• Diário de Guerra na Rússia

    Diário de Guerra na Rússia

    Arthur Nisin

    6,00 

    Diário de Guerra na Rússia de Arthur Nisin
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, s.d., 204 págs. B.
    Colecção: Excelsior

    Arthur Nisin morreu em Janeiro de 1962 fulminado por uma crise cardíaca, apenas com 43 anos. Nascera em Novembro de 1918 em Esneux, perto de Liège. Durante a ocupação alemã participou activamente na Resistência.

     

    Em 1945 foi nomeado professor de filosofia no liceu de Eupen (Bélgica) onde conheceu um participante da campanha da Rússia cujos relatos lhe inspiraram o presente livro. DIÁRIO DE GUERRA NA RÚSSIA é, pois, baseado em factos autênticos. O sargento Heinemann existiu: era um padre conhecido pelas suas ideias anti-nazis e que, por isso, foi compulsivamente incorporado na Wehrmacht. Este padre-soldado, embora sujeito à disciplina militar, manteve-se refractário às ideias defendidas pelos chefes do nacional-nacionalismo. Foi então enviado para a frente russa, onde os seus conhecimentos da língua o designaram como intérprete das autoridades ocupantes junto da população. Nessa qualidade teve de anunciar as autoridades civis medidas militares que as suas convicções e comportamento cristãos repudiavam, sucumbindo à angústia da sua impotência para obstar à consumação dos factos que presenciara, pouco depois do relato que fez a Arthur Nisin e que este tão brilhantemente romanceou no volume que ora temos o prazer de apresentar ao público.

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  • Diálogos Filosóficos e Alquímicos de Victor Mendanha

    Diálogos Filosóficos e Alquímicos

    Victor Mendanha

    7,00 

    Diálogos Filosóficos e Alquímicos: Conversas com Portugueses Notáveis de Victor Mendanha.
    Pergaminho. Lisboa, 1996, 215 págs. B.

    Conversas com pequenos notáveis. Percorrendo há anos “os caminhos insólitos de esoterismo”, no cumprimento da sua profissão de jornalista Victor Mendanha fez dezenas de entrevistas a “buscadores” no campo da filosofia e do pensamento esotérico. Esta obra é o resultado de uma árdua selecção das dez conversas mais ricas nestes conhecimentos. Todas unidas por um sólido fio condutor que, por fim, nos confia o melhor dos mais expressivos filósofos e esoteristas portugueses.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Destroços

    Destroços

    Emily Bleeker

    6,00 

    Destroços de Emily Bleeker
    Saída de Emergência. Porto Salvo, 2017, 285 págs. B.

    Lillian Linder é uma mentirosa. À superfície, aparenta ser a sobrevivente corajosa de um acidente de avião. Mas tem vindo a mentir à sua família e ao resto do mundo desde que os helicópteros de salvamento a resgataram a si e a Dave, outro sobrevivente, de uma ilha deserta no Pacífico Sul. Desaparecidos durante dois anos, tornaram-se estrelas e recebem as atenções de toda a imprensa. Mas nunca poderão contar a verdadeira história…

    O público está fascinado por ambos, mas Lillian e Dave têm de regressar às suas vidas e esposos. Genevieve Randall, uma jornalista experiente e obstinada, suspeita que a história pode ser falsa e está determinada a desvendar a verdade a qualquer custo, mesmo que implique destruir as vidas de Lillian e Dave. Uma história eletrizante que nos faz questionar a importância da sobrevivência, tanto no meio da natureza selvagem como sob os holofotes da imprensa implacável.

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  • Descartes e o Círculo Cartesiano

    Descartes e o Círculo Cartesiano

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Descartes e o Círculo Cartesiano de Joaquim Cerqueira Gonçalves [Dir]
    Edições Colibri. Lisboa, 1993, 171 págs. B.
    Revista Philosophica, nº 8, 1995.

    Índice dos Artigos

    LEITURA MEDIEVAL E MODERNA DE DESCARTES
    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    AS METAMORFOSES DA LUZ, OU A RETÓRICA DA EVIDÊNCIA NA FILOSOFIA CARTESIANA
    Leonel Ribeiro dos Santos

    FOUCAULT: DA MORTE DO SUJEITO AO SUJEITO DA MORTE
    José de Almeida Pereira Arêdes

    MATHESIS LEIBNIZIANA
    Adelino Cardoso

    SPINOZA Y EL PODER CONSTITUYENTE
    Juán Manuel Aragüés

    A LEITURA HEGELIANA DE ESPINOZA E DE LEIBNIZ
    Mafalda de Faria Blanc

    O QUE É A FILOSOFIA?
    SENTIDO FILOSÓFICO E VIRTUALIDADES PEDAGÓGICAS DE UMA DEFINIÇÃO DE FILOSOFIA
    António Pedro Mesquita

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  • David Mourão-Ferreira ou a Secreta Viagem

    David Mourão-Ferreira ou a Secreta Viagem

    Helena Malheiro

    10,00 

    David Mourão_Ferreira ou a Secreta Viagem de Helena Malheiro
    Oficina do Livro. Lisboa, 2001, 77 págs. E. Il.

