• Archiduchesse Rouge

    Archiduchesse Rouge

    Friedrich Weissensteiner

    7,50 

    Archiduchesse Rouge de Friedrich Weissensteiner
    Payot. França, 2010, 220 págs. B. Il.

    Si les Habsbourg comptent nombre de personnages romanesques à travers les siècles, il restait encore à découvrir la figure singulière et contrastée d’Élisabeth-Marie (1883-1963), dite « Erzsi ». Enfant unique du prince héritier Rodolphe – le suicidé de Mayerling – et petite-fille préférée de l’empereur François-Joseph, elle fut rebelle comme son père tout en restant archiduchesse dans l’âme bien après la chute de l’Empire austro-hongrois. Un premier mariage avec le prince Otto Windisch-Graetz tourna vite au cauchemar, mais n’aboutit à une séparation qu’en 1924. À cette époque, Erzsi avait déjà rencontré le véritable homme de sa vie, Léopold Petznek, figure majeure du parti social-démocrate autrichien. Elle-même y adhéra. Dans la tourmente des années trente, la fortune et les relations de celle qu’on appelait désormais l’« Archiduchesse rouge » lui permirent de venir en aide aux camarades persécutés. Ayant survécu à l’enfer de Dachau, Petznek finit par épouser sa compagne de trente ans, mais l’après-guerre n’eut rien de radieux pour le couple. Veuve inconsolable à partir de 1956, Élisabeth-Marie n’eut bientôt pour seuls amis que ses bergers allemands. «Le portrait contrasté d’une femme d’exception, mais aussi celui de la fin d’un monde» – Le Figaro

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Aparições de Fátima de Costa Brochado

    Aparições de Fátima, As

    Costa Brochado

    10,00 

    As Aparições de Fátima de Costa Brochado
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 169 págs. B.

    Obra narrativa que relata os eventos ocorridos na Cova da Iria em 1917. O livro descreve os encontros dos três pastorinhos: Lúcia, Francisco e Jacinta com Nossa Senhora, focando-se na mensagem religiosa, as visões e a repercussão social e religiosa dos acontecimentos em Portugal.

    O autor já havia abordado esta temática na obra “Fátima à Luz da História”, edição entretanto esgotada. Desafiado pelos editores, escreveu agora uma obra mais sumária sobre as Aparições.

    📝 Assinatura de posse.

  • Antes de Meia-Noite de Carlos Drummond de Andrade

    Antes de Meia-Noite

    Carlos Drummond de Andrade

    5,00 

    Antes de Meia-Noite de Carlos Drummond de Andrade
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 141 págs. B.

    Antologia de Contos de Temática Natalícia.

    Presépio de Carlos Drummond de Andrade;
    Vivenda Alegre de Fernando Campos;
    O Meu Homem de Bem de Joel Neto;
    A Árvore no Meio da Sala de Julieta Monginho;
    Barbas de Algodão de Leonardo Ralha;
    Feliz Navidad Coronel Santiago de Luís Cardoso;
    Natal na Barca de Lygia Fagundes Telles;
    Missa do Galo de Machado de Assis;
    Natal de Miguel Torga;
    Um Casaco de Raposa Vermelha de Teolinda Gersão.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • O Ano da Morte de Ricardo Reis de José Saramago

    Ano da Morte de Ricardo Reis, O

    José Saramago

    7,50 

    O Ano da Morte de Ricardo Reis de José Saramago.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1984, 415 págs. B.

    Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro de 1935. Fica até setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: «Aqui onde o mar se acaba e a terra principia»; o virar ao contrário o verso de Camões: «Onde a terra acaba e o mar começa.» Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Anjo da História de Walter Benjamim

    Anjo da História, O

    Walter Benjamim

    8,00 

    O Anjo da História de Walter Benjamim
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2010, 219 págs. B.

