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  • Afonso Costa

    Afonso Costa

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Afonso Costa de Joaquim Vieira [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

    Fotobiografia de Afonso Costa, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo.  A pesquisa iconográfica  é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

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  • Medo: Trabalho Poético 1974-1990 de Al Berto

    Medo: Trabalho Poético 1974-1990

    Al Berto

    30,00 

    Medo: Trabalho Poético 1974-1990 de Al Berto.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 587 págs. E.

    “O Medo” reúne toda a obra poética de Al Berto escrita entre 1974 e 1990. O título foi publicado originalmente no ano de 1987, livro distinguido em 1988 com o Prémio PEN – Clube de Poesia, contando esta nova edição com novos poemas datados de 1989.

     

    Nas primeiras obras poéticas, Al Berto seguiu de perto a linha surrealista, especialmente a que emana de Herberto Hélder. Posteriormente, funde a poesia na prosa, criando uma espécie de deambulações fragmentárias.

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  • No Sul o Céu Tem Janelas de Beatrice Ferolli

    Sul o Céu Tem Janelas, No

    Beatrice Ferolli

    7,00 

    No Sul o Céu Tem Janelas de Beatrice Ferolli.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2000, 478 págs. E.

    É pela mão das mulheres que passam os fios do destino da finca Angel del Sur e dos seus habitantes. Guiada pela matriarca imobilizada por uma artrite aguda e iluminada por Santiago que se lhe revela através de uma mancha de humidade no tecto do seu quarto, a família Riéra encontra, pouco depois do fim da Guerra Civil de Espanha, a sua terra prometida nesta quinta situada perto do caminho de Santiago na Galiza. Umbre, a criada cigana de práticas mágicas, mexe activamente com a complicada teia familiar, na qual cada um segue sem hesitações as suas inclinações/vocações. Isto é, o caminho que o destino lhe traça, sem desvios nem concessões a uma sociedade repressiva que às vezes estende os seus braços até este mundo à parte.

     

    Conchita, a filha mais velha, reconhece no toureiro de um cartaz a imagem do arcanjo Miguel, segue o rasto desta visão interior que mais claramente discerne quando perde a vista e dá à luz aquela que encarnará a santidade inata no seio da família. O dom de Pilar para curar as doenças de homens e de animais acaba por pô-la em conflito aberto com os representantes mais devotos da Igreja. Conflito de índole subversiva entre a relação individual e mística e o poder da Igreja Católica e da sociedade civil que em estado latente atravessa todo o romance.

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  • Outra Margem Entre as Àrvores

    Outra Margem Entre as Árvores, Na

    Ernest Hemingway

    5,00 

    Na Outra Margem Entre as Árvores de Ernest Hemingway.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1993, 256 págs. E.

    No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o coronel americano Richard Cantwell aporta em Veneza – e é aí que viverá as suas últimas vinte e quatro horas. Entre o terror da memória e a debilidade provocada por uma saúde em declínio, surge inesperado um amor vertiginoso por uma jovem condessa italiana, um sentimento capaz de superar a razão, os medos, a implacabilidade do fim iminente. Uma homenagem ao amor espontâneo, à resiliência do espírito humano e à beleza da cidade que os inspira, Na Outra Margem, entre as Árvores surge como uma resposta de esperança e de afeto aos gestos de desumanização provocados pela guerra. Livro enternecedor e trágico, publicado em 1950, levou o escritor John O’Hara a considerar Ernest Hemingway «o mais importante autor desde Shakespeare».

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  • Nossa Senhora de Paris

    Nossa Senhora de Paris

    Victor Hugo

    5,00 

    Nossa Senhora de Paris de Victor Hugo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1972, 474 págs. E.

