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  • Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein

    Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein

    António Marques

    7,00 

    Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein de António Marques.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2003, 187 págs. B.
    Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas

    Este é um livro sobre as relações entre linguagem e mente num dos maiores (em nossa opinião o maior) filósofos do séc. XX, Ludwig Wittgenstein. O aprofundamento dessas relações permite uma compreensão do par interior/exterior que se situa para além das dicotomias tradicionais dicotomias entre filosofias funcionalistas e bebavioristas, por um lado, e filosofias clássicas da subjectividade, por outro lado. A ultrapassagem destas oposições é da maior importância para a filosofia dos nossos dias, já que o seu carácter reducionista continua a exercer boje grande influência e todas as contribuições para aliviar a filosofia desses bloqueios são bem vindas.

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  • Loiças e Azulejos de Iznik de Maria D’Orey Capucho Queiroz RibeiroWhatsApp Image 2026 02 16 at 22.44.50

    Loiças e Azulejos de Iznik

    Maria D’Orey Capucho Queiroz Ribeiro

    15,00 

    Loiças e Azulejos de Iznik na Coleção Calouste Gulbenkian de Maria D’Orey Capucho Queiroz Ribeiro.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2009, 136 págs. E. Il.

    O espectacular repertório decorativo, a grande diversidade, quantidade e qualidade da cerâmica otomana reunida por Calouste Sarkis Gulbenkian justificam esta publicação, passados que são mais de vinte anos sobre a edição do catálogo da loiça de Iznik.

    Esta publicação tem por base uma selecção de oitenta peças das mais representativas dos vários períodos de produção – desde o início do século XVI até ao declínio da indústria, já no século XVII. Depois de uma breve história da Colecção, apresenta-se, na primeira parte, as várias tipologias cerâmicas em função da decoração, tendo em conta critérios cronológicos. Na segunda parte, dedicada à azulejaria, são tratados os grandes painéis, frisos e cercaduras bem como alguns exemplares de azulejos soltos, cuja grande maioria se encontra em exposição permanente.

    Os primeiros contactos de Calouste Gulbenkian como coleccionador de cerâmica otomana, que coincidiram com o início da formação da sua imensa colecção, tiveram lugar em 1898 ao adquirir na Christie’s, em Londres, quatro pratos de faiança de Iznik, dois dos quais de grande qualidade, com decoração sobre fundo de escamas. Nos quarenta anos que se seguiram foi reunindo, a um ritmo constante, as restantes peças que formam este riquíssimo núcleo, de que também fazem parte os magníficos painéis de azulejos.

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  • A Música Portuguesa nos Anos 40 de Carlos de Pontes Leça

    Música Portuguesa nos Anos 40, A

    Carlos de Pontes Leça

    10,00 

    A Música Portuguesa nos Anos 40 de Carlos de Pontes Leça.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1982, 41 págs. B. Il.
    Os Anos 40 na Arte Portuguesa | 3

    Exposição coletiva e historiográfica da arte em Portugal durante a década de 1940, cujo programa veio a ser definido pelo professor José-Augusto França. A mostra proporcionou uma leitura do enorme contraste entre tendências artísticas, sob diversas categorias estéticas.

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  • Francesco Guardi de Rodolfo Pallucchini

    Francesco Guardi

    Rodolfo Pallucchini

    10,00 

    Francesco Guardi de Rodolfo Pallucchini [Intr.]
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1965,

    Este álbum, dedicado a Francesco Guardi, um dos maiores e mais orginais artistas venezianos do séc. XVIII, é o primeiro de uma série que a Fundação Calouste Gulbenkian se propõe publicar, no intuito de dar a conhecer as principais obras de arte que constituem as diferentes secções da sua colecção. Trata-se de um importante e precioso conjunto de vinte pinturas que documenta a evolução da obra do artista de 1755/60 a 1791 e que Calouste Gulbenkian adquiriu, entre 1907 e 1921, nos mercados de Paris e Londres, principalmente neste último, onde no séc. XVIII se manifestou uma especial preferência pelos artistas venezianos. As obras que formam este extraordinário conjunto pertenceram antes a grandes coleccionadores como Rodolphe Kann, Ashley, Kaufmann, Conde de Camperdown e outros. Criteriosamente reunido, o núcleo de pinturas de Francesco Guardi reproduzidas no presente álbum é considerado único no mundo pela sua excepcional qualidade e revela o gosto apurado, a sensibilidade estética e a intuição rara de Calouste Gulbenkian.

