• Uma Mulher Determinada de Paul-Loup Sulitzer

    Mulher Determinada, Uma

    Paul-Loup Sulitzer

    7,00 

    Uma Mulher Determinada de Sulitzer.
    DIFEL. Lisboa, 1989, 443 págs. B.

    Paul Loup Karl Sulitzer é um financiador e autor francês. Antes de completar 17 anos, ele já era milionário. Sulitzer usou sua experiência financeira e conhecimento em seus livros, que frequentemente se relacionavam ao mundo dos negócios.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Templo das Mulheres

    Templo das Mulheres

    Vlady Kociancich

    6,00 

    Prémio Jorge Luis Borges 1988

    Prémio Gonzalo Torrente Ballester de Narrativa 1990

    Mistral, uma célebre desenhadora de moda, desenvolta e aparentemente muito segura de si própria e do seu sucesso, encontra-se num hotel de Paris no momento em que um inexplicável incidente vem interromper a sua vida despreocupada e feliz. Até aí, Mistral viajava de capital em capital (Roma, Londres, Viena), de hotel em hotel, com o desenho como paixão, e uma única meta: distanciar-se da história trágica das mulheres da sua família.
    Mas a fatalidade irrompe e, na precipitação dos acontecimentos que, misteriosamente, vão escapando ao seu controlo, Mistral ver-se-á arrastada para uma ilha grega das Cicladas, a antiga Thera, dominada por um vulcão e embelezada por um templo dedicado à deusa Afrodite, onde há milhares de anos as mulheres tiveram de optar entre uma imortalidade sem amor ou a morte com os seus homens.

  • Sei Lá de Margarida Rebelo Pinto

    Sei Lá

    Margarida Rebelo Pinto

    2,50 

    Sei Lá é fresco realista de uma geração – das suas dúvidas, ambições, derrotas, fraquezas e preconceitos – na perspetiva de Madalena, uma mulher que descobre que a vida nunca é o que parece, e um livro que faz bem a todas as mulheres. «O Sei Lá marcou uma geração: a minha. Os diálogos entre…

  • Como a Água que Corre

    Como a Água que Corre

    Marguerite Yourcenar

    6,00 

    Como a Água que Corre de Marguerite Yourcenar.
    DIFEL. Lisboa, s.d., 230 págs. B.

    Neste livro foram reunidas três novelas de Marguerite Yourcenar.

    Anna, Soror… é um escrito de juventude (1925) e o seu tema é uma relação incestuosa entre irmão e irmã na Nápoles do século xvi.

    Um Homem Obscuro foi escrito entre 1979 e 1981 e fala-nos da vida e morte de Natanael, um homem da Holanda do século xvii, que lança sobre o mundo um olhar desprevenido.

    O protagonista de Uma Bela Manhã (igualmente composto entre 1979 e 1981) é Lázaro, o filho de Natanael, que muito novo se junta a um bando de comediantes shakespearianos, por conhecer de cor as falas das personagens do teatro isabelino.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rapariga do Lion D' Or de Sebastian Faulks

    Rapariga do Lion D’ Or, A

    Sebastian Faulks

    7,50 

    Rapariga do Lion D’ Or de Sebastian Faulks.
    DIFEL 82. Lisboa, 2003, 286 págs. B.

    Em meados dos anos 30 uma jovem órfã deixa Paris para ir trabalhar como empregada de mesa num hotel em Janvilliers, pequena cidade à beria-mar. Anne procura uma vida nova, longe de terríveis injustiças do seu passado. O convívio com os clientes do hotel leva-a a conhecer e apaixonar-se por Charles Hartmann, um advogado rico, recentemente casado e veterano da I Guerra Mundial. As atrocidades cometidas durante este conflito destruíram a família de Anne e o amor e segurança do seu pequeno mundo. A revelação desse passado trágico levará Charles a repensar a sua vida e a tomar uma decisão. O romance expõe os efeitos duradouros da guerra sobre as pessoas comuns, assim como a inquietação reinante em França nos anos entre os dois conflitos mundiais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Presságio de Fogo de Marion Zimmer Bradley.

