• Obras Completas II de Delfim Santos

    Obras Completas II

    Delfim Santos

    7,50 

    Obras Completas II – Da Filosofia, Do Homem de Delfim Santos.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1982, 555 págs. E.

    Há poucos dias, um conhecido de ocasião propiciado pela vizinhança de praia, após ter reparado no título e autor do livro que líamos, dirigiu-se-nos com surpresa perguntando se também nos interessávamos por questões de filosofia. Iniciado o diálogo tendente à mútua revelação dos circunstantes, o nosso interlocutor declarou-nos que Hegel era, de facto, um extraordinário pensador, mas que, talvez, por o conhecer perfunctoriamente, lhe parecia que estava antiquado.

    📌 Carimbo de biblioteca.

  • Guia de Portugal: II - Beira Baixa e Beira Alta de Sant'Anna Dionísio

    Guia de Portugal: II – Beira Baixa e Beira Alta

    Sant'Anna Dionísio

    10,00 

    Colecção de Guias abundantemente ilustrados com mapas, plantas e gravuras e colaborados por alguns dos mais relevantes nomes da literatura portuguesa: Miguel Torga, Jorge Dias, Aquilino, Jaime Cortesão, Reynaldo dos Santos, Diogo de Macedo, Teixeira de Pascoais, Vitorino Nemésio, Raul Brandão, Amorim Girão, Ferreira de Castro, Egas Moniz, Aarão de Lacerda, José Rodrigues Migueis, Montalvão Machado, Afonso Lopes Vieira, António Sérgio entre outros.

  • Fernando Pessoa Editor, Escritor de Richard Zenith

    Fernando Pessoa Editor, Escritor

    Richard Zenith

    25,00 

    «Pessoa: Uma Biografia é um casamento feito no céu intelectual, a equilibrada união entre o génio literário de Fernando Pessoa e os poderes analíticos do seu biógrafo. Zenith consegue não apenas revelar convincentemente que Pessoa era um grande (e estranho) poeta como também um espantoso dramaturgo e filósofo. Pessoa é um triunfo de erudição e verve que é difícil de parar de ler.» – António Damásio

  • Calouste Gulbenkian Colecionador de José Azeredo Perdigão

    Calouste Gulbenkian Colecionador

    José Azeredo Perdigão

    20,00 

    Calouste Gulbenkian Colecionador de José Azeredo Perdigão.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, s.d., 231 págs. E.

    Obra profusamente ilustrada com fotografias de obras de arte realizadas por Mário Novais, Abreu Nunes, Mário de Oliveira, Salomão Eurico Pontes e pertencentes ao arquivo do Museu Calouste Gulbenkian.

    Obra com desenho e orientação gráfica de Sebastião Rodrigues, que homenageia Calouste Gulbenkian, na sua faceta de coleccionador de arte.

    Contém, um depoimento de Kevork Essayan, em francês, uma introdução de Azeredo Perdição, que escreve e organiza também em quatorze capítulos, as suas recordações do homenageado, os seus diversos interesses como coleccionador, as suas viagens, a descrição das suas aquisições, os diversos locais onde estiveram instaladas as colecções, a decisão de se instalar em Portugal e os procedimentos que foram realizados para concretizar essa decisão.

    Calouste Sarkis Gulbenkian (Scutari, Istambul 1869 – Lisboa 1955) foi um notável homem de negócios de origem arménia, que reuniu uma valiosa colecção de obras de arte. Com a preocupação de preservar as suas colecções decidiu criar uma fundação com o seu nome e tendo como recursos os rendimentos da exploração petrolífera, com sede em Lisboa, cidade onde se instalou em Abril de 1942, que o fascinou pela sua beleza, vida quotidiana pacífica e estabilidade política.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Art de L' Orient Islamique

    Art de L’ Orient Islamique

    Fernando Azevedo

    20,00 

    Art de L’ Orient Islamique de Fernando Azevedo.
    Fundação Calouste Gulbenkian.  Porto, 1963, 154 págs. B.

    L’unité culturelle et artistique qui régnait autrefois dans les terres de l’Islam ne peut être comprise qu’à la lumière de l’histoire. La conquête par les arabes d’une grande partie du monde ancien entre 634 et 644 après J. C. constitue une victoire, non seulement de la foi islamique, mais aussi du peuple arabe. L’Irak, la Syrie, l’Égypte et la Perse ont été submergés et gouvernés par des chefs arabes, appuyés par les armées arabes. Encore plus remarquable fut la victoire, pendant les cent années qui suivirent, de la langue arabe, qui devint le langage de la science, du gouvernement,, de la religion, de la théo logie et de la loi. Mais les arabes n’étaient pas nombreux dans les terres con quises, et ils se montraient tolérants envers les minorités religieuses et cultu relles; beaucoup de penseurs et d’écrivains de premier ordre étaient persans ou originaires d’autres pays non arabes. On avait besoin d’eux pour l’admi nistration et le développement de cet empire, qui reconnaissait maintenant l’autorité du Calife. Jusqu’en 750 la capitale était Damas, sous les Califes Umayyad, mais, en 762, les Abbasides fondèrent une nouvelle capitale à Bagdad, ville plus cosmopolite où l’influence persane était forte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Calouste Gulbenkian, Colecionador de José de Azeredo Perdigão

    Calouste Gulbenkian, Colecionador

    José de Azeredo Perdigão

    15,00 

    Calouste Gulbenkian, Colecionador de José de Azeredo Perdigão.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2006, 249 págs. E.