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  • Turner (1775-1851): Desenhos, Aguarelas e Óleos

    Turner (1775-1851): Desenhos, Aguarelas e Óleos

    Norman Reid

    7,50 

    Turner (1775-1851): Desenhos, Aguarelas e Óleos de Norman Reid.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1973, 207 págs. B.

    O legado de Turner à nação inglesa, que porventura constitui a mais generosa dádiva de um artista ao seu país, está também representado por um excelente grupo de aguarelas pertencentes ao British Museum, mas é um facto particularmente apreciável que a exposição possa ser completada com obras pertencentes à própria Fundação Gulbenkian. Fora das Ilhas Britânicas e pondo de parte os EUA, os trabalhos autênticos de Turner são escassos e isolados; a colecção de Lisboa é excepcional. É, pois, particularmente adequado que o 600.º aniversário do que, essencialmente, constituiu uma união entre as duas principais nações marítimas de outrora, seja comemorado com uma exposição de obras de Turner.

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  • A Teoria de Bernstein em Sociologia da Educação de Helena Barradas

    Teoria de Bernstein em Sociologia da Educação, A

    Helena Barradas

    7,50 

    A Teoria de Bernstein em Sociologia da Educação de Helena Barradas [et al.]
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1986, 413 págs. B.

    Apresenta-se neste livro o pensamento de um dos maiores teorizadores e investigadores no domínio da sociologia da educação, o pensamento de Basil Bernstein. A sua teoria, perspectiva muito própria de interesse particular em sociologia e linguística, mostra-se crucial para educadores pela poderosa potencialidade explicativa das situações de estabilidade e de mudança em educação. A procura de uma teoria de educação exige a integração de diferentes campos do conhecimento, constituindo a sociologia da educação um contributo de importância fundamental. Cremos que, neste campo, a teoria de Bernstein oferece amplas possibilidades e abertura na análise da educação. Teoria de reprodução cultural através da educação, cujos conceitos permitem uma análise não apenas ao nível macro-estrutural mas também ao nível micro-interaccional, ela cria-nos uma via de exploração e de reformulação dos problemas levantados pelo insucesso ao nível da sala de aula e da escola em geral.

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  • Como o Cinema era Belo de João Benard da CostaComo o Cinema era Belo

    Como o Cinema era Belo

    João Benard da Costa

    20,00 

    Como o Cinema era Belo de João Benard da Costa.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2006, 253 págs. B.

    Cinquenta filmes para assinalar 50 anos de vida de uma instituição que, desde o final dos anos 60, vem apoiando o cinema. Primeiro, no relançamento do cinema português, depois na divulgação e agora com especial atenção ao experimentalismo e à formação de autores. O Grande Auditório recebeu diferentes cinematografias, alguns dos mais belos filmes clássicos da nossa vida que marcaram uma época e trouxeram um público numeroso à Fundação.

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  • História da Arte

    História da Arte

    H. W. Janson

    30,00 

    História da Arte de H. W. Janson.
    Fundação Calouste Gulkbenkian. Lisboa, 1984, 766 págs. E. Il

    O título deste livro tem dois sentidos: tanto se refere às realizações de que é urdida a história da arte como à ciência que as estuda. Quiçá haja vantagem em que a mera relação dos factos e a sua interpretação sejam designadas pelos mesmos termos. Porque não podem separar-se uma da outra por mais que tentemos fazê-lo. Na história da arte como na de qualquer outra matéria de estudo – factos assentes de uma vez para sempre mas, somente, graus de plausibilidade.