    «Lá estava ele, sério, imóvel, absorto, num olhar e num pensamento. Paris inteira jazia aos seus pés, com as mil flechas dos seus edifícios e o seu horizonte circular de suaves colinas, com o rio a serpentear sob as pontes e o povo a ondular nas ruas, com a nuvem dos seus fumos e a montuosa cadeia dos telhados a comprimirem Notre-Dame nas suas malhas cerradas. Mas de toda esta cidade, o arcediago apenas fixava um ponto concreto do pavimento: a Place du Parvis; e de toda aquela multidão, apenas uma figura: a cigana.
    Seria difícil definir de que natureza era aquele olhar e de onde provinha a chama que dele brotava. Era um olhar fixo, mas repleto de perturbação e de tumulto. E, pela imobilidade profunda de todo o seu corpo, apenas agitado de onde em onde por um tremor automático como uma árvore sacudida pelo vento, pela tensão dos cotovelos, mais marmóreos do que a balaustrada em que se apoiavam, ao ver-se o sorriso petrificado que lhe contraía o rosto, parecia que em Claude Frollo só estavam vivos os olhos.»

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  • Memória Destruída de Rogério de Freitas

    Memória Destruída

    Rogério de Freitas

    6,00 

    Memória Destruída de Rogério de Freitas.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 212 págs. E.

    Obra do escritor, pintor e jornalista lisboeta Rogério de Freitas, a propósito da qual escreve Urbano Tavares Rodrigues, que se trata de «um belo, rico, luxurioso, ao mesmo tempo singelo e complexo romance autobiográfico rousseauniano (…) Memória Destruída (recuperação do nevoento passado) chega a ser uma obra comovedora e é sempre uma obra inteligente.

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  • Lisboa em Camisa de Gervásio Lobato

    Lisboa em Camisa

    Gervásio Lobato

    5,00 

    Lisboa em Camisa de Gervásio Lobato.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 224 págs. E.

    Gervásio Lobato fez furor há mais de um século. Jornalista e romancista, o seu humor e comicidade passaram de mãos em mãos, de geração em geração. Lisboa em Camisa foi, desde a publicação em 1882, o seu mais estrondoso êxito, com inúmeras edições. E quem conhece Gervásio Lobato? Outrora um dos grandes nomes do humor português, hoje é um autor esquecido, recordado apenas por uma rua com o seu nome, em Campo de Ourique.

    Lobato capta pequenos quadros da vida quotidiana lisboeta e esmiúça comportamentos, ridiculariza-os e leva-os a um extremo em que o riso é inevitável. Tudo se passa em finais do século XIX, mas a paródia é actual: assistimos à sede de protagonismo, à mania da superioridade, a um certo cerimonialismo ou à falta dele.

    As peripécias da família Antunes, dos seus sogros Martim (sem s), da família Torres, do conselheiro com as filhas casadoiras, e do Dr. Formigal, entre outras personagens muito caricatas.

    O tema é Lisboa, uma Lisboa que o autor despe ou surpreende em camisa. Um romance que lido hoje é a actualidade apanhada em flagrante delito.

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  • Rios de Portugal de José Manuel Fernandes

    Rios de Portugal

    José Manuel Fernandes

    10,00 

    Rios de Portugal de José Manuel Fernandes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1990, 227 págs. E.

    Ao registar-se em texto e imagens o retrato dos principais rios e das comunidades ribeirinhas, procurou-se não apenas fixar uma realidade em rápida mutação mas revelar realidades menos conhecidas. Esta viagem ao longo dos vales dos rios portugueses é uma das formas de conhecermos as raízes profundas do ser nacional e de, como colectividade, termos oportunidade de defendermos a nossa memória comum.

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  • Viagem a Portugal de José Saramago

    Viagem a Portugal

    José Saramago

    25,00 

    Viagem a Portugal de José Saramago.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1981, 237 págs. E. Il.

    Um dos mais belos e originais livros até hoje escritos sobre Portugal, livro que não se limita “às já fatigadas impressões sobre os lugares-comuns do turismo. Para isso tentou o autor (…) olhar o seu país como se o estivesse vendo pela primeira vez, sem aquela espécie de neblina que a familiaridade lança sobre a face das pessoas e das coisas.” Edição cuidada, com novo grafismo ilustrada com fotografias de Maurício de Abreu.

    📕 1ª Edição.
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    ❗Sobrecapa com pequenos rasgões

  • Navegadores Viajantes e Aventureiros Portugueses

    Navegadores Viajantes e Aventureiros Portugueses

    Luís de Albuquerque

    15,00 

    Navegadores, Viajantes e Aventureiros Portugueses: Séculos XV e XVI de Luís de Albuquerque.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1987, 200 págs. E.Il

    Ao longo de dois séculos eles percorreram o mundo.

