• The Pin-Up: A Modest History

    The Pin-Up: A Modest History

    Mark Gabor

    20,00 

    The long-awaited reprint of this classic New York Times bestseller. The Pin-up: A Modest History is the original, definitive history of seductive poses, revealing all from the 15th Century to today.

  • Preço duma Criança: de Marie-France Botte

    Preço duma Criança

    Marie-France Botte

    6,00 

    Preço duma Criança: 4 Anos de Inferno da Prostituoção Infantil em Banguecoque de Marie-France Botte.
    Terramar Editores. Lisboa, 1998, 232 págs. B.

    Não queria contar em pormenor o que vi e o que vivi durante estes longos anos na Tailândia. Reviver, dia após dia, página a página, este mergulho na noite de Banguecoque a angústia e as feridas das crianças, a brutalidade dos proxenetas, o cinismo calmo dos pedófilos, as ameaças da máfia chinesa… O horror, a violência e o medo. Não, não queria viver de novo esta descida aos infernos. Escrevi este livro por não conseguir esquecer o olhar de Lao, de Sonta e de Patchara três meninas, três crianças entre tantas outras, raptadas, sequestradas, espancadas e violadas nos bordéis de Banguecoque.

    📝 Assinatura de posse.

  • Geração Sanduíche de H. Michael Zal

    Geração Sanduíche

    H. Michael Zal

    3,50 

    Estão entre dois fogos». São «a geração sanduíche. Provavel mente, estas são as expressões que melhor definem a idade madu ra. O homem e a mulher de meia-idade encontram-se enredados nos seus conflitos interiores. Perdida está a ilusão de que ainda po dem fazer tudo na vida e que viverão eternamente. Estão a atra vessar as mudanças físicas e psicológicas próprias do envelhecimen to e nem sempre lhes agrada aquilo em que se estão a tornar. Toda a vida trabalharam duramente. Estão desejosos de terem um pou co de tempo para si. Contudo, é com algum desalento que se vêem verdadeiramente «ensanduichados pelas necessidades e proble mas, quer dos filhos em crescimento, adolescentes ou jovens adul tos à procura de independència, quer dos seus pais, à medida que estes, ao invés, se vão tornando mais dependentes. As pessoas de meia-idade sentem-se igualmente pressionadas porque tentam, ao mesmo tempo, estar disponíveis para o companheiro e dar resposta às exigências da profissão. E, à medida que se envolvem numa luta corpo a corpo com estas realidades, frequentemente se questionam acerca do sentido da vida.

  • Nunca Cases com Uma Mulher Com Pés Grandes de Mineke Schipper

    Nunca Cases com Uma Mulher Com Pés Grandes

    Mineke Schipper

    10,00 

    Em todas as culturas, as questões relativas ao sexo e ao género foram expressas em provérbios, uma das mais curtas formas literárias. Este livro apresenta um estudo surpreendente e divertido sobre as semelhanças (até mais do que diferenças!) entre milhares de provérbios sobre a mulher, a sua condi-ção e as suas vivências, provenientes de centenas de línguas e mais de 150 países.

  • Por uma Sociedade Decente de Eduardo Paz Ferreira

    Por uma Sociedade Decente

    Eduardo Paz Ferreira

    7,00 

    «Este é um livro de um cidadão profundamente atento e empenhado, que recorreao Direito, à Economia, à História e à Ciência Política, mas também ao cinema, àmúsica, à publicidade e ao discurso mediático, para nos convidar a pensar sobreo mundo em que vivemos.» – Ricardo Paes Mamede

  • O Relógio da História de Geoffrey TreaseO Relógio da História de Geoffrey Trease

    Relógio da História, O

    Geoffrey Trease

    6,00 

    Você não costuma ficar aborrecido quando ouve as pessoas mais velhas a lamentarem-se continuamente de que «os tempos mudaram»? Ouve-as então dizer que «antes as coisas eras baratas» ou que «naquele tempo é que as coisas eram bem feitas», ou até os jovens dantes sabiam como comportar-se». Talvez você tenha ouvido tantas vezes estas observações…

  • Hora di Bai de Margarida Fernandes

    Hora di Bai

    Margarida Fernandes

    7,50 

    “A autora propõe-se estudar, do ponto de vista antropológico, a relação dos cabo-verdianos com a morte, servindo-se, embora não exclusivamente, do que a esse propósito a literatura cabo-verdiana registou. Completou a informação colhida nestes termos com a que pôde recolher através de entrevistas não estruturadas. Este facto, só por si, denota que a principal preocupação…

  • Amantes os Bons os Maus e os Outros, Os

    Amantes os Bons os Maus e os Outros, Os

    Shere Hite

    7,50 

    Os Amantes, os Bons, os Maus e os Outros de Shere Hite e Kate Colleran.
    Bertrand Editora. Venda Nova, 1992, 303 págs. B.