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  • Psicologia de Henry Gleitman

    Psicologia

    Henry Gleitman

    20,00 

    O que é a psicologia? É um campo de pesquisa por vezes definido como a ciência do espírito, outras como a ciência do comportamento. Interessa-se pelo que os organismos fazem e como e porque o fazem. Porque uivam os lobos para a lua e os filhos se rebelam contra os pais; porque cantam os pássaros e voam as mariposas na direcção da chama; porque nos lembramos de como montar uma bicicleta, vinte anos após a última experiência; porque falam, amam e guerreiam os homens. Tudo isto são comportamentos e a psicologia é a ciência que os estuda a todos.

  • Os Poucos Poderes de José Sasportes

    Poucos Poderes, Os

    José Sasportes

    35,00 

    Fotografias de Jorge Guerra, poemas de Ruy Belo e João Miguel Fernandes Jorge. Apresentação e coordenação de José Sasporte.

  • Ulisseia ou Lisboa Edificada (vol II)

    Ulisseia ou Lisboa Edificada (vol II)

    Gabriel Pereira de Castro

    10,00 

    Ulisseia ou Lisboa Edificada (vol II) de Gabriel Pereira de Castro.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2004, 526 págs. E.

    Ulisseia ou Lisboa Edificada é uma obra de poesia épica em oitava rima escrita por Gabriel Pereira de Castro, publicada postumamente em 1636 (quatro anos após o falecimento do autor), que narra a fundação mítica de Lisboa pelo herói grego Ulisses.

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  • Ilha dos Amores

    Ilha dos Amores

    Stephen Reckert

    5,00 

    Ilha dos Amores de Stephen Reckert.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Paris, 1981. B.

    Numa comunicação lida nos Colóquios de Toronto e Santa Bárbara em Abril, referi tangencialmente um motivo iconográfico relacionado com a Ilha dos Amores. Disse então que o tema poderia levar-nos muito longemais longe, de facto, do que o tempo disponível

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  • Colóquio Artes nº 82

    Colóquio Artes nº 82

    José-Augusto França

    6,00 

    O ARTISTA DO MÊS
    José-Augusto França


    O OLHAR DO VELHO SOBRE O NOVO MUNDO
    Roberto Pontual


    “FRED FOREST NOUS FAIT COURIR…”
    Liselotte Papenburg


    INTERVIEW DE FRED FOREST


    A COMPLEXA RELAÇÃO DE MÁRIO DE SA-CARNEIRO COM O CUBISMO
    Alfredo Margarido


    ALGUMAS QUESTÕES DE CRÍTICA DE ARTE E DE ESTÉTICA NA SUA RELAÇÃO
    Salette Tavares


    LE DERNIER GAG DE CHARLES CHAPLIN
    José-Augusto França


    D. JOÃO V, O ITALIANISMO E A MUSICOLOGIA PORTUGUESA
    J. M. Bettencourt da Câmara


    A RETROSPECTIVA DE CARLOS BOTELHO
    José-Augusto França


    CARTA DE LISBOA-1
    António Rodrigues


    CARTA DE LISBOA-II: A ESCOLA DE CHICAGO
    José-Augusto França


    CARTA DE LISBOA-III: BERNARDO MARQUES
    Marina Bairrão Ruivo


    LETTRE DE PARIS: DE FAUTRIER A CHAISSAC
    Roberto Pontual


    LETTRE DE BARCELONE
    Chake Matossian

  • Pintura dos Mestres dos Sardoal e de Abrantes

    Pintura dos Mestres dos Sardoal e de Abrantes

    João Paulo de Abreu e Lima

    20,00 

    Catálogo de uma importante exposição organizada pela Câmara Municipal de Abrantes sob o alto patrocínio do Ministério da Educação Nacional. O Mestre do Sardoal ou Mestres do Sardoal são hoje frequentemente identificados com a oficina, sediada em Coimbra, de Vicente Gil, continuada pelo seu filho Manuel Vicente e pelo neto Bernardo Manuel. Este(s) pintor(es) marca(m)…

  • Cadernos da Colóquio Letras de Luís Amaro

    Cadernos da Colóquio Letras

    Luís Amaro

    30,00 

    Teoria da Literatura e da Crítica de Luís Amaro [Coord.]
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1982, 170 págs. B.