    Os que ficaram perenémente na História e os que, tendo ficado nela, raramente são lembrados. Portugueses que venceram e foram vencidos. Verdadeiras histórias de aventuras tendo por protagonistas os heróis dos mais extraordinários feitos dos séculos XV e XVI

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  • Anos 80

    Anos 80

    Christian Bounay

    10,00 

    Anos 80 de Christian Bounay.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1990, 431 págs. E. Il.

    Em cada dupla página um documento espantoso e fotografias impressionantes que ilustram um momento forte dos anos 80. Um texto conciso, vivo, preciso, situa por sua vez o acontecimento. Um jornal de bordo que relata o mundo do decénio que terminou e que aborda todos os domínios.

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  • Almada Negreiros de Joaquim Vieira01

    Almada Negreiros

    Joaquim Vieira

    7,50 

    Almada Negreiros de Joaquim Vieira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 205 págs. E. Il.

    Pintor, desenhador, poeta, romancista, dramaturgo, caricaturista, humorista, actor, conferencista, panfletário, polemista, bailarino, coreógrafo, cenógrafo, figurinista, vitralista, ilustrador, gráfico, ensaísta, filósofo – a intervenção de Almada Negreiros no domínio das artes, das letras e, de forma genérica, da vida cultural portuguesa no século XX desdobrou-se, de forma prodigiosa, pelos mais variados ramos de actividade. (…) Enquanto outros , por força de uma intervenção mais pontual, tentaram trazer a modernidade para Portugal, de Almada se pode dizer que quis levar Portugal inteiro para a modernidade.

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  • Afonso Costa: Fotobiografias do Século XX de Joaquim Vieira

    Afonso Costa: Fotobiografias do Século XX

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Afonso Costa: Fotobiografias do Século XX de Joaquim Vieira [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 200 págs. E. Il.

    Fotobiografia de Afonso Costa, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo.  A pesquisa iconográfica é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

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  • Viagem a Portugal de José Saramago

    Viagem a Portugal

    José Saramago

    30,00 

    Viagem a Portugal de José Saramago.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 269 págs. E. Il.

    Um dos mais belos e originais livros até hoje escritos sobre Portugal, livro que não se limita “às já fatigadas impressões sobre os lugares-comuns do turismo. Para isso tentou o autor (…) olhar o seu país como se o estivesse vendo pela primeira vez, sem aquela espécie de neblina que a familiaridade lança sobre a face das pessoas e das coisas.” Edição cuidada, com novo grafismo ilustrada com fotografias de Maurício de Abreu.

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  • A Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo

    Toca do Lobo, A

    Tomaz de Figueiredo

    6,00 

    A Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1987, 224 págs. E.

    Só! Só, mas na companhia de fantasmas, a surdirem-lhe cada instante das frinchas da memória, amigos ou apenas pitorescos, anulando o tempo. Parara, o tempo. Parara o tempo.

     

    Fantasmas alguns que também o magoavam, pelo impossível de lhes falar com que o ouvissem, de lhes poder pedir perdão de certas injustiças, de certas leviandades de rapaz.

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  • Os Teles de Albergaria de Carlos Malheiro Dias

    Teles de Albergaria, Os

    Carlos Malheiro Dias

    6,00 

    Os Teles de Albergaria de Carlos Malheiro Dias.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 330 págs. E.

    O romance Os Teles de Albergaria (1901) cria o ambiente da província beata e preconceituosa, ainda completamente dominada por uma Igreja fanática e miguelista. Destaca-se a figura de João de Albergaria, em constante oposição com o meio, que acaba morrendo, totalmente desenganado com a República que se avizinha. Os comentários políticos acentuam o momento de desprestigio que é vivido no país, marcado sobretudo pela humilhação do Ultimatum inglês. Libertando-se aos poucos dos espartilhos ortodoxamente naturalistas, Malheiro Dias consegue recriar o mundo limitado e limitador dos últimos anos do século XIX em Portugal, focalizado por uma determinada classe sociopolítica. É talvez neste romance que melhor se vislumbra o autor, escondido numa das suas múltiplas máscaras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.