Romance de Amadis de Afonso Lopes Vieira. Ulmeiro. Lisboa, 1983, 157 págs. B.
Batalhas, guerreiros, monstros fantásticos, feiticeiros, donzelas em apuros e intrigas amorosas – este é o romance de Amadis, o cavaleiro mais formoso e intrépido de toda a Gaula! Sobre a sua glória escreveram-se sagas em todas as línguas e a sua história foi contada por muitos… Mas não só sobre as bravas façanhas de Amadis fala este livro, pois o que seria de um cavaleiro sem a sua amada? O nosso herói é tão devoto à espada como à bela Oriana, e não descansará até fazer dela a sua rainha!
O Guardador de Rebanhos I de Mário Viegas. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 78 págs. B.
Mário Viegas deu-se também a conhecer também pela sua admirável forma de dizer poesia, gravando extensa discografia, em que deu a conhecer ao grande público a obra de alguns dos principais poetas portugueses do século XX, como António Gedeão, Fernando Pessoa, Guerra Junqueiro, Cesário Verde, Camilo Pessanha, Jorge de Sena, Ruy Belo ou Eugénio de Andrade, mas também Luís de Camões, Bertolt Brecht, Pablo Neruda, entre outros
Dicionário Ilustrado da História de Portugal de José Costa Pereira. Publicações Alfa. Lisboa, 1985, 2 vols. E.
Este Dicionário Ilustrado da História de Portugal, concebido como uma entidade autónoma e em dois volumes, não pretende apresentar-se como uma enciclopédia nem como um instrumento exaustivo no tratamento das rubricas ou dos termos tratados, e muito menos como um repositório de monografias sobre figuras e aspectos da nossa história. Pretendeu-se, sim, criar um instrumento de consulta e de trabalho que pudesse servir um vasto leque de leitores, desde o simples autodidacta aos estudantes e professores – para aprofundamento da sua cultura, nuns casos, e, noutros, para a consulta necessária.
Dizia Raúl Brandão, um admirador incondicional de Columbano: “Não é só a obra de Mestre Columbano, grande pintor português, que devemos prestar homenagem — é à sua vida.”
Azulejos Portugueses – Um Guia de Marianne Adelmann. Azulmar. Lisboa, 1986, 166 págs. E.
Este livro pretende uma breve contribuição descoberta passado presente Portugal, através azulejos.
Qualquer visitante atento Portugal, novos mundos não deixará notar atracção azulejo, séculos.
Os portugueses preferiram sempre grandes espaços arquitectónicos, final século decoraram azulejos, tradição continua hoje edifícios públicos como painéis Maria Avenida Infante Santo João Abel Manta Campolide, mesmo acontecendo habitações privadas, hotéis restaurantes. consciência azulejos dos aspectos mais significativos portuguesa estimulou-me publicar livro. Espero que ilustrações textos encoragem leitores atenta que contribuam melhor compreensão sector fascinante herança nacional.
Recordações Fantásticas de Maurice Sandoz. Organizações. Lisboa, 1955, 212 págs. B.
«Meu amigo, recebi a sua nova colecção de pesadelos que teve a amabilidade de enviar. Habitualmente não durmo bem, mas agora não durmo porque não quero.» LEONORA CARRINGTON
Deuses da Ásia (e não Os deuses da Ásia, o que seria uma pretensão rídicula) é um título que corre o risco de engendrar grandes equívocos. Somos vítimas da inadequação das palabras de uma língua a outra, e mais particularmente quando se trata da palavra “deus”.
No actual frenesim de “aldeia global” de uma informação sem fronteiras, e tantas vezes, sem barreiras, e de uma “mundialização” de certo tipo de economia e de consumismo, o mundo carece de vozes e de profetas que, apontando ao essencial, ajudem a reencontrar o seu norte, este homem moderno que, como dizia Chesterton, “já perdeu…
Revolução em Perigo de Carlos Dugos. Acrópole. Alfragide, 1975, 126 págs. B.
O que me levou a iniciar esta ANÁLISE SUMÁRIA E INDEPENDENTE À IIIª REPUBLICA PORTUGUESA foi o ter sentido a necessidade de contribuir com este estudo para melhorar o esclarecimento de uma opinião pública por demais confundida. Confundida pela rapidez contraditória com que tem decorrido a vida portuguesa, nestes catorze meses de revolução – depois do marasmo político e social das últimas décadas. Confundida pela multiplicidade das correntes de opinião, onde até há pouco apenas uma imperava. Confundida ainda pela propaganda partidária, pela demagogia e por outras formas tendentes a levar à aceitação pública menos receptiva, a revolução tal como foi e é entendida por alguns por aqueles que a orientam.
Ever since the inauguration of a limited Free-trade Policy in France, by the conclusion of the Treaty of October 12, 1860, the Commercial relations of that country both with Great Britain and the United States – as well as with other countries in which the English tongue is spoken – have been steadily on increase….
Em vésperas de perfazer trinta e oito anos de Patriarca de Lisboa, é já tempo de olhar para trás, considerando o caminho percorrido. Não quereria falar particularmente do caminho percorrido por mim, parte mínima da marcha da Igreja. O horizonte, porém, é o de toda a vida da Igreja na época em que, sendo o último, fui, pela misteriosa providência de Deus, o primeiro servo dos servos de Deus em Portugal. Se aparecço eu, para confusão minhas, mais vezes à ribalta da história, é apenas porque comigo está de certo modo representado o Episcopado. Creio que este me aprova, ao declarar que, na «resposta a muitas questões», a minha voz é também a dele.
Lugares de Convergência de David Sharp. Formar. Lisboa, 1976, 61 págs. E.
As civilizações do Egipto, de Micenas e posteriormente da Grécia, produziam as maravilhas arquitectónicas do Mundo Antigo. Os seus monimentos, túmulos e edifícios públicos constituem modelos de proporção, espaço e beleza que desd então, os arquitetos não deixam de admirar. A elegância poderosa das colunas que se desenvolvem ao longo do Partenon, apesar de em ruínas, infundem admiração e encantamento.
Miquelina Casada de Augusto da Costa. Livraria Popular de Francisco Franco. Lisboa, 1946, 236 págs. B.
Augusto Palhinha da Costa Dias nasceu a 12 de fevereiro de 1919, na aldeia de Trouxemil (Arganil, Coimbra) e veio a falecer em 9 de março de 1976
Historiador, sociólogo da cultura e director editorial. Tendo iniciado os estudos secundários em Coimbra, estudos que teve de interromper por motivo de doença, completou em 1954 a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas, na Universidade de Lisboa, acumulando a sua actividade escolar com empregos temporários de corretor de seguros, agente comercial ou angariador de publicidade.
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