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  • Última Dama do Estado Novo

    Última Dama do Estado Novo

    Orlando Raimundo

    7,50 

    Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo de Orlando Raimundo.
    Temas e Debates. Lisboa, 2003, 121 págs. B.

    Todos conhecemos Marcello Caetano, o delfim e sucessor de Salazar que marcou os últimos anos do Estado Novo. Mas, se foi possível acompanhar a vida pública deste Presidente do Conselho durante o período mais negro da Guerra Colonial, a sua vida privada permaneceu um mistério, ao ponto de a maioria dos portugueses só ter ouvido falar da sua mulher, Teresa de Barros, no dia do anúncio oficial da sua morte. Orlando Raimundo – o jornalista que descobriu nos Arquivos de Salazar um documento de grande interesse, de início atribuído a Franco Nogueira (mas que veio a saber-se ser de André Gonçalves Pereira), propondo abdicar das colónias menos importantes para resistir em Angola e Moçambique – vem, neste seu ensaio biográfico, penetrar nos bastidores da história de Marcello Caetano para nos revelar as suas origens modestas, a ajuda dos amigos na sua formação, o núcleo de pressão que o levou ao poder, o drama vivido com a doença da mulher, a forma como a filha, Ana Maria Caetano, foi condenada a assumir o papel de primeira-dama – desistindo de um casamento com um advogado de grande prestígio – e, por fim, as determinações frias e racionais sobre a questão colonial que acabaram por levar à queda do regime em 1974 e ao seu exílio no Brasil.

    Publicado originalmente em 2000, A Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo foi amplamente revisto e aumentado, trazendo agora a público novas e surpreendentes revelações.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Santa Isabel, Rainha de Portugal de J. L Brun

    Santa Isabel, Rainha de Portugal

    J. L Brun

    30,00 

    Ilustrado em extratexto nas folhas preliminares com reprodução de escultura, do túmulo primitivo e do túmulo de prata da Rainha Santa Isabel a preto e branco sobre papel couchê protegidas por folha de papel vegetal

  • Saias de Alfredo Cortez

    Saias

    Alfredo Cortez

    15,00 

    “Surgem em 1936 Tá-Mar, e, dois anos depois, Saias, ambas permitindo ao autor o alargamento do seu emblema linguístico-estilístico, que associa à linguagem directa gírias típicas de grupos sociais, como a dos pescadores da Nazaré em Tá-Mar, peça que lhe vale o prémio Gil Vicente atribuído pelo Secretariado da Propaganda Nacional, ou até dialectais, como…

  • Revolução Necessária de José Gomes Ferreira

    Revolução Necessária

    José Gomes Ferreira

    7,50 

    Revolução Necessária de José Gomes Ferreira. Diabril. Lisboa, 1977, 243 págs. B..

    Crónica do 1º ano da Revolução de 25 de Abril de 1974 segundo

    os documentos publicados na época pelo autor nos jornais O Primeiro de Janeiro, Vida Mundial, Diário de Notícias, Diário Popular e Seara Nova.

    📕 2ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Relógio de Cárcere de José Riço Direitinho

    Relógio de Cárcere

    José Riço Direitinho

    6,00 

    Relógio de Cárcere de José Riço Direitinho.
    Edições ASA. Porto, 1997, 154 págs. E.

    Tendo como cenário o mesmo mundo rural que José Riço Direitinho elegeu como palco das suas ficções anteriores, a acção de O Relógio do Cárcere decorre, entre o início de 1832 e os primeiros meses de 1834, no lugar imaginário de Vilarinho dos Loivos e na vila beirã de Midões. O fidalgo da Casa do Seixo, Afonso Aires de Navarra (a quem chamavam «O Velho» havia muito tempo, apesar de não ter completado ainda trinta anos), e António do Soutelinho (que o acaso fez um dia guerrilheiro) são as duas personagens principais desta história onde ecoam os rumores da queda anunciada da Monarquia Absoluta e da sua substituição por um Regime Liberal. Depois de A Casa do Fim e Breviário das Más Inclinações, José Riço Direitinho confirma com este seu novo romance o lugar de destaque que ocupa, por direito próprio, no panorama da nova ficção

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Proust selon Sainte Beuve de Patrícia Cabral

    Proust selon Sainte-Beuve

    Patrícia Cabral

    7,50 

    PROUST SELON SAINTE-BEUVE DE PATRÍCIA CABRAL
    Peter Lang. Berne, 2012. 210 págs. B.
    Colecção: Publications Universitaires Européenes, Série XIII

    Essai de critique littéraire centré sur la relation intertextuelle et l’opposition théorique entre l’œuvre de Marcel Proust et la méthode de Charles-Augustin Sainte-Beuve. L’auteure analyse comment la fiction proustienne répond, déconstruit et intègre paradoxalement les principes analytiques de Sainte-Beuve (axés sur la biographie de l’écrivain pour expliquer la création). L’ouvrage confronte leurs visions respectives de la mémoire, du temps et de l’essence même de la création littéraire. Un outil de référence pour les chercheurs en études proustiennes et en théorie de la littérature.

