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  • Malhadinhas de Aquilino Ribeiro

    Malhadinhas

    Aquilino Ribeiro

    5,00 

    Malhadinhas de Aquilino Ribeiro
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1984, 239 págs. E.
    Colecção: Novelas e Contos Completos de Aquilino Ribeiro | 8

    Inicialmente incluído em Estrada de Santiago (1922), O Malhadinhas acabaria por se tornar numa das mais conhecidas obras de Aquilino Ribeiro quando foi publicado em volume autónomo em 1958 (o autor acrescentar-lhe-ia a novela Mina de Diamantes). Em forma de monólogo, a obra conta-nos a história de um almocreve, o Malhadinhas, um serrano rústico, grosseiro e matreiro, que não tem quaisquer problemas em usar a «faquinha» que traz à cintura para corrigir o que entende por injusto. Defendendo-se à navalhada e golpes de pau (e por vezes a tiro) dos inimigos com que se vai deparando ao longo dos caminhos e da vida, Malhadinhas presenteia-nos com uma série de episódios picarescos, num tom coloquial repleto de expressões idiomáticas, trazendo-nos o retrato de um Portugal esquecido.

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  • Guerra de África (1961-1974) de José Freire Antunes

    Guerra de África (1961-1974)

    José Freire Antunes

    30,00 

    Guerra de África (1961-1974) de José Freire Antunes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 2 vols. E. Il.

    “Com esta obra em dois volumes, uma sugestão do Círculo de Leitores, pretendi abrir um espaço de pluralidade onde a Guerra de África fosse evocada por numerosos protagonistas de acontecimentos marcantes do período 1961-1974. O meu principal objectivo foi dar a palavra, registar, enquadrar o percurso de dezenas de personalidades que tiveram uma acção relevante nas várias áreas, em Portugal e em África. […] compilação dos depoimentos exclusivos e dos documentos ou extractos de documentos inéditos de cerca de cento e cinquenta figuras civis e militares. Ministros dos governos de Salazar e Caetano, dirigentes da oposição ao Estado Novo, chefes de grupos nacionalistas, governadores-gerais e comandantes-chefes, diplomatas em missões difíceis, grandes empresários com volumosos investimentos em África, alguns dos nossos melhores militares operacionais e outros combatentes menos notados, mulheres da sociedade civil e das Forças Armadas, dirigentes do Partido Comunista e outros grupos da esquerda, responsáveis e membros da polícia política, rebeldes contra a hierarquia da Igreja Católica, deputados, jornalistas, deficientes de guerra, etc.” in Preâmbulo

    Neste volume I e no volume II, inserem-se testemunhos orais ou escritos de: António Champalimaud, Jonas Savimbi, Costa Gomes, Franco Nogueira, Adriano Moreira, Jaime Neves, Óscar Cardoso, Marcelino da Mata, Jorge Jardim, Manuel Alegre, Galvão de Melo, Homem de Mello, Craveiro Lopes, Oliveira Marques, Américo Tomás e António Spínola.

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  • A Causa das Coisas de Miguel Esteves Cardoso

    Causa das Coisas, A

    Miguel Esteves Cardoso

    7,00 

    A Causa das Coisas de Miguel Esteves Cardoso
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1987, 412 págs. E.

    «Há uma instituição portuguesa que é única no mundo inteiro. É o já agora. Noutras culturas, tratar-se-ia de um pleonasmo. Na nossa, faz parte do pasmo.

    O já agora, e a variante popular “Já que estás com a mão na massa…”, significam a forma particularmente portuguesa do desejo. Os portugueses não gostam de dizer que querem as coisas. Entre nós, querer é considerado uma violência. Por isso, quando se chega a um café, diz-se que se queria uma bica e nunca que se quer uma bica. Se alguém oferece, também, uma aguardente, diz-se: “Já agora…”. Tudo se passa no pretérito, no condicional, na coincidência.»

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  • Seita: Que dizer? Que fazer? De Jean Vernette

    Seita: Que dizer? Que fazer?

    Jean Vernette

    5,00 

    Seita: Que dizer? Que fazer? De Jean Vernette
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 225 págs. E.

    Há cerca de vinte anos que tenho vindo a publicar um certo número de obras sobre as seitas e os novos movimentos religiosos. Ora, várias dessas obras, após sucessivas reedições, estão hoje esgotadas’. Tornava-se necessário apresentar uma síntese renovada que, tendo em conta a evolução do fenómeno global da nova religiosidade, ao mesmo tempo retomasse e actualizasse as nossas primeiras análises.

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  • O Príncipe com Orelhas de Burro de José Régio

    Príncipe com Orelhas de Burro, O

    José Régio

    5,00 

    O Príncipe com Orelhas de Burro de José Régio
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 215 págs. E.

