• O Espião da Sibéria de Lionel Davidson

    Espião da Sibéria, O

    Lionel Davidson

    8,00 

    O Espião da Sibéria de Lionel Davidson
    Lua de Papel. Alfragide, 2016, 493 págs. B.

    MONTES KOLIMÁ, SIBÉRIA. Enterrada nos gelos eternos esconde-se uma estação científica tão secreta que nem sequer existe oficialmente. Quem lá entra, nunca mais sai. Mas Efraim Rogachev tem um plano.
    UNIVERSIDADE DE OXFORD. O pacato professor Lazenby recebe uma mensagem encriptada. O autor é um brilhante cientista soviético desaparecido há décadas sem deixar rasto.
    LANGLEY, SEDE DA CIA. Os satélites americanos captam uma explosão num bunker siberiano até ali desconhecido; as imagens são aterradoras.

    Nos serviços secretos soam os alarmes. É preciso infiltrar um agente nos Montes Kolimá, um inacessível inferno de glaciares onde a temperatura ronda os 50 ºC negativos. Só um homem parece apto para a missão: Johnny Porter, poliglota, antropólogo, professor universitário e da etnia Gitksan. Os gitksan partilham com os nativos siberianos a mesma língua, a mesma cor de pele, a mesma sobre-humana resistência ao frio. E só um nativo conseguirá atravessar quilómetros de gelo, fintar tribos hostis, chegar ao coração do mistério.

    O Espião da Sibéria, um dos mais trepidantes thrillers do século XX, esteve durante décadas “adormecido”. Mas um editor redescobriu-o e voltou a publicá-lo timidamente. O que se seguiu foi um regresso fulgurante às listas de livros mais vendidos e às listas de “melhores livros do ano”. Hoje assistimos ao renascimento crítico de um autor de culto – Lionel Davidson – e de toda uma obra onde se cruza o melhor de dois géneros: a grande aventura e o romance de espionagem.

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  • Ensaio sobre o Entendimento Humano de John Locke.

    Ensaio sobre o Entendimento Humano

    John Locke

    25,00 

    Ensaio sobre o Entendimento Humano de John Locke
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2005, 2 vols. E.

    John Locke nasceu em 1632 e faleceu em 1704. Não seguiu a carreira universitária, nem foi professor de Filosofia, o que geralmente também aconteceu com os grandes pensadores seus contemporâneos. Viveu durante um dos períodos mais turbulentos da história da Inglaterra, tendo participado activamente na vida pública, a partir de 1667.

    As preocupações críticas de Locke quanto ao conhecimento não incidiam, como foi comum na época, sobre questões fisicas e matemáticas, mas sobre problemas que se levantavam no âmbito da teologia, da política, da pedagogia e até da economia e das finanças. O projecto da elaboração do Ensaio … nasceu, como relata, numa tertúlia em que discutia, com alguns amigos, temas de natureza teológica, e no momento em que todos se deram conta de que era necessário ver a forma como o homem pensa, antes de iniciar um conhecimento seguro sobre qualquer assunto.

    A única obra propriamente filosófica que deu a lume foi o Ensaio …, que terminou em 1666 mas só publicou em 1690. Em vida do filósofo apareceram mais três edições, em que foi corrigindo, aperfeiçoando ou esclarecendo alguns pontos: em 1694, 1695 e, a última e definitiva, em 1700, que agora aqui se traduz. Em 1677 veio a público An Essay Concerning Toleration, seguido, em 1689, da Epístola De Tolerantia. Em 1690 foram publicados […] Two Treatises on Government. E em 1693 saíram os Some Thoughts Concerning Education.

    Da conjugação entre o mito da bondade natural do homem e a visão individualista nasceu a utopia de uma ideal sociedade anárquica em que a máxima valorização dos direitos naturais de cada um seria automaticamente atingida por se ter alcançado, no exercício da cidadania, a perfeição a que uma longa habituação democrática e a suspensão das sujeições económicas haveriam de levar. Até lá, e enquanto os homens permanecessem presos às violências do seu egoísmo, manter-se-ia o império do «Estado de Direito» que seria, progressivamente, mais consensual e interiorizado.

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  • As Duas Paixões de S. Paulo de Nuno de Montemor

    Duas Paixões de S. Paulo, As

    Nuno de Montemor

    10,00 

    As Duas Paixões de S. Paulo de Nuno de Montemor
    União Gráfica. Lisboa, s.d., 389 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida (1881-1964), foi padre católico, poeta, romancista e dramaturgo português. Capelão militar na Primeira Grande Guerra, contactou em França com vários intelectuais. Fundou o Lactário Dr. Proença, em Braga, para apoiar crianças pobres. A sua vasta obra, marcada pela defesa da Fé Católica e do tradicionalismo, alcançou grande êxito editorial e foi traduzida em várias línguas.

