• Antinomia de Lucindo Ribeiro Cardoso

    Antinomia

    Lucindo Ribeiro Cardoso

    6,00 

    Antinomia de Lucindo Ribeiro Cardoso
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1983, 319 págs. E.

    Encerrado numa cela do forte–prisão de Caxias, um homem enfrenta a angústia e o desespero. Na sua mente, submersa por uma imparável torrente de imagens contraditórias, entrecruzam-se, sem cessar, personagens, desejos, ideais, vozes, experiências, conflitos, sentimentos.

    Nesse seu fabuloso universo interior poderosa síntese de real e imaginário, opondo-se à deprimente rotina do cárcere, ele destrói toda a espécie de convenções e preconceitos hipócritas, reencontrando, afinal, um sublime espaço de liberdade, um refúgio permanente contra a sinistra teia de repressão e prepotência que o cerca, impiedosamente, dia após dia…

    O relato de uma alucinante descida aos infernos. Um romance diferente.

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  • Júlio Dinis de João Gaspar Simões

    Júlio Dinis

    João Gaspar Simões

    5,00 

    Júlio Dinis de João Gaspar Simões
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1979, 165 págs. E. Il.

    Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim G. G. Coelho, foi um escritor português do século XIX, médico de formação, cuja obra marca a transição do Romantismo para o Realismo. Destacou-se por retratar a vida burguesa e rural com simplicidade, otimismo e sentido social.

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  • Nietzche de Christope Baroni

    Nietzche

    Christope Baroni

    5,00 

    Nietzche de Christope Baroni
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1977, 176 págs. E.

    Friedrich Nietzsche foi um filósofo alemão do século XIX que criticou profundamente a cultura e a moral ocidentais. Defendeu que o declínio do Ocidente resulta da perda de vitalidade e da imposição de valores ilusórios, como a moral cristã, que enfraquecem o indivíduo.

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  • Ulisses de James Joyce

    Ulisses

    James Joyce

    7,50 

    Ulisses de James Joyce
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1983, 550 págs. E.

    Obra-prima de Joyce, o melhor romance do século xx para muitos amantes de literatura, Ulisses revolucionou a escrita de ficção e tornou-se um dos mais idolatrados livros do século passado. Escrito entre 1914 e 1921, viajando de Trieste a Zurique e até Paris, foi na capital francesa que, depois de vários contratempos, o longo manuscrito de James Joyce conheceu a primeira edição, em fevereiro de 1922, precisamente no aniversário do autor. Como todas as obras-primas, alguns receberam-no mal no seu tempo: foi recusado por Virginia Woolf para publicação na sua editora – «aquelas páginas tresandavam a indecência» –, referido como «a coisa mais porca que alguém já escreveu», por D. H. Lawrence, proibido por muitos anos nos EUA. Hoje, Joyce é um autor consagrado, provavelmente o maior da literatura irlandesa, celebrando-se anualmente, a 16 de junho, o Bloomsday, em que se situa a ação do romance. Bebendo a sua inspiração da Odisseia de Homero, Ulisses regista um só dia na vida de Leopold Bloom, narrado com um lirismo e uma vulgaridade de esplêndidos extremos. No centenário da sua publicação, uma leitura obrigatória.

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  • Senhor Embaixador de Erico Veríssimo

    Senhor Embaixador

    Erico Veríssimo

    7,00 

    Senhor Embaixador de Erico Veríssimo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 350 págs. E.

    Na pequena ilha de Sacramento, república imaginária no Caribe, explode uma revolução. Don Gabriel Heliodoro Alvarado, embaixador em Washington e compadre do tirano, volta ao país natal para defender seu amigo contra as forças rebeldes. Mas os guerrilheiros comunistas triunfam e prendem o Senhor Embaixador, figura que é a expressão do típico caudilho. Primeiro livro de Erico Verissimo após a consagrada trilogia O tempo e o vento, o romance O senhor embaixador é um retrato crítico e mordaz dos problemas políticos que assolam a América Latina. Concebido sob o impacto da Revolução Cubana e publicado um ano após o golpe de 1964, o livro foi um marco da resistência do escritor gaúcho. Segundo palavras do autor, esta obra “me oferecia a oportunidade de estudar a estrutura política, económica e social dessas republiquetas da América Central e do Sul e suas relações com o irmão maior e mais rico, os Estados Unidos. O romance se prestaria também para mexer com um problema que sempre me preocupou: a participação do intelectual na política militante e, mais especificamente, numa revolução de caráter violento”. Mas, além de um protesto contra revoluções sórdidas e insensatas, esta obra é também, essencialmente, um estudo da natureza humana, do homem como um ser em permanente estado de tensão.

