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  • Gabriela, Cravo e Canela

    Gabriela, Cravo e Canela

    Jorge Amado

    4,00 

    Gabriela, Cravo e Canela de Jorge Amado.
    Planeta De Agostini. Lisboa, 2007, 430 págs. E.

    Gabriela, a mulata com a cor da canela e o cheiro do cravo, ficará na literatura como uma formosa figura de mulher, simples e espontânea, acima do Bem e do Mal. Com o seu inigualável lirismo e inspiração poética, Jorge Amado cria personagens inesquecíveis, e o comovente romance de amor do árabe Nacib e da mulata Gabriela coloca-os, sem dúvida, na galeria dos amantes da História da Literatura. Mas Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade. Pouco evoluíam, no entanto, os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes – os fazendeiros – que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações. Levada para a televisão, a sua história transformou-se numa das telenovelas brasileiras de maior sucesso pelo mundo fora. No cinema, o papel de Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e o de Gabriela por Sônia Braga, como já acontecera na novela.

    📘Plastificado de origem

  • Flores Sem Frutos de Almeida Garrett

    Flores Sem Frutos

    Almeida Garrett

    3,50 

    Flores sem Fruto, publicado em 1835, é um conjunto de poemas líricos de Almeida Garrett que reflete a sua visão romântica do amor, da vida e da morte. A obra é dividida em quatro partes: Líricas: poemas que expressam a angústia existencial do poeta e a sua busca por um amor idealizado. Folhas Caídas: poemas…

  • Dias Felizes

    Dias Felizes

    Samuel Beckett

    5,00 

    Dias Felizes de Samuel Beckett.
    Planeta DeAgostini. Espanha, 2001, 84 págs. E.

    Esta é a história de Winnie, a patética, aquela que, enterrada no solo, daí comanda o seu mundo de objectos e ilusões e neles integra o seu amor perdido, o seu amor nunca ganho. Winnie, a que está ali, ilusoriamente resistindo à passagem do tempo. Samuel Beckett opera a desconstrução da coerência das personagens – e seria mais apropriado falar da personagem – até ao extremo de uma grotesca imagem explosivamente reveladora da realidade. A linguagem, sucessão de encadeamentos, de fragmentos e repetições, vai progressivamente apurando uma musicalidade rítmica, indutora de uma elementaridade fértil, simples, mas muito longe de ser simplista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Demolidor

    Demolidor

    Stan Lee

    5,00 

    Demolidor de Stan Lee e Bill Everett.
    Panini Comics. Barcelona, 2003, 208 págs. Mole.

    Demolidor, o Homem sem Medo! Criado por Stan Lee e Bill Everett, Demolidor o super-herói cego é um dos mais carismáticos e invulgares super-heróis do comic americano, recentemente adaptado ao cinema.

    Neste número dos Clássicos da Banda Desenhada acompanharemos alguns dos grandes momentos desta personagem desde as primeiras histórias de Stan Lee, passando por desenhadores como Wally Wood e Gene Colan, até à espectacular e revolucionária fase de Frank Miller, cuja lenda começou precisamente com o Demolidor, em cujas páginas nasceu (e morreu) a ninja Elektra, uma das mais carismáticas mulheres fatais da BD.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crianças de Viena de Robert Neumann

    Crianças de Viena

    Robert Neumann

    4,00 

    Crianças de Viena de Robert Neumann.
    Livraria Civilização Editora. Porto, 1969, 208 págs. B.

    ROBERT NEUMANN nasceu em Viena (1897), tendo publicado até hoje uma dezena de obras em lingua alema, que foram proibidas e queimadas em pleno periodo nazi. Emigrou depois para a Inglaterra e renunciou escrever os seus livros em alemão, adoptando antes o inglês, mas a partir de 1958 passou a viver na Suiça, onde trabalha actualmente numa extensa obra de carácter autobiográfico.