    📝 Assinatura de posse.

  • D. Dinis de Cristina Torrão de Cristina Torrão

    D. Dinis de Cristina Torrão

    Cristina Torrão

    8,00 

    D. Dinis de Cristina Torrão de Cristina Torrão
    Ésquilo. Lisboa, 2010, 405 págs. B.

    D. Dinis, sexto monarca português, marcou profundamente a consolidação do reino através dos seus quarenta e seis anos de governação. Fundou a primeira universidade portuguesa, substituiu o latim a língua portuguesa nos documentos oficiais, reformou quase todos os castelos, foi um diplomata de excepção, admirado, inclusivamente pelo Papa, incrementou a agricultura, a pesca e o comércio, amante da poesia e da música, ficou imortalizado pelos seus cantares. Mas a tragédia também assolou a sua alma, primeiro foi o conflito armado com o irmão, no final da vida, a dilacerante guerra com o seu próprio filho herdeiro. A seu lado, estava uma rainha de excepção, Isabel de Aragão, com a qual nem sempre as relações foram fáceis…

    Neste romance, Cristina Torrão, autora do romance histórico Afonso Henriques – O Homempublicado pela Ésquilo, conduz o leitor à intimidade de um Rei justo, sábio e poeta. Nunca a esfera íntima de D. Dinis foi descrita com tanto detalhe e faceta humana.

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  • Deus na Escuridão

    Deus na Escuridão

    Valter Hugo Mãe

    8,00 

    Deus na Escuridão de Valter Hugo Mãe
    Porto Editora. Porto, 2023, 267 págs. B.

    «Deus é exactamente como as mães. Liberta Seus filhos e haverá de buscá-los eternamente. Passará todo o tempo de coração pequeno à espera, espiando todos os sinais que Lhe anunciem a presença, o regresso dos filhos.»
    Este livro explora a ideia de que amar é sempre um sentimento que se exerce na escuridão. Uma aposta sem garantia que se pode tornar absoluta. A dúvida está em saber se os irmãos podem amar como as mães que, por sua vez, amam como Deus.
    Passada na ilha da Madeira, esta é a história de dois irmãos e da necessidade de cuidar de alguém. Delicado e profundo, Deus Na Escuridão é um manifesto de lealdade e resiliência.

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  • O Destino da Livraria de Kichijoji de Kei Aono

    Destino da Livraria de Kichijoji, O

    Kei Aono

    7,50 

    O Destino da Livraria de Kichijoji de Kei Aono
    Porto Editora. Porto, 2024, 269 págs. B.

    A emblemática Livraria Pégaso do histórico Bairro de Kichijoji atravessa tempos difíceis, e a relação entre Riko, uma livreira experiente, e Aki, a sua irreverente subordinada, não é a melhor.

    A atitude descontraída e as ideias arrojadas da jovem e bonita Aki contrastam com a rigorosa ética de trabalho de Riko, que, com 40 anos, recupera de uma desilusão amorosa.

    Perante a ameaça de encerramento da livraria, as duas mulheres terão de escolher entre o que as une e o que as separa. Numa história tão divertida quanto comovente, o amor pelos livros, o trabalho de equipa e o poder feminino são postos à prova.

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  • O Demónio e a Senhorita Prym de Paulo Coelho

    Demónio e a Senhorita Prym, O

    Paulo Coelho

    5,00 

    O Demónio e a Senhorita Prym de Paulo Coelho
    Pergaminho. Cascais, 2000, 213 págs. B.

    Uma cidade decadente parada no tempo nas montanhas… Uma jovem sonhadora que lia livros na margem do rio e ambicionava sair da aldeia… Uma velha permanentemente sentada diante da sua porta, assistida pelo espírito do seu falecido marido… Um estrangeiro com barras de ouro… Estes são os personagens e o cenário de uma história em que o estrangeiro, certamente o Demónio, segundo a velha, propõe à jovem, senhorita Prym, dar as barras de ouro à pequena comunidade… mas a contrapartida era assustadora.

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  • Crónica de D. João I de Fernão Lopes

    Crónica de D. João I

    Fernão Lopes

    7,50 

    Crónica de D. João I de Fernão Lopes
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    Em Crónica de D. João I – Volume I & II, Fernão Lopes narra o reinado de D. João I, desde a sua ascensão ao trono até aos principais acontecimentos que marcaram o início da dinastia de Avis. Com rigor documental e uma escrita vívida, Lopes retrata batalhas, alianças políticas, intrigas palacianas e a vida quotidiana da corte portuguesa, permitindo ao leitor acompanhar de perto a consolidação do poder régio e a formação da identidade nacional.