    Presságio de Fogo

    Marion Zimmer Bradley

    7,00 

    Em Presságio de Fogo, Marion Zimmer Bradley, autora de As Brumas de Avalon, reimaginou a história da Guerra de Tróia e reconta-a do ponto de vista de Cassandra, a bela e atormentada princesa real de Tróia.

    Articulando o facto arqueológico com a lenda, os mitos dos deuses com os feitos dos heróis, o facto e a ficção, Marion Zimmer Bradley insufla uma vida nova, num conto antigo, reinventando para nós Aquiles, Eneias, Heitor, Pátroclo, Helena de Tróia, Ulisses, Agamemnon, Menelau como «pessoas» vivas, empenhadas numa luta desesperada que condena tanto os vencedores como os vencidos, sendo o seu destino visto através dos olhos de Cassandra, sacerdotisa, princesa e mulher apaixonada, com um espírito guerreiro!

  • Ritos de Passagem

    Ritos de Passagem

    William Golding

    6,00 

    Ritos de Passagem de William Golding.
    DIFEL 82. Lisboa, 1989, 226 págs. B.

    O diário de bordo do jovem aristocrata Edmund Talbot revela os acontecimentos que se passam no interior de uma antiga nau de guerra, transformada em navio para passageiros. Ao longo da travessia entre a Inglaterra e a Austrália, vão-se revelando tensões, conflitos e antipatias que acabam confluindo para um acontecimento trágico. Escrito por William Golding (Prémio Nobel de Literatura), compõe a primeira parte de uma trilogia marítima, e rendeu ao autor o Booker Prize, prêmio máximo da ficção inglesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vice-Cônsul, O

    Vice-Cônsul, O

    Marguerite Duras

    6,00 

    O Vice-Cônsul de Marguerite Duras.
    DIFEL. Lisboa, 1984, 143 págs. B.

    “Ela caminha, escreve Peter Morgan”.

    Assim começa O Vice-Cônsul: com a inserção, no corpo desta história, de uma outra história – a da mendiga – que, através de uma aparente diferença e autonomia, esconde a função especular que as une.

    Na longa marcha que empreende entre Battambang – terra natal – e Calcutá – onde fica – a mendiga perde progressivamente toda a memória e identidade, tornando-se vacuidade pura, uma morta viva: “a morte numa vida em curso”.

    E de todo o seu passado perdido, esquecido, resta-lhe uma palavra – Battambang – e a melodia infantil que ela canta.

    Do mesmo modo na história que lhe serve de moldura Anne-Marie Stretter e o vice-cônsul de Lahore, executando percursos similares ao da mendiga, sofrem igualmente ao longo deles uma mesma perda de memória e de identidade.

    E, tal como a mendiga, do seu passado perdido, o vice-cônsul guardará apenas uma melodia que assobia: Indiana’s Song: e Anne-Marie Stretter a sua música de Veneza – terra natal -, que faz ouvir ao piano nas noites de Calcutá.

    🖊️ Dedicatória de oferta

     

  • Lenda da Aldeia de Carlos da Gama.

    Lenda da Aldeia

    Carlos da Gama

    7,00 

    Lenda da Aldeia de Carlos da Gama.
    DIFEL 82. Algés, 1998, 198 págs. B.

    João, estudante de engenharia, apenas desejava umas férias solitárias por aquela região do interior do país, aproveitando a mobilidade oferecida pelo campismo selvagem e pela sua paixão pelo pedestrianlsmo, Apreciar a natureza e conviver com as gentes locais eram os seus únicos objectivos mas, quando chegou àquela lindíssima e ancestral aldeia, o seu destino pregou-lhe uma partida ao cruzar-se com o de Paula, amante da arqueologia, à procura dos fundamentos de uma velha lenda e que lhe despertou, desde logo, sentimentos mais fortes do que podería imaginar.

    Juntos viveram então algumas situações estranhas que os arrastaram irremediavelmente para o perigoso contacto com um sofisticado bando de malfeitores, cuja principal actividade era a preparação e distribuição de droga,

    Um personagem antipático, de aspecto indigente e olhado com desconfiança até pelos seus conterrâneos, revelou-se, afinal, o grande aliado que, ao assumir a sua verdadeira identidade e o seu interesse pessoal na captura do chefe do bando, os livrou de situações muito complicadas e perigosas,

    As coisas precipitam-se quando o acaso faz com que uma carrinha roubada sofra um acidente, fornecendo a ponta do fio que permitirá chegar à meada bem escondida e repleta de misticismo, pela sua ligação ao local que, num passado multo, muito distante, fôra, também, palco de outros terrTvels acontecimentos.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Dinheiro Louco, O

    Dinheiro Louco, O

    Alain Minc

    6,00 

    O Dinheiro Louco de Alain Minc.
    DIFEL. Lisboa, 1990, 209 págs. B.