    Obra profusamente ilustrada com fotografias de obras de arte realizadas por Mário Novais, Abreu Nunes, Mário de Oliveira, Salomão Eurico Pontes e pertencentes ao arquivo do Museu Calouste Gulbenkian.

    Obra com desenho e orientação gráfica de Sebastião Rodrigues, que homenageia Calouste Gulbenkian, na sua faceta de coleccionador de arte.

    Contém, um depoimento de Kevork Essayan, em francês, uma introdução de Azeredo Perdição, que escreve e organiza também em quatorze capítulos, as suas recordações do homenageado, os seus diversos interesses como coleccionador, as suas viagens, a descrição das suas aquisições, os diversos locais onde estiveram instaladas as colecções, a decisão de se instalar em Portugal e os procedimentos que foram realizados para concretizar essa decisão.

    Calouste Sarkis Gulbenkian (Scutari, Istambul 1869 – Lisboa 1955) foi um notável homem de negócios de origem arménia, que reuniu uma valiosa colecção de obras de arte. Com a preocupação de preservar as suas colecções decidiu criar uma fundação com o seu nome e tendo como recursos os rendimentos da exploração petrolífera, com sede em Lisboa, cidade onde se instalou em Abril de 1942, que o fascinou pela sua beleza, vida quotidiana pacífica e estabilidade política.

    📘 Plastificado de origem

  • Arte da Pérsia Islâmica

    Arte da Pérsia Islâmica

    Fernando Moser

    20,00 

    Arte da Pérsina Islâmica da Colecção Calouste Gulbenkian de Fernando Moser [Trad.].
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1985. E.

    Este Álbum, publicado no âmbito das comemorações do 2500.º Aniversário da Monarquia do Irão, apresenta uma selecção das obras de Arte Persa da Colecção Calouste Gulbenkian das secções de Cerâmica, Têxteis e Arte do Livro. Presidiu a essa selecção, em geral, um critério de qualidade e valor estético das espécies e, quanto a algumas, o da sua raridade. Das secções de Cerâmica e Têxteis estão representade os principais centros de fabrico, tais como Ray, Caxã, Tabriz, Herate, Ispaão e da secção de Arte do Livro as importantes escolas de Xiraz e Meched e alguns dos mais belos exemplares de encadernações do século XVII.

    📝 Assinatura de posse.

  • Pintura de Maria Helena Soares Costa

    Pintura

    Maria Helena Soares Costa

    25,00 

    Entre estes dois pólos dispõem-se em articulação orgânica e harmoniosa os núcleos do Egipto e da Antiguidade Clássica, este com importante acervo de Numismática, presenças de uma cultura mediterrânica, os da China e do Japão, complemento lógico do gosto pelo Oriente, o da Escultura Europeia como marcação paralela à Pintura e o notável conjunto de Artes Decorativas francesas do século XVIII, que se actualiza na Colecção Lalique, repositório e síntese do seu fascínio pelo esplendor do objecto como obra de arte. O núcleo da Pintura Europeia desenha um percurso cronológico a partir do século XV, momento em que esta arte se afirma com autonomia de objecto, libertando-se da funcionalidade narrativa, inscrita em frescos nas arquitecturas, ou em livros iluminados de uso pessoal que também interessaram Calouste Gulbenkian, tendo adquirido belíssimos exemplares.

  • Estudos de Determinação

    Estudos de Determinação

    Clara Nunes Correia

    7,00 

    Estudos de Determinação de Clara Nunes Correia. Fundação Calouste Gulbekian. Lisboa, 2002, 389 págs. B.

    Longe vai o tempo em que os estudos sobre as línguas particulares raramente ultrapassavam o nível descritivo. A articulação da linguística com outras áreas do conhecimento e a consequente diversificação do objecto da investigação no domínio das ciências da linguagem determinaram uma cada vez maior exigência na observação e descrição dos factos analisados, associada ao aprofundamento de hipóteses explicativas rigorosas e cientificamente fundamentadas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Direito Comunitário - Volume IV

    Direito Comunitário – Volume IV

    João Mota de Campos

    20,00 

    Direito Comunitário – Volume IV de João Mota de Campos.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1994, 1149 págs. B.

    Não existe em língua portuguesa nenhuma colectânea dos diversos tratados comunitários e dos principais actos do direito derivado relacionados com o sistema institucional da União Europeia. Pareceu-nos urgente preencher essa lacuna na bibliografia jurídica nacional: o Tratado de Paris que criou a CECA e os dois Tratados de Roma que instituíram a Comunidade Económica Europeia e a Comunidade Europeia Atómica foram, ao longo do tempo, objecto de várias revisões formais, tal como foram alterados ou cletados por uma longa séria de convenções, regulamentos, decisões e outros actos jurídicos. Os estudiosos da integração europeia há muito sentiam a necessidade de encontrar esses actos fundadores da ordem jurídica comunitária reunidos e devidamente actualizados, organizados hierarquicamente e inter-relacionados com algum rigor. Foi esse o objectivo que se teve em vista ao publicar este Volume com que se pretendeu – sem prejuízo das inevitáveis imperfeições ou insuficiências resultantes do plano geral da obra e do critério, certamente discutível, que presidiu a selecção dos textos – pôr à disposição dos interessados, logo após a entrada em vigor do Tratado da União Europeia, uma colecção fiável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.