    Que se passa com os novos relacionamentos amorosos? Tudo está a mudar e como?

    Padrões que você conhece e aprecia, mensagens duplas dos homens, homens que agem como astros, comentários maldosos, sabotagem, mudança do contrato emocional, violência emocional – e depois a nova sexualidade, o flirt e o poder, as discussões, o medo de outras mulheres, a insegurança, a solidariedade, a falha, a recuperação.

    O mundo das relações homem/mulher nas suas transformações permanentes e o que, do lado de cada mulher, pode ser inventariado e melhorado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Será o Casamento Necessário de Lawrence Casler

    Será o Casamento Necessário

    Lawrence Casler

    6,00 

    Casamento? Para quê, até, preocuparmo-nos? Esta é a resposta de milhões de homens e mulheres da América que vivem ou juntos sem ser casados ou sozinhos. Depois de toda a polémica acerca de casamento aberto, casamento fechado, casamento de grupo, e de seja o que fôr, temos inevitavelmente que fazer a pergunta óbvia: o casamento,…

  • Vida Quotidiana ao Tempo do Terramoto

    Vida Quotidiana ao Tempo do Terramoto

    Suzanne Chantal

    7,50 

    Vida Quotidiana em Portugal ao Tempo do Terramoto de Suzanne Chantal.
    Livros do Brasil. Lisboa, 2005, 301 págs. B.

    No dia 1 de Novembro de 1755, por uma bela manhã de Sol, quando os sinos tocavam para a missa, Lisboa foi sacudida por um violento terramoto. A catástrofe emocionou o Mundo e despertou o País do sonho das suas grandezas: o comércio na mão dos ingleses, os ofícios abandonados, as terras em pousio. Neste panorama sombrio ergue-se a figura de Pombal. A vida organiza-se nas ruínas e o ministro de D. José decide dar-lhe novas bases: libertar Portugal da tutela do estrangeiro, de uma nobreza decadente e de um clero todo-poderoso. O quotidiano permanecia, porém, marcado pela sensualidade, pelas superstições e pelo culto do segredo, sendo uma fonte de admirações para os viajantes. Festas galantes alternavam com intrigas tenebrosas e processos cujas proporções trágicas chocavam as consciências. Contudo, a vida quotidiana seguia um ritmo amável e cerimonioso, despreocupado, contraditório: a maior frugalidade aliava-se a uma gulodice refinada, o fausto adaptava-se também ao desconforto, e a dignidade continuava viva, tanto no coração do nobre como no do plebeu. Quadro colorido e aliciante, esta obra vem descrever, com inteligência, sensibilidade e simpatia o dia-a-dia dos homens de todas as classes e condições, num dos períodos mais fecundos da história portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sou Assim Porque Quero: Um Guia Essencial de Etiqueta, Rituais e Costumes da Elite Moderna de Daisy Waugh

    Sou Assim Porque Quero

    Daisy Waugh

    6,00 

    Jo Smiley é terrivelmente In. Tem um emprego montes de fabuloso, uns amigos giríssimos e montes de bem, e tem entrada nos clubes mais fantásticos e na moda de Londres. Ed é produtor de televisão, famoso pelos seus documentários enérgicos e importantes. É igualmente um mentiroso, um vigarista e um impostor. Por outras palavras, é…

  • Cidadania Nacionais e Cidadania Europeia

    Cidadania Nacionais e Cidadania Europeia

    François Parisot

    6,00 

    Cidadania Nacionais e Cidadania Europeia de François Paristo.
    Didáctica Editora. Porto, 2001, 401 págs. B.

    Enquanto que os países europeus, após séculos de confrontos, são levados cada vez mais a partilhar um destino comum, torna-se necessário favorecer este conhecimento recíproco, comungando a reflexão com os nossos parceiros, através da experiènicia das nossas cidadanias, das ideias que as fizeram nascer e dos valores que lhes servem de fundamento. Tendo em conta a falta de compreensão pela utilidade da construção europeia. é necessário fixarmo-nos no significado deste projecto e definir os valores e as necessidades que levam a alargar o espaço do cidadão para além das fronteiras nacionais sem todavia as renegar; é útil reflectir sobre o lugar que a Europa poderia manter no mundo se os seus diversos elementos quisessem de facto admitir que, embora respeitando as diferenças, cada um poderia ser <<mais>> num conjunto europeu coerente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Mundo Em Que Vivemos de H. Van Loon

    Mundo Em Que Vivemos, O

    H. Van Loon

    7,50 

    O Mundo Em Que Vivemos: Geografia Gráfica da Humanidade de  H. Van Loon.
    Livraria do Globo. Brasil, 1959, 503 págs. E.