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    Características do Exemplar
    ✍️ Exemplar autografado pelo autor.
    Peso: 350g
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  • Praias de Viana do Castelo de José Maria Costa

    Praias de Viana do Castelo

    José Maria Costa

    8,00 

    Praias de Viana do Castelo de José Maria Costa.
    Câmara Municipal de Viana do Castelo. Viana do Castelo, 2005, 159 págs. B.

    O litoral fascina o Homem desde sempre e define-se pelo espaço onde terra e mar se influenciam mutuamente. É um recurso não renovável, cuja conservação garante a qualidade de vida presente e futura. O litoral de Viana do Castelo é excecional, com património natural, paisagístico e cultural único, e habitats que promovem elevada diversidade biológica. Ao longo de 24 km, encontram-se cerca de 40 praias variadas, rochedos, penhascos, dunas, marismas, rios e matas, formando um ecossistema de grande interesse ecológico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Jardim de Maria de Lourdes Duarte Amaral

    Jardim, O

    Maria de Lourdes Duarte Amaral

    10,00 

    Integrado na colecção do “, Plano de Educação Popular” . Com duas ilustrações técnicas da autora. Quatro reproduções fotográficas do Boletim de Horticultura 1965, da Junta Nacional das Frutas. Capa e ilustrações de José Amaro Júnior.

  • Harmonia Perfeita

    Harmonia Perfeita

    Barbara Wood

    6,00 

    Harmonia Perfeita de Barbara Wood.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 471 págs. B.

    Uma grande companhia multinacional que trabalha com ervas medicinais chinesas, enfrenta uma crise dramática os seus produtos são considerados responsáveis pela morte súbita de três pessoas. Entretanto, na Internet começa um processo de chantagem contra Charlotte Lee, a dona da companhia. Através de uma tela de grande tensão e «suspense», Barbara Wood propõe-nos mais uma história empolgante ende se reflectem os medos e perplexidades do final do milénio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dez Histórias de Amor e Desencanto

    Dez Histórias de Amor e Desencanto

    Manuel Jacinto Pereira

    6,00 

    Dez Histórias de Amor e Desencanto de Manuel Jacinto Pereira.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1970, 188 págs. B.

    Esclareçamos, desde já, que este último aspecto não se aplica, de modo algum, ao caso concreto do presente livro. Não é, com efeito, pela anexação de outros territórios que ele se mostra difícil de catalogar: é antes pela fidelidade aos impulsos primordiais da narra ção, pela instintiva obediência a uma pura necessidade narrativa, pela fixação numa zona anterior a todas e quaisquer divisões em subgéneros. Daí o motivo por que Manuel Jacinto Pereira chamou simplesmente «histórias» (nem «contos», nem «novelas») aos dez textos aqui ensartados; e, quanto a mim, ? facto não é de somenos importância, principalmente numa época como a nossa em que a ficção – de tão «especializada em que por um lado se vem tornando, de tão indiferen ciadas em que por outro vem decaindo – parece esquecer-se, na maior parte das vezes, daquilo que realmente lhe está na origem: o simples gosto de efabular e de contar alguma coisa. É sem dúvida, por isso mesmo, o aparecimento de um novo e autêntico narrador o que podemos saudar, com o devido júbilo que o caso merece, na publicação destas Dez Histórias de Amor e Desencanto. – in Prefácio de David Mourão-Ferreira

    📝 Assinatura de posse.

  • E Deus Criou as Au Pair

    E Deus Criou as Au Pair

    Pascale Smets

    7,00 

    E Deus Criou as Au Pair de Pascale Smets e Benedicte Newland.
    Editorial Ulisseia. Lisboa, 2005, 349 págs. B.

    A vida moderna e a maternidade entram muitas vezes em choque, o que com frequência provoca mais do que umas simples faúlhas. Nesta divertidíssima história de duas irmãs à beira do abismo, Charlotte e Nell, que vivem a milhares de quilómetros uma da outra, em continentes diferentes, tentam cada uma por seu lado lidar o melhor que sabem com as exigentíssimas provas do casamento e da maternidade. Essa sua batalha diária para evitar desastres domésticos só encontra acalmia na hilariante troca de e-mails, através dos quais confessam uma à outra, com tocante candura, as suas dificuldades e os seus dramas. que Bridget Jones poderá escrever quando se casar, tiver filhos e começar a ter saudades do tempo em que era solteira. É uma obra de leitura obrigatória para todas as mães.