    O PRÍNCIPE COM ORELHAS DE BURRO não pode ser considerado em paralelo com qualquer outra obra do nosso tempo, em Portugal […], é uma obra destinada a ficar como uma grande data da nossa literatura. José Régio encheu o seu livro de quadros e retratos em que se revela toda a sua lucidez de moralista, e também toda a força da sua criação poética; quadros e retratos em que os mais diversos tipos de humanidade perpassam, mas que são sobretudos magníficos como sátira e como crítica de costumes. Régio pretendeu dar-nos um microcosmos em que cada paixão, cada tipo humano, tivesse a sua representação.

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  • D. Pedro I de Cristina Pimenta

    D. Pedro I

    Cristina Pimenta

    7,50 

    D. Pedro I de Cristina Pimenta
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 310 págs. E. Il.

    Rei de Portugal em 28 de Maio de 1357. D. Pedro I reinará durante dez anos, ao longo dos quais imprimiu um cunho de neutralidade relativamente às solicitações da política externa e conduziu internamente um acentuado labor no âmbito da justiça, sem descurar, ainda, intervenções firmes no combate à crise que se fazia sentir. Fez-se conhecido de norte a sul do reino e parece ter cativado a estima dos súbditos.

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  • Paixões Reais

    Paixões Reais

    Eduardo Nobre

    7,50 

    Paixões Reais de Eduardo Nobre
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2004, 247 págs. E. Il.

    Centrando-se num período histórico que medeia do início de Oitocentos às duas primeiras décadas do século XX, abordam-se dez diferentes temas com um denominador comum – referirem ligações amorosas de pessoas da Família Real portuguesa que pela sua polémica e/ou envolvimento, tivessem constituído factos relevantes na vida nacional, na sociedade da época ou, no mínimo, no percurso humano dos intervenientes. Mais que espreitar para dentro da vida privada desta ou daquela personalidade histórica, tentou o autor fazer um certo retrato de cada um dos factos e da sua época

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  • Nixon e Caetano de José Freire Antunes

    Nixon e Caetano: promessas e abandono

    José Freire Antunes

    10,00 

    Nixon e Caetano: promessas e abandono de José Freire Antunes
    Círculo de Leitores. Março, 1993, 428 págs. E. Il.

    Com a ascenção do republicano Richard Nixon à Casa Branca, numa época em que as relações entre os Estados Unidos e Portugal eram frias, criaram-se grandes expectativas ao governo de Marcello Caetano.
    Nixon adoptou de facto em relação a Portugal e aos seus desígnios em África uma atitude muito mais favorável do que tinha sido a de Kennedy e apoiou o governo de Lisboa por várias formas.
    Mas as promessas de cooperação e de ajuda, feitas em 1969 por Nixon, foram esbarrando na hostilidade do Congresso dos Estados Unidos quanto à política de Portugal em África e num relaxamento da vontade política. Os americanos tinham «saído para o almoço» quando sobreveio o golpe militar de 25 de Abril de 1974.
    É este ciclo temporal que José Freire Antunes nos descreve neste livro indispensável para compreender as relações bilaterais entre os dois países.


    Caracterísiticas do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
  • Lillias Fraser de Hélia Correia

    Lillias Fraser

    Hélia Correia

    6,00 

    Lillias Fraser de Hélia Correia
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 219 págs. E.

    A obra mais aclamada de Hélia Correia, até à data, e que recebeu o Prémio de Ficção do Pen Club para romances editados em 2001. É um romance histórico, que decorre entre 1746 e 1762, na Escócia e em Portugal. Lillias é uma menina escocesa, oriunda de um dos clãs destroçados na batalha de Culloden, que os ingleses venceram. Fugindo destes, acabará por ir para Lisboa, onde vive clandestinamente durante alguns anos, de princípio num convento e mais tarde com uma família. Quando se dá o terramoto de Lisboa, Lillias foge para Mafra. Mais tarde irá encontrar-se com o comandante das tropas inglesas em Culloden. O romance está cheio de episódios romanescos e pícaros; as descrições das ruas, das casas, das tropas, dos costumes, dos ambientes, são magníficas.

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  • D. Henrique de Amélia Polónia

    D. Henrique

    Amélia Polónia

    7,50 

    D. Henrique de Amélia Polónia.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 317 págs. E. Il.
    Colecção: Reis de Portugal | 27

    D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, «que deixou em testamento Portugal aos castelhanos», ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade?
    Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise.
    Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.

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  • Filhas de Babilónia de Aquilino Ribeiro

    Filhas de Babilónia

    Aquilino Ribeiro

    5,00 

    Filhas de Babilónia de Aquilino Ribeiro
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1984, 224 págs. E.
    Colecção: Novelas e Contos Completos de Aquilino Ribeiro | 2

    Nas suas primeiras edições, o volume Filhas de Babilónia (1920) era composto por três novelas: “Os olhos deslumbrados”, “Maga das ruas” e “O derradeiro fauno”. A partir da terceira edição (1925), Aquilino Ribeiro introduz, todavia, uma série de alterações, dando origem ao surgimento de uma nova obra: o romance Andam Faunos pelos Bosques (1926), que empreendia uma profunda reescrita de “O Derradeiro Fauno”.

