• Deuses e Demónios da Medicina de Fernando Namora

    Deuses e Demónios da Medicina

    Fernando Namora

    25,00 

    Fernando Namora refundiu e ampliou Deuses e Demónios da Medicina expressamente para esta cuidada edição de Círculo dos Leitores, que assim constitui, em muitos dos seus capítulos, quase uma obra original, sem, porém, nada ter perdido do seu fascínio literário e da sua rara e comunicativa emotividade. O leitor nela encontrará não só um vasto repositório de conhecimentos científicos como, também, um friso muito matizado de personagens vivíssimas e de acontecimentos que repercutiram na odisseia da medicina, indissoluvelmente ligada à odisseia humana. É, aliás, essa peculiaridade de Deuses e Demónios da Medicina que explica que tanto o leitor erudito como o leitor comum se mostrem igualmente seduzidos, o que poderia justificar para este livro a legenda de «o romance maravilhoso da medicina».

  • Retalhos da Vida de um Médico de Fernando Namo

    Retalhos da Vida de um Médico

    Fernando Namora

    5,00 

    Retalhos da Vida de um Médico de Fernando Namora.
    Círculo de Leitores. Amadora, 1977, 254 págs. B.

    Retalhos da Vida de Um Médico é um conjunto de crónicas fundamentalmente acerca da vivência de Fernando Namora na sua atividade profissional enquanto médico de província.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Dama das Camélias de Alexandre Dumas (Filho)

    Dama das Camélias, A

    Alexandre Dumas (Filho)

    3,50 

    A narrativa da jovem e atraente cortesã parisiense Marguerite Gautier é contada por Alexandre Dumas naquela que é uma das maiores obras-primas românticas da história literária do mundo. Em meados do século XIX em França, Marguerite, apelidada como A dama das camélias pela sua adoração à flor, vive uma vida glamorosa e abastada de festas…

  • A Mulher na Igreja de Anne Carr

    Mulher na Igreja, A

    Anne Carr

    5,00 

    A Mulher na Igrejade Anne Carr.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1994, 332 págs. E.

    A teologia feminista é hoje o fruto de um grupo cada vez mais numeroso e qualificado de mulheres, que desenvolvem a reinterpretação da tradição da fé cristã (Bíblia, concílios, padres da Igreja, teólogos e história cristã das mulheres) segundo um novo paradigma. (…) Deus não é masculino nem feminino: está para além das diferenças sexuais.” In Introdução à edição portuguesa de Frei Bento Domingues

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Atlântico: Romance Fotográfico de Pedro Rosa Mendes

    Atlântico: Romance Fotográfico

    Pedro Rosa Mendes

    15,00 

    Atlântico: Romance Fotográfico de Pedro Rosa Mendes e João Francisco Vilhena.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2003, 213 págs. E.

    Éden Palace, 1941; Hotel do Facho, 1964. Numa praia portuguesa, cruzam-se e perdem-se personagens. São um judeu argelino, um marinheiro filipino, um marchand inglês, uma refugiada norueguesa, um agente da PIDE. Partilham tangentes, cruzam-se por desencontros, transportam fantasmas. São náufragos de muitos sítios e de várias vidas. Surgem do sonho, da imaginação ou da memória. Conhecem o Holocausto nazi, as auroras boreais, os piratas do Bornéu, as telas de Bruegel e os delírios de Gauguin, os U-Boot e a guerra da Argélia, os filmes mudos e as palavras de Deus, os lábios de Bogart e as geishas de Van Gogh, os Açores e a Costa da Morte… Conhecem o mundo todo: “A carne, a cinza e a areia.” Partilham o mar, metáfora de liberdade. Atlântico, Romance Fotográfico é um puzzle. O texto de Pedro Rosa Mendes e a montagem fotográfica de João Francisco Vilhena convocam cinema, teatro, poesia, epístolas, música, pintura e jornalismo num livro arrojado e subtil. Juntando as peças, obtemos uma imagem. Uma fina rede de cicatrizes: literatura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Preço: 15€

    Portes: 2,25€

     

    Éden Palace, 1941; Hotel do Facho, 1964. Numa praia portuguesa, cruzam-se e perdem-se personagens. São um judeu argelino, um marinheiro filipino, um marchand inglês, uma refugiada norueguesa, um agente da PIDE. Partilham tangentes, cruzam-se por desencontros, transportam fantasmas. São náufragos de muitos sítios e de várias vidas. Surgem do sonho, da imaginação ou da memória. Conhecem o Holocausto nazi, as auroras boreais, os piratas do Bornéu, as telas de Bruegel e os delírios de Gauguin, os U-Boot e a guerra da Argélia, os filmes mudos e as palavras de Deus, os lábios de Bogart e as geishas de Van Gogh, os Açores e a Costa da Morte… Conhecem o mundo todo: “A carne, a cinza e a areia.” Partilham o mar, metáfora de liberdade. Atlântico, Romance Fotográfico é um puzzle. O texto de Pedro Rosa Mendes e a montagem fotográfica de João Francisco Vilhena convocam cinema, teatro, poesia, epístolas, música, pintura e jornalismo num livro arrojado e subtil. Juntando as peças, obtemos uma imagem. Uma fina rede de cicatrizes: literatura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Maravilhas Artísticas do Mundo (3 Vols).