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  • Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá de Alain Peyrefitte

    Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá

    Alain Peyrefitte

    6,00 

    Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá de Alain Peyrefitte
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1975, 655 págs. E. Il.

    Há quase 200 anos, em 1816, Napoleão Bonaparte afirmou que a China não estava condenada à decadência. “Quando a China acordar, o mundo tremera”, disse.

    Muitos anos depois, em 1973, o escritor francês Alain Peyrehitte recuperou a frase de Napoleão para título de um livro célebre, onde profetizava que os chineses, por serem tantos, acabariam inevitavelmente por dominar o mundo.

    O autor, Alain Peyrefitte, nascido a 26 de Agosto de 1925 em Paris, morreu a 27 de Novembro de 1999 vítima de cancro. Pensador, político, diplomata, ensaísta e escritor, exerceu vários cargos públicos, tendo sido Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro da Cultura de França. Foi autor de inúmeros livros, destacando-se “A Sociedade da Confiança”, lançado originalmente em 1995. Foi agraciado com a Legião de Honra francesa, Comendador das Palmas Académicas, Comendador das Artes e Letras e com a Grã-Cruz de ordens de diversas nações.

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  • Por Quem os Sinos Dobram de Ernest Hemingway

    Por Quem os Sinos Dobram

    Ernest Hemingway

    7,50 

    Por Quem os Sinos Dobram de Ernest Hemingway
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1981, 408 págs. E.

    Em 1937 Ernest Hemingway viajou para Madrid, com o intuito de aí realizar algumas reportagens sobre a resistência do governo legítimo de Espanha ao avanço dos revoltosos fascistas. Três anos mais tarde, concluiria a elaboração de um dos mais famosos romances sobre a Guerra Civil de Espanha, Por Quem os Sinos Dobram.

    A história de Robert Jordan, um jovem americano das Brigadas Internacionais, membro de uma unidade guerrilheira que combate algures numa zona montanhosa, é um relato de coragem e lealdade, de amor e derrota, que acabou por constituir um dos mais belos romances de guerra do século XX.

    «Se a função de um escritor é revelar a realidade», escreveria o editor Maxwell Perkins em carta dirigida a Hemingway após ter concluído a leitura do seu manuscrito, «nunca ninguém o fez melhor do que você.»

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  • Filhos e Amantes de D. H. Lawrence

    Filhos e Amantes

    D. H. Lawrence

    7,00 

    Filhos e Amantes de D. H. Lawrence
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 364 págs. E.

    Filhos e Amantes é considerado o primeiro retrato moderno de um fenómeno que, graças a Freud, passou a ser facilmente reconhecido como Complexo de Édipo. Nunca um filho tinha tido um amor tão absoluto e incondicional pela sua mãe, identificando-se totalmente com ela na forma de pensar, e ao mesmo tempo um ódio tão grande pelo seu pai como Paul Morel, o protagonista mais novo deste romance. Nunca excepto, talvez, o próprio Lawrence. Revestido de um carácter autobiográfico, e dotado de uma profundidade psicológica nunca antes vista, Filhos e Amantes reproduz as divergências, os conflitos e as crises conjugais por que passaram os pais de Lawrence – um mineiro e uma mulher de grandes ambições -, retratando uma família que sofre os efeitos de um casamento disfuncional, e as consequentes repercussões no crescimento e desenvolvimento dos filhos.

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  • Eu na Rússia e na China de Curzio Malaparte

    Eu na Rússia e na China

    Curzio Malaparte

    5,00 

    Eu na Rússia e na China de Curzio Malaparte
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 211 págs. E.

    Um testemunho singular sobre as experiências de Malaparte na Rússia e na China, retratando realidades políticas e sociais de duas culturas distintas durante um período de grandes transformações. A obra oferece uma visão crítica sobre a vida sob regimes totalitários e a busca pela identidade.

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  • Diário de Che Guevara

    Diário

    Che Guevara

    6,00 

    Diário de Che Guevara
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 193 págs. E.

    O “Diário de Che Guevara” relata os últimos dias de Ernesto “Che” Guevara na Bolívia, entre 7 de novembro de 1966 e outubro de 1967. Documenta a tentativa de expansão da guerrilha na América Latina, descrevendo marchas, combate e o quotidiano na selva. A obra, contendo reflexões íntimas, termina pouco antes da sua execução.