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  • D. Fernando de Rita Costa Gomes

    D. Fernando

    Rita Costa Gomes

    7,50 

    D. Fernando de Rita Costa Gomes
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 304 págs. E. Il.
    Colecção: Reis de Portugal | 9

    Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.

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  • Estrada de Santiago de Aquilino Ribeiro

    Estrada de Santiago

    Aquilino Ribeiro

    5,00 

    Estrada de Santiago de Aquilino Ribeiro
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1984, 225 págs. E.

    Este livro é composto por um conjunto de novelas da juventude de Aquilino Ribeiro, todas pautadas por grande fulgor criativo e profundamente marcadas pelas suas geografias primordiais. Na 1ª edição, datada de 1922, salientamos uma nova versão do Valeroso Milagre e a estreia do picaresco e embrionário Malhadinhas. Posteriormente, o almocreve autonomiza-se, cedendo o seu lugar na obra, desde 1956, à novela Domingo de Lázaro. A edição segue a configuração final da obra que foi, desde então, adotada pelo autor, após Explicação Necessária.

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  • Afonso II: Um Rei Sem Tempo de Hermínia Vasconcelos Vilar

    D. Afonso II: Um Rei Sem Tempo

    Hermínia Vasconcelos Vilar

    7,50 

    Afonso II: Um Rei Sem Tempo de Hermínia Vasconcelos Vilar
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 312 págs. E. Il.

    Filho de D. Sancho I e de Dulce de Aragão, D. Afonso II nasceu no dia de São Jorge de 1186, facto que deverá ter sido interpretado como um bom augurio para uma dinastia que tinha no desempenho guerreiro uma das bases da sua legitimidade. Contudo, Afonso não se viria a destacar pela sua capacidade guerreira, nem mesmo pelos seus feitos no campo de batalha. A cronistica lembrá-lo-á pela sua corpulência, visível no cognome com que a História o fixou, pela guerra que travou com as suas irmãs, pelos conflitos que o separaram de uma grande parte do episcopado português, nos últimos anos de vida, mas não pela sua acção de governante, nem pelas medidas que promulgou.
    Falecido com 36 anos, após um curto reinado de 12 anos, Afonso deixou, porém, atrás de si um governo inovador, marcado por um conjunto de medidas que deixam entrever um rei e um círculo de colaboradores atentos e conhecedores dos meandros do ambiente político e intelectual da Europa dos reinos da primeira metade de Duzentos.
    Mas o seu falecimento deixou também para trás um reinado marcado por sucessivos conflitos e, sobretudo, pela incapacidade de fazer face ao tempo que se escoava. A sua morte precoce, a curta duração do seu reinado e da sua vida, terão impedido a concretização plena de muitas das medidas promulgadas ou tão-só desenhadas, bem como a resolução plena dos conflitos suscitados pela sua governação e que transitarão, de forma inexorável, para o reinado do seu filho, Sancho.
    Para Afonso, o tempo foi, sem dúvida, um inimigo incontornável.

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  • Todos os Nomes de José Saramago

    Todos os Nomes

    José Saramago

    7,50 

    Todos os Nomes de José Saramago
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 277 págs. E.

    O protagonista é um homem de meia-idade, funcionário inferior do Arquivo do Registo Civil. Este funcionário cultiva a pequena mania de colecionar notícias de jornais e revistas sobre gente célebre. Um dia reconhece a falta, nas suas coleções, de informações exatas sobre o nascimento (data, naturalidade, nome dos pais, etc.) dessas pessoas. Dedica-se portanto a copiar os respetivos dados das fichas que se encontram no arquivo. Casualmente, a ficha de uma pessoa comum (uma mulher) mistura-se com outras que está copiando. O súbito contraste entre o que é conhecido e o que é desconhecido faz surgir nele a necessidade de conhecer a vida dessa mulher. Começa assim uma busca, a procura do outro.

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  • A República dos Corvos de José Cardoso Pires

    República dos Corvos, A

    José Cardoso Pires

    6,00 

    A República dos Corvos de José Cardoso Pires
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1989, 217 págs. E.

    «(…) Ouve-se um barco a roncar algures no rio. Nisto, o Corvo salta para um pequeno relvado aos pés dum monumento, e no relvado descobre, o quê?, uma moeda.
    Prata a luzir, o que ele gosta disso.
    Rapidamente, deita-lhe o bico e procura um sítio para a enterrar.
    Um corvo, como qualquer cidadão, tem todo o direito a brincar com o dinheiro, não é assim?

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