    Este livro pretende ser uma breve análise da poesia e de alguns contos do autor, já que estes nos conduzem a um singular percurso da expressão em prosa, revelando-se como pura poesia desintegrada. Porém, acima de tudo, este texto quer ser um lugar de homenagem a David Mourão-Ferreira, ao poeta desmedido, ao prosador e múltiplo ensaísta da literatura portuguesa.

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  • A Curva da Estrada de Ferreira de Castro

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    6,00 

    A Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 328 págs. B.

     «… o directório é constituído por arrivistas ambiciosos, que não querem outra coisa senão trepar à custa dos velhos militantes. Não cessam de prometer às massas aquilo que eles sabem muito bem que não lhes podem dar e não hesitam em caluniar aqueles que lhes podem fazer sombra… Para eles, só eles próprios são socialistas verdadeiros; os outros são todos uns reaccionários….» Ferreira de Castro (1898-1974) é um dos mais significativos romancistas portugueses, traduzido e lido em todo o mundo e também dos mais apreciados em toda a vasta comunidade onde se fala a língua portuguesa.

    Alguns dos seus romances retratam um Brasil apaixonante, misterioso e revelador, outros penetram no húmus português e outros ainda ocupam-se dos problemas trágicos de um mundo dilacerado que procura descobrir a sua verdade.
    O que descobrimos, porém, em qualquer dos romances de Ferreira de Castro é a mesma profunda paixão pelo destino do homem, o seu apego a uma verdade fundamental que se alicerça na conquista de um ideal de liberdade humana.
    Não é possível pensar no romance português deste século sem, de imediato nos referirmos a Ferreira de Castro como precursor do neo-realismo, ao seu nome e à sua obra, de tal modo nos surgem como essenciais para a pesquisa do quotidiano.

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  • Crítica da Ideologia Contemporânea

    Crítica da Ideologia Contemporânea

    Galvano Della Volpe

    6,00 

    Crítica da Ideologia Contemporânea de Galvano Della Volpe
    Editorial Estampa. Lisboa, 1974, 172 págs. B.
    Colecção: Teoria | 23

    “O presente volume, com os seus desenvolvimentos e esclarecimentos de lógica, política e estética, conclui uma longa pesquisa materialistico-histórica cujos pontos-chave são A lógica como ciência positiva Rousseau e Marx, Crítica do Gosto, e termina pelo menos idealmente uma pesquisa intelectual «de esquerda» que durou mais de um quarto de século (a contar a partir do Discurso sobre a desigualdade, de 1943).
    Dos escritos aqui republicados e recolhidos, à guisa de capítulos de um livro orgânico, construtivo e polémico ao mesmo tempo, não há um sequer que não tenha sofrido retoques, mesmo profundos (veja-se, por exemplo, A chave da dialéctica histórica).” in Prefácio

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  • Cozinha Inglesa

    Cozinha Inglesa

    Miss Eliza

    7,50 

    Cozinha Inglesa de Miss Eliza
    Edições ASA. Porto, 2022, 365 págs. B.

    Especiarias exóticas, vegetais aromáticos e frutos exuberantes… Em 1837, Londres está a transbordar de novos ingredientes que ninguém sabe usar. Tudo isso passa ao lado de Eliza, uma jovem de boas famílias que tenciona dedicar a vida a escrever poesia e a partilhá-la com o mundo. Um sonho grandioso que termina quando o seu editor lhe sugere uma mudança de rumo. Se Eliza quer ser publicada, que escreva então algo aceitável para uma menina da sua posição. Como um livro de cozinha.

    Para a aspirante a poetisa, que nunca sequer cozeu um ovo, qualquer ligação a um fogão é uma afronta… até ao dia em que a situação familiar a obriga a repensar tudo e a pôr, literalmente, as mãos na massa. Depressa vai descobrir não apenas um talento, mas uma paixão. Com a ajuda da sua jovem assistente Ann Kirby, entre papel e tachos, lágrimas e gargalhadas, segredos e confissões, Eliza vai descobrir as maravilhas da gastronomia e o poder da amizade. Mas quando Ann descobre um segredo do passado dela, tudo o que conquistaram se transforma numa ameaça.

    Inspirado na história real da mulher que inventou o conceito do livro de culinária moderno, este é um romance que se aprecia como a uma iguaria, saboreando as vívidas descrições, absorvendo a intriga e fruindo de toda a experiência. Um prodigioso retrato da época vitoriana e um tributo a uma das pessoas que mais influenciou a arte da culinária ocidental.