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  • Corpos e Almas de Maxence VanMeersen

    Corpos e Almas

    Maxence VanMeersen

    7,00 

    Corpos e Almas de Maxence VanMeersen
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1981, 410 págs. E.

    Como em todas as suas obras, o autor apresenta igualmente no romance Corpos e Almas um autêntico documento social, em que faz ressaltar a sua natureza de evangelizador, sempre em guerra aberta contra os preconceitos, os erros e a ignorância que, tantas vezes, maculam a sociedade.

    O alvo visado neste livro foram os maus serviços prestados pela medicina estatal francesa da época e esse alvo foi tão certeiramente atingido que Corpos e Almas levantou uma autêntica tempestade de recriminações junto da classe profissional cuja eficiência fora posta em causa.

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  • Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século de Pierre Kalfon

    Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século

    Pierre Kalfon

    8,00 

    Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século de Pierre Kalfon
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 570 págs. E. Il.

    Graças a dezenas de testemunhos directos e à análise rigorosa de fontes inéditas, Pierre Kalfon conseguiu produzir uma biografia que já se impôs como obra de referência indispensável, para quem quiser conhecer de facto um dos protagonistas políticos mais generosos do século XX. E, talvez, o mais amado: Che Guevara

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  • A Palavras a Propósito de Palavras de José Pedro Machado

    Palavras a Propósito de Palavras, A

    José Pedro Machado

    7,00 

    A Palavras a Propósito de Palavras: Notas Lexicais de José Pedro Machado.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1998, 261 págs. E.

    Uma obra de 310 páginas que reúne um conjunto de notas etimológicas e lexicais sobre a língua portuguesa, fruto da vasta investigação do autor.

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  • Machado Vs McShade de Mafalda Lopes da Costa

    Machado Vs McShade

    Mafalda Lopes da Costa

    5,00 

    Machado Vs McShade de Mafalda Lopes da Costa
    Fundação Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 128 págs. B. Il.
    Revista LER, nº 66, Primavera 2005

    Dennis McShade e Dinis Machado confessam-se, de modo relutante, revelando finalmente o percurso codificado, as referências iniciáticas e o imaginário que se escondem na intriga falsamente primária dos três livros policiais míticos que publicaram em Portugal entre 1967 e 1968.

    📌 Carimbo de Biblioteca.

  • O Livro de Profecias do Milénio de John Hogue

    Livro de Profecias do Milénio, O

    John Hogue

    6,00 

    O Livro de Profecias do Milénio de John Hogue
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1999, 344 págs. E.

    John Hogue é um dos mais conhecidos especialistas mundiais em profecias e estudos sobre o futuro. Nesta obra monumental, publicada pelo Círculo de Leitores, Hogue reúne 777 visões e predições de 93 profetas, videntes e visionários de diferentes épocas e tradições. O livro inclui as profecias de Nostradamus, Edgar Cayce, Gurdjieff, Tamo-san, Madame Blavatsky, profetas do Velho e Novo Testamento, entre muitos outros. Organizado de forma sistemática, o livro permite ao leitor comparar as diferentes visões sobre o futuro da humanidade e explorar os temas recorrentes nas tradições proféticas. É uma obra fascinante para quem se interessa por esoterismo, história das religiões e pelo mistério do futuro.

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  • Nietzsche de António Marques

    Nietzsche

    António Marques

    7,00 

    Nietzsche – Os vinte anos fundamentais a partir das suas cartas xx de António Marques
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1996, 136 págs. B.

    Esta obra pretendeu dar a conhecer melhor o Nietzsche nos 20 anos que mediaram entre 1869, altura em que aos 24 anos foi nomeado para a cadeira de Filologia Clássica na Universidade de Basileia, sendo a pessoa mais jovem a ter alcançado esta posição e 1889, altura em que sofreu um colapso e uma perda completa das suas faculdades mentais. O autor António Marques, Professor Catedrático do Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com diversas obras publicadas no âmbito da Filosofia em Portugal e no Estrangeiro, analisou estes 20 anos decisivos na vida de Nietzsche através de algumas das suas cartas, não porque apresentem melhor o homem do que a sua obra filosófica, mas porque “marcam melhor o ritmo das mudanças do espírito, da intensidade dos envolvimentos com aquelas personagens que entram e abandonam a cena em que ele foi evoluindo,” (tirado da página 5) – deu a conhecer material das cartas do Nietzsche a que o leitor teria dificuldade em aceder

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