    Entre episódios memoráveis destacam-se a consolidação do trono após a crise de 1383-1385, a participação de Portugal em conflitos internacionais, e a gestão do reino num período de grande transformação política e social. A obra é simultaneamente histórica e literária, oferecendo um retrato único de uma era crucial da história portuguesa.

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  • Codex Templi de Teresa Pinto Furtado

    Codex Templi

    Teresa Pinto Furtado

    30,00 

    Codex Templi: os mistérios templários à luz da história e tradição de Teresa Pinto Furtado.
    Zéfiro. Sintra, 2007, 766 págs. B. Il.

    Esta é uma obra que nasce com o propósito de se tornar num clássico de referência na divulgação dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão.

    Nestas páginas é transmitida ao leitor uma perspectiva integral e essencial sobre a Ordem do Templo. Por um lado, a investigação rigorosa, fiel à história e, por outro, um aprofundar de ideias transcendentes à luz da mais genuína Tradição: o esoterismo templário e a sua espiritualidade.

    A Delegação Portuguesa da Templespaña, Gualdim Pais, reúne neste projecto um grupo de autores portugueses e espanhóis dedicados à investigação templária, com concepções plurais e diversificadas que giram em torno das chaves e mistérios desta Ordem.

    Esta enciclopédia aborda as origens da Ordem do Templo, a sua teologia, as suas regras, os seus documentos, os seus símbolos, a sua arquitectura, os seus usos e costumes, o seu aspecto militar, a sua capacidade financeira, a sua dimensão tradicional e espiritual, o seu processo inquisitorial, o seu apogeu e trágica queda…

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  • Cebola Crua com Sal e Broa de Miguel Sousa Tavares

    Cebola Crua com Sal e Broa

    Miguel Sousa Tavares

    7,50 

    Cebola Crua com Sal e Broa: da infância para o mundo de Miguel Sousa Tavares
    Clube do Autor. Lisboa, 2018, 362 págs. B.

    Eterno contador de histórias, o autor dá vida aos seus primeiros anos: da infância à juventude, dos jornais à política. O testemunho de uma vida única, com a História contemporânea de Portugal como fundo.
    Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os Verões nas praias da Granja e de Lagos. «Melville» e a pesca da lula «ao candeio». Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir…
    «Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos antifascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague.»

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  • La Castiglione de Alain Decaux

    Castiglione, La

    Alain Decaux

    7,50 

    La Castiglione de Alain Decaux
    Le Grand Livre du Mois. França, 1999, 405 págs. B. Il.

    De Virginia de Castiglione, la princesse de Metternich écrivit : ” Jamais je n’ai vu une beauté pareille, jamais je n’en reverrai plus comme celle-là. ” A dix-huit ans, appartenant à une grande famille florentine, épouse d’un jeune comte attaché à la maison du roi de Piémont Victor-Emmanuel, elle devient l’enjeu, presque du jour au lendemain, d’une étrange politique. Au congrès qui va rassembler à Paris les vainqueurs et vaincus de la guerre de Crimée, Victor-Emmanuel et son ministre Cavour veulent poser la ” question italienne “. Occupée en majorité par l’Autriche, divisée en multiples duchés et principautés, l’Italie rêve de retrouver son unité. Un seul pays peut l’y aider : la France de Napoléon III. La mission dévolue à Virginia est de séduire l’Empereur des Français et de l’amener peu à peu à soutenir la cause de l’Italie. Grâce aux archives inédites de la comtesse de Castiglione, Alain Decaux s’est trouvé à même de relater dans tous ses détails cette étrange ambassade. La rupture avec l’Empereur la laissa désespérée et pourtant elle avait réussi : l’armée française, par les victoires de Solferino et Magenta, marqua les premiers jalons de l’unité italienne parachevée en 1870. Ce furent alors des intrigues où alternèrent la politique et l’amour, une existence si aventureuse et si brillante qu’elle conserve aujourd’hui encore tous ses sortilèges. ” Ces cris d’amour, de passion brûlante qui avaient volé vers elle, écrit Alain Decaux, de quel droit les lisais-je ? De quel droit, surtout, les livrerais-je au public ? ” Alain Decaux s’y est décidé : voici la Castiglione dans toute sa vérité.

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  • O Canhão da Fraternidade de Jean-Pierre Chabrol

    Canhão da Fraternidade, O

    Jean-Pierre Chabrol

    15,00 

    O Canhão da Fraternidade de Jean-Pierre Chabrol
    Editorial Futura. Lisboa, 1975, 4 vols. B.

    A Comuna de Paris inaugurou uma nova época na história universal. Foi a primeira revolução proletária, o primeiro ensaio de ditadura do proletariado. Abriu uma nova página na história, assestando o primeiro golpe no capitalismo. Com ela começou, disse Lenine, a época da decadència da burguesia.