    O Anjo da História, sugere Benjamin numa das célebres «teses» que abrem este volume, deve ser como o Angelus Novus do quadro de Klee: de costas para o futuro, vê no passado, à sua frente, um montão de ruínas. A isso se chama normalmente «progresso». As suas propostas, amadurecidas ao longo de mais de duas décadas, para uma revisão dos conceitos de História e de progresso, balizadas pelos princípios da esperança messiânica e da justiça do materialismo histórico, haveriam de constituir uma verdadeira quadratura do círculo no domínio da Filosofia da História. A partir daqui, este volume reúne uma série de textos sobre problemáticas (a historiografia, o capitalismo, o poder e a violência) e algumas figuras paradigmáticas (Bachofen, o antropólogo, Ernst Jünger, o pensador da guerra, Eduard Fuchs, o historiador) que podem servir para documentar uma original visão dialéctica da História humana «escovada a contrapelo».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Amor Não Espera à Porta de Marisa de los Santos

    Amor Não Espera à Porta

    Marisa de los Santos

    6,00 

    Amor Não Espera à Porta de Marisa de los Santos
    Oficina do Livro. Cruz Quebrada, 2008, 426 págs. B,

    às vezes a nossa vida começa quando alguém nos empurra para dentro dela. Uma leitura fascinante.

    No momento em que Martin Grace põe o pé na “casa de café” de Filadélfia que Cornelia Brown dirige, a vida dela muda para sempre. Solto e charmoso, cara chapada de Cary Grant, Martin deixa Cornelia nas nuvens. Porém, no fim de contas, Martin será mais o mensageiro da mudança do que a própria mudança…
    Entretanto, do outro lado da cidade, Clare Hobbes, uma menina de onze anos de idade, é obrigada a sobreviver por conta própria, depois de a mãe, cada vez mais perturbada, ter uma crise e desaparecer. Inspirada em muitos órfãos das histórias que leu, Clare consegue ter coragem para procurar o pai. Quando pai e filha aparecem no café, Cornelia e a menina criam uma ligação tão inesperada quanto profunda. Juntas descobrem que o essencial na vida é sabermos ao certo o que amamos e porquê.
    Marisa de los Santos escreve com uma minúcia cheia de delicadeza, capaz de trazer à luz as perdas e as alegrias da vida.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Afonso II: Um Rei Sem Tempo de Hermínia Vasconcelos Vilar

    D. Afonso II: Um Rei Sem Tempo

    Hermínia Vasconcelos Vilar

    7,50 

    Afonso II: Um Rei Sem Tempo de Hermínia Vasconcelos Vilar
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 312 págs. E. Il.

    Filho de D. Sancho I e de Dulce de Aragão, D. Afonso II nasceu no dia de São Jorge de 1186, facto que deverá ter sido interpretado como um bom augurio para uma dinastia que tinha no desempenho guerreiro uma das bases da sua legitimidade. Contudo, Afonso não se viria a destacar pela sua capacidade guerreira, nem mesmo pelos seus feitos no campo de batalha. A cronistica lembrá-lo-á pela sua corpulência, visível no cognome com que a História o fixou, pela guerra que travou com as suas irmãs, pelos conflitos que o separaram de uma grande parte do episcopado português, nos últimos anos de vida, mas não pela sua acção de governante, nem pelas medidas que promulgou.
    Falecido com 36 anos, após um curto reinado de 12 anos, Afonso deixou, porém, atrás de si um governo inovador, marcado por um conjunto de medidas que deixam entrever um rei e um círculo de colaboradores atentos e conhecedores dos meandros do ambiente político e intelectual da Europa dos reinos da primeira metade de Duzentos.
    Mas o seu falecimento deixou também para trás um reinado marcado por sucessivos conflitos e, sobretudo, pela incapacidade de fazer face ao tempo que se escoava. A sua morte precoce, a curta duração do seu reinado e da sua vida, terão impedido a concretização plena de muitas das medidas promulgadas ou tão-só desenhadas, bem como a resolução plena dos conflitos suscitados pela sua governação e que transitarão, de forma inexorável, para o reinado do seu filho, Sancho.
    Para Afonso, o tempo foi, sem dúvida, um inimigo incontornável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Confessions Of A Heretic

    Confessions Of A Heretic

    Adam Nergal Darski

    15,00 

    Confessions Of A Heretic The Sacred And The Profane: Behemoth And Beyond de Adam Nergal Darski
    Outline Press. Inglaterra, 2015, 287 págs. B. Il.

