• Mickey Triângulo das Bermudas de L. Cance

    Mickey Triângulo das Bermudas

    L. Cance

    3,50 

    Mickey Mouse é um personagem de desenho animado. O personagem foi criado em 1928 por Walt Disney e pelo desenhador Ub Iwerks. Ícone e mascote de longa data da The Walt Disney Company.

  • Vivência do Tempo em Fernando Pessoa

    Vivência do Tempo em Fernando Pessoa

    Maria Vitalina Leal de Matos

    10,00 

    Vivência do Tempo em Fernando Pessoa de Maria Vitalina Leal de Matos.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1992, 360 págs. B.

    O ensaísmo português tem nesta colecção um repositório de sugestões e de temas perfeitamente actuais, conduzidos com a segurança dos melhores representantes portugueses da crítica contemporânea, que fazem parte do mundo de cogitações levantado pelas obras dos nossos escritores.

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  • Literatura BrasileiraLiteratura Brasileira de José Osório de Oliveira

    Literatura Brasileira

    José Osório de Oliveira

    5,00 

    Literatura Brasileira de José Osório de Oliveira. Editorial Verbo. Lisboa, 1964, 167 págs. B.

    A colecção histórias breves fornecerá ao público de língua portuguesa um panorama tão completo quanto possível dos temas mais em evidência nesta segunda metade do século XX, na arte ou na ciência, na história ou na política, na filosofia ou na literatura; através de esplendidas monografias, com cerca de 150 a 200 páginas, o leitor obterá a informação que se exige do homem dos nossos dias

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Condessa de Ségur: Dois Patetas

    Condessa de Ségur: Dois Patetas

    Jean-Claude Lowenthal

    5,00 

    Condessa de Ségur: Dois Patetas de Jean-Claude Lowenthal.
    Difusão Verbo. Lisboa, 1979, 45 págs. Dura.

    Condessa de Ségur é o nome por que ficou conhecida Sophie Feodorovna Rostopchine. Nasceu a 1 de agosto de 1799 em São Petersburgo, na Rússia imperial, no seio de uma família aristocrática. A sua infância foi passada em Voronovo, propriedade magnífica que pertencia à família. A sua educação foi rigorosa e incluía a aprendizagem de línguas estrangeiras, com primazia para o francês. Em 1817, a família foi obrigada a exilar-se em Paris, e foi então que Sophie conheceu Eugène de Ségur, com quem casou em 1819, tendo tido 8 filhos.
    A Condessa de Ségur começou por inventar histórias para os netos e só escreveu o seu primeiro livro aos 58 anos. Viria a publicar cerca de 20, dos quais os mais conhecidos são Os Desastres de SofiaAs Meninas ExemplaresAs Férias e Memórias de Um Burro. Estas obras tornaram-na mundialmente famosa e fazem parte do imaginário de várias gerações um pouco por todo o mundo.
    Morreu em Paris no ano de 1874 e é considerada uma das mais importantes escritoras de língua francesa do século XIX. As obras da Condessa de Ségur continuam a ser lidas, publicadas e adaptadas a outras formas artísticas, como o teatro e o cinema.

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  • História da Literatura Alemã de Helen Watanabe-O'Kelly

    História da Literatura Alemã

    Helen Watanabe-O'Kelly

    25,00 

    História da Literatura Alemã de Helen Watanabe-O’Kelly.
    Editorial Verbo. Lisboa, 2003, 694 págs. B.

    Os colaboradores desta História da Literatura Alemã – autores, críticos e professores de língua e literatura alemã nos EUA, Alemanha e Inglaterra – definem o termo «literatura» do modo como julgam mais pertinente para os diferentes períodos da História alemã. Assim, lado a lado com o que tradicionalmente se tem concebido como formas literárias, discutem as formas escritas ligadas a encantamentos e feitiços, a panfletos, cartas, sermões e peças radiofónicas.Esta História da Literatura é mais uma obra narrativa do que uma enciclopédia, um manual ou uma obra de referência. Nela os autores procuram descrever a dinâmica do período que abordam e mostram, com olhar retrospectivo, o desenvolvimento das principais tendências nele existentes, transmitindo o seu próprio entusiasmo e fascínio pelo período sobre o qual escrevem.O estudo da literatura de um povo não é um luxo, mas a via mais segura para compreender as pessoas que a produziram. E quem pode dizer, no início do século xxi, que não precisa de entender os alemães?

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  • Rubens

    Rubens

    Pierre Cabanne

    6,00 

    Rubens de Pierre Cabanne.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 275 págs. B.

    «Se, por um lado, Rubens fez a sua obra às claras, a sua personalidade continua, em muitos aspectos, pouco conhecida. Este homem das cortes, cuja actividade de quase meio século se desenrolou à dimensão da Europa do seu tempo, guarda o seu mistério; muito jovem, compôs a sua própria máscara e fechou-se numa personagem que permanecerá impenetrável até ao fim. Nem os lutos, nem os reveses políticos, nem a doença, abalarão essa imagem. Sem dúvida existirá um dia uma ciência, que se chamará talvez «Ciência do Homem», que procurará penetrar mais além no homem através do homem-criador, diz Picasso algures. É este homem-criador que tentei mostrar através da sua obra e do seu tempo.»

