• Iniciação Filosófica de Karl Jaspers

    Iniciação Filosófica

    Karl Jaspers

    6,00 

    Iniciação Filosófica de Karl Jaspers.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1978, 166 págs. B.

    Karl Theodor Jaspers (Oldemburgo, 23 de fevereiro de 1883 — Basileia, 26 de fevereiro de 1969) foi um filósofo e psiquiatra alemão. Estudou medicina e, depois de trabalhar no hospital psiquiátrico da Universidade de Heidelberg, tornou-se professor de psicologia da Faculdade de Letras dessa instituição. Desligado de seu cargo pelo regime nazista em 1937, foi readmitido em 1945 e, três anos depois, passou a lecionar filosofia na Universidade de Basileia. O pensamento de Jaspers foi influenciado pelo seu conhecimento em psicopatologia e, em parte, pelo pensamento de Kierkegaard, Nietzsche e Max Weber. Sempre teve interesse em integrar a ciência ao pensamento filosófico na medida em que, para Jaspers, as ciências são por si sós insuficientes e necessitam do exame crítico que só pode ser dado pela filosofia. Esta, por sua vez, deve basear-se numa elucidação, a mais completa possível, da existência do homem real, e não da humanidade abstrata. O resultado das reflexões de Jaspers sobre o tema foi a primeira formulação de sua filosofia existencial.

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  • Império de Gore Vidal

    Império

    Gore Vidal

    5,00 

    Império de Gore Vidal
    Público Comunicação Social. Porto, 2002, 607 págs. E.
    Colecção: Mil Folhas | 35

    «O Império recria de forma brilhante uma época cheia de possibilidades e promessas, um período que viria a ser recordado como a idade de Ouro da América. Tudo se desenrola nos palcos da política e do jornalismo numa América de transição, na viragem do século XIX para o século XX. E, enquanto o país luta para definir o seu destino, a bela e ambiciosa Caroline luta para afirmar a sua própria personalidade. Caroline é a encarnação desta jovem e complexa nação…»

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  • História da Coleção Serralves de Catarina Rosendo

    História da Coleção Serralves

    Catarina Rosendo

    7,50 

    História da Coleção Serralves de Catarina Rosendo
    Fundação Serralves. Porto, 2018, 224 págs. B. Il.

    A publicação, generosamente ilustrada com muitas das obras emblemáticas da Coleção de Serralves, reconstitui a história da Coleção e a sua estreita articulação com a criação do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, um processo iniciado há mais de quarenta anos.

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  • Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento de Susan J. Hekman

    Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento

    Susan J. Hekman

    7,00 

    Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento de Susan J. Hekman
    Edições 70. Lisboa, 1990, 285 págs. B.
    Colecção: O Saber da Filosofia | 28

    Susan J. Hekman propõe aqui uma reorientação da sociologia do conhecimento e da teoria social. Fundando-se em especial na hermenêutica de Hans Georg Gadamer, sublinha a sua relevância para o estudo do universo humano, ao mesmo tempo que com ela contrasta e critica as doutrinas de Karl Mannheim, Paul Ricoeur, Michel Foucault, Jacques Derrida e Ludwig Wittgenstein.

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  • Grego de Antonina Valletin

    Grego

    Antonina Valletin

    7,00 

    Grego de Antonina Valletin
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 300 págs. B. Il.
    Colecção: Vida e Cultura | 14

    Domenico Theotocopuli nasceu em Cândia. E esse facto marca toda a sua arte, onde a herança cretense da pintura de ícones e de frescos, o arroubo religioso, se conjugam com os fulgores sedosos da sua experiência vene-ziana e com a descoberta do profundo e pungitivo misticismo espanhol. Em Toledo viveu o Greco, no coração dessa Castela trágica e ardente que, com tão estilizada transcendência, ele soube exprimir numa pintura de alma. É o elemento de mistério da sua arte, oposta ao lúcido racionalismo da Renascença Italiana, que a pena subtil e advertida de Antonina Vallentin conseguiu admiràvelmente captar neste livro tão rico de análise como de vida, de atmosfera e de cor.

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  • Grande Fachada, A

    Grande Fachada, A

    Luís Bromfield

    7,50 

    A Grande Fachada de Luís Bromfield
    Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 47 págs. B.
    Colecção: Novela | 18

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

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  • Fronteira de Abril

    Fronteira de Abril

    Modesto Navarro

    7,50 

    Fronteira de Abril de Modesto Navarro.
    Alfaómega. Lisboa, 1979, 295 págs. B.
    Colecção: Autores | 2

    “Este livro é composto de contos e textos, definir de situações no campo, na vila, na cidade, desde a 1ª República até ao 25 de Abril e depois, num crescendo de luta, de dificuldades, de mudança e de vitória.”

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    📕 1ª Edição.

  • Filipa de Lencastre de Isabel Stilwell

    Filipa de Lencastre

    Isabel Stilwell

    8,00 

    Filipa de Lencastre de Isabel Stilwell
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2011, 518 págs. B.