    Rebellion is a part of youth. Sometimes it’s dangerous. Instead of a sword, I hold a guitar in my hands. I’m in the same, rigid world but instead of Molotov cocktails, I’ve got a computer. It’s a much more powerful weapon. Confessions Of A Heretic is the forthright and erudite memoir of the front man and driving force behind the Polish heavy-metal group Behemoth, currently at the top of their game following the release of their 2014 US Top 40 album The Satanist. Presented as a series of interrogations by friends and associates, the book reveals a complex man of great contrast-a health-conscious, highly personable intellectual known for his extreme views and even more extreme music-lifting the lid on everything from his clashes with the Polish Catholic church to appearing as a judge on the Polish edition of The Voice to his recent battle with leukaemia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • 1983 de João Pedro Vale

    1983

    João Pedro Vale

    10,00 

    1983 de João Pedro Vale
    Editora Documenta. Lisboa, 2023, 332 págs. B. Il.

    1983 é título de uma instalação e performance evocando uma cena de rua, em noite chuvosa, numa zona de Lisboa por vezes chamada marginal no que a sexo diz respeito. Uma paragem de autocarro, dois homens sentados.

    1983 é também o ano das primeiras notícias sobre SIDA em Portugal. Uma crise global revelou então – como hoje a emergência climática, a COVID ou o terrorismo de Putin – a eminente vulnerabilidade da vida e liberdade humanas.

    A SIDA revelou também a homofobia estrutural que atrasou de modo criminoso as decisões políticas necessárias para a enfrentar e desencadeou uma vaga de militâncias que hoje, quarenta anos depois, manifestam evoluções significativas nas lutas anti-racistas, feministas e contra o totalitarismo heteronormativo, constituindo decisiva parte integrante da luta contra as novas vagas com vocação neofascista (de Trump a Bolsonaro).

    Em Portugal, por razões históricas que se podem considerar evidentes (o longo período de ditadura política e a hegemonia das versões mais conservadoras da religião católica), não há uma linhagem explícita de «arte gay» (nem mesmo nos anos 60) e muito menos uma presença significativa das temáticas e debates queer na área das artes plásticas.

    O trabalho de João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, além da relevância no campo específico da escultura/instalação e dos «filmes de artista» – nomeadamente variações queer, ou camp, a partir de Moby Dick e Werther -, tem uma relevância política e ideológica que em Portugal podemos considerar excepcional.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Serões do Japão de Wenceslau de Moraes

    Serões do Japão

    Wenceslau de Moraes

    40,00 

    Serões do Japão de Wenceslau de Moraes
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 225 págs. E. Il.

    “Os Serões no Japão” é uma das obras mais emblemáticas do escritor e diplomata português Wenceslau de Moraes (1854–1929), publicada em formato de livro independente pela primeira vez na década de 1920 (cerca de 1922–1925) pela editora Portugal-Brasil. A obra reúne um conjunto de crónicas e textos descritivos que o autor publicou originalmente de forma periódica na prestigiada revista ilustrada portuguesa Serões.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Relance da Alma Japoneza de Wenceslau de Moraes

    Relance da Alma Japoneza

    Wenceslau de Moraes

    40,00 

    Relance da Alma Japoneza de Wenceslau de Moraes
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, s.d., 256 págs. B.

    Relance da Alma Japonesa, último testemunho da obra de Wenceslau de Moraes, é muito mais que uma obra literária de valor indiscutível, é uma visão individual mas promotora da literatura, da cultura, da estética e dos valores nipónicos, seus coetâneos. «Não iremos a Tóquio, nem a Cobe, nem a nenhum dos principais centros de atividades do império, já muito mescladas de inovações em estilo europeu, as quais prejudicariam o nosso exame; porque, é evidente, o que nós queremos relancear é o Japão tão japonês, tão puro de adaptações desintegrantes, quanto é possível encontrá-lo nos dias que vão correndo.» Wenceslau José de Sousa de Moraes (Lisboa, 30 de Maio de 1854 – Tokushima, 1 de Julho de 1929) escritor e militar da Marinha Portuguesa. Oficial da Marinha, completou o curso Escola Naval em 1875, tendo prestado serviço em Moçambique, Macau, Timor Português e no Japão. Após ter frequentado a Escola Naval, serviu a bordo de diversos navios da Marinha de Guerra Portuguesa. Em 1885 viaja pela primeira vez até Macau, onde se estabelece. Foi imediato da capitania do Porto de Macau e professor do Liceu de Macau desde a sua fundação em 1894. Durante a sua estadia em Macau casou com Vong-Io-Chan (Atchan), mulher chinesa, de quem teve dois filhos, e estabeleceu laços de amizade com Camilo Pessanha. Entretanto, em 1889, viajara até ao Japão, país que o encanta, e onde regressará várias vezes nos anos que se seguem no exercício das suas funções. Em 1897 visita o Japão, na companhia do Governador de Macau, José Maria de Sousa Horta e Costa, sendo recebido pelo Imperador Meiji. No ano seguinte abandona Atchan e os seus dois filhos, e muda-se definitivamente para o Japão, como cônsul em Kobe.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Quatro Rios de Agustina Bessa Luís

