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  • António Silva de Joaquim Vieira

    António Silva

    Joaquim Vieira

    7,50 

    António Silva de Joaquim Vieira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 199 págs. E. Il.

    António Maria da Silva (1886–1971), conhecido como António Silva, foi um dos mais populares atores portugueses do século XX, com mais de 50 anos de carreira em teatro e cinema. Destacou‑se especialmente nas comédias da “era de ouro” do cinema português, em filmes como “A Canção de Lisboa”, “O Pátio das Cantigas”, “O Costa do Castelo” e “As Pupilas do Senhor Reitor”, criando tipos lisboetas inesquecíveis que marcaram várias gerações

    📘 Plastificado de origem

  • Anarquistas, Graça a Deus de Zélia Gatai

    Anarquistas, Graça a Deus

    Zélia Gatai

    6,00 

    Anarquistas, Graça a Deus de Zélia Gatai
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1983, 298 págs. E.

    Publicado em 1979, Anarquistas, Graças a Deus é a estreia de Zélia Gattai. A autora narra a história da sua família de imigrantes italianos e a infância em São Paulo, cruzando memória e imaginação. Influenciada por Jorge Amado, afirma-se como memorialista, valorizando a experiência vivida. A obra destaca-se pelo registo afectivo e pelo olhar atento sobre um Brasil em transformação.

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  • Adeus Princesa de Clara Pinto Correia

    Adeus Princesa

    Clara Pinto Correia

    6,00 

    Adeus Princesa de Clara Pinto Correia
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 235 págs. E.

    Numa vila alentejana uma rapariga do liceu, Mitó, é a principal suspeita da morte do seu namorado, um alemão da Base Aérea de Beja. Um jornalista e um fotógrafo de um jornal de Lisboa tentam, localmente, recolher informações, testemunhos e elementos sobre um caso que está longe de ser simples. Na verdade, cada um tem uma versão muito pessoal dos factos e os diversos pontos de vista revelam-se contraditórios. Os dois jornalistas acabam por ir inesperadamente ao encontro de uma história de amor e morte no coração do Alentejo. E se tudo isto parece estranhamente familiar e moderno, é porque o drama terrível que, em 1985, dizia estritamente respeito ao Alentejo se apoderou hoje do país inteiro.

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  • 485224 de Horácio Tavares de Carvalho

    485224

    Horácio Tavares de Carvalho

    6,00 

    485224 de Horácio Tavares de Carvalho
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1984, 289 págs. E.

    Veneza, final dos anos 80. No Palazzo Lorendan uma reunião internacional que termina. Chove, o nevoeiro é cerrado e falta uma semana para o Natal. Tudo parece estar na mesma, o Quadri com a sua orquestra, a trattoria do Angelo, os pombos da Praça de São Marcos, as montras com os cristais de Murano. Só ele mudou. O mau tempo desvia o voo para Pedras Rubras. E até 26 de Dezembro será o regresso às origens, à casa velha da infância, será o historiar da sua ascensão até ministro, o evocar das anteriores viagens a Veneza, as mulheres que essa cidade lhe lembra (… nem todas as mulheres merecem visitar terras como Veneza.): a Inês, a Leonor, a Alexandra, a francesinha morena com a 4L.

     

    Essa secreta peregrinação às paixões, aos sonhos e às aventuras de outrora, vai conduzi-lo a uma descoberta singular: ele aceitara sempre o desafio de viver intensamente cada dia… Mas era tempo de mudar e começar de novo.

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  • Antinomia de Lucindo Ribeiro Cardoso

    Antinomia

    Lucindo Ribeiro Cardoso

    6,00 

    Antinomia de Lucindo Ribeiro Cardoso
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1983, 319 págs. E.

    Encerrado numa cela do forte–prisão de Caxias, um homem enfrenta a angústia e o desespero. Na sua mente, submersa por uma imparável torrente de imagens contraditórias, entrecruzam-se, sem cessar, personagens, desejos, ideais, vozes, experiências, conflitos, sentimentos.

    Nesse seu fabuloso universo interior poderosa síntese de real e imaginário, opondo-se à deprimente rotina do cárcere, ele destrói toda a espécie de convenções e preconceitos hipócritas, reencontrando, afinal, um sublime espaço de liberdade, um refúgio permanente contra a sinistra teia de repressão e prepotência que o cerca, impiedosamente, dia após dia…

    O relato de uma alucinante descida aos infernos. Um romance diferente.

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  • Júlio Dinis de João Gaspar Simões

    Júlio Dinis

    João Gaspar Simões

    5,00 

    Júlio Dinis de João Gaspar Simões
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1979, 165 págs. E. Il.

    Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim G. G. Coelho, foi um escritor português do século XIX, médico de formação, cuja obra marca a transição do Romantismo para o Realismo. Destacou-se por retratar a vida burguesa e rural com simplicidade, otimismo e sentido social.

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  • Nietzche de Christope Baroni

    Nietzche

    Christope Baroni

    5,00 

    Nietzche de Christope Baroni
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1977, 176 págs. E.

    Friedrich Nietzsche foi um filósofo alemão do século XIX que criticou profundamente a cultura e a moral ocidentais. Defendeu que o declínio do Ocidente resulta da perda de vitalidade e da imposição de valores ilusórios, como a moral cristã, que enfraquecem o indivíduo.

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  • Ulisses de James Joyce

    Ulisses

    James Joyce

    7,50 

    Ulisses de James Joyce
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1983, 550 págs. E.

    Obra-prima de Joyce, o melhor romance do século xx para muitos amantes de literatura, Ulisses revolucionou a escrita de ficção e tornou-se um dos mais idolatrados livros do século passado. Escrito entre 1914 e 1921, viajando de Trieste a Zurique e até Paris, foi na capital francesa que, depois de vários contratempos, o longo manuscrito de James Joyce conheceu a primeira edição, em fevereiro de 1922, precisamente no aniversário do autor. Como todas as obras-primas, alguns receberam-no mal no seu tempo: foi recusado por Virginia Woolf para publicação na sua editora – «aquelas páginas tresandavam a indecência» –, referido como «a coisa mais porca que alguém já escreveu», por D. H. Lawrence, proibido por muitos anos nos EUA. Hoje, Joyce é um autor consagrado, provavelmente o maior da literatura irlandesa, celebrando-se anualmente, a 16 de junho, o Bloomsday, em que se situa a ação do romance. Bebendo a sua inspiração da Odisseia de Homero, Ulisses regista um só dia na vida de Leopold Bloom, narrado com um lirismo e uma vulgaridade de esplêndidos extremos. No centenário da sua publicação, uma leitura obrigatória.

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  • Senhor Embaixador de Erico Veríssimo

    Senhor Embaixador

    Erico Veríssimo

    7,00 

    Senhor Embaixador de Erico Veríssimo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 350 págs. E.

    Na pequena ilha de Sacramento, república imaginária no Caribe, explode uma revolução. Don Gabriel Heliodoro Alvarado, embaixador em Washington e compadre do tirano, volta ao país natal para defender seu amigo contra as forças rebeldes. Mas os guerrilheiros comunistas triunfam e prendem o Senhor Embaixador, figura que é a expressão do típico caudilho. Primeiro livro de Erico Verissimo após a consagrada trilogia O tempo e o vento, o romance O senhor embaixador é um retrato crítico e mordaz dos problemas políticos que assolam a América Latina. Concebido sob o impacto da Revolução Cubana e publicado um ano após o golpe de 1964, o livro foi um marco da resistência do escritor gaúcho. Segundo palavras do autor, esta obra “me oferecia a oportunidade de estudar a estrutura política, económica e social dessas republiquetas da América Central e do Sul e suas relações com o irmão maior e mais rico, os Estados Unidos. O romance se prestaria também para mexer com um problema que sempre me preocupou: a participação do intelectual na política militante e, mais especificamente, numa revolução de caráter violento”. Mas, além de um protesto contra revoluções sórdidas e insensatas, esta obra é também, essencialmente, um estudo da natureza humana, do homem como um ser em permanente estado de tensão.

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  • Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá de Alain Peyrefitte

    Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá

    Alain Peyrefitte

    6,00 

    Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá de Alain Peyrefitte
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1975, 655 págs. E. Il.

    Há quase 200 anos, em 1816, Napoleão Bonaparte afirmou que a China não estava condenada à decadência. “Quando a China acordar, o mundo tremera”, disse.

    Muitos anos depois, em 1973, o escritor francês Alain Peyrehitte recuperou a frase de Napoleão para título de um livro célebre, onde profetizava que os chineses, por serem tantos, acabariam inevitavelmente por dominar o mundo.

    O autor, Alain Peyrefitte, nascido a 26 de Agosto de 1925 em Paris, morreu a 27 de Novembro de 1999 vítima de cancro. Pensador, político, diplomata, ensaísta e escritor, exerceu vários cargos públicos, tendo sido Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro da Cultura de França. Foi autor de inúmeros livros, destacando-se “A Sociedade da Confiança”, lançado originalmente em 1995. Foi agraciado com a Legião de Honra francesa, Comendador das Palmas Académicas, Comendador das Artes e Letras e com a Grã-Cruz de ordens de diversas nações.

