• Ao Fim da Memória: Memórias (1906-1939) de Fernanda de Castro

    Fim da Memória: Memórias (1906-1939), Ao

    Fernanda de Castro

    10,00 

    Ao Fim da Memória: Memórias (1906-1939) de Fernanda de Castro
    Editorial Verbo. Lisboa, 1988, 326 págs. B.

    Ao Fim da Memória é um misto de livro de memórias e de diário poético, em que a Autora transfigura o mundo que a envolve e evoca a sua participação, ao lado de António Ferro, na revolução do modernismo brasileiro e nas exposições internacionais de Paris, Nova Iorque e São Francisco. Desfilam nestas páginas grandes escritores com quem conviveu: de Pirandello a Maeterlinck, de Gabriela Mistral a François Mauriac (todos Pré-mios Nobel da Literatura), além de pintores, músicos, romancistas e filósofos, como Picabia, Honegger, Poulenc, Wanda Landowska, Colette, Mircea Eliade é Miguel de Unamuno, os brasileiros Oswald de Andrade, Cecília Meireles ou Tarsila do Amaral e um sem-número de personalidades da nossa vida literária, artística, política e social.

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  • Ancien Regime de C. B. A. Behrens

    Ancien Regime

    C. B. A. Behrens

    6,00 

    Ancien Regime de C. B. A. Behrens
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 214 págs. E. Il.

    É arriscado apresentar este estudo como a primeira tentativa séria de análise ao carácter do Ancien Régime, desde o clássico de Tocqueville a 1856. O termo Ancien Régime foi usado a primeira vez por escritores dessa época para designar retrospectivamente a estrutura social e política da França, que viria a desaparecer com a Revolução. O presente livro demonstra que o termo pode bem ser aplicado a diferentes países e épocas por exemplo à Rússia de fins do século XIX. Está porém em causa a França de entre 1748 e 1789. E aqui se estuda uma sociedade complexa – economia, instituições, crenças e a sua erosão devida a alterações materiais e ideológicas.

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  • Os Fenícios de Donald Harden

    Fenícios, Os

    Donald Harden

    7,00 

    Os Fenícios de Donald Harden.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1968, 331 págs. B. Il.
    Colecção: Historia Mundi | 9

    O Povo: suas origens e afinidades;
    Geografia;
    A História dos Fenícios na sua pátria;
    A Expansão Fenícia no Ultramar;
    Cartago: sua origem e história;
    Governo, constituição, estrutura social;
    Religião;
    Língua, Escrita, Textos;
    A Guerra;
    Cidades;
    Indústria;
    Comércio, Viagens e Explorações;
    Arte.

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  • Peru de G. H. S- Bushnell

    Peru

    G. H. S- Bushnell

    7,00 

    Peru de G. H. S- Bushnell
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 213 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 16

    Os Primeiros Caçadores
    Os Primeiros Agricultores
    Período Formativo
    O Período Clássico
    O Pós-Clássico Inicial
    O Pós-Clássico Final I – Período dos Construtores de Cidades
    O Pós-Clássico Final II – Inca

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  • Citas

    Citas

    Tamara Talbot Rice

    7,50 

    Citas de Tamara Talbot Rice
    Editorial Verbo. Lisboa, 1974, 252 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 37

    Índice
    Os Reis Citas
    Antecedentes
    O Povo
    Túmulos
    Bens Terrenos
    A Arte no Mundo Cita
    A Herança Cita
    Sepulturas Mais Importantes dos Citas e Nómadas Aparentados

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  • Menino do Engenho de José Lins do Rego

    Menino do Engenho

    José Lins do Rego

    3,00 

    Menino do Engenho de José Lins do Rego
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 154 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica Verbo | 47

    Primeiro romance de José Lins do Rego, Menino de Engenho traz uma narrativa cativante composta pelas aventuras e desventuras da meninice de Carlos, garoto nascido num engenho de açúcar. No livro, o leitor se envolverá com as alegrias, inquietações e angústias do garoto diante de sensações e situações por ele vivenciadas pela primeira vez.

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  • Lazarilho de Tormes de Gregorio Marañón

    Lazarilho de Tormes

    Gregorio Marañón

    3,00 

    Lazarilho de Tormes de Gregorio Marañón [Pref.]
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 148 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica Verbo | 44

    «[…] em 1554, La vida del Lazarillo de Tormes y de sus fortunas y adversidades fez um amável trabalho de escândalo […] Julio Cejador detém-se sobre o que teria sido, sob Filipe II, a sua popularidade: “Foi o livro de todos, dos letrados e dos leigos, do baixo povo e das pessoas da alta sociedade. Aventureiros e caminhantes não se esqueciam de o levar na bolsa, tal como estava na mochila de carregadores e soldados. Era visto na sala dos pajens e dos criados, e não menos na alcova das senhoras, na sala das damas e na secretária dos eruditos.” O Lazarilho começava este êxito de best-seller quinhentista pelo estilo, recusando-se aos excessos verbais que os grandes nomes da literatura espanhola então afagavam; apoiava-se numa coloquialidade não conhecida ou pelo menos rara entre os escritores da época. Era, para ouvidos e sentimentos, de um realismo penetrante em linguagem de povo; uma reconhecível visão parodística da vida que então rodeava os seus leitores: visão da Espanha decadente, empobrecida com a emigração para as Américas e com as guerras, a que suscitava esta crítica de amargo humor a uma nova sociedade de burguesia a nascer, com parasitismos e ociosidades, abundância de deserdados e avessa, por descrença, aos méritos do trabalho.»