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  • Europa 1492 de Franco Cardini

    Europa 1492

    Franco Cardini

    15,00 

    Mil quatrocentos e noventa e dois anos após nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo menos segundo o cálculo realizado no século vi d. C., que parece ter cinco ou seis anos de atraso em relação à realidade. São aproximadamente quinhen- tos anos; é uma data gravada na nossa me- mória histórica e na nossa imaginação. Às vezes, graceja-se um pouco sobre este tema: no ano 1492, o Velho Mundo estremeceu e uma boa nova percorreu toda a Europa desde Santiago de Compostela até ao Vís- tula e ao Bósforo: que sossego, que sossego, acabou a Idade Média!

  • Portugal e a Moeda Ùnica de Aníbal Cavaco Silva

    Portugal e a Moeda Ùnica

    Aníbal Cavaco Silva

    3,00 

    A moeda única é um passo de gigante no aprofundamento da integração europeia, com profundas implicações na economia, na sociedade e no sistema monetário internacional. Este livro procura explicar a natureza, o funcionamento e as implicações do projecto da moeda única europeia e as suas consequências para a economia portuguesa. Inclui um conjunto de textos que ajudam o leitor a compreender melhor os aspectos essenciais da nova fase da integração europeia que domina o debate político e económico deste final de século e de tão grandes repercussões para a vida dos Portugueses.

  • Época de Luís XIV, A

    Época de Luís XIV, A

    Ragnhild Hatton

    7,00 

    A Época de Luís XIV de Ragnhild Hatton.
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 294 págs. B.

    Durante o reinado de Luís XIV desenvolveu-se na Europa uma civilização cosmopolita. Neste livro se examinam as causas e os efeitos do aparecimento deste tipo de civilização; estudam-se as características do Primeiro Iluminismo, e assinala-se o nascimento de um tribunal europeu dando-se especial relevo à influência da França e de Luís XIV em todo este consolidar de uma consciência associativa que irá fazer carreira na Europa.

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  • Herança do Helenismo de John Fergusson

    Herança do Helenismo

    John Fergusson

    7,00 

    Herança do Helenismo de John Fergusson.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1973, 216 págs. B.

    Em 334 a. C. Alexandre Magno inicia a conquista da Ásia e lança as bases de uma grande civilização comum – o Helenismo – de que Roma vírá a receber a melhor herança. O que «a herança do Helenismo» representa na história das civilizações modernas de construção de estruturas e de enriquecimento é assunto profundamente analisado no presente volume.

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  • Mestres do Conto Brasileiro de João Alves das Neve

    Mestres do Conto Brasileiro

    João Alves das Neves

    4,00 

    Mestres do Conto Brasileiro de João Alves das Neves.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 203 págs. B.

    Machado de Assis, Arthur Azevedo, Raul Pompeia, Euclides da Cunha, Léo Vaz, Graciliano Ramos, Luis Jardim, Carlos Drummond de Andrade, Erico Verissimo, Marques Rebelo, Jorge Amado, Josué Montello, Jorge Medauar, Lygia Fagundes Telles, Dalton Trevisan. Clarice Lispector, Ricardo Ramos. É de João Alves das Neves, há muitos anos radicado no Brasil e profundo conhecedor da sua literatura, a presente selecção de Mestres do Conto Brasileiro.

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  • Uma Noite na Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo

    Noite na Toca do Lobo, Uma

    Tomaz de Figueiredo

    3,00 

    Uma Noite na Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo. Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 184 págs. B.

    Uma Noite na Toca do Lobo é uma evocação do passado, de um serão de familia. Num estilo inconfundível, com um humor não menos pessoal, é no ambiente da infância do autor, numa quinta do Alto Minho, que esta obra mergulha as suas mais fundas raízes.

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  • Fundamentos Filosóficos da Obra de Fernando Pessoa (Vol. I) de António Pina Coelho

    Fundamentos Filosóficos da Obra de Fernando Pessoa (Vol. I)

    António Pina Coelho

    15,00 

    Fundamentos Filosóficos da Obra de Fernando Pessoa (Vol. I) de António Pina Coelho.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 331 págs. B.