    “Alain Minc acredita na economia de mercado. Acredita no capitalismo, na sua capacidade de movimento e renovação. Mas uma sociedade de mercado não supõe, aos seus olhos, o dinheiro-rei. O capitalismo não traz consigo necessariamente o germe do dinheiro-parasita. O dinamismo duma economia moderna não exige desigualdades de património insuportáveis. Um dia, segundo prevê, virá a reacção, que será brutal quanto à ingenuidade de hoje. E, nesse dia, restabelece-se o debate, novamente absurdo, sobre a legitimidade do capitalismo. Adiantar-se a esse debate, conjurar o perigo do dinheiro louco, eis o propósito deste livro.

    Em resumo, com esta ideia simples: se o capitalismo não estabelecer regras rapidamente, se se mostrar incapaz de contrabalançar por uma ética a religião do dinheiro, a França – e não só ela – poderia bem acabar por parecer mais uma sociedade do terceiro mundo do que um país realmente desenvolvido. É preciso reinventar a “virtude” para entrar no século XXI.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vida e o Tempo de Michael K., A

    Vida e o Tempo de Michael K., A

    J. M. Coetzee

    6,00 

    A Vida e o Tempo de Michael K. de J. M. Coetzee.
    DIFEL. Lisboa, 1985, 200 págs. B.

    Numa África do Sul despedaçada pela guerra civil, Michael K empreende uma perigosa viagem para realizar o último desejo da sua mãe enferma: regressar à terra que a viu nascer. Durante o caminho, porém, ela acaba por falecer, deixando-o sozinho num mundo anárquico regido por grupos militares errantes e violentos. Aprisionado, Michael é incapaz de tolerar a reclusão e foge, determinado a viver com dignidade.

    Este romance de afirmação da existência vai à essência da experiência humana – a necessidade de uma vida interior, espiritual, de algumas ligações ao mundo em que vivemos e de uma pureza de entendimento.

    📝 Assinatura de posse

  • Contos Maravilhosos: Histórias do Poente e do Levante

    Contos Maravilhosos: Histórias do Poente e do Levante

    Herman Hesse

    7,50 

    Contos Maravilhosos: Histórias do Poente e do Levante de Herman Hesse.
    DIFEL. Lisboa, 1990, 286 págs. B.

    Poucos leitores parecem estar cientes de que Hermann Hesse, o autor de romances épicos como O Lobo das Estepes ou Siddharta, também escreveu magníficos textos de prosa poética.

    Esta coletânea reúne os contos mais emblemáticos da obra do autor, e nela se inclui Os Dois Irmãos (Die beiden Brüder), o seu primeiro trabalho em prosa, escrito quando Hesse tinha apenas dez anos, que é exemplo disso: imbuído de alguns dos imaginários e sentimentos típicos dos romances de Hesse, mas escrito com uma clareza e ressonância próprias, um sentimento de saudade para o amor e para a casa, é, simultaneamente, extremamente simples e profundamente poético.

    São pequenas histórias, em linguagem simples mas plenas de simbolismo e referências filosóficas que remetem para um mundo além da efabulação. A experiência como elemento unificador do homem e do universo, a busca de harmonia e unidade do indivíduo no seu confronto com o mundo são temas que perpassam estes contos onde habitam a fantasia e a visão mágica dos seres e da Natureza num registo poético singular.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Plano Infinito de Isabel Allende

    Plano Infinito, O

    Isabel Allende

    6,00 

    O Plano Infinito de Isabel Allende.
    DIFEL. 1998. 371 págs. B.