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  • Por Quem os Sinos Dobram de Ernest Hemingway

    Por Quem os Sinos Dobram

    Ernest Hemingway

    7,50 

    Por Quem os Sinos Dobram de Ernest Hemingway
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1981, 408 págs. E.

    Em 1937 Ernest Hemingway viajou para Madrid, com o intuito de aí realizar algumas reportagens sobre a resistência do governo legítimo de Espanha ao avanço dos revoltosos fascistas. Três anos mais tarde, concluiria a elaboração de um dos mais famosos romances sobre a Guerra Civil de Espanha, Por Quem os Sinos Dobram.

    A história de Robert Jordan, um jovem americano das Brigadas Internacionais, membro de uma unidade guerrilheira que combate algures numa zona montanhosa, é um relato de coragem e lealdade, de amor e derrota, que acabou por constituir um dos mais belos romances de guerra do século XX.

    «Se a função de um escritor é revelar a realidade», escreveria o editor Maxwell Perkins em carta dirigida a Hemingway após ter concluído a leitura do seu manuscrito, «nunca ninguém o fez melhor do que você.»

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  • Filhos e Amantes de D. H. Lawrence

    Filhos e Amantes

    D. H. Lawrence

    7,00 

    Filhos e Amantes de D. H. Lawrence
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 364 págs. E.

    Filhos e Amantes é considerado o primeiro retrato moderno de um fenómeno que, graças a Freud, passou a ser facilmente reconhecido como Complexo de Édipo. Nunca um filho tinha tido um amor tão absoluto e incondicional pela sua mãe, identificando-se totalmente com ela na forma de pensar, e ao mesmo tempo um ódio tão grande pelo seu pai como Paul Morel, o protagonista mais novo deste romance. Nunca excepto, talvez, o próprio Lawrence. Revestido de um carácter autobiográfico, e dotado de uma profundidade psicológica nunca antes vista, Filhos e Amantes reproduz as divergências, os conflitos e as crises conjugais por que passaram os pais de Lawrence – um mineiro e uma mulher de grandes ambições -, retratando uma família que sofre os efeitos de um casamento disfuncional, e as consequentes repercussões no crescimento e desenvolvimento dos filhos.

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  • Eu na Rússia e na China

    Eu na Rússia e na China

    Curzio Malaparte

    5,00 

    Eu na Rússia e na China de Curzio Malaparte
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 211 págs. E.

    Um testemunho singular sobre as experiências de Malaparte na Rússia e na China, retratando realidades políticas e sociais de duas culturas distintas durante um período de grandes transformações. A obra oferece uma visão crítica sobre a vida sob regimes totalitários e a busca pela identidade.

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  • Diário

    Diário

    Che Guevara

    6,00 

    Diário de Che Guevara
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 193 págs. E.

    O “Diário de Che Guevara” relata os últimos dias de Ernesto “Che” Guevara na Bolívia, entre 7 de novembro de 1966 e outubro de 1967. Documenta a tentativa de expansão da guerrilha na América Latina, descrevendo marchas, combate e o quotidiano na selva. A obra, contendo reflexões íntimas, termina pouco antes da sua execução.

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  • Corpos e Almas

    Corpos e Almas

    Maxence VanMeersen

    7,00 

    Corpos e Almas de Maxence VanMeersen
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1981, 410 págs. E.

    Como em todas as suas obras, o autor apresenta igualmente no romance Corpos e Almas um autêntico documento social, em que faz ressaltar a sua natureza de evangelizador, sempre em guerra aberta contra os preconceitos, os erros e a ignorância que, tantas vezes, maculam a sociedade.

    O alvo visado neste livro foram os maus serviços prestados pela medicina estatal francesa da época e esse alvo foi tão certeiramente atingido que Corpos e Almas levantou uma autêntica tempestade de recriminações junto da classe profissional cuja eficiência fora posta em causa.

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  • Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século de Pierre Kalfon

    Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século

    Pierre Kalfon

    8,00 

    Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século de Pierre Kalfon
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 570 págs. E. Il.

    Graças a dezenas de testemunhos directos e à análise rigorosa de fontes inéditas, Pierre Kalfon conseguiu produzir uma biografia que já se impôs como obra de referência indispensável, para quem quiser conhecer de facto um dos protagonistas políticos mais generosos do século XX. E, talvez, o mais amado: Che Guevara

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