    Livro que decorre numa atmosfera asfixiante e sórdida, numa cidade causticada pelos destroços da guerra, Crianças de Viena é uma obra que revela tocante sensibilidade e apurado gosto literário, procurando dar ao leitor uma ideia fiel e bastante exacta das condições em que vive, dentro de uma casa bombardeada, um grupo de crianças que lutam pela sobrevivência através de todas as formas: o roubo, a permuta, a prostituição. Trata-se de crianças sem idade», velhas como a miséria do mundo em que passaram a viver. «Tenho treze vezes treze anos!», diz o pequeno judeu Youd, que tinha fugido de vá rios campos de concentração. Eva, com quinze anos, stenta matricular-se»; Mosquita é ainda uma criança que mal sabe andar; Goy gosta de brincar com o fogo; Ate, que pertenceu às Juventudes Hitlerianas, vendeu os seus pais à Gestapo; Caracolinhos espera em vão o regresso de sua mãe, libertada pelos polacos.

    Publicado em 1947, este romance-narrativa de Robert Neumann foi logo considerado como um dos mais belos e importantes testemunhos sobre a infância vítima da última guerra. mundial e é agradável salientar estas palavras do célebre romancista Roger Martin du Gard, consagrado autor de Or Thibault: O meu encontro com Crianças de

    Viena provocou em mim uma inesquecível emoção. Tenho falado dele a todos os meus amigos e emprestei o livro a toda a gente que conheço (de tal forma que, se não mo devolverem, terei de comprar outro exemplar!). E isto é para the dizer até que ponto a sua obra me não deixou indiferente! Poucos livros me tocaram tão profundamente como este terrível Crianças de Viena».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contos de Eça de Queiroz

    Contos

    Eça de Queiroz

    3,50 

    No prefácio dos “Azulejos do Conde de Arnoso”, emite Eça a sua opinião sobre o conto: “No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas…

  • Conformista

    Conformista

    Alberto Moravia

    5,00 

    Conformista de Alberto Moravia.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 355 págs. B.

    Alberto Moravia é um dos escri tores mais admirados na Itália contemporânea. Pode talvez dizer-se que ninguém melhor do que ele. sabe retratar a decadência da socie dade italiana, ao nível dos costumes e das atitudes. É verdade que Mora via os descreve com a objectividade crua de quem passeia por uma pai sagem a luz fria de um projector. Mas a descrição é implacável e não admite complacências. Se Moravia se abstém de pronunciar um veredicto, c. designadamente, uma condenação, não é menos exacto que a ideia subjacente às páginas deste romance é a da repulsa pelos seus protagonistas e por toda a série de gestos que os definem.

    O Conformista enfileira entre as obras mais célebres e discutidas de Alberto Moravia. O pessimismo histórico e moral que lhe atribuem é a contrapartida de uma veracidade a que o escritor quis submeter-se, para não ultrapassar o plano da arte. Cabe ao leitor percorrer o resto da caminhada, retirando destas páginas as ilações consequentes.

    📝 Assinatura de posse.
    📖Exemplar por abrir

  • Lust de Elfriede Jelinek

    Lust

    Elfriede Jelinek

    4,00 

    Lust, de Elfried Jelinek, é um romance pornográfico que escandalizou a Alemanha pela ousadia da sua narrativa: um industrial, dono de uma fábrica de papel, temeroso em relação ao sida, usa e satisfaz-se sexualmente com a mulher, como no passado se servia das prostitutas. Perante o olhar pouco tímido do filho, acontecem cenas de terrível violência e obscenidade. Tudo num palco intimo e luxuoso de uma villa.
    Haverá lugar neste espaço para a verdadeira expressão dos sentimentos? Maternidade e paternidade são simplesmente rejeitadas. Todos primam pela omissão e a obra termina de modo trágico-irónico.

    A Moralidade e respeitabilidade da burguesia desmoronam-se – não apenas por um voyeurisme permitido, mas sobretudo por uma linguagem acutilante cheia de ironia e por um estilo original.

