Os Primitivos Cristãos de Michael Gough. Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 260 págs. E. Il. Colecção: História Mundi | 17
Índice Geral
Introdução: o Pano de Fundo
Os Três Primeiros Séculos do Cristianismo: Sumário Histórico
A Arquitectura Cristã antes de Constantino
De Constantino a Justiniano
O Panorama Religioso
A Basílica Cristã
A Arquitectura Cristã Centralizada e Culpada
A Arte de um Império Cristão
Justiniano, Teodora e a Idade de Ouro
Os Arménios de Sirapie der Nersessian. Editorial Verbo. Lisboa, 1973, 215 págs. E. Il. Colecção: História Mundi | 36
Índice Geral
A Região e os seus Primeiro Habitantes
A História da Arménia
O Reino da Cílicia
A Sociedade e a Economia
Religião
Literatura e Ensino
Arquitectura
Escultura
Pintura
Lugares Misteriosos de Jennifer Westwood.
Editorial Verbo. Lisboa, 1990, 240 págs. E. Il.
Obra de referência que explora sítios arqueológicos, paisagens simbólicas e locais sagrados inexplicáveis de todo o mundo. O livro, popular nos anos 90, combina descrições detalhadas com imagens de locais como Stonehenge e Nazca.
Comentários à Constituição Portuguesa de 1976 de Soares Martinez Editorial Verbo. Lisboa, 1978, 309 págs. B.
O poder constituído é preferível à anarquia, «le pire des états», na expressão de Bossuet. O dever de acatamento do poder constituído não significa concordância. E a discordância traduz-se, entre outros, no direito à livre expressão de opiniões. O que o Autor se propõe neste livro é menos criticar, quanto ao fundo e à forma, a Constituição de 1976 do que esclarecer a origem das suas normas e o seu alcance.
E estabelecer um paralelo com as Constituições de outros países, sejam as que consagram uma democracia de tipo ocidental, sejam as que impõem modelos socialistas.
O Estranho Caso do Livro de Economia: Uma Investigação Económico-Criminal de Dick Shade de João de César das Neves.
Editorial Verbo. Lisboa, 1997, 203 págs. B.
Nasceu um detective: Dick Shade! Esta primeira incursão de João César das Neves no campo ficção policial é um divertido conjunto de pequenos episódios Económicos-criminiais interligados pela investigação do Estranho Caso do Livro de Economia. O caso começa com a descoberta de um maço de folhas que se vem a verificar ser um dos 16 volumes escritos por Adam Smith e que supostamente teria queimado por completo antes de morrer. Um verdadeiro best-seller mundial apetecível por vários editores e capaz de levar alguém a matar para se assegurar dos respectivos proventos. Dick Shade é o primeiro detective que usa a Economia para resolver os casos mais difíceis. É que, para quem sabe olhar à sua volta, os princípios da Economia estão presentes em todo o lado, são extremamente úteis para compreender o comportamento das pessoas.
Aventura Portuguesa de Augusto Pereira Brandão. Editorial Verbo. Lisboa, 1991, 234 págs. E. Il.
Livro com texto de Augusto Brandão e fotografia de Michael Teague, numa boa impressão. No fim conta com uma série de mapas do “Império Comercial e Património Construido” e um breve dicionário de Figuras e Lugares da Aventura Portuguesa bem como uma cronologia da mesma.
Natureza do Universo de Clive Kilmister. Editorial Verbo. Lisboa, 1974, 206 págs. B.
A cosmologia-tentativa científica de figurar o Universo astronómico como sistema físico coerente está presentemente. em fermentação. Desde a extraordinária descoberta de Edwin Hubble, em 1924, de que o sistema da Via Láctea a que o Sol pertence não é mais do que uma galáxia estelar entre muitos milhões, as provas astronómicas de que depende a cosmologia tornaram-se cada vez mais bizarras. Nesta obra tenta-se responder a algumas das questões mais desconcertantes que hoje se põem aos cosmólogos. O modo como essas questões se ligam as modernas teorias do Universo é o tema central deste livro. O autor prepara o terreno da discussão fulcral com uma visão histórica dos progressos científicos relevantes a partir dos primeiros tempos e conclui com algumas reflexões acerca do difícil problema de conciliação dos mundos do astrónomo e do físico nuclear numa única teoria
Enciclopédia do Mundo Moderno de Peter Arnold [et al.] Editorial Verbo. Lisboa, 1983, 5 vols. E. Il.
A Enciclopédia do Mundo Moderno, que reúne em cinco volumes matérias divididas ao longo de sete capítulos fundamentais, é uma obra de consulta indispensável a todos aqueles que se interessam por conhecer melhor a vida e o mundo que nos cerca.
Apresentadas de forma sucinta e criteriosa, numa linguagem clara e precisa, as matérias focadas abrangem a globalidade dos conhecimentos úteis.
De facto, desde a formação e origem do nosso planeta, passando pelas várias inovações de ordem tecnológica conseguidas pela humanidade, até ao universo da arte e da criação, tudo, nestas páginas, contribui para o enriquecimento do leitor. Precioso utensílio de informação, esta obra o será igualmente para o estudante que pretenda manter uma actualização constante e bem referenciada.
Compreender a Arte de Waldermar Januszcazk e Jenny McCleery.
Editora Verbo. Lisboa, 1984, 77 págs. E. Il.