    Filipa de Portugal morreu de peste negra, tal como a sua mãe, a 15 de Julho de 1415. Com 55 anos. No dia 25 partiam de Lisboa 240 embarcações e um exército de 20 mil homens, entre os quais D. Duarte, o Infante D. Henrique e D. Pedro. A Praça de Ceuta caía cerca de um mês depois. D. Filipa não esperaria outra coisa dos seus filhos…Mulher de uma fé inabalável, conhecida pela sua generosidade, empreendedora e determinada a mudar os usos e costumes de uma corte tão diferente da sua, Filipa de Lencastre deu à luz, aos 29 anos, o primeiro dos seus oito filhos. A chamada Ínclita Geração, que um dia, como ela, partiria em busca de novos mundos e mudaria para sempre os destinos da nação.Frei John, o tutor já tinha previsto o seu destino nas estrelas. Nasceu Phillipa of Lancaster, filha primogénita de John of Gaunt, mas aos 29 anos deixou para trás a sua querida Inglaterra para se casar com D. João I de Portugal. A 11 de Fevereiro de 1387 o povo invadiu as ruas da cidade do Porto para aclamar carinhosamente D. Filipa de Lencastre, Rainha de Portugal. Num romance baseado numa investigação histórica cuidada, Isabel Stilwell conta-nos a vida de uma das mais importantes rainhas de Portugal. Desde a sua infância em Inglaterra, onde conhecemos a corte do século XIV, à sua chegada de barco a Portugal onde somos levados numa vertigem de sentimentos e afectos, aventuras e intrigas.

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  • Estudos Sobre a Crise Nacional

    Estudos Sobre a Crise Nacional

    Vasco Pulido Valente

    10,00 

    Estudos Sobre a Crise Nacional de Vasco Pulido Valente
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1980, 318 págs. B.

    O livro que a seguir se pode ler é constituído por ensaios e artigos escritos entre 1965 e 1969.

     

    Quando surgiu a possibilidade de os publicar (porque houve quem lhes visse um interesse que, para mim, não era claro), pensei em corrigi-los, segundo a presumível maturidade teórica e técnica que hoje é talvez a minha.

     

    Mas rapidamente desisti. Iria deformá-los, sem os melhorar. E, se eles valem alguma coisa, valem sobretudo como sinais de um esforço que, em várias direcções e com graus diferentes de inteligência e perspicácia, procurou ver claro nessa questão que todos o Portugueses que jamais se atreveram a pensar têm consigo mesmos: Portugal.

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  • Escuta Zé Ninguém

    Escuta Zé Ninguém

    Wilhelm Reich

    5,00 

    Escuta Zé Ninguém de Wilhelm Reich
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1981, 111 págs. B.

    Escrito no Verão de 1945, Escuta, Zé Ninguém! foi o resultado de tumultos e conflitos íntimos de um cientista e pensador profundamente inconformista. Lido por milhares de leitores ao longo de várias gerações Escuta, Zé Ninguém! É ainda hoje um livro de culto que pela sua actualidade continua a despertar grande interesse.

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  • Era da Suspeita, A

    Era da Suspeita, A

    Nathalie Sarraute

    7,50 

    A Era da Suspeita: Ensaio sobre o Romance  de Nathalie Sarraute
    Guimarães Editores. Lisboa, 1963, 138 págs. B.
    Colecção: Ideia Nova

    Nathalie Sarraute é autora de uma obra romanesca muito significativa. Procurando descobrir a verdade profunda dos movimentos, das palavras, das certezas e das dúvidas das personagens, preocupa-se sobretudo em descrever um mundo que obscuramente todos transportamos dentro de nós.

    Nestes ensaios, Nathalie Sarraute empenha-se em explicar a sua própria posição perante a criação romanesca, e em destrinçar o que é vivo e o que é morto no romance clássico.

    Descobrindo nas formas romanescas tradicionais uma habituação, uma subsistência de valores ultrapassados, Sarraute empenha-se em chamar a atenção para a necessidade de abrir novos caminhos ao romance.

    Dando como ponto de partida do romance moderno a obra de Dostoievsky, Nathalie Sarraute mostra a linha de evolução que, vinda do autor russo, passa por Kafka e por Joyce e termina nas correntes romanescas mais avançadas dos nossos dias.

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  • Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino

    Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino de Joaquim Cerqueira Gonçalves [Dir]
    Edições Colibri. Lisboa, 1993, 171 págs. B.
    Revistaa Philosophica, nº 6, 1995.