    Neste romance a história não intervém senão na medida em que está presente na pequena história de cada personagem. Florent Rastel, com 17 anos, abandona com a família Rosny, perante o avanço dos invasores prussianos e vai viver em Paris o cerco à cidade e a Comuna. Lá encontra Marthe, a rapariga de todas as revoluções.

    Jean-Pierre Chabrol teve o grande mérito de iniciar o seu romance com a guerra de 1870. Não se pode compreender a Comuna se não se Conhece a verdade sobre a acção do pseudo-governo da defesa nacional, que se apoderou do poder à pressa, quando Napoleão III desapareceu na ratoeira de Sedan.

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  • O Caminho Imperfeito de José Luís Peixoto

    Caminho Imperfeito, O

    José Luís Peixoto

    8,00 

    O Caminho Imperfeito de José Luís Peixoto
    Quetzal Editores. Lisboa, 2017, 189 págs. B.

    Entre Banguecoque e Las Vegas, José Luís Peixoto regressa à não-ficção com um livro surpreendente, repleto de camadas, de relações imprevistas, transitando do relato mais íntimo às descrições mais remotas e exuberantes. O Caminho Imperfeito é, em si próprio, a longa viagem a uma Tailândia para lá dos lugares-comuns do turismo, explorando aspetos menos conhecidos da sua cultura, sociedade, história, religiosidade, entre muitos outros.

    A sinistra descoberta de várias encomendas contendo partes de corpo humano numa estação de correios de Banguecoque fará que, com consequências imprevisíveis, a deambulação se transforme em demanda. Todos os episódios dessa excêntrica investigação formam O Caminho Imperfeito e, ao mesmo tempo, constituem uma busca pelo sentido das próprias viagens, da escrita e da vida.

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  • Becoming: A Minha História de Michelle Obama

    Becoming: A Minha História

    Michelle Obama

    7,50 

    Becoming: A Minha História de Michelle Obama
    Objectiva. Lisboa, 2018, 472 págs. B. Il.

    Nas suas memórias, uma obra de reflexão profunda e uma narrativa fascinante, Michelle Obama convida os leitores a entrar no seu mundo, relatando as experiências que a moldaram – desde a infância na zona sul de Chicago, passando pelos anos como executiva, equilibrando as exigências da maternidade e o trabalho, até ao tempo passado no endereço mais famoso do mundo..Terno, sábio e revelador, BECOMING é um relato íntimo de uma mulher de alma e substância que desafiou constantemente as expectativas – e cuja história nos inspira a fazer o mesmo.

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  • Arquipélago Gulag (Vol. I) de Alexandre Soljenitsine

    Arquipélago Gulag (Vol. I)

    Alexandre Soljenitsine

    6,00 

    Arquipélago Gulag (Vol. I) de Alexandre Soljenitsine.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1975, 509 págs. B.

    Escrito clandestinamente de 1958 a 1967, o manuscrito de O arquipélago Gulag foi descoberto pelo KGB em 1973, na sequência da prisão de Elizabeth Voronskaïa, uma colaboradora de Soljenítsin que o dactilografava. Na sequência disso, Soljenítsin, que tinha sido galardoado com o Prémio Nobel em 1970, decide publicar o livro no exterior. Uma primeira edição em russo é publicada em Paris ainda em 1973 e depois finalmente a edição francesa, no verão de 1974. Soljenítsin fora entretanto preso, acusado de traição, despojado da nacionalidade soviética e enviado para o exílio, onde estará vinte anos, até ao seu regresso à Rússia em 1994.

    Para realizar este extraordinário livro, Soljenítsin foi ajudado pelo testemunho de 227 sobreviventes dos campos do Gulag. O livro agora publicado pela Sextante, no âmbito do projeto de edição em língua portuguesa das principais obras do autor, é a versão abreviada, num só volume, preparada por Soljenítsin e por sua mulher, Natália, com o objetivo de tornar mais acessível este livro aos leitores estrangeiros e a novos leitores. Traduzida diretamente do russo por António Pescada, eis pois uma obra excecional, um livro de combate contra o totalitarismo de face estalinista, um livro que ainda hoje nos queima as mãos.

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  • Areia Pesada de Anatoli Ribakov

    Areia Pesada

    Anatoli Ribakov

    6,00 

    Areia Pesada de Anatoli Ribakov
    Difusão Cultural. Lisboa, 1991, 342 págs. B.

    Do início do nosso século aos anos cruciais da Segunda Guerra Mundial, a saga de uma família de judeus russos no coração da Ucrânia.

     

    Amor, sacrifício, fraternidade, tragédia, heroísmo, numa empolgante narrativa povoada por personagens inesquecíveis. A obra-prima de um dos grandes mestres da literatura soviética contemporânea.

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