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  • Conversas: Arte Portuguesa Recente da Colecção Serralves

    Conversas: Arte Portuguesa Recente da Colecção Serralves

    Suzanne Cotter

    7,50 

    Conversas: Arte Portuguesa Recente da Colecção Serralves de Suzanne Cotter [et al.]
    Fundação Serralves. Porto, 2016, 160 págs. B. Il.

    O catálogo, produzido por ocasião da exposição Conversas: Arte portuguesa recente na Coleção de Serralves, apresenta obras de 17 artistas recentemente adquiridas pela Fundação de Serralves.

    Ao reunir estas obras, a intenção foi sublinhar os diversificados pontos de contacto, bem como algumas linhas de investigação formal e conceptual da arte portuguesa e do modo como podemos entender e examinar as suas trajetórias ao longo do tempo.

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  • Conceito de Intersubjectividade em Husserl e Sarte de António Amaro Monteiro

    Conceito de Intersubjectividade em Husserl e Sarte

    António Amaro Monteiro

    7,00 

    Conceito de Intersubjectividade em Husserl e Sarte de António Amaro Monteiro
    Ed. Autor. Coimbra, 1993, 103 págs. B.

    “O trabalho contém em “síntese” as mais importantes teses de Husserl e Sartre sobre o problema da intersubjectividade”.

    Prof. Doutor JANN HOLL da Universidade de Freiburg im Breisgau (Alemanha).

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Compêndio de História Universal

    Compêndio de História Universal

    António G. Matoso

    6,00 

    Compêndio de História Universal de António G. Matoso
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1948, 491 págs. E. Il.

    Aprovado oficialmente como texto único para os 4º e 5º anos dos liceus.

    📝 Assinatura de posse.
    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Dez Anos de Literatura Portuguesa (1974-1984)

    Dez Anos de Literatura Portuguesa (1974-1984)

    Jacinto Prado Coelho

    6,00 

    Dez Anos de Literatura Portuguesa (1974-1984) de Jacinto Prado Coelho [Dir.]
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1983, 119 págs. B. Il.
    Colecção: Colóquio Letras, nº 78, Março de 1984

    Índice Principal

    Dez anos de literatura portuguesa (1974-1984): literatura e revolução
    Eduardo Lourenço
    Fernando J. B. Martinho
    Maria Alzira Seixo
    Eduardo Prado Coelho
    Luiz Francisco Rebello

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  • Citas

    Citas

    Tamara Talbot Rice

    7,50 

    Citas de Tamara Talbot Rice
    Editorial Verbo. Lisboa, 1974, 252 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 37

    Índice
    Os Reis Citas
    Antecedentes
    O Povo
    Túmulos
    Bens Terrenos
    A Arte no Mundo Cita
    A Herança Cita
    Sepulturas Mais Importantes dos Citas e Nómadas Aparentados

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  • Cidade Perdida, A

    Cidade Perdida, A

    James Rollins

    8,00 

    A Cidade Perdida de James Rollins
    Bertrand Editora. Lisboa, 2015, 590 págs. B.

    Uma estranha explosão no Museu Britânico desencadeia uma perigosa corrida a uma fonte de energia brutal que se encontra bem enterrada nas areias da História. Painter Crowe é agente da Força Sigma, um braço secreto do Departamento de Defesa que tem como função manter descobertas científicas perigosas longe das mãos dos inimigos. Quando um objeto ancestral aponta para a lendária «Atlântida das Areias», Painter tem de percorrer o globo em busca da Cidade Perdida… e de uma força destruidora que está para além da imaginação.
    Mas Painter não está sozinho na corrida. Um grupo de mercenários implacáveis, liderados por um antigo amigo e aliado seu, também está determinado a reclamar o prémio e destruirá seja quem for que se atravesse no seu caminho.
    Um livro cheio de ação, onde a história da Antiguidade e a ciência de ponta se aliam para salvar o mundo da destruição total.

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  • Cerromaior de Manuel da Fonseca

    Cerromaior

    Manuel da Fonseca

    6,00 

    Cerromaior de Manuel da Fonseca
    Editorial Caminho. Lisboa, 1988, 268 págs. B.

    Refere João Gaspar Simões sobre Cerromaior: «Não é novidade para ninguém que tenho defendido como viável um romance lírico português. Absurdo seria, portanto, que, vendo-me diante de um dos mais belos romances líricos que se têm escrito em Portugal, eu me pusesse a condenar aquilo que tantas vezes reputei possível. Não. Cerromaior, de Manuel da Fonseca, é, de facto, um romance lírico excepcional». Este romance esteve na origem de um dos melhores filmes portugueses: o filme com a mesma autoria de Luís Filipe Rocha.

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  • Caminho de Rapariga de Guedes Amorim

    Caminho de Rapariga

    Guedes Amorim

    7,50 

    Caminho de Rapariga de Guedes Amorim
    Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 48 págs. B.
    Colecção: Novela | 19

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

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