    Quatro Rios, Os

    Agustina Bessa Luís

    20,00 

    Os Quatro Rios de Agustina Bessa Luís
    Guimarães Editores. Lisboa, 1964, 280 págs. B.

    Romance inaugural da trilogia «As Relações Humanas», cujos exemplares, nesta sua primeira edição, são bastante invulgares. Como escreveu José Régio, “Onde quer que um livro de Agustina Bessa Luís apareça em competição com outros seus contemporâneos e nossos conhecidos — todos esses outros passam (ou deveriam passar) a segundo plano”.

    📕 1ª Edição.
    🟡 Lombada danificada e capa com vestígios de humidade.

  • A Poesia Necessária de Joaquim Namorado

    Poesia Necessária, A

    Joaquim Namorado

    20,00 

    A Poesia Necessária de Joaquim Namorado
    Edições vértice. Coimbra, 1966, 82 págs. B.

    Joaquim Namorado, figura marcante do neo-realismo coimbrão, colaborou nas revistas “Vértice”, “O Diabo”, “Sol Nascente” , “Seara Nova”, etc. Integrado na apreciada colecção “Cancioneiro Vértice”, de Coimbra.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Novos Contos do Gin Tonic de Mário Henrique Leiria

    Novos Contos do Gin Tonic

    Mário Henrique Leiria

    350,00 

    Novos Contos do Gin Tonic de Mário Henrique Leiria
    Editorial Estampa. Lisboa, 1973, 183 págs. B.

    «O autor repete preocupadamente a prevenção anteriormente já feita de que qualquer semelhança entre o que se segue e pessoas, coisas ou acontecimentos existentes na realidade é pura e absoluta coincidência. No entanto, continua a não se sentir impedido de verificar que as coincidências têm causas matematicamente prováveis deveras curiosas. Pessoas, bichos, coisas e actos são aparentados objectivamente pelo acaso. Isto tem tudo a ver com o acaso, nada com o autor. Dada a prova, o autor esquiva-se topologicamente e informa que também não é responsável pelas coincidências. Nenhumas…» Mário-Henrique Leiria, 1973

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Minha Mãe Meu Amor de Maria Teresa Horta

    Minha Mãe Meu Amor

    Maria Teresa Horta

    25,00 

    Minha Mãe Meu Amor de Maria Teresa Horta
    Edições Rolim. Lisboa, 1986, 149 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Regina Chulum.

    “Minha Mãe Meu Amor” é uma obra poética emblemática da escritora e jornalista portuguesa Maria Teresa Horta, publicada originalmente em 1986. [1, 2, 3]

    Este livro de poesia destaca-se na bibliografia da autora por explorar as complexidades e a intimidade da relação materno-filial através de uma escrita visceral e intimista.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro do Povo, O

    Livro do Povo, O

    António Botto

    30,00 

    O Livro do Povo de António Botto
    Livraria Eclética. Lisboa, 1944, 170 págs. B.

    José Régio, um dos principais escritores da geração modernista, dedicou-se à análise da obra de Botto, considerando-o “o mais aristocrata, o mais pessoal intérprete de certos aspetos da sensibilidade contemporânea”. Régio destacou a espontaneidade da elegância de estilo de Botto, a sobriedade dos seus recursos e a sinceridade impúdica e ousada da sua poesia.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.