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  • Venâncio e Outros Histórias de Joaquim Paço d' Arcos

    Venâncio e Outros Histórias

    Joaquim Paço d' Arcos

    3,00 

    Venâncio e Outros Histórias de Joaquim Paço d’ Arcos.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 183 págs. B.

    Romancista e poeta de talento, Joaquim Paço d’Arcos, possuidor de uma grande experiência de viajante, aliada a uma notável bagagem de convívio humano, imprime à sua obra de novelista um tom cosmopolita, servido por um estilo claro, luminoso e sóbrio.

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  • Poesia Portuguesa do Século XII a 1915 de Cabral de Nascimento

    Poesia Portuguesa do Século XII a 1915

    Cabral de Nascimento

    4,00 

    Poesia Portuguesa do Século XII a 1915 de Cabral de Nascimento
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 246 págs. B.
    Biblioteca Básica Verbo | 79

    Dos trovadores dos séculos XII a XIV até aos poetas dos primeiros anos deste século, são cento e oito os autores incluidos na presente antologia. A Cabral do Nascimento, crítico e poeta, se deve esta recolha, onde figuram os nomes principais da poesia portuguesa anterior a 1915, o ano do Orpheu.

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  • Nome de Guerra de José de Almada Negreiros

    Nome de Guerra

    José de Almada Negreiros

    3,00 

    Nome de Guerra de José de Almada Negreiros.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 152 págs. B.
    Biblioteca Básica Verbo | 62

    Almada Negreiros, um dos fundadores da famosa revista Orpheu, juntamente com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, é figura de grande relevo nas artes e nas letras portuguesas. O romance Nome de Guerra, relato ingénuo e filosófico da descoberta de Lisboa por um provinciano, é por certo dos momentos mais altos da sua produção de escritor.

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  • O Mundo Antigo de Margaret Oliphant

    Mundo Antigo, O

    Margaret Oliphant

    8,00 

    O Mundo Antigo de Margaret Oliphant.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1993, 220 págs. E. Il.

    A espectacular evolução das grandes civilizações, incluindo o Egipto, Pérsia, Grécia, Roma, China e América.

    A ascenção e queda dos grandes impérios desaparecidos e o esplendor redescoberto de cidades lendárias.

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  • Contos Bárbaros de João de Araújo Correia

    Contos Bárbaros

    João de Araújo Correia

    3,00 

    Contos Bárbaros de João de Araújo Correia.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 140 págs. B
    Biblioteca Básica Verbo | 58

    Data de 1939 a primeira edição de Contos Bárbaros. Os momentos de crueza e de lirismo que povoam estas páginas que têm por cenário a região de Entre Douro e Minho, o tom de humanidade que nelas repassa e o casticismo de uma linguagem sóbria e incisiva fazem de João de Araújo Correia um notável prosador das nossas letras.

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  • Os Primitivos Cristãos de Michael Gough

    Primitivos Cristãos, Os

    Michael Gough

    7,00 

    Os Primitivos Cristãos de Michael Gough.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 260 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 17

    Índice Geral
    Introdução: o Pano de Fundo
    Os Três Primeiros Séculos do Cristianismo: Sumário Histórico
    A Arquitectura Cristã antes de Constantino
    De Constantino a Justiniano
    O Panorama Religioso
    A Basílica Cristã
    A Arquitectura Cristã Centralizada e Culpada
    A Arte de um Império Cristão
    Justiniano, Teodora e a Idade de Ouro

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  • Arménios, Os

    Arménios, Os

    Sirapie der Nersessian.

    7,00 

    Os Arménios de Sirapie der Nersessian.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1973, 215 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 36

    Índice Geral
    A Região e os seus Primeiro Habitantes
    A História da Arménia
    O Reino da Cílicia
    A Sociedade e a Economia
    Religião
    Literatura e Ensino
    Arquitectura
    Escultura
    Pintura

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  • Lugares Misteriosos de Jennifer Westwood

    Lugares Misteriosos

    Jennifer Westwood

    7,50 

    Lugares Misteriosos de Jennifer Westwood.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1990, 240 págs. E. Il.

    Obra de referência que explora sítios arqueológicos, paisagens simbólicas e locais sagrados inexplicáveis de todo o mundo. O livro, popular nos anos 90, combina descrições detalhadas com imagens de locais como Stonehenge e Nazca.

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  • Comentários à Constituição Portuguesa de 1976 de Soares Martinez

    Comentários à Constituição Portuguesa de 1976

    Soares Martinez

    7,50 

    Comentários à Constituição Portuguesa de 1976 de Soares Martinez
    Editorial Verbo. Lisboa, 1978, 309 págs. B.

    O poder constituído é preferível à anarquia, «le pire des états», na expressão de Bossuet. O dever de acatamento do poder constituído não significa concordância. E a discordância traduz-se, entre outros, no direito à livre expressão de opiniões. O que o Autor se propõe neste livro é menos criticar, quanto ao fundo e à forma, a Constituição de 1976 do que esclarecer a origem das suas normas e o seu alcance.
    E estabelecer um paralelo com as Constituições de outros países, sejam as que consagram uma democracia de tipo ocidental, sejam as que impõem modelos socialistas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.