veríssimo Serrão

    10,00 

    Da 1ª Legislatura à Visita Presidencial aos Açores (1935-1941) de Joaquim Veríssimo Serrão.
    Editorial Verbo. Lisboa, 2000, 692 págs. E. Il.
    Colecção: História de Portugal XIV

    Volume XIV da monumental História de Portugal de Veríssimo Serrão, cobrindo a consolidação do Estado Novo entre 1935 e 1941.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.