  • Introdução à Sismologia de Raúl de Miranda

    Introdução à Sismologia

    Raúl de Miranda

    5,00 

    Teorias e Conceitos Sismológicos; Macrossismia dos tremores de terra; Ondas sísmicas e aparelhos de registo; Tremores submarinos e vagas sísmicas; Os grandes tremores de terra; Geografia sísmica.

  • Ficções de Jorge Luís Borges

    Ficções

    Jorge Luís Borges

    5,00 

    A obra de Jorge Luis Borges marcou de forma indelével a literatura do século XX e perdura como monumento de inteligência e imaginação. Nas narrativas de Ficções, a realidade surge entre mundos inventados e multiplica-se no labirinto das palavras. Há bibliotecas de livros nunca escritos, mas tão existentes como a necessidade de compreender os paradoxos…

  • O Doente Inglês de Michael Ondaatje

    Doente Inglês, O

    Michael Ondaatje

    3,00 

    Nos derradeiros meses da Segunda Guerra Mundial, reúnem-se numa villa italiana quatro pessoas: uma jovem enfermeira alquebrada que concentra todas as energias no seu último doente moribundo, um inglês desconhecido, sobrevivente de um desastre de avião, cujo espírito navega à deriva numa vida de segredos e paixões; um ladrão cujos «talentos» o transformam em herói…

  • Crónica da Mais Velha Profissão do Mundo de Jeanne Cordelier

    Crónica da Mais Velha Profissão do Mundo

    Jeanne Cordelier

    4,00 

    “Crónica da Mais Velha Profissão do Mundo”, que foi publicado en França com o título “La Dérobade”, não é apenas um livro sobre a prostituição. Com efeito além da sua espantosa qualidade de documento, vai mais longe na análise de um problema que é mais profundo que a melhoria das condições de trabalho das prostitutas…

  • Antero de Quental de Manuel Mendes

    Antero de Quental

    Manuel Mendes

    5,00 

    Antero de Quental de Manuel Mendes.
    Cosmos. Lisboa, 1942, 133 págs. B.

    A Mocidade; A Questão Coimbrã; As Conferências Democráticas do Casino; A sua influência na geração de 1870; A vida dramática; O suícidio; Pequena Antologia

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Seduzida de P. C. Cast

    Seduzida

    P. C. Cast

    6,00 

    Num mundo igual ao nosso mas onde os vampyros não só existem como são tolerados, A Casa da Noite é uma escola de referência. Um local cheio de perigos e segredos onde os jovens marcados têm dois destinos: ou se transformam em vampyros ou morrem destroçados. Zoey Redbird é uma das melhores alunas e foi…

  • Roteiro da Costa do Algarve para a Navegação de Recreio do Instituto HidrográficoRoteiro da Costa do Algarve para a Navegação de Recreio do Instituto Hidrográfico

    Roteiro da Costa do Algarve para a Navegação de Recreio

    Instituto Hidrográfico

    10,00 

    Os Roteiros da Costa de Portugal contêm informação complementar às Cartas Náuticas, com a finalidade de fornecer aos navegantes informação detalhada e actualizada para o planeamento de uma viagem e para a condução da navegação. Em Português, Inglês e Francês.

  • Planeta Azul, O

    Planeta Azul, O

    Louise B. Young

    6,00 

    O Planeta Azul de Louise B. Young.
    Editorial Presença. Lisboa, 1986, 243 págs. B.

    O Planeta Azul de Louise B. Young une ciência e poesia para revelar a Terra como um sistema dinâmico em constante transformação. Com base em geologia e geofísica, a obra mostra como montanhas, oceanos e continentes se remodelam ao longo do tempo, desafiando nossa percepção de espaço e tempo. A autora destaca ainda a singularidade do nosso planeta no sistema solar, alertando para a finitude dos seus recursos. Uma reflexão profunda sobre o passado e futuro da Terra, que convida o leitor a repensar nossa relação com o mundo natural.

    📝 Assinatura de posse.
    ✒️ Sublinhados a tinta.