Troia e os Troianos de Carl W. Blegen. Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 243 págs. E. Il.
Índice
Tróia dos Poemas de Homero;
Tróia da Arqueologia;
Idade do Bronze Antiga: Tróia I;
Idade do Bronze Antiga: Tróia II;
Idade do Bronze Antiga: Tróias III a V;
Idade do Bronze Média e Recente: Tróia VI;
Tróia VII;
Tróia VIII;
Os Mais Belos Castelos de Portugal de Júlio Gil Editorial Verbo. Lisboa, 1986, 306 págs. E.
Entre as relíquias do nosso passado histórico, que ajudaram ao longo dos séculos a robustecer a Nacionalidade, são decerto os castelos que melhor falam à nossa alma, na vibração ou na saudade que a sua contemplação em nós desperta. Mas não os basta contemplar no escrínio do tempo, como formas inermes ou redivivas da grandeza que os definiu. É preciso também saber amá-los na sua verdadeira essência, ou seja, no papel de relevo que desempenharam na história. Porque apenas nessa atitude de reverência, evocando o cortejo de heroísmos e de tragédias de que foram cenário, podemos sentir a carga espiritual que deles se desprende.
Diálogos Sobre a Fé de Vittorio Messori. Editorial Verbo. Lisboa, 2005, 165 págs. B.
A primeira edição deste livro data de 1985. O conjunto de entrevistas realizadas por Vittorio Messori com o então recém-nomeado Cardeal-Prefeito da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, causou algum espanto e bastante perturbação, conforme na época se viu pelo clamor suscitado nas primeiras páginas dos jornais do mundo inteiro.
A Guerra em Directo de Carlos Fino. Editorial Verbo. Lisboa, 2003, 238 págs. B.
A Guerra em Directo é o relato dos dias e das horas dramáticas vividas pelo Autor nos três teatros de guerra mais importantes deste início do século XXI: Afeganistão, Israel e Iraque. Trata-se de um relato muito vivo que só podia ser escrito por quem viveu nos locais os momentos mais impressionantes destas guerras, desde a situação caricata de um repórter de televisão sem câmara de filmar no Afeganistão, passando pelo cerco da Igreja da Natividade em Belém e o massacre de Jenin, até ao ataque com mísseis americanos ao Hotel Palestina em Bagda – tudo entremeado com as vivências de Carlos Fino naqueles meios totalmente diferentes e inóspitos onde, apesar de tudo, alguns ganham dinheiro com a guerra e outros se fazem explodir a si próprios por uma questão de honra. Um livro que ninguém esquecerá.
Mickey Mouse é um personagem de desenho animado. O personagem foi criado em 1928 por Walt Disney e pelo desenhador Ub Iwerks. Ícone e mascote de longa data da The Walt Disney Company.
Vivência do Tempo em Fernando Pessoa de Maria Vitalina Leal de Matos. Editorial Verbo. Lisboa, 1992, 360 págs. B.
O ensaísmo português tem nesta colecção um repositório de sugestões e de temas perfeitamente actuais, conduzidos com a segurança dos melhores representantes portugueses da crítica contemporânea, que fazem parte do mundo de cogitações levantado pelas obras dos nossos escritores.
Literatura Brasileira de José Osório de Oliveira. Editorial Verbo. Lisboa, 1964, 167 págs. B.
A colecção histórias breves fornecerá ao público de língua portuguesa um panorama tão completo quanto possível dos temas mais em evidência nesta segunda metade do século XX, na arte ou na ciência, na história ou na política, na filosofia ou na literatura; através de esplendidas monografias, com cerca de 150 a 200 páginas, o leitor obterá a informação que se exige do homem dos nossos dias
Condessa de Ségur: Dois Patetas de Jean-Claude Lowenthal. Difusão Verbo. Lisboa, 1979, 45 págs. Dura.
Condessa de Ségur é o nome por que ficou conhecida Sophie Feodorovna Rostopchine. Nasceu a 1 de agosto de 1799 em São Petersburgo, na Rússia imperial, no seio de uma família aristocrática. A sua infância foi passada em Voronovo, propriedade magnífica que pertencia à família. A sua educação foi rigorosa e incluía a aprendizagem de línguas estrangeiras, com primazia para o francês. Em 1817, a família foi obrigada a exilar-se em Paris, e foi então que Sophie conheceu Eugène de Ségur, com quem casou em 1819, tendo tido 8 filhos.
A Condessa de Ségur começou por inventar histórias para os netos e só escreveu o seu primeiro livro aos 58 anos. Viria a publicar cerca de 20, dos quais os mais conhecidos são Os Desastres de Sofia, As Meninas Exemplares, As Férias e Memórias de Um Burro. Estas obras tornaram-na mundialmente famosa e fazem parte do imaginário de várias gerações um pouco por todo o mundo.
Morreu em Paris no ano de 1874 e é considerada uma das mais importantes escritoras de língua francesa do século XIX. As obras da Condessa de Ségur continuam a ser lidas, publicadas e adaptadas a outras formas artísticas, como o teatro e o cinema.