    Maravilhas Artísticas do Mundo (3 Vols).

    Ferreira de Castro

    10,00 

    Maravilhas Artísticas do Mundo de Ferreira de Castro
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 3 vols. E.

    Este livro será, pois, com as maravilhas que o génio dos artistas tem deixado no Mundo, a história, muito pálida embora, do esforço do homem através dos tempos, através de todos os obstáculos, de todos os sacrifícios e de todas as dores, para transcender a sua própria condição, para ultrapassar os limites que a própria natureza the deu. – Ferreira de Castro

    📘Plastificado de origem

  • Teia dos Sonhos de V. C. Andrews

    Teia dos Sonhos

    V. C. Andrews

    3,00 

    Teia dos Sonhos de V. C. Andrews.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 411 págs. E.

    Cleo Virginia Andrews, mais conhecida como V. C. Andrews ou como Virginia C. Andrews foi uma escritora norte-americana. Os romances de Andrews combinam horror gótico e a saga familiar, girando em torno de segredos de família e amor proibido.

    📝 Assinatura de posse.

  • Ouro Sem Brilho de V. C. Andrews

    Ouro Sem Brilho

    V. C. Andrews

    3,00 

    Ouro Sem Brilho de V. C. Andrews.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2000, 278 págs. E.

    Cleo Virginia Andrews, mais conhecida como V. C. Andrews ou como Virginia C. Andrews foi uma escritora norte-americana. Os romances de Andrews combinam horror gótico e a saga familiar, girando em torno de segredos de família e amor proibido.

    📝 Assinatura de posse.

  • Folhas Caídas de Almeida Garrett

    Folhas Caídas

    Almeida Garrett

    3,50 

    Mas sei que as presentes Folhas Caidas representam o estado de alma do poeta nas variadas, incertas e vacilantes oscilações do espirito que, tendendo ao seu fim único, a posse do Ideal, ora pensa tê-lo alcançado, ora estar a ponto de chegar a ele – ora ri amargamente porque reconhece o seu engano ora se…

  • Cenas de um ano da minha vida deAlexandre Herculano

    Cenas de um ano da minha vida

    Alexandre Herculano

    3,50 

    Passados dezanove anos de repouso sôbre a última novidade literária de Herculano,— o II volume das “Cartas” — trago comovidamente um livro novo do mestre às sôfregas mãos do seu público, que se compõe de quantos em Portugal e Brasil sentem um inefável tremor ao violarem, com a faca embotada por tantas fôlhas estéreis, as…

  • Mulher Vestida de Branco de Wilkie Collins

    Mulher Vestida de Branco

    Wilkie Collins

    4,00 

    Após o seu inquietante encontro com uma mulher vestida de branco, o jovem professor Walter Hartright viaja para Cumberland para dar aulas de desenho às irmãs Laura e Marian. Mas os agradáveis dias em Limmeridge House terminam com a chegada do noivo de Laura e a reaparição da misteriosa mulher de branco com as suas perturbadoras advertências.

  • Flores Sem Frutos de Almeida Garrett

    Flores Sem Frutos

    Almeida Garrett

    3,50 

    Flores sem Fruto, publicado em 1835, é um conjunto de poemas líricos de Almeida Garrett que reflete a sua visão romântica do amor, da vida e da morte. A obra é dividida em quatro partes: Líricas: poemas que expressam a angústia existencial do poeta e a sua busca por um amor idealizado. Folhas Caídas: poemas…

  • Romanceiro de Almeida Garrett

    Romanceiro

    Almeida Garrett

    6,00 

    Romanceiro de Almeida Garrett.
    Círculo de Leitores. Lisboa. E.