    Indíce: I Volume: Roman Jakobson [O que fazem os poetas com as palavras]; Vítor Manuel de Aguiar e Silva [O texto literário e os seus códigos]; Eduardo Prado Coelho [Dupla inscrição e escrita]; J. Guilherme Merquior [Psicanálise, Arte e Literatura; Sobre alguns problemas da crítica estrutural]; Vergílio Ferreira [Da verosimilhança]; Luiz Costa Lima [Mito e análise do discurso]; Alberto Pimenta [Liberdade eaceitabilidade da obra de arte literária]; Walter Jens [Literatura e Política]; Margarida Losa [A desumanização da arte e da crítica: extrapolações a partir de Ortega, Lukács, Barthes e Marcuse]; Santiago Kovadloff [Da objectividade ao impressionismo na crítica literária]; Leyla Perrone-Moisés [Escolher e / é julgar]. II Volume: Inquérito: O significado histórico do «Orpheu»; Teresa Rita Lopes [Pessoa, Sá-Carneiro eas três dimensões do Sensacionalismo]; António Vieira [O jogo em Mário de Sá-Carneiro]; Benedito Nunes [Poesia e filosofia na obra de Fernando Pessoa]; J. Augusto Seabra [Em torno (e retorno) das «Novas Poesias Inéditas» de Fernando Pessoa]; Carlo Vittorio Cattaneo [Um poema blasfemo de Fernando Pessoa]; C. Castro da Silva Carvalho [Aspectos formais do nacionalismo místico da «Mensagem»; Gregory McNab [Sobre duas «intervenções» de Almada Negreiros]; Fernando Guimarães [Linguagem e poesia em Mário Saa ou uma estranha hierarquia]; Luiz Francisco Rebelo [Um dramaturgo português desconhecido: António Ponce de Leão]; Alfredo Bosi [«O Movimento Modernista» de Mário Andrade]; Lúcia Helena [Mário e Oswald de Andrade: primeiras proposições modernistas]; Laís Corrêa de Araújo [Dimensão «mineira» da poesia modernista]; Inquérito: Vanguarda ideológica e vanguarda literária]; Adrian Marino [A vanguarda histórica da liberdade]; Ana Hatherley [Visualidade do texto. Uma tendência universalista da poesia portuguesa].

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  • Fernando Pessoa e o Ideal Neo-Pagão

    Fernando Pessoa e o Ideal Neo-Pagão

    Luís Filipe B. Teixeira

    15,00 

    Fernando Pessoa e o Ideal Neo-Pagão: Subsídios para uma Edição Crítica de Luís Filipe B. Teixeira.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1996, 142 págs. B.

    Esta obra foi editada para comemorar os 60 anos da sua morte e um dos seus méritos, se me é permitida a ousadia, está no facto da organização dos textos respeitar os projectos existentes no espólio, os quais são transcritos a abrir cada uma das secções que constituem o livro, para além de, seguindo essa metodologia, se possibilitar a leitura (“arrumada”) dos documentos pertencentes a cada um dos projectos.

    Assim, pela primeira vez é possível ler, sequencialmente, todos os documentos que constituem os “Prefacios do Dr. Ricardo Reis”, incluindo o que escreveu “Aos ‘Poemas Completos’ de Alberto Caeiro”, cuja divisão se encontra no documento (dactiloscrito) 21-9r, que, comparado com o de António Mora, dará para verificar as diferenças de perspectiva, embora convergentes na sua finalidade.

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