História da Literatura Alemã de Helen Watanabe-O’Kelly. Editorial Verbo. Lisboa, 2003, 694 págs. B.
Os colaboradores desta História da Literatura Alemã – autores, críticos e professores de língua e literatura alemã nos EUA, Alemanha e Inglaterra – definem o termo «literatura» do modo como julgam mais pertinente para os diferentes períodos da História alemã. Assim, lado a lado com o que tradicionalmente se tem concebido como formas literárias, discutem as formas escritas ligadas a encantamentos e feitiços, a panfletos, cartas, sermões e peças radiofónicas.Esta História da Literatura é mais uma obra narrativa do que uma enciclopédia, um manual ou uma obra de referência. Nela os autores procuram descrever a dinâmica do período que abordam e mostram, com olhar retrospectivo, o desenvolvimento das principais tendências nele existentes, transmitindo o seu próprio entusiasmo e fascínio pelo período sobre o qual escrevem.O estudo da literatura de um povo não é um luxo, mas a via mais segura para compreender as pessoas que a produziram. E quem pode dizer, no início do século xxi, que não precisa de entender os alemães?
Rubens de Pierre Cabanne. Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 275 págs. B.
«Se, por um lado, Rubens fez a sua obra às claras, a sua personalidade continua, em muitos aspectos, pouco conhecida. Este homem das cortes, cuja actividade de quase meio século se desenrolou à dimensão da Europa do seu tempo, guarda o seu mistério; muito jovem, compôs a sua própria máscara e fechou-se numa personagem que permanecerá impenetrável até ao fim. Nem os lutos, nem os reveses políticos, nem a doença, abalarão essa imagem. Sem dúvida existirá um dia uma ciência, que se chamará talvez «Ciência do Homem», que procurará penetrar mais além no homem através do homem-criador, diz Picasso algures. É este homem-criador que tentei mostrar através da sua obra e do seu tempo.»
Mil quatrocentos e noventa e dois anos após nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo menos segundo o cálculo realizado no século vi d. C., que parece ter cinco ou seis anos de atraso em relação à realidade. São aproximadamente quinhen- tos anos; é uma data gravada na nossa me- mória histórica e na nossa imaginação. Às vezes, graceja-se um pouco sobre este tema: no ano 1492, o Velho Mundo estremeceu e uma boa nova percorreu toda a Europa desde Santiago de Compostela até ao Vís- tula e ao Bósforo: que sossego, que sossego, acabou a Idade Média!
A moeda única é um passo de gigante no aprofundamento da integração europeia, com profundas implicações na economia, na sociedade e no sistema monetário internacional. Este livro procura explicar a natureza, o funcionamento e as implicações do projecto da moeda única europeia e as suas consequências para a economia portuguesa. Inclui um conjunto de textos que ajudam o leitor a compreender melhor os aspectos essenciais da nova fase da integração europeia que domina o debate político e económico deste final de século e de tão grandes repercussões para a vida dos Portugueses.
A Época de Luís XIV de Ragnhild Hatton. Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 294 págs. B.
Durante o reinado de Luís XIV desenvolveu-se na Europa uma civilização cosmopolita. Neste livro se examinam as causas e os efeitos do aparecimento deste tipo de civilização; estudam-se as características do Primeiro Iluminismo, e assinala-se o nascimento de um tribunal europeu dando-se especial relevo à influência da França e de Luís XIV em todo este consolidar de uma consciência associativa que irá fazer carreira na Europa.
Herança do Helenismo de John Fergusson. Editorial Verbo. Lisboa, 1973, 216 págs. B.
Em 334 a. C. Alexandre Magno inicia a conquista da Ásia e lança as bases de uma grande civilização comum – o Helenismo – de que Roma vírá a receber a melhor herança. O que «a herança do Helenismo» representa na história das civilizações modernas de construção de estruturas e de enriquecimento é assunto profundamente analisado no presente volume.
Mestres do Conto Brasileiro de João Alves das Neves. Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 203 págs. B.
Machado de Assis, Arthur Azevedo, Raul Pompeia, Euclides da Cunha, Léo Vaz, Graciliano Ramos, Luis Jardim, Carlos Drummond de Andrade, Erico Verissimo, Marques Rebelo, Jorge Amado, Josué Montello, Jorge Medauar, Lygia Fagundes Telles, Dalton Trevisan. Clarice Lispector, Ricardo Ramos. É de João Alves das Neves, há muitos anos radicado no Brasil e profundo conhecedor da sua literatura, a presente selecção de Mestres do Conto Brasileiro.
Uma Noite na Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo. Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 184 págs. B.
Uma Noite na Toca do Lobo é uma evocação do passado, de um serão de familia. Num estilo inconfundível, com um humor não menos pessoal, é no ambiente da infância do autor, numa quinta do Alto Minho, que esta obra mergulha as suas mais fundas raízes.
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