    Compilação das lendas e romances portugueses de tradição oral ou escrita, produto do trabalho de recolha e de perscrutação da índole genuína da nossa literatura que Garrett teria iniciado ainda na década de 20, aquando do seu exílio em Inglaterra, sob a influência dos trabalhos de Scott, Percy, Lockart e Burger. A recolha reparte-se por três volumes: no primeiro incluem-se Adozinda e outros (Adozinda e Bernal Francês, publicados em Londres, em 1828, entre outros); no segundo e no terceiro estão reunidos os Romances cavalheirescos antigos. Na introdução ao primeiro volume, Garrett diz-se inspirado pelo desejo de dar a conhecer essa “outra literatura que era a verdadeira nacional, a popular, a vencida, a tiranizada por esses invasores gregos e romanos”. Oito anos depois, na introdução ao segundo volume, reforça a ideia da necessidade de “estudar as nossas primitivas fontes poéticas, os romances em verso e as legendas em prosa; as fábulas e crenças velhas, as costumeiras e as superstições antigas; […] o tom e o espírito verdadeiro português, esse é forçoso estudá-lo no grande livro nacional, que é o povo e as suas tradições, e as suas virtudes, e os seus vícios, e as suas crenças, e os seus erros.”

    📘Plastificado de origem

  • Mulheres Bonitas: As Faces da Beleza na Arte de Karin Sagner

    Mulheres Bonitas: As Faces da Beleza na Arte

    Karin Sagner

    10,00 

    Que mulheres são bonitas e quem decide o que é belo? Estas perguntas tão simples levaram gerações de filósofos, estetas e artistas à elaboração de grandes teorias sobre o ideal e a imitação, o belo e o sublime, a beleza natural ou artificial. Uma vista de olhos sobre os ideais de beleza do corpo feminino de épocas passadas chega porém para nos mostrar como as nossas representações são fugazes e mutáveis.
    Os capítulos e os quadros deste livro contam a história da beleza das mulheres, que começa com as medidas do corpo ideal na Antiguidade. Cada época interpretou este ideal à sua maneira: os quadros mostram o que os seus contemporâneos consideravam um corpo ou um rosto bonitos. As opiniões sobre a naturalidade ou a maquilhagem também foram mudando. Enquanto as camadas de pó eram obrigatórias na sociedade do século XVII, depois da Revolução Francesa deu-se o regresso a uma simplicidade que se manifestou numa maquilhagem despretensiosa, vestidos largos e singelos e penteados juvenis. A mudança verificou-se também tanto nos penteados como na preferência por determinadas cores de cabelo. E claro que aconteceu o mesmo no que diz respeito ao vestuário: crinolinas largas, vestidos pesados, corpetes, tecidos e acessórios. O último capítulo, que ilustra a lenta aproximação da água até à invenção da casa de banho privada, mostra como a moda influenciou a redescoberta do banho.

  • As Areias do Tempo de Sidney Sheldon

    Areias do Tempo, As

    Sidney Sheldon

    3,00 

    As Areias do Tempo de Sidney Sheldon.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1989, 311 págs. D.

    Espanha. Terra de paixões eternas, das paisagens infinitas… e de incessante derramamento de sangue.

    Que poderão ter em comum quatro freiras vindas de um dos mais restritivos conventos cistercienses e um grupo de terroristas bascos?

    Nada, aparentemente. Mas quando um impiedoso perseguidor comum os junta numa fuga desesperada, tudo pode acontecer…

    Uma história poderosa e sensual na ardente Espanha dos anos 70, povoada dos fantasmas da guerra civil, dos fantasmas dos ódios, dos fantasmas de Guernica…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Vinhos Cultura e Tradição de José A. Salvador

    Portugal Vinhos Cultura e Tradição

    José A. Salvador

    10,00 

    “Neste volume de Portugal, Vinhos — Cultura e Tradição vamos descobrir um território marcado culturalmente pelos fenícios, pela romanização e mais tarde pela presença árabe desde os Castelos de Palmela, Sesimbra e Álcacer do Sal, na península de Setúbal, até Mértola no Baixo Alentejo. (…) No plano da produção de vinho, para além dos lagares de granito onde provavelmente se fabricava também o azeite, a sul do rio Tejo ainda hoje se utilizam as ânforas de barro para a fermentação do mosto, nomeadamente em Vila de Frades, na Vidigueira. (…) Neste tomo damos particular relevância à influência romana no nosso processo civilizacional, sobretudo no Alentejo (…) Acompanhamos as rotas do pão, do azeite e do vinho que remonta à época romana, desde a cidade de Ammaia, no Marvão, à villa de São Cucufate, na Vidigueira. Eugénio de Andrade e Fialho de Almeida desvendam-nos o seu Alentejo, onde os monges da Caruxa se instalaram, em Évora, e Soror Mariana Alcoforado escreveu as suas cartas no Convento da Conceição, em Beja.”