Amazónia: As Memórias do Capitão Moulin-Rouge de Gabrion. Meribérica / Liber. Lisboa, 1990, 46 págs. B.
“A Amazónia, reino da água e da terra para todo o sempre entrelaçados, onde não se sabe onde começa uma e acaba outra… inferno ou paraíso, que importa. O tempo parece ter aí parado para sempre.”
A Vida é um Desafio de Filomena Fonseca. Guerra e Paz. Lisboa, 2018, 221 págs. B.
A vida é mesmo um desafio, e este é um livro que pode ajudar a ganhar o desafio da vida.
Inspirada pelas sábias lições que uma intensa experiência de vida e de trabalho lhe proporcionou, Filomena Fonseca convida-nos a mantermos a mente positiva e aberta às mudanças e aprendizagens constantes.
A autora partilha relatos verídicos de 50 breves histórias vividas pela própria e por outras pessoas que a autorizaram a contar as suas experiências. Em cada história, há uma ideia-chave, ideias motivadoras, que servem de instrumento de reflexão sobre o trabalho, relação com os outros e a própria vida. Eis uma visão otimista do ser humano para superar tempos sombrios, abrindo novos horizontes na vida de quem trabalha ou procura o primeiro emprego. Uma mensagem de esperança.
Último Cais de Helena Marques. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1993, 193 págs. B.
«O Último Cais é um texto envolvente, sedutor, pela sua aparente simplicidade. Pela sua beleza. Pela sua força, tecida de pequenas fragilidades, de pequenas fragrâncias de pequenas cintilações musicais…» Maria Teresa Horta
Permanente testemunha da nossa História, estuário donde partimos para a grande aventura da descoberta do Mundo, fonte inspiradora da nossa cultura, em sua honra se organizou esta pequena antologia poética, cujo principal mérito será despertar o interesse para obra de maior vulto.
Joana perdeu a virgindade aos doze anos e é uma das raparigas mais populares do colégio. Ela e as amigas, aparentemente perfeitas para os pais, escondem um dia-a-dia de sexo com estranhos, sem preservativo, e muitas drogas. Noites levadas ao limite para contornarem o aborrecimento de um quotidiano em que estão sempre agarradas ao telemóvel….
“As crónicas aqui coleccionadas foram publicadas no Independente durante o Governo Socialista minoritário do Eng. António Guterres, a que sucedeu o Governo Social-Democrata minoritário do Dr. José Manuel Durão Barroso. (…) Período curioso, ambíguo esse, bem à portuguesa, repleto de lusitanos espantos, prodígios, flops, tropeções, hinos nacionais, fogos florestais, septuagenários incendiários, país de maravilhas a…
Revendo as Antas de Reguengos de Monsaraz de Victor S. Gonçalves. Instituto Nacional de Investigação Científica. Lisboa, 1992, 238 págs. B.
Fala-se aqui de coisas velhas e novas, de protagonistas e de acções, de tempos perdidos e da arte de os recuperar. E ainda que tendo presentes as terríveis limitações que se levantam ao trabalho do arqueólogo, decorrentes da distância temporal ao objecto de estudo e das dificuldades de releitura dos registos, a mensagem global é de esperança e orgulho. Esperança em tempos de melhor Arqueologia, orgulho num trabalho compar- tilhado com muitos outros investigadores das Ciências do Homem, o da reconstrução do passado.
NO PRINCÍPIO ESTAVA O MAR DE GONÇALO CADILHE Prime Books. Lisboa, 2008. 247 págs. B.
Obra de literatura de viagens que reúne crónicas, relatos e episódios vividos pelo autor ao longo do seu percurso pelo mundo, tendo o oceano e a cultura costeira como eixos de ligação. Gonçalo Cadilhe descreve o quotidiano, as geografias e as interações humanas registadas em diferentes continentes, articulando a narrativa de viagem com reflexões pessoais sobre a deslocação e a experiência do território
────────────────────────────────── Características do Exemplar 📝 Exemplar com assinatura de posse de anterior proprietário. Sem outras marcas.
Peso: 425g
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A Pérola de Mindanau de Albert Bonneau. Livraria Clássica Editora. Lisboa, 1936, 301 págs. B.
Albert Bonneau (1898-1967), prolífico autor francês, escreveu mais de 500 romances de aventura, faroeste e capa-e-espada (como a série Catamount), sob pseudônimos como Maurice de Moulins e Jean Voussac. Apelidado de “homem dos mil romances”, encantou gerações com histórias vibrantes, mesclando ficção e rigor histórico. Suas narrativas, ambientadas em cenários reais e períodos precisos, uniam entretenimento e conhecimento, transportando leitores pelo mundo sem sair do lugar. Um mestre da aventura literária.
A Opção do Voto de Albertino Antunes. Intervoz Publicidade. Lisboa, s.d., 221 págs. B.