    Explorando pela primeira vez uma realidade distante do mundo sul-americano que lhe é tão familiar, Isabel Allende conduz-nos até à Califórnia da segunda metade do século XX, seguindo os passos de duas famílias: a do pregador Reeves que percorre o Oeste num velho camião, anunciando um Plano Infinito que justifica a existência humana; e a dos Morales, imigrantes mexicanos que vivem num bairro hispânico Zarcado pela violência.

    Gregory Reeves, a personagem central do livro, cresce à sombra da pobreza e da negligência. Quando decide que o futuro só pode estar longe do bairro hispânico onde vive, e onde não passa de um gringo, parte em busca de algo melhor. O plano de que o seu pai tanto falava parece ser mais real do que Gregory gostaria de acreditar, e tudo acontece como se o destino estivesse traçado, sem que ele consiga evitar a sucessão de más decisões que afetam a sua vida.

    Depois de um casamento falhado, da guerra do Vietname, da dor de perder um amigo e ver morrer tanta gente, Gregory regressa ao seu passado, sem aprender nada com os erros cometidos. Só mais tarde, quando é obrigado a enfrentar a realidade, começa a perceber que o seu destino depende apenas de si mesmo, e que o Plano Infinito pode afinal ainda estar em aberto.

    📝 Assinatura de posse.

  • Uma Questão de Confiança de John Updike

    Questão de Confiança, Uma

    John Updike

    5,00 

    Uma Questão de Confiança de John Updike.
    DIFEL. Lisboa, 1998, 207 págs. B.

    Em Uma Questão de Confiança, a nova colectânea de contos de John Updike, o tema subjacente a todas as histórias é a confiança, quase sempre traída: pais fazem os filhos correr perigos, maridos abandonam as mulheres, mulheres manipulam os maridos, um homem ama em segredo a irmã gémea de sua mulher e outra arranja um amante que se revela impotente. Estes e outros pequenos dramas ocorrem predominantemente em ambientes de desafogo financeiro e os seus protagonistas são burgueses de meia-idade, membros de uma classe cujos valores são constantemente postos em questão.

    📝 Assinatura de posse.

  • Estudante Estrangeiro

    Estudante Estrangeiro

    Phillipe Labro

    5,00 

    Estudante Estrangeiro de Phillipe Labro.
    DIFEL. Lisboa, 1987, 262 págs. B.

    No último ano dos seus estudos secundários, um jovem francês ganha inesperadamente uma bolsa de estudos para uma universidade americana situada num paradisíaco vale da Virginia. Decorrem os anos 50. Permanecendo contra sua vontade o estudante estrangeiro, vai confrontar-se com toda uma vida feita de hábitos, valores e sonhos muito diversos dos que haviam presidido à sua formação. Sem se dar conta, acaba por transgredir tabus e transpor limites. Nesse final de adolescência em que tudo era a primeira vez descobre o amor, primeiro com uma jovem professora negra, depois com uma rica herdeira de Boston, corrosiva e auto-destruidora. O livro, tal como a vida na universidade, é ritmado pelo fluir das estações. A vivência do «estudante estrangeiro é cadenciada pela descoberta das regras que separam ricos e pobres, brancos e negros, astutos e ingénuos, felizes e condenados. Tudo isto numa época marcante na história do “american way of life», o tempo em que começam a emergir formas de comportamento menos ortodoxas que preparam, de certo modo, a explosão de costumes surgida na década seguinte.

    📝 Assinatura de posse.

  • Rosto de Menina

    Rosto de Menina

    Josué Montello

    5,00 

    Rosto de Menina de Josué Montello.
    DIFEL. Lisboa, 1985, 181 págs. B.

    É nesta vasta e importante obra que se inclui o livro de contos agora apresentado ao leitor português. São contos estruturados segundo o modelo dos grandes mestres do género, quase arquitectados na linha de um silogismo com a sugestão do tema, a abertura da expectativa e o seu rema- te final. A curiosidade do leitor não deixa nunca de ser estimulada e o desfecho da história responde-lhe plenamente. E Josué Montello soube misturar magistralmente no seu livro o caso anedótico, a intriga e drama familiar e até a informação cultural como nesse tão tocante O Milagre em que mais uma vez o nosso popular Santo António se nos revela no encanto da sua simpatia. Assim este livro pode ser um índice de toda a vasta obra do grande escritor.

    🖊️ Dedicatória de oferta