    A abordagem filosófica da obra pessoana é tão legítima e válida como seria a linguística, a estética, a psicológica, a político-sociológica, a religiosa, etc. Nenhuma destas visões abrange a obra em toda a sua plenitude, revelando-a como é, mas cada uma delas chama a atenção para este ou para aquele nível, explicitando nele o que era implícito ou virtual. A clarificação geral é meta da colaboração das diversas inteligências empenhadas no aprofundamento e na focagem, em diversos ângulos, da mesma obra. Pessoa tem muito de implícito e de virtual, que se pressente, mas com dificuldade se racionaliza, e precisaria de estudiosos da categoria de um K. Barth, de um Heidegger, de um Jaspers, que tão profunda e largamente explicitaram o que profeticamente estava contido no silenciado Kierkegaard. O campo está aberto e a atenção às intuições dos artistas e dos místicos é factor eficiente para o avanço da própria filosofia, pelo que nelas há de antecipação. […] Pessoa é talento e ao mesmo tempo esforço. A sua obra tem a gratuidade do incompromisso e o alto preço de uma vida consumida no estudo. As novas gerações sentem-se justamente atraídas e perplexas perante a sua profundidade e transcendência. Poeta actual tanto na rapidez estilizadora das imagens, no ritmo da linguagem, como na sinceridade da indefinição e da relatividade das coisas. Optimista ou pessimista? Tem o optimismo e o pessimismo próprios dos trágicos, dos místicos que não se contentam com a quotidianidade e a superfície das coisas. Ele será o Pessoa, o máscara esfíngico, sempre novo, sempre questionador, tràgicamente de olhos fixos num além indefinido.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Grandes Figuras da História Portugal de António Maria Zorro

    Grandes Figuras da História Portugal

    António Maria Zorro

    2,50 

    Este breve dicionário de grandes figuras da História de Portugal não pretende ser o arrolamento de todos quantos engrandeceram e nobilitaram a Pátria, ao longo de oito séculos e meio de existência nacional. Mencionam-se aqui apenas algumas dessas «grandes figuras – embora no conjunto enfileirem cerca de duzentos nomes bem conhecidas umas, quase esquecidas outras: são guerreiros e chefes militares, são navegadores e exploradores, são santos e missionários, são heróis célebres e outros que se recordam como símbolo de milhares de anónimos heróis.



    Faltam, sem dúvida, muitas outras grandes figuras – as que se destacaram em várias ciências, na literatura, nas belas-artes, na música, na jurisprudência, da diplomacia, na administração. Mas a falta explica-se tendo em conta o critério seguido, que foi o de focar somente aqueles que até há um quarto de século defenderam e dilataram a terra portuguesa e que tornaram fisicamente universal a missão civilizadora das suas gentes. Serviu-nos de guia, afinal, a famosa lenda camoniana consagradora dos heróis que o foram a dilatar a Fé e o Império. Os nossos maiores heróis.

  • Guerra no Mundo Depois de 1945 de Robert Thompson

    Guerra no Mundo Depois de 1945

    Robert Thompson

    15,00 

    Os trinta e oito anos que decorreram desde o fim da II Guerra Mundial foram constantemente atravessados por toda a série de conflitos. A Guerra Civil Chinesa, a Coreia, o Vietname, a Guerra Indo-Paquistanesa, as Guerras Árabo-Israelitas, o conflito Irão-Iraque contam-se entre os mais significativos, mas os conflitos considerados menores não deixaram de assumir a sua importância histórica e militar. A Guerra no Mundo descreve em pormenor as causas e os resultados de todos os tipos de conflitos, assim como revela a constante evolução táctica e estratégica paralela aos mesmos. As guerras de tipo convencional partilharam com as arrastadas campanhas de guerrilha a atenção do mundo; amostragens de uma tecnologia omnipotente andaram lado a lado com as demonstrações em escala reduzida de terrorismo urbano.
    O consultor principal desta obra é Sir Thompson, uma autoridade mundial em guerrilha e a introdução foi escrita por John Keegan, reputado historiador. Cada capítulo teve a contribuição de um especialista na matéria (o próprio Sir Robert escreveu três), muitos deles reconhecidas autoridades da Academia Real Militar de Sandhurst.
    Cada um dos conflitos começa por ser delineado na generalidade. Em seguida, a sua natureza específica as partes envolvidas, o armamento e as tácticas- é analisada em profundidade. Dedicou-se igualmente uma atenção especial à política internacional do período em questão, pois que a maioria dos conflitos só pode ser entendida como inserida num contexto global.
    As informações técnicas e o desenvolvimento dos conflitos são abrangidos por cerca de 85 diagramas e 125 mapas a cores, juntamente com mais de 500 fotografias. No seu conjunto, esta é uma extensa e profunda cobertura de guerras e guerrilhas existentes entre 1945 e 1983.

  • Grandes Datas da História Universal de Guy Arnold

    Grandes Datas da História Universal

    Guy Arnold

    6,00 

    O primeiro dicionário da língua portuguesa é datado de 1789 e o seu autor é o celebrado A. Morais e Silva, mas o que poucos sabem é que os Chineses fizeram o seu primeiro dicionário 1100 anos antes de Cristo. Aquilo que foi, para os contemporâneos de Bocage, uma grande realização tinha sido conseguido cerca de 3000 anos antes noutra civilização muito diferente. A história permite-nos fazer comparações deste género.