Depois de um longo período em que esteve coercivamente impossibilitado de participar na vida política do País, através da sua expressão mais fidedigna e legitima que é o direito e o dever de votar de todo o cidadão, o povo português será chamado a pronunciar-se directamente para a eleição da Assembleia Constituinte que, em sua representação, elaborará, discutiri e aprovará o texto da Constituição.
Nasci para Nascer de Pablo Neruda. Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 315 págs. B.
A presente obra complementa o retrato humano, social e poético do autor, que nos foi oferecido no seu livro de memórias Confesso Que Vivi.
É formada por diversos «cadernos», agrupados por estilos que variam entre a carta, a palestra, o poema e a narrativa de viagem, e temas que vão desde a divagação poética, viagem efectuada pelo autor ao fundo de si mesmo, até ao relato de experiências vividas ou ao discurso sobre o papel social do poeta.
A última parte do livro refere em especial a situação política no Chile.
É sobretudo, um retrato psicológico do autor, mas um retrato instantâneo, com toda a verdade e naturalidade que a ausência de pose determina.
Malhadinhas de Aquilino Ribeiro. Livraria Bertrand. Cacém, 1984, 356 págs. B.
Inicialmente incluído em Estrada de Santiago (1922), O Malhadinhas acabaria por se tornar numa das mais conhecidas obras de Aquilino Ribeiro quando foi publicado em volume autónomo em 1958 (o autor acrescentar-lhe-ia a novela Mina de Diamantes). Em forma de monólogo, a obra conta-nos a história de um almocreve, o Malhadinhas, um serrano rústico, grosseiro e matreiro, que não tem quaisquer problemas em usar a «faquinha» que traz à cintura para corrigir o que entende por injusto. Defendendo-se à navalhada e golpes de pau (e por vezes a tiro) dos inimigos com que se vai deparando ao longo dos caminhos e da vida, O Malhadinhas presenteia-nos com uma série de episódios picarescos, num tom coloquial repleto de expressões idiomáticas, trazendo-nos o retrato de um Portugal esquecido.
Karl Marx de Rius. Editorial Comunicação. Lisboa, 1976, 139 págs. B.
Tentar resumir Marx é, segundo a maior parte dos estudiosos, não apenas um sacrilegio, como uma inutil perca de tempo, já que Karl Marx é uma autoridade cuia linguagem se apresenta praticamente inacessivel aos espiritos simples… Apesar destas advertências, prosseguimos na elaboração do presente livro. Não há pior luta do que aquela que não se faz…
O Homem e as Coisas de Francisco Mateus. Direcção-Geral do Ensino Primário. Lisboa, s.d., 186 págs. B.
Do índice: I – A Grande Jornada; II – As Invenções; III – As Lições do Acaso; IV – As Lições das Coisas; V – O que Houve; VI – O que Há; VII – O que Há-de Haver; VIII – A Grande Ideia; IX – A Pausa Necessária.
O Mercenário: A Fórmula de Vicente Segrelles. Meribérica / Liber. Amadora, 1989, 48 págs. B.
Vicente Segrelles (Barcelona, 9 de setembro de 1940) é um pintor e autor espanhol de banda desenhada. Em 1980 cria para a revista Cimoc um personagem que lhe dará projecção internacional e a admiração do cineasta Federico Fellini: O Mercenário. Em 1991 cria uma nova série em quadrinhos, Sheriff Pat, desenhada num estilo cartunesco. Bem menos ambiciosa que O Mercenário, Sheriff Pat é uma debochada comédia que satiriza os cartoons e os filmes de faroeste. Já foram publicados dois volumes com as histórias deste personagem, sendo que nenhum deles foi traduzido para a língua portuguesa até o momento.
Despertada de P. C. Cast.
Saída de Emergência. Parede, 2012, 284 págs. B.
A Casa da Noite aguarda-te. Um local cheio de perigos e segredos onde os jovens marcados têm dois destinos: ou se transformam em vampyros ou morrem destroçados. Exonerada pelo Alto Conselho dos Vampyros, Neferet jurou vingança contra Zoey Redbird e o domínio que exerce sobre Kalona é apenas um dos planos que pretende usar contra ela. Mas Zoey encontrou refúgio na Ilha de Skye e está a ser treinada pela rainha Sgiach para tomar o seu lugar. Haverá algo melhor do que a ideia de se tornar uma rainha? Porque desejaria voltar para Tulsa? Após a perda de Heath, Zoey nunca mais foi a mesma e a sua relação com o guerreiro Stark também poderá nunca voltar a ser igual…
E conseguirão a vampyra Stevie Ray e Refaim continuar juntos? Este recusa ser usado contra ela, mas que escolha tem quando ninguém, nem mesmo Zoey, aprova a relação entre ambos? Irá Refaim trair o seu pai ou escolher o seu coração?
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