Este livro apresenta um panorama fascinante da arte europeia dos últimos 500 anos, de Giotto a Warhol, revelando o modo como esta tem vindo a evoluir. Porque é que a pintura a óleo se popularizou? O que era a pintura de género? Como teve início a arte abstracta? A resposta ser-lhe-á dada ao longo desta obra. São mais de 70 os artistas aqui representados e analisados, de nomes famosos como Miguel Ângelo e Picasso a outros menos conhecidos como David e Kandinsky. Através dos pormenores dados, podemos aperceber-nos da sua técnica, enquanto os diagramas nos explicam aspectos da composição, tais como a secção de oiro. Quer prefira o impressionismo ou o surrealismo, a arte abstracta ou o barroco, este é o livro que precisa de ler.
Evolução da Rússia de Otto Hoetzsch.
Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 229 págs. B. Il.
A análise do desenvolvimento da Rússia, desde os princípios da sua nacionalidade no século IX até à implantação do regime soviético, vem fazer luz sobre as importantes tradições russas que ainda sobrevivem no povo. Influências determinantes de geografia e de raça, circunstâncias intelectuais, sociais e económicas, e relações da Rússia com o Ocidente são os assuntos básicos deste livro.
Um post-scriptum final determina a perspectiva histórica dos acontecimentos relacionados com a Revolução de 1917.
Belos Rios de Portugal de João Conde Veiga e Augusto Cabrita. Editorial Verbo. Rio de Moura, 2005, 2 vols. E. Il.
Os Mais Belos Rios de Portugal são descritos com rigor geográfico e analisados com surpreendente penetração nos campos da história, da sociologia, da economia, da ecologia, e acompanhados de abundantes textos de apoio, que tornam este livro de indispensável consulta.
📘 Plastificado de origem 📸 Fotografia de Augusto Cabrita.
Os Mais Belos Parques e Reservas Naturais de Portugal de Pedro Castro Henriques.
Editorial Verbo. Lisboa, 2005, 2 vols. E. Il
Nesta obra, o nosso património natural é compilado através de centenas de fotografias que permitem ao leitor evadir-se do bulício quotidiano e desfrutar das mais belas regiões do nosso país. É uma obra que se impõem pela beleza gráfica, a excelência da fotografia de Augusto Cabrita e Rui Cunha, e a qualidade do texto e da informação, da autoria de Pedro de Castro Henriques. Ler esta obra é conhecer uma realidade nacional que infelizmente tende a degradar-se e de que talvez em breve não restem outros vestígios para além de testemunhos como este. É surpreendente saber-se como são ainda numerosas as áreas de grande interesse espalhados pelo país. Todos nós conhecemos dois ou três exemplos: os parques e reservas naturais da Peneda-Gerês, de Sintra e da Arrábida. Mas muitas outras de que raramente nos lembramos são aqui evocadas. Esta obra contém 22 mapas com as indicações necessárias para nos conduzir a pontos de inesperada e surpreendente beleza, como Montesinho, no Nordeste Transmontano, o Alvão (mais perto do Minho), as Serras da Estrela, da Malcata, do Açor – no Interior Beirão – ou, mais a sul, as de Aire e Candeeiros e de São Mamede; ou de nos levar até à Berlenga, aos Estuários do Tejo e do Sado e às zonas litorais das Dunas de São Jacinto, da Arriba Fóssil da Costa da Caparica, do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, à Ria Formosa, às zonas sem paralelo de Castro Marim e Vila Real de Santo António; e ainda aos belíssimos Paús do Boquilobo e de Arzila.
Os Mais Belos Palácios de Portugal de Júlio Gil.
Editorial Verbo. Lisboa, 2005, 2 vols.
Mais um contributo indispensável para o conhecimento do nosso património. Os inúmeros palácios retratam com beleza e sumptuosidade a expressão cultural das várias épocas.
Os Mais Belos Castelos de Portugal de Bárbara Palla Carmo e Júlio Gil.
Editorial Verbo. Lisboa, 2005, 2 vols. E. Il. Fotografia de Augusto Cabrita.
Entre as relíquias do nosso passado histórico, que ajudaram ao longo dos séculos a robustecer a Nacionalidade, são decerto os castelos que melhor falam à nossa alma, na vibração ou na saudade que a sua contemplação em nós desperta. Mas não os basta contemplar no escrínio do tempo, como formas inermes ou redivivas da grandeza que os definiu. É preciso também saber amá-los na sua verdadeira essência, ou seja, no papel de relevo que desempenharam na história. Porque apenas nessa atitude de reverência, evocando o cortejo de heroísmos e de tragédias de que foram cenário, podemos sentir a carga espiritual que deles se desprende (…).
As Mais Belas Vilas e Aldeias de Portugal de Júlio Gil. Editorial Verbo. Lisboa, 2005, 2 vols. E. Il.
Uma selecção de mais de uma centena entre as mais belas e características aldeias de Portugal, com inúmeras, deslumbrantes e panorâmicas fotografias do saudoso Augusto Cabrita, Júlio Gil conta-nos a história do nome e da origem de cada vila e aldeia representada, bem como os aspectos mais curiosos e relevantes.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 📸 Fotografia de Augusto Cabrita.
As Mais Belas Igrejas de Portugal de Júlio Gil.
Editorial Verbo. Lisboa, 2006, 2 vols. E. Il.
De dimensões e formas bem proporcionadas, de traça original e grande perfeição de acabamentos, as igrejas de Portugal reflectem o carácter do povo português.
Com importantes diferenças à medida que se avança de norte para sul, as igrejas acompanham toda a diversidade do próprio país, embora com significativos traços comuns. Ao longo dos séculos, a religiosidade dos portugueses exprimiu-se através de características reconhecidamente suas na edificação de templos cuja beleza exterior só é comparável aos seus riquíssimos interiores.
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