    Índice dos Artigos

    REFLEXÕES SOBRE O VALOR FORMATIVO DO ENSINO DA FILOSOFIA
    Manuel Ferreira Patricio

    A PROXIMIDADE DO ENSINO DA FILOSOFIA À PROPRIA ESSÊNCIA DO ENSINO
    Olga Pombo

    ENSINAR FILOSOFIA: EDUCAR PARA A LIBERDADE
    Mafalda Faria Blanc

    Os USOS DA FILOSOFIA
    Carlos João Nunes Correia

    OS SENTIDOS DO PRAZER E O PRAZER DOS SENTIDOS. ALGUMAS NOTAS RELATIVAS A PROBLEMATICA DO PRAZER NA PAIDEIA ARISTOTELICA
    Maria José Figueiredo

    FILOSOFIA E FILOSOFAR, HEGEL VERSUS KANT?
    José Barata-Moura

    FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PARA O PENSAMENTO CRITICO
    Alice Santos

    O SENTIDO DO ENSINO DA FILOSOFIA EM JOSE MARINHO
    Paulo Alexandre Esteves Borges

    INTRODUZIR À FILOSOFIA: A FILOSOFIA E O PROBLEMA DA SUA DEFINIÇÃO
    António Pedro Mesquita

    DEVERÁ FALAR-SE DE ÉTICA NO ENSINO SECUNDARIO? VIRTUDES E VÍCIOS DA EDUCAÇÃO PARA A JUSTIÇA NA ESCOLA SECUNDARIA EM PORTUGAL
    Maria Teresa Ximenez

    IMAGEM, PALAVRA E RESPONSABILIDADE
    Cristiana Veiga Simão

    O TEXTO LITERÁRIO COMO PROPEDÉUTICA DO TEXTO FILOSOFICO CONSIDERAÇÕES A PROPÓSITO DE UM PROJECTO DE TRABALHO
    Maria Luísa Ribeiro Ferreira

    PERSONALIZAÇÃO E DIVERGÊNCIA DIDÁCTICA
    José Trindade Santos

    VIRTUALIDADES DO NOVO PROGRAMA DE FILOSOFIA DO 12° ANO
    Adelino Cardoso

    PROBLEMAS E PERSPECTIVAS DA FORMAÇÃO CONTINUA DE PROFESSORUS
    José de Araújo Ribeiro

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  • Enamoramento e Amor de Francesco Alberoni

    Enamoramento e Amor

    Francesco Alberoni

    6,00 

    Enamoramento e Amor de Francesco Alberoni
    Bertrand Editora. Venda Nova, 1994, 166 págs. B.

    «O que é o enamoramento? É o estado nascente de um movimento coletivo a dois. Esta definição podia ser dada após a conclusão de um longo exame dos factos e de interpretações, mas preferi situá-la no princípio, de modo a que nos sirva de guia nesta breve viagem num mundo de todos conhecido, porque todos o vivemos por experiência direta, apesar de tão enigmático e transitório. (…) O enamoramento não é um fenómeno quotidiano, uma sublimação da sexualidade ou um capricho da imaginação, nem tão-pouco um sentimento sui generis inefável, divino ou diabólico, antes pode ser inserido numa classe de fenómenos já conhecidos, os movimentos coletivos. Entre estes tem certamente a sua individualidade muito própria, (… visto que) nasce apenas entre duas pessoas, e o seu horizonte de dependência, qualquer que seja o valor universal que possa desencadear, está vinculado ao facto de ser completo com duas únicas pessoas. Este é o motivo da sua especificidade, da sua singularidade, o que lhe confere algumas características inconfundíveis.» (do Capítulo Primeiro). Para ler sozinho/a, ou a dois.

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  • Educação Estética e Utopia Política

    Educação Estética e Utopia Política

    Leonel Ribeiro dos Santos

    8,00 

    Educação Estética e Utopia Política de Leonel Ribeiro dos Santos (Coord.)
    Edições Colibri. Lisboa,

    O título do livro é também o do colóquio que aproveitou a comemoração do bicentenário da publicação de duas obras marcantes da Filosofia, para sobre elas desenvolver reflexão alargada, com vista, sobretudo, a equacionar as relações entre estética e política.
    Oferece-se, assim, um vasto leque de ensaios sobre temática tão pertinente.

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  • Ecce Homo

    Ecce Homo

    Nietzsche

    5,00 

    Ecce Homo de Nietzsche
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1999, 159 págs. B.
    Colecção: Livros de Bolso Europa-América | 477

    Autobiografia filosófica, em que Nietzsche revela uma intensa consciência de missão, na sua luta contra «a mentira de milénios» e a «moral cristã», e em que a linguagem eufórica e apodíctica trai igualmente rasgos patológicos – no seu imenso confronto com a decadência, por ele diagnosticada, na filosofia, no espírito alemão e na cultura ocidental.

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  • Dicionário Prático de Filosofia de Élisabeth Clément

    Dicionário Prático de Filosofia

    Élisabeth Clément

    7,50 

    Dicionário Prático de Filosofia de Élisabeth Clément
    Edições Terramar. Lisboa, 1997, 407 págs. B.

    Dicionário Prático de Filosofia é uma obra de referência com definições simples e claras de conceitos, correntes e filósofos importantes. Destina-se a estudantes, professores e curiosos, ajudando a compreender e aplicar ideias filosóficas no dia a dia. Usa uma linguagem acessível e tem um fim sobretudo educativo

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