    📝 Assinatura de posse.

  • Denúncia e Outros Contos

    Denúncia e Outros Contos

    Pedro Rocha

    6,00 

    Denúncia e Outros Contos de Pedro Rocha.
    Editora Apul. Lisboa, s.d., 109 págs. B.

    Pretende só a greve geral: – uma revolução de flores.

    «OLHAI OS LIRIOS DO CAMPO, QUE NÃO TRABALHAM NEM FIAM. É com lírios, com cravos e com rosas que quer fazer a revolução. Parece que pensa ir colocar cravos nas armas dos romanos e das forças policiais Cravos?» surpreendeu-se Judas…

    Sim, cravos, insistiu Paulo. «Cravos vermelhos. Diz que exercem uma forte acção psicológica sobre os soldados»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Clepsidra e Outros Poemas

    Clepsidra e Outros Poemas

    Camilo Pessanha

    7,50 

    Clépsidra de Camilo Pessanha.
    Editorial Nova Ática. Lisboa, 2003, 211 págs. B.

    Clepsidra, título simbólico que se refere a um relógio antigo, de origem egípcia, que media o tempo pelo escoamento de água num recipiente graduado, é um importante testemunho do acolhimento português da poesia europeia finissecular, sobretudo o Simbolismo, articulado com a sensibilidade decadentista. É, na verdade, uma construção poética «cultivada como fragmento e representação difusa de uma realidade fugidia, a par do impulso para uma unidade remota, a consubstanciar na construção do livro». Trata-se, portanto, de uma obra que nos remete para as temáticas da efemeridade da vida, da perda, da inutilidade do que se faz ou se vive, da desistência, do receio e da ambiguidade.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Apontamento Histórico sobre Vila Nova de Mil Fontes de António Martins Quaresma

    Apontamento Histórico sobre Vila Nova de Mil Fontes

    António Martins Quaresma

    15,00 

    Apontamento Histórico sobre Vila Nova de Mil Fontes de António Martins Quaresma.
    Ramos, Afonso & Moita. Vila Nova de Mil Fontes, 1988, 150 págs. B. Il.

    “Na parte sudoeste dos domínios da Ordem de Santiago de Espada, a povoação mais importante era Santiago de Cacém de cujo termo constavam designadamente a aldeia de Sines, a terra do Cercal e a foz do rio Mira.

    Não tem consistência a afirmação do abade de Miragaia de que à data da Reconquista já na foz do Mira existiria, fortificada, a vila de Milfontes tomada então aos Mouros pelo bispo de Lisboa, D. Soeiro, com a ajuda de Cruzados norte europeus; igualmente incorrecta é a opinião de que D. Afonso III lhe concedeu o seu primeiro foral. (…) ”

    📝 Assinatura de posse.

  • Valores de Portugal de Eugénio Correia

    Valores de Portugal

    Eugénio Correia

    30,00 

    CORREIA, Eugénio; MONTEZ, Paulino. VALORES DE PORTUGAL: REGISTO DE IMÓVEIS DE INTERESSE HISTÓRICO, ARTÍSTICO OU PITORESCO E DE OBRAS NATURAIS. CONCELHO DE VISEU: ESTRADAS, PONTES E OUTRAS OBRAS ATRIBUÍDAS AOS ROMANOS . Lisboa, Ministério das Obras Públicas, 1968, 182 págs. 

    Registam-se, nesta publicação, e noutras similares, os mais diversos valores encontrados no País, em zonas urbanas e rurais. São obras de interesse histórico, de interesse artistico ou de interesse pitoresco; obras de carácter popular ou erudito; obras de arquitectura religiosa (igrejas, capelas, mosteiros, cruzeiros, etc.); de arquitectura civil (palácios e casas modestas de habitação, e seus anexos: parques, jardins, pontes, lagos, arrecadações, eiras, etc.); de arquitectura militar (castelos, fortalezas, torres ou muralhas); e, ainda, antigas estradas, pontes e poldras; e obras naturais (penedos ou massas rochosas, notáveis pelo seu aspecto e volume, árvores de grande porte e trechos de paisagem).

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📷 Ilustrado

    📦Em caixa

  • Sem Tecto Entre Ruinas de Augusto Abelaira

    Sem Tecto Entre Ruinas

    Augusto Abelaira

    7,50 

    Havia ali jornais expostos numa banca e então li, já não me recordo das palavras exactas: «O presidente do Conselho português, doutor Oliveira Salazar, gravemente doente.» Durante anos procurei imaginar este dia, adivinhar todas as reacções, as minhas e as dos outros, mas a notícia agora não me causava nem sombra de emoção. Sim, toda…