    Há dez anos atrás você me mandou uma carta. Hoje vai receber a resposta. E, citando o original, foi isto que me escreveu:

    Sim, mas e como será no que diz respeito a geografia? Não. eu não desejo pura e simplesmente uma nova geografia. Quero, sim. uma geografia para mim mesmo, uma geografia que me conte aquilo que desejo conhecer e deixe de lado todas as outras cousas e quero que a escreva para mim. Na escola tomava o assunto demasiado ao sério, Aprendi tudo que concernia aos diferentes países e seus respectivos limites; tudo que se referia às cidades e a quantos habitantes havia nelas, os nomes de todas as montanhas e as suas altitudes e até mesmo a quantidade de carvão que era exportada anualmente. Entretanto. aprender todas essas cousas e esquecê-las foi obra de um momento. E’ que elas careciam de conexão. Estavam como que num montão desordenado de recordações mal digeridas, tal qual como num museu excessivamente cheio de quadros ou se assemelhavam a um concerto que houvesse demorado muito.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Última Crise do Petróleo

    Última Crise do Petróleo

    David Strahan

    7,50 

    Última Crise do Petróleo de David Strahan.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 2008, 350 págs. B.

    Por cada barril de petróleo produzido, consumimos três.

    A produção de petróleo encontra-se em queda em 60 países. Provavelmente, durante a próxima década, a produção global de petróleo entrará em colapso — permanente.

    Este pode muito bem ser o livro mais importante dos próximos cinquenta anos. Isto assumindo que a Humanidade consegue sobreviver tanto tempo. Drenando o fluxo vital da civilização industrial, o declínio terminal da produção de petróleo e de gás natural será responsável por uma crise mil vezes pior do que o terrorismo e tão urgente como as alterações climáticas. Os líderes mundiais sabem-no. Então, porque não somos informados? A Última Crise do Petróleo – O Manual de Sobrevivência para a Extinção Iminente do Homem do Petróleo é o segredo que se esconde por detrás das crises no Iraque e no Irão, o motivo por que a nossa conta do gás não pára de aumentar, a base das negociatas secretas entre George W. Bush e Tony Blair, o gatilho do mais que provável colapso económico e a razão por que, muito em breve, poderá ter de se despedir das chaves do seu carro. David Strahan explica como chegámos a este ponto crítico, como o silêncio dos Governos, das companhias petrolíferas e dos ambientalistas representa uma conspiração para nos manter às escuras, qual o seu significado em termos de política energética e o que podemos fazer para nos protegermos, e às nossas famílias, dos ataques da última crise do petróleo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Solidariedade com a Guiné de Jacinto Filipe

    Solidariedade com a Guiné

    Jacinto Filipe

    5,00 

    Solidariedade com a Guiné de Jacinto Filipe [Coord.]
    Fundação João XXII. Lourinhã, 2012, 130 págs. B.

    O livro relata duas décadas de experiências de solidariedade na Guiné-Bissau através do projeto “Férias Solidárias” da Fundação João XXIII – Casa do Oeste. Os voluntários aprendem a valorizar o que têm, a distinguir o essencial do supérfluo e a compreender as dificuldades de milhões de pessoas. Embora estes atos não salvem o mundo, contribuem para desenvolver a comunidade e salvar vidas, deixando gestos marcantes que perduram além do tempo e do espaço.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Alternativa Económica e Transformação Social

    Alternativa Económica e Transformação Social

    Augusto Duarte

    6,00 

    Alternativa Económica e Transformação Social de Augusto Duarte.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 156 págs. B.

    Evidentemente, há que perguntar-se se se quer que Portugal seja um país como os outros, proletarizado, inserido até à dependência nos circuitos internacionais, obrigado a sacra- lizar o consumo para aumentar o emprego, não recuando diante do desperdício nem da bugiganga, intimamente alinha- do com países que possam, na melhor das hipóteses, aceitar partilhar um bocado dos frutos da exploração dos países mais pobres – porque essa é a base da abundância dos países ricos; ou se se prefere um país morigerado nas suas divagações e nas suas ambições, capaz do esforço e do amor do próprio trabalho, mais preocupado com encontrar-se na sua cultura, na melhoria do seu património, na valorização da natureza e no acolhimento hospitaleiro, do que na peregrinaçam que termina com as mãos vazias. É bem de ver que não há resposta imediata, e quando a houver não poderá de for- ma alguma ser categórica e eliminatória; actualmente, estas são